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	<title>alma &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; Os amigos!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2020 16:20:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8230; Falar dos amigos, esse grupo de gente que nos entra pela vida e fica. Vai ficando. E fica. Acomodado e encostado às paredes daquilo que sentimos ou queremos sentir. Não tenho muitos amigos. Tenho centenas de conhecidos e umas dezenas largas de uns e outros que se acham amigos, mas sempre percebi desde muito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Falar dos amigos, esse grupo de gente que nos entra pela vida e fica. Vai ficando. E fica. Acomodado e encostado às paredes daquilo que sentimos ou queremos sentir. Não tenho muitos amigos. Tenho centenas de conhecidos e umas dezenas largas de uns e outros que se acham amigos, mas sempre percebi desde muito cedo que a amizade é uma coisa importante. Quase sagrada. Não é para qualquer um. Um amigo é família só que a família nós não escolhemos. Podemos ter a ‘sorte’ de gostar dela e estarmos todos em sintonia ou então não, e como não sigo as regras da &#8216;ditadura do sangue&#8217; apesar de ter na minha família um Porto seguro, sei que muitas vezes estão os amigos, porque a família não pode estar ou não queremos que, em certa altura, esteja. Seja por fragilidade ou protecção, não importa. Simplesmente há vezes que não queremos. Não acho que os amigos de verdade, tenham que ser amigos de uma vida daqueles que nos viram crescer e andaram no jardim escola na carteira do lado &#8211; que também os tenho &#8211; acho é que o universo de repente nos mete gente pela frente que se estivermos atentos são amigos que chegam para nos tornar os dias mais felizes e a fazer mais sentido, porque em certa forma nos apaziguam o estado de alma por muito inquieto que esteja. A amizade é uma coisa preciosa, por isso não há nada nem coisa nenhuma que se possa sobrepor a ela. Nada! À medida que o tempo avança, poucas coisas me dão mais prazer que estar com amigos horas seguidas num serão cheio de ideias mesmo que contrárias uns aos outros, um copo de vinho e gargalhadas que não permitem que se acabe um raciocínio&#8230; os amigos são pérolas de um colar que vamos compondo diariamente ao longo de muito tempo e exibimos orgulhosos para nós quando percebemos que não nos falham em momentos preciosos. Não nos falham. Não nos faltam. Não nos decepcionam&#8230; Mas depois há o resto, e muitas vezes o resto é difícil de gerir, porque os amigos são como nós: gente de carne e osso, e por isso há os amigos que sendo amigos também falham, decepcionam, como falhamos ou decepcionamos nós. Nesse caso remeto-me ao que tanto me diz a célebre frase ‘somos responsáveis pelo que amamos não pelo que os outros acham do tamanho do nosso amor’. A culpa não é deles. Em casos assim, talvez seja culpa nossa que lhes abrimos a porta do nosso espaço. Os amigos têm de ganhar o espaço em nós e perceber que espaço é esse para se movimentarem dentro dele à vontade sem cerimónia nem medo de palavras e acções, se eles não percebem nem isso nem o espaço é porque não estão atentos à ‘relação’ e estão por estar. Eu não gosto de &#8216;estar por estar&#8217;, e por isso me fui transformando, aos poucos, numa espécie de ‘bicho do mato’ porque me fui apercebendo que entre perder tempo com pessoas que não me acrescentavam nada ou ficar sossegado no sofá de casa, o sofá ganhava muitas vezes. Há que perceber que os amigos não têm que nos dizer a tudo que &#8216;sim&#8217; como não têm de se armar em super-heróis e dizer a tudo que &#8216;não&#8217; só para contrariar. Eu acho que relações de amizade são relações de amor, por isso, é preciso que de vez em quando eles percam a cerimónia, se atrevam, cheguem sem avisar e nos ‘invadam’ o espaço sob pena de, por se fazer tanto silêncio e se ter tanta cerimónia, acabar por matar a chama do que havia, quando o que havia era um grito silencioso que damos por dentro e que os amigos têm obrigação de reconhecer. Se não reconhecem não são amigos. São outra coisa qualquer. E aí o sofá é sempre a melhor escolha</p>
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		<title>&#8230; A minha Fé (É à minha maneira)</title>
		<link>https://euclaudio.com/a-minha-fe-e-a-minha-maneira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Nov 2019 14:14:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Sempre fui uma pessoa de fé. Daquelas que acredita piamente que há uma força que nos obriga a seguir em frente. Sempre acreditei que quando estivesse quase a desistir haveria alguém que me empurraria o corpo e a mente para que não o fizesse. Não sou batizado. Acredito. Apenas acredito. Não vou à missa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Sempre fui uma pessoa de fé. Daquelas que acredita piamente que há uma força que nos obriga a seguir em frente. Sempre acreditei que quando estivesse quase a desistir haveria alguém que me empurraria o corpo e a mente para que não o fizesse. Não sou batizado. Acredito. Apenas acredito. Não vou à missa constantemente. Rezo em casa, no carro, na cama, na rua&#8230; melhor dizendo ‘converso’. Não me perguntem porque não sou batizado não saberia responder, mas nunca esse facto me impediu de estar junto da minha fé. Achei sempre que Deus &#8211; ou quem quer que fosse &#8211; ouviria o que eu tinha para dizer para lá do caminho como lhe cheguei. E tem sido assim este nosso entendimento. Também não vos saberia dizer se de verdade sou ‘só’ católico. Quando lemos e passamos por outras experiências começamos a ver de perto a força de um universo que implica talvez uma série de coisas de religiões diferentes. Isso não me impede de ser devoto de nossa senhora de Fátima e de ter ‘conversas’ no ar com quem me ouvir. Acho que a fé passa muito por isto: ter alguém que nos escute e a quem podemos confiar as nossas coisas. Nunca me confessei a um padre. Não o faria. Não reconheço a nenhum homem o direito de ouvir os meus segredos e depois de uma penitência absolver-me de pecados que possa ter cometido. Era o que faltava! Confesso-me a Deus, ao Universo e a mim, que uma boa maneira de tomarmos noção do que fazemos é dizer para dentro o que fizemos. Escutar a nossa voz interior. Ela tem quase sempre razão e a resposta para tudo. Há quem lhe chame intuição. Pode ser que sim. A minha é forte. Muitas vezes cometi erros porque não a escutei e noutras senti que dei o passo certo porque esperei o sinal que me mandou. Tenho em mim centenas de provas de que a força de energias boas resultam em coisas boas. A energia é o que nos move. Ou a fé, se quiserem. Ao ler uma data de escritos meus de há muitos anos já pensava assim e está ali a prova de que o meu acreditar me ajudou a andar. Sinto que se não acreditasse à minha vida faltava qualquer coisa. Não sei explicar mas a mim faltava-me o ouvido para me escutar o dia todo. Sou dos que chateia o Universo à exaustão. O que fala porque sim e porque não. Sou dos que faz promessas e as cumpre. Coisas que exigem um detalhe, não sacrifício. Quem quer que seja não nos exigiria sacrifício. Talvez lembrança. Não sou de dar dinheiro à Igreja, tem de sobra, devia saber distribuir melhor&#8230; se olho muito para dentro da igreja afasto-me dela porque tem dentro tudo aquilo que Deus não quer. Tem o luxo. A vaidade. O exagero. O deslumbramento. A mentira. O preconceito&#8230; e depois de tudo isto, depende de quem encontramos dentro dela, tem uma mensagem que podemos ou não recorrer para nós. Aos poucos fui deixando de estar dentro dela para viver a minha fé à minha maneira. Não acredito que quem quer que seja me dê menos atenção por isso. A energia boa, a força da oração está em qualquer lugar se for de verdade&#8230; lembrei-me disto porque ao ler coisas antigas de há mais de vinte anos terminavam todas com <em>‘Deus permita que sim..</em>.’ na verdade era um ponto final em forma de pedido. Do muito que ali está escrito Deus permitiu. Deus, como cada um o entender, o imaginar ou sentir. Não me falhou. Nesta conta do deve e do haver talvez eu o tenha defraudado mais. Sou mais inconstante, teimoso, orgulhoso&#8230; Mas um Deus amigo aceita cada um como é. Este Deus que tenho construído em mim com espaço grande na minha vida aceita-me assim e sinto que muitas vezes me dá puxões de orelhas porque o caminho não está certo. O meu Deus está num espaço grande na minha vida porque o encontro em muitos lugares&#8230; num gesto, numa frase, numa folha, numa gota de chuva, no cheiro&#8230;. em tudo o que me desperte uma boa emoção. Acho que eu e Ele já nos aborrecemos muitas vezes. Já tivemos alturas sem nos falarmos por teimosia, mas mesmo sem me falar todas as noites o sentia aconchegar-me a cama. Sentia-o dar-me recados. Percebia o ombro dele numa altura mais complicada. Depois  da &#8216;birra&#8217; fazemos as pazes e voltamos ao que sempre fomos&#8230; unidos por uma força de acreditar que não se explica e muito menos se escreve. É um fio transparente onde me agarro sempre que escorrego ou preciso balanço. Tenho fé. Tenho muita fé. Não me perguntem qual é a imagem do meu Deus, nem a história dele. Eu apenas acredito. Acredito. E quando acredito em alguma coisa tenho fé. Tenho hoje e pelo que li tenho desde sempre com a certeza de que muitas vezes Ele me lançou a corda para não me deixar cair nem rastejar. Obrigado!</p>
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		<title>&#8230; Alentejo (Da minh&#8217;alma)</title>
		<link>https://euclaudio.com/alentejo-da-minhalma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2019 10:25:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Não sei se é o cheiro, se são a pessoas, se sou eu, se é do meu sangue. O Alentejo será o meu lugar encantado sempre. Mesmo que o tempo mude, que as ideias mudem, que as pessoas mudem. Os meus sonhos vão passar pelo Alentejo. Pelas suas gentes, pelo lugares que me viram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Não sei se é o cheiro, se são a pessoas, se sou eu, se é do meu sangue. O Alentejo será o meu lugar encantado sempre. Mesmo que o tempo mude, que as ideias mudem, que as pessoas mudem. Os meus sonhos vão passar pelo Alentejo. Pelas suas gentes, pelo lugares que me viram andar de um lado para o outro. Pelos olhos dos que passam por mim na rua e que se nota no rosto que vão envelhecendo com o calor estonteante e com o frio gelado que o Alentejo recebe. O escaldar do alcatrão, o cheiro a terra batida, as casas caiadas de branco, o azul nos rodapés, uma cadeira pequena à porta e uma conversa que se ouve a manhã toda. A tarde toda. O dia todo. À noite são os grilos. O Alentejo é parte da minha vida, porque não pode ser a vida toda. Sou um homem fechado dentro de uma concha, armado a &#8216;homem do mundo&#8217; que quando dá de caras com Ele percebe que os braços estão sempre estendidos, até para aqueles que, armados ao pingarelho, acharam um dia que o Alentejo era menor. Eu reconheci-lhe valor assim que o senti. O maior dos afectos é, para quem entende o que muitos não compreendem. O Alentejo, que é um lugar de todos, passa a ser de cada alentejano quando se vive a verdade da terra. A tal terra a cheirar à gente que continua a meter a mãos nela. Na terra. Só assim se sabe a que sabe ela.</p>
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