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		<title>&#8230; O menino do chapéu de palha!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2020 18:50:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Há duas coisas que gosto quando viajo. O ir e o chegar a casa. Juro que é verdade! Entre estas duas partes está o descobrir, o crescer, o investir&#8230; o meu pai disse a vida toda que não há melhor maneira de aprender que viajar. Sinto o mesmo. No meio de um ano que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><span style="color: #201f1e; font-size: small;">&#8230; Há duas coisas que gosto quando viajo. O ir e o chegar a casa. Juro que é verdade! Entre estas duas partes está o descobrir, o crescer, o investir&#8230; o meu pai disse a vida toda que não há melhor maneira de aprender que viajar. Sinto o mesmo. No meio de um ano que não está fácil para ninguém, não sendo eu excepção, porque para mim também não tem sido, agarrei em mim e nuns dias livres e com absoluta segurança fui conhecer parte dos Açores. Não conhecia! É estranho, está aqui ao lado um paraíso e a nossa inquietação é apanhar um avião em tempo de férias e ir para o mais longe possível. voltarei ao Açores. Gosto do clima, da sensação de ter no mesmo dia as quatro estações do ano. Gosto de me sentir colado à natureza de verdade, aquela que nasceu ali, cresceu ali e ali se mantém intacta. Açores faz-me lembrar uma cidade cenográfica de tão bem cuidado que está. Não vi nada sujo, nada fora do lugar. Açores é bonito! Já tinha esta viagem na cabeça aconteceu agora e aconteceu em boa hora porque perante o abraço da natureza é impossível não pensar que somos demasiado pequenos para nos inquietarmos com arrelias terrenas que não dominamos se a força da natureza manda mais que tudo o resto. A água, a imponência do verde. Há ali todas as cores de verde, todos os cheiros de verde, todos os bocados de sons. Ali a natureza manda. Somos apenas uma coisa a descobrir. Andamos para desfrutar e agradecer. Se há sol agradecemos, se chove agradecemos também. Se faz frio ou calor devemos estar gratos&#8230; numa das ruas encontrei um chapéu de palha. Comprei-o. Digamos que foi o meu companheiro de viagem. Digamos que o usava para guardar na memória tudo o que ia vendo, porque não se enganem, nenhuma câmara tem a capacidade de registar o que vi. Às vezes no meio de um trilho ou só a olhar o céu dava comigo a comentar com o chapéu o que se estava a ver. Já me tinham falando muito dos Açores. Talvez devesse ter comprado um boné. Optei por um chapéu. Fica-me melhor. Pensei muito no que seria o encontro no cais do chapéu de palha e do boné. Seguramente iriam estar em silencio ou falariam por gestos que só a linguagem dos chapéus entende. Sou dos que acha que cada objecto tem a sua própria energia e linguagem. Sou de energias. Boas e positivas, não me adiantam as outras nem o <span style="caret-color: #201f1e;">juízos</span> de valor que fazem das ideias que tenho ou acham que tenho, porque na verdade a</span><span style="color: #201f1e;"><span style="font-family: Segoe UI, Segoe UI Web (West European);"><span style="font-size: small;">s pessoas não têm a mais pequena noção do que vai na minha cabeça, além deste chapéu que tenho posto.  O resto só eu sei. Não se iludam, por muito que se mostre, nunca se mostra tudo&#8230; ou pelo menos, não antes do tempo&#8230;. </span></span></span></p>
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