Apetece-me escrever de nada. Do vento, da luz, da água gota a gota que cai da torneira mal fechada, do lixo posto na rua sem cuidado, dos arrumadores de carros, da gente que diz mal só porque sim, do gel de banho, de um bom dia desconhecido, de uma garrafa de água que se mete ...
A fé dos homens!
... Manhã cedo. Roupas novas. Cabelos penteados. Fatos a condizer. "Olás!" que se dizem de ano a ano. Encontros de familias. Uma praça cheia de gente. A caravana do algodão doce e do torrão. Os sinos a tocar. Gente que se esbarra um ano depois e pára numa esquina a falar das aventuras. Reencontros. Fé. ...













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