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	<title>Alegria &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>… Acabou-se. E começa tudo outra vez!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jan 2023 13:30:49 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230;  Não tenho a ilusão de que com a chegada de um novo ano tudo muda. Não partilho da euforia quase histérica da animação geral à meia-noite em ponto, como se minutos antes tudo fosse o caos e de repente, por conta dos ponteiros do relógio, entrássemos na cápsula do tempo e tudo mudasse! Não acredito nisso. Não gosto da confusão obrigatória das festas deste dia. Opto, sempre que posso, por viajar, aproveitar os dias para fazer algo diferente, ou ficar em casa. Sozinho e sossegado. Acredito que a data sirva para reflexão e renovação. É nisso que aposto. Em renovar as energias e acreditar que o ano novo será melhor. A saúde é o mais importante, sem ela nada nos é permitido. Quero-a. Muito e a toda a hora, para mim e para os meus! No ano novo, quero continuar a acreditar em milagres e quero continuar a desafiar-me profissionalmente para me sentir vivo e útil. Vou ainda ser mais selectivo nas pessoas que se cruzam comigo, embora deva relaxar para me permitir surpresas. Vou jantar mais vezes com os meus amigos. Vou ter vinho tinto em casa porque um copo ao serão me sabe bem. Quero continuar a ir ao ginásio com disciplina mas sem sacrifício (a parte do sacrifício acho difícil). Vou tentar estar menos tempo no computador ou pendurado no telefone. Vou estar atento a gente que me ensine coisas novas. Talvez consiga começar a fazer yoga. Quero aprender a falar inglês, mas sei também que não me vale a pena pensar que o vou fazer, porque não vou. Quero fazer férias na Grécia, quero ir à Maldivas e conhecer Nova York. Quero muito Nova York. Queria mesmo! Quero bronzear o corpo com o sol e ir muitas vezes à praia, muitas mais que este ano que acabou onde fui muito pouco. Quero ir mais vezes ao teatro, quero ver mais concertos e ter mais tempo para ler. Quero acreditar que este ano vai ser positivo. O que passou foi um ano sereno, mas muito cheio. Trabalhei muito e tive alturas em que me esqueci de mim. Tentei chegar a todos os lados e falhei-me algumas vezes e essa é uma sensação de frustração que tenho e que pago com domingos desperdiçados num sofá agarrado a um gelado porque não me apetece fazer mais nada além de descansar. Não me posso queixar, nem me devo culpar por isso. Seria injusto e é a vida que escolhi, só tenho de aprender a gerir melhor as peças profissionais com as pessoais de forma a que encaixem na perfeição. Mas a perfeição não existe, né? Deste ano levo comigo um enorme crescimento profissional, a minha casa nova, a minha filha que celebrou 18 anos e entrou na faculdade, levo as coisas e as pessoas boas que Ele me deu. Pessoalmente, conseguiu surpreender-me quando não estava à espera de algumas coisas e aprendi a esperar. Mantenho comigo a esperança de que a espera, pode valer a pena. Provei que sou capaz de me superar, que o caminho segue sempre em frente, mesmo que por atalhos, mas tive muito a sensação frustrada de não ter conseguido o que pretendia e não encontro razões para isso. Vivi emoções novas, lugares diferentes. Iludi-me e desiludi-me, mas acho que isto fará sempre parte de todos os anos. Na verdade, não me posso queixar do ano porque seria muito injusto com tudo o que vejo à volta e com tudo o que tive dentro dele. Tenho 49 anos, todos os sonhos do mundo ainda por realizar, o que só é possível com saúde. Que não nos falte. A saúde e a coragem. Despeço-me deste ano com a noção de que passou muito rápido. Não sei se foi só uma impressão minha. Que tenhamos um grande 2023, onde cada um de nós tenha a noção clara de que pode tudo ser melhor e mais fácil se cada um de nós estiver disposto a isso. É preciso esvaziar egos, sentir empatia, deixar o orgulho e lado e respeitar sem brincar com a emoção do lado. Se conseguíssemos isso, já teríamos um ano fixe.</p>
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		<title>&#8230; Há um ano em festa!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 May 2022 11:21:08 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">… Festa é festa assinalou um ano desde que está no ar com a sua história e personagens que desde o minuto zero prenderam Portugal ao ecrã todos os dias à noite. Muitas vezes procuramos entender o sucesso de um produto e perceber o que tem ele que entra na vida das pessoas e fica colado à sua rotina de forma prazerosa, acho que foi isto que aconteceu com a novela que vai numa nova temporada e a cada uma consegue dinamizar, surpreender e manter a linha de início que é bem dispor quem escolhe ver, e juntar a isso uma boa dose de preocupação em dar ao espectador um produto de absoluta qualidade não resvalando nunca a linha que separa a ficção da realidade dado a emoção que é precisa em casa cena em cada pedaço da história, mesmo que a história pareça mentira. Talvez seja por isso que tanto eu, como a minha filha ou a minha mãe acompanhemos a vida da aldeia da Bela vida. No começo pensei que ajudasse muito ao facto de também eu viver numa aldeia e ver identificação em muitos personagens daquela que é a realidade de muitas aldeias, acho que é isso mas isso não chega e quando conversei com o autores, a Eva e o Roberto, entendi que o que fazem é mais que escrever episódios, uns atrás dos outros para serem gravados, emitidos e assim sucessivamente&#8230; os dois – com a sua equipa &#8211; colocam em cada palavra ou cena a emoção da vida real. Vê-los conversar sobre esta sua &#8216;obra&#8217; é entender que as coisas simples são, na maioria das vezes, as mais complicadas de fazer. Não há dúvida nenhuma que juntar a esta capacidade de entendimento do produto, o elenco de luxo, realizadores com sensibilidade, uma acertada banda sonora e uma equipa apostada em dar o melhor ajuda muito e o bom produto está aí, as pessoas gostam, identificam-se e há um ano vivem desesperadamente as aventuras da Aida e do Tomé, as arrelias do senhor Presidente, a alegria da Dona Corcovada, a Fé da Florinda, a distração do carteiro&#8230; vivem todas as histórias como se estas pessoas fossem delas. E na verdade são. São a companhia que lhes entra em casa à noite e os faz descontrair de um dia que muitas vezes é chato, longo e comprido. Regra geral, os actores gostam de variar, refrescar, oferecer emoções de forma continuada&#8230; e aqui isso acontece, porque o segredo não está na longevidade da novela, está na capacidade de se reinventar de forma constante. Não faço ideia quando termina a aventura desta festa, mas por mim pode continuar muito tempo, porque com ela sinto que o público fez as pazes com a ficção sem ter medo de gostar do que é nosso sem rendilhados a fingir que é outra coisa. Pode ser só uma impressão minha, mas percebeu-se que arriscar vale a pena!</p>
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		<title>&#8230; Chuva( Chuva, chuvinha)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 May 2019 11:32:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8230; Senti uma noite inteira a chover. Acordo, vou à janela e o que vejo? Chuva! Porque se lembrou São Pedro de me mandar um Inverno fora de horas!? Que chatice! Sei que a chuva é abençoada, mas não queria chuva. Nem queria Inverno. Queria a Primavera. Quero a Primavera. Porque preciso respirar um ar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Senti uma noite inteira a chover. Acordo, vou à janela e o que vejo? Chuva! Porque se lembrou São Pedro de me mandar um Inverno fora de horas!? Que chatice! Sei que a chuva é abençoada, mas não queria chuva. Nem queria Inverno. Queria a Primavera. Quero a Primavera. Porque preciso respirar um ar mais puro, sentir um cheiro novo, olhar cores alegres, ver gente com roupa leve e despreocupada. Na Primavera anda tudo mais animado, menos carregado. As pessoas carregam o inverno dentro muitas vezes. Vezes demais, e se ele está fora, temos de lhes dar razão, ou pelo menos têm razão para o fazer&#8230; Que venha a Primavera. Mesmo que daqui a uns tempos, eu esteja ‘mortinho’ pelo Inverno, porque me apetece um chá quente ao fim da tarde, um serão aconchegado numa manta velha a ver televisão ou uma tarde de domingo fechado numa sala de cinema. Eu mudo de ideias rapidamente. Por enquanto, quero a Primavera e o cheiro que ela tem, embora goste muito do cheiro que a chuva deixa na terra que fica molhada, porque nos aviva a memória e me traz uma emoção rara que recebo da natureza e me transporta para um lugar que gosto muito. Sou assim. Incoerente!</p>
<p>&nbsp;</p>
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