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	<title>Sem categoria &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<title>Sem categoria &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230;Transformar a dor em amor !</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Oct 2022 11:36:58 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">… Não é fácil. Quase nunca é fácil transformar a dor numa coisa boa. Só os altamente generosos conseguem fazê-lo. Por estes dias a minha filha contou-me um episódio. A Leonor era uma fã incondicional do trabalho da Sara Carreira ao ponto de um dia no restaurante no Alentejo – com a minha cumplicidade e da mãe Fernanda &#8211; a Sara se dirigir à mesa onde a minha filha estava para a surpreender e fotografar com ela. Neste pequeno gesto, também se vê o respeito e a generosidade que Sara tinha por quem a seguia. A Leonor que veio para a universidade e anda na azáfama de adaptação e mudança, diz-me durante o jantar onde eu lhe expliquei que naquele dia eu não tinha conseguido estar presente no encontro de amigos que a Associação estava a fazer, ‘<em>pai é mesmo importante o que a Sara Carreira está a fazer a muitas crianças, que não têm como o privilégio de poder continuar a estudar e a Associação da Sara a muitas proporciona isso</em>’… eu fiquei um bocado estupefacto, porque na verdade não pensei que ele estivesse tão por dentro do que é Associação Sara Carreira e com que objectivo foi fundada. Ficámos ali durante uma boa parte da refeição a falar sobre o objectivo e de como, de uma tragédia, de uma dor que nunca vai desaparecer, de uma ferida que não vai cicatrizar nunca, uma família se uniu na bonita missão de entregar amor e manter viva a memória de Sara. Para quem conheceu a Sara de perto, sabe que este bem que se está a fazer a outros jovens, é a imagem dela. Era luz e serenidade. Por estes dias, a associação juntou muitos amigos e beneméritos para mostrar o que está a ser feito, e o que está a ser feito é muito bom e bonito e eu tenho orgulho gigante em perceber que esta família que conquistou tudo a pulso está agora a dar a outras famílias a possibilidade de conquistar qualquer coisa. Neste caso, ‘Qualquer coisa’ é um sonho para muitas pessoas que não podem ter nada. O que a associação faz pela mão do Tony, da Fernanda, do Mickael, do David, da Sara e de todas as pessoas que acreditam no projecto e a apadrinham é dar a outros jovens a possibilidade de voar, de acreditar, de motivar, de fazê-los ter a certeza de que, amanhã o futuro pode ser melhor. Hoje, apeteceu-me muito enaltecer o trabalho que a associação faz, porque talvez algumas pessoas não tenham dado conta da importância, mas a verdade é que as bolsas dadas a todos os selecionados vão muito além do dinheiro, são acompanhamento profissional na área que cada um deles deseja e isso é a construção do seu futuro e na sequência disso, de um futuro melhor para quem os rodeia. Talvez porque muitas vezes andamos demasiado egoístas, com a desculpa de não termos tempo para nada, não pensamos muito no que vai além do nosso horizonte. Sabemos que existe, que acontece, que está lá… mas pronto, a nossa vida segue. A vida é uma espécie de luta constante onde sabemos sempre que é ela que sai vitoriosa, resta-nos dar atenção enquanto a vivemos para que nos valha a pena. A lição que Sara Carreira nos passa através desta associação é a certeza de que, por muito dolorosa que qualquer coisa seja, se há amor, vontade de seguir e fazer melhor, essa dor pode ser transformada numa coisa boa. Não desaparece, isso não. Mas talvez, naqueles que são os desígnios da vida, se encontre explicação, e se não for uma explicação, que algum dia &#8211; seja quando for &#8211; nos faça sentido. Obrigado Sara!</p>
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		<title>… Olha que dois!!</title>
		<link>https://euclaudio.com/olha-que-dois-7/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 10:09:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230; O que já se disse escreveu sobre a minha vida na TVI foi mais do que se escreveu de mim em vinte anos de televisão. Pode ser um reflexo bom mas escrevem-se e dizem-se tantos disparates que às vezes apetece explicar tudo tim tim por tim tim, como se tivéssemos todos sete anos de idade. Não vale a pena! Aprendi que não vale a pena. Eu estou feliz. Isso é o que importa para sossegar quem realmente me segue porque gosta de mim. Há coisas que sei que não posso contar e há coisas que não sei, mesmo que imaginando. Não somos crianças de sete anos, obviamente que a televisão está a mexer e isso entendemos todos, e também entendemos todos que eu fique surpreso quando a Cristina me convidou para fazer o Duplo Impacto com a Teresa Guilherme. Confesso! Fiquei surpreso e feliz. Fui apanhado de forma inesperada. Pensava que a reunião seria para outra coisa e de repente um reality. O regresso ao palco do BB com a Teresa. Uau! Liguei logo a uma amiga minha e disse-lhe <em>&#8216;vês, quem nos haveria de dizer isto quando sentados num banco da praça imaginamos o meu futuro? Isto não imaginamos nunca, porque nunca pensamos ser possível!</em>&#8216;. Esta é a verdade&#8230; Verdade também é que depois de me ter sido explicado porque não faria o BB Revolução entendi e segui em frente. Eu sou de seguir e não de ficar a bater em teclas gastas. Não me levam a lado nenhum, mas também é verdade que na mesma reunião a Cristina e o Patrício me disseram <em>&#8216;não quer isto dizer que não voltes ao realitys&#8217;,</em> pensei que estariam a dizer &#8216;só porque sim&#8217; mas a verdade é que não e por isso o regresso ao grande formato de Domingo agradou-me bastante em todos os aspectos. Volto mais cedo do que imaginava! É um desafio? Enorme! Estou ali com a responsabilidade de dividir palco com a Teresa, com quem já trabalhei há muitíssimos anos em em outros moldes. Estamos todos diferentes. Estamos agora de igual para igual num program que todos querem ver. <em>&#8216;Vamos divertir-nos e entreter as pessoas&#8217;</em> foi a primeira coisa que eu e a Teresa dissemos um ao outro e é o que farei. Existirão dificuldades? Claro que sim, eu também as tive &#8211; e grandes – no BB2020 mas entro neste projecto com o corpo inteiro mergulhado e cheio de orgulho de estar dentro dele. Não chorei como se disse e escreveu. Nem chorei de desespero – que absurdo – nem de felicidade. Fiquei surpreso! Já chorei naquele gabinete mas por outras razões boas. Eu sou um chorão. Não vos posso dizer que o futuro é amanhã nem sequer que o futuro é bom, porque do meu futuro sei pouco. Mas possa dizer que confio na equipa onde estou, e que quem me segue não ficará desiludido. A televisão tem esta alma mutante de nos surpreender e querer sempre dar mais. Os tempos são outros. Nós somos ouras pessoas. Na minha cabeça está o mesmo entusiasmo que estava quando o Nuno Santos teve a coragem de olhar para mim e ver-me capaz. Agarrei entusiasmado. Agarrei com erros e acertos o começo de um caminho que tem tudo para dar certo e que será muito importante para mim. Continuarei a acertar muitas vezes e a errar umas tantas. Vou gritar? Se me apetecer grito. Vou cantar? Se me apetecer canto? Vou falar Inglês mal? Se me apetecer falo. Eu sou o Cláudio, não sou outra pessoa. E esta imagem que tenho publica e que é muito colada à real só passa verdade se for verdade quando estou no ecrã. Atenção, não se iludam nem se enganem. Para mim é desafiante fazer o BB Duplo Impacto, claro que sim. Será um desafio encontrar a dinâmica certa com a Teresa? Claro que sim. Mas o maior desafio é prender cada um dos espectadores ao ecrã. Esse é o maior desafio. E é para cumprir esse desafio e não decepcionar quem apostou a sério nome nome, que me levanto a cada manhã e entrarei em estúdio a cada noite de Domingo. Não sei ser de outra maneira.</p>
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