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	<title>11 anos &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; Onze anos de amor! (quase doze)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Aug 2016 15:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Sabes? Estava aqui a falar comigo. Sozinho. Enfim&#8230; Estava a aqui a falar comigo e a pensar que onze anos é muito tempo. Que em onze anos as nossas vidas podem dar voltas e mais voltas e têm tempo para voltar outra vez uma na outra. Quando hoje meti a chave à porta pela ultima vez pensei, [&#8230;]]]></description>
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<div style="border: none; line-height: 0.51cm; margin-bottom: 0cm; orphans: 1; padding: 0cm; text-align: justify;" align="JUSTIFY">&#8230; Sabes? Estava aqui a falar comigo. Sozinho. Enfim&#8230; Estava a aqui a falar comigo e a pensar que onze anos é muito tempo. Que em onze anos as nossas vidas podem dar voltas e mais voltas e têm tempo para voltar outra vez uma na outra. Quando hoje meti a chave à porta pela ultima vez pensei, &#8216;<em style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">estive aqui provisoriamente mais de onze anos. É muito tempo, chegou o tempo de mudar!&#8217;,</em> mas a verdade é que mudar nem sempre é fácil. É cómodo não o fazer. Num instante rápido corro todas as tuas divisões, abro as portas, respiro o cheiro que tens e guardas. Por seres antiga, por teres estado o dia todo fechada com a janela do quarto aberta. Guardas um cheiro tão teu e guardas segredos. Tenho pena de cortar esta relação. Parece estúpido. Se calhar é estúpido! Mas há onze anos, tu e eu éramos diferentes. Estavas muito nua, ainda muito fria e sem um cheiro que te distinguisse das outras. Branca. Muito branca. Ambos acrescentámos cor à nossa vida. Tu estás agora mais bonita, mais organizada, mais velha! Eu, aqui estou, onze anos depois, também mais bonito, mais velho e a olhar para ti depois de ter olhado tanto por ti. Contigo pude fazer tudo, que não te queixaste nem reclamaste. Foi a ti que me encostei, e em ti que me aqueci&#8230; Sabes? Ao mesmo tempo que subia a tua escada de madeira velha, e quando meti a chave à porta pela ultima vez pensei &#8216;<i>Deus queira que quem te ocupe o espaço te consiga entender, ser grato pelo teu aconchego a troco de nada. Não lhes digas nada do  que aqui aconteceu. De vez em quando vou passar ali à rua, só para olhar as tuas janelas a ver se já tens luz, que é sinal que há gente lá dentro</i><i>. Não te sintas sozinha, levo-te comigo o resto</i><i> da vida. Levo-te a ti e o que vivi contigo. Sabes porque levo? Porque </i><i>onze anos, não se podem encaixotar e levar para outro lado assim, sem mais nem menos, não é? Claro que não!</i>&#8216;. Obrigado querida casa e mantém-te aí. Firme ao cimo da rua mais difícil de subir quando se vai de regresso.</div>
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<div style="border: none; line-height: 0.51cm; margin-bottom: 0cm; orphans: 1; padding: 0cm;" align="JUSTIFY"></div>
<p><b>Leiam também um destes posts:</b></p>
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<li><a href="https://euclaudio.com/2016/08/olhem-o-que-descobri-magana-duma-figa.html">&#8230;Olhem o que descobri! (Magana d&#8217;uma figa</a></li>
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<div style="border: none; line-height: 0.51cm; margin-bottom: 0cm; orphans: 1; padding: 0cm;" align="JUSTIFY"></div>
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<li><a href="https://euclaudio.com/2016/08/desabafo.html">&#8230; Desabafo! </a></li>
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<li><a href="https://euclaudio.com/2016/08/olha-que-dois-unido-por-um-lindo-momento.html">&#8230; Olha que dois (unidos por um lindo momento) </a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/2016/07/as-nossas-ideias-para-um-versao-mais.html">&#8230; As nossas ideias para um verão mais fresco! (e activo!) </a></li>
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