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… O vento (Aprender a ouvi-lo)

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... O vento. Diz ele tanto sobre nós ou diz-nos ele coisas que precisamos ouvir, a uma velocidade estonteante que, das muitas vezes que nos diz, fingimos não ouvir com a desculpa de ser apenas um zumbido? Desvalorizamos. Regra geral, desvalorizamos sempre as mensagens ou os sinais que nos chegam quando achamos que o melhor ...

… Bruno, depois da entrevista o fim do casamento (Não sou bruxo, mas adivinhei. Outra vez!)

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... Honestamente falando, nestas coisas não gosto de acertar (preferia não fazê-lo). Sou muito atento e a única coisa que faço é ler mediaticamente o comportamento das celebridades quando me é permitido analisar. Disse muitas vezes ao longo deste tempo que o casamento de Bruno de Carvalho e Joana Ornelas não teria um longo futuro ...

… Sobre rotinas (Não perder o foco)

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... Quantas e quantas vezes deixamos escapar as coisas da mão? Da vida. Dos dias. Acabam-se as rotinas das coisas que deixamos escapar e começamos a ver as mesmas rotinas feitas noutros lugares com outros pensares. Custa e dói. Sou muito de rotinas e de me ligar a elas. Demoro a livrar-me. Umas vezes porque ...

… Pastilha com sabor a chocolate (Ou chocolate com sabor a pastilha)

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... 'Pastilhas elásticas. Talvez tenha sido a primeira coisa material que encontraram em comum e ficou como uma espécie de código. Talvez um goste mais, mas quando estão juntos o outro leva caixas de pastilhas elásticas de todo os sabores. Em qualquer presente lá está uma pastilha elástica, em qualquer situação leva pastilha elástica. Um ...

… Fui ter contigo ao mar (Acreditas?)

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... 'Podes achar estranho, mas sabes que eu sou estranho. Podes não achar nada porque tu também és estranho. A verdade é esta. Hoje acordei com um aperto grande no peito, fiz a minha rotina e assim que consegui fui ter contigo ao mar. Bastou-me olhar para ele para te ver. Como se te sentisse ...

… Do areal (com amor!)

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... Não falemos de recomeços que não é isso que me apetece. Escrevo estas linhas sentado na areia com um mundo de oportunidades à minha frente. Na verdade, todos temos milhares de oportunidades que agarramos ou deixamos escapar dependendo sempre das escolhas que fazemos ou dos caminhos que escolhemos quando nos deparamos com eles. Dependendo ...

… O filme (ou a história) de uma tatuagem!

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... Não é preciso muita história para se contar uma história. Às vezes basta sentir a história e depois perceber se vale a pena ou não que nos fique para sempre. Na memória, numa gaveta, num livro, num envelope, numa conversa, numa esplanada, num lugar... ou na pele. Porque a pele fala. E grita! [fvplayer src="http://euclaudio.com/wp-content/uploads/2018/06/90d70d96-7081-4fea-a012-ff05a8e361ab.mp4" ...

… Porque é que ninguém me explicou? (que deixamos de ser criança!)

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... Quando era criança, nunca ninguém me explicou que o mundo não seria almofadado. Cresci muito depressa. Fiz-me bem-disposto, porque não entendo a vida de outra maneira. Vamos crescendo e, aos encontrões, percebemos que o que deixa de nos fazer criança não é o calendário. É a força com que a vida se agarra a ...

… Resumo de um casamento (por amor)

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... Meghan é actriz, afro-americana, divorciada, entra sozinha e faz mais de metade do caminho sozinha na capela. A mãe está sozinha e emocionada até à alma. Um coro de gospel canta a plenos pulmões. Kate recicla para o casamento do cunhado o vestido já usado no batizado da filha. Sara Ferguson marca inesperada presença ...