CLÁUDIO AJUDA-ME

… Este é o meu novo Carro (O mesmo modelo, a mesma alegria!)

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… A vida é feita de ciclos e eu sou muito de os respeitar. Acredito também nos sinais que vamos recebendo e que se estivermos atentos nos facilitam muito o nosso dia a dia. Já não é segredo para ninguém que eu sou fiel à Renault. Desde que tenho carta de condução que conduzo Renault. Mas hoje conto-vos aqui uma história, que me parece interessante, na altura em que se fecha um ciclo de quatro anos… Em 2013, numa vista a Espanha descobri um modelo da Renault que Portugal ainda não conhecia. Era o Renault Captur, liguei rapidamente para o concessionário e fiz a minha reserva imediatamente ‘assim que ele chegue a Portugal quero um para mim’. Estava em Janeiro de 2013, lembro-me de contar esta paixão à primeira vista aqui no blog nessa altura. O tempo passou, e em Agosto desse mesmo ano comprei o meu Captur. Em Portugal seria o único (ou dos poucos) que não respeitava o critério do modelo que era o de ser a duas cores. Eu preferia preto. E assim foi. Amei! Foi uma escolha acertada. Era o que eu queria, um carro bonito, seguro, económico, robusto e masculino. Estes são critérios meus para a escolha de um novo carro. Toda a gente estranhou eu não mudar de marca, mesmo que mudasse de modelo (tinha tido sete Renault antes). Eu não iria mudar de marca, de assistência, de resistência. Eu estava muito satisfeito… passaram quatro anos, chegou a altura de mudar para um novo carro. Toda a gente a mandar-me para esta marca, para aquela marca, para este modelo, o outro modelo. Não adiantava: eu tinha a minha escolha feita. O meu novo carro seria um Renault Captur! Exactamente, exactamente o mesmo modelo de há quatro anos. Sei que podem estranhar, mas garanto-vos que fiz a escolha acertada. Não gosto de me separar das coisas que me fazem bem e facilitam a vida. É o que acontece com o Captur que deixei hoje, amigo de quatro anos, que ficará por casa… Qualquer dia conto-vos onde, tá bem? Por agora apresento-vos o meu novo ‘amigo’, a extensão da minha casa, do meu escritório andante, o carro que me leva para todo o lado e nunca – nunca – me deixou ficar mal. Isto é o mais importante! Em equipa que ganha, não se deve mexer. Foi o que fiz!

 

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