CLÁUDIO AJUDA-ME

… Gosto muito do que faço (mas não me baralhem as ideias!)

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… Tenho noção, há muito tempo, da responsabilidade da minha profissão e do peso daquilo que digo ou escrevo todos os dias. Gosto muito do que faço e estou ‘vacinado’ contra os comentários, feitos aos meus comentários, que acontecem minutos após serem feitos (e estranhamente, muitas vezes nem os fiz e já há alguém com o dedo no ar a dar um palpite). Faz parte daquilo que escolhi para mim e para a minha vida. Faço-o com a maior noção disso mesmo, mas também é preciso dizer, que ver em companheiros de profissão (assim vejo todos os que trabalham na imprensa de celebridades) notícias como esta ou esta, onde as protagonistas são a actriz Sofia Escobar e a apresentadora Filomena Cautela, deixa-me um pouco decepcionado. Agradeço a importância que dão ao que digo, o que sublinha o peso da minha responsabilidade. Mas eu atendo toda a gente, respondo a todos os jornalistas e se me tivessem ligado, como fazem tantas vezes, eu teria explicado que não ‘arrasei’ a Sofia Escobar, apenas ‘não adoro vê-la na novela’, escrevi ainda que a culpa pode até ser minha ‘que esperava mais’. Isto não é arrasar. É opinar! De Filomena Cautela, fiz o mesmo. Opinei, sobre uma situação, como a apresentadora faz tantas vezes num direito que lhe assiste. E, num momento pontual, não gostei da maneira como colocou algumas questões a Rita Pereira no ‘5 para a meia noite’. Mas não lhe declarei guerra. Não mesmo! Não tenho idade nem paciência para essas coisas. Eu agradeço muito, e todos os dias, o destaque que a imprensa dá ao meu trabalho. É, como digo, a prova da credibilidade da minha opinião. Mas, baralhar e dar de novo, não me faz sentido. Somos, em Portugal, muito poucos para se tentarem alimentar guerras que não fazem sentido. Um coisa é comentar, dizer o que se pensa com a verdade que o público merece e o rigor que a profissão exige, percebendo sempre onde está o limite. Nas várias plataformas onde trabalho, e da forma que é preciso fazê-lo, não há ninguém que o faça como Eu em Portugal. Isso é claríssimo o que me torna um alvo fácil. Pelo menos até agora. Mas não significa, que a minha opinião, quando é contrária à da maioria, seja para atacar, ofender ou diminuir. É apenas opinar. Só isto!

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