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… Era o Nicolau! (Já passou um ano)

Por

… Porque acredito em sinais? Por isto!
Sábado, final da tarde. Ia a subir a Rua Garrett. Puxam-me pelo braço, olho parta trás e escuto: “Como está o menino?”
Reajo imediatamente: “Olá! Por aqui?… Está com ótimo aspecto!”
Era o Nicolau Breyner, que não via há muito tempo. Simples como sempre o conheci. Estava abrigado num sobretudo azul escuro. Ia a uma exposição. Morreu horas depois.
Era o Nicolau, o homem que me deixou estrear em televisão. É o Nicolau. Será sempre!

 

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