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	<title>amiga &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>… O sonho de Anabela!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Apr 2021 21:39:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; E andamos todos a correr numa luta desenfreada para chegar a um lugar qualquer que não sabemos exactamente qual, e pior ainda, não temos a certeza se seremos felizes lá. E andamos nós a brigar uns com os outros por coisas mais ou menos pequenas e com a importância de coisa nenhuma atarefados a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230; E andamos todos a correr numa luta desenfreada para chegar a um lugar qualquer que não sabemos exactamente qual, e pior ainda, não temos a certeza se seremos felizes lá. E andamos nós a brigar uns com os outros por coisas mais ou menos pequenas e com a importância de coisa nenhuma atarefados a reclamar do mundo, quando no mundo existe a Anabela. Anabela, a menina que sonhava ver o mar, adora animais e queria ter como presente uma afia lápis. Talvez das histórias mais bonitas que vi nestes quase vinte anos de televisão. Uma menina de seis anos, com toda a inocência do mundo espelhada nos olhos convencida que o seu mundo não podia ir além dos seus três amigos. Os seus três cães e uma rotina baseada em estar na ombreira da porta e a brincar no campo com pedaços de coisas que encontrava enquanto entretida via os animais. Anabela foi &#8216;descoberta&#8217; por uma generosa amiga que procurava um cão perdido e deu de caras com a menina de semblante carregado de esperança e alguma inquietação. Perguntou-lhe o que precisava e a Anabela respondeu &#8216;uma afiadeira, por favor!&#8217;&#8230; quisemos conhecer a Anabela. A maria levou-a ao mar, ao jardim zoológico e ficou encantada com ela e nós todos vivemos um pouco da Anabela, que acredito mesmo veio ao nosso programa para nos ajudar a fazer uma lista de prioridades a sério. Quando acabou o programa, percebemos logo que há coisas fora do lugar nesta luta desenfreada que temos onde andamos cada um a olhar para o seu umbigo e só de vez em quando levantamos a cabeça para ver o que se passa&#8230; a Anabela é o espelho de uma menina que via as estrelas através do telhado de zinco do seu quarto, mas que merece mais como todas as pessoas, como todas as crianças. A Anabela não reclamou nunca da vida que tinha porque apesar das sérias dificuldades em muitos aspectos tem o amor dos pais e da avó que a esmaga de beijos e abraços. A Anabela não pediu nada, nós é que fomos insistindo para perceber até onde ia a sua vontade&#8230; sentir a Anabela emocionar-se porque escuta a mãe dizer que não lhe dá mais porque não consegue, é de partir o coração. Estamos a falar de uma menina de seis anos que deveria nesta altura ter a vida toda almofadada em tons rosa e sorrisos uns atrás dos outros com coisas boas nos seus dias. Não reclamou, não pediu, não se queixou. Apenas se emocionou&#8230; foi a sua emoção que nos derreteu a todos. Porque foi verdadeira e involuntária. Os olhos pequeninos ficaram gigantes quando viu o mar, a timidez foi desaprendo quando a Maria se deitou no chão com ela. O sorriso apareceu, e a gargalhada escutou-se&#8230; Meu Deus do céu, acredito mesmo que esta ida ao programa e este passeio que a Maria fez com a Anabela ficam para sempre na historia da vida desta menina que nos foi ali parar porque queria uma &#8216;afiadeira&#8217;. É um mundo tão estranho este onde andamos feito tontos e parvos a brigar por um lugar para estacionar, a reclamar porque temos um confinamento que nos obriga a horários e algures aqui tão perto uma menina quer apenas uma afia para afinar a ponta do lápis, para escrever coisas que tem na cabeça nos intervalos de brincar com os seus cães. É muito por estas coisas que fazer televisão no chamado daytme tem o valor do ouro antigo, porque é o espaço que estas pessoas têm para mostrar ao mundo que existem e que os mundos não são todos iguais, que apesar de existir uma constituição que para as crianças a teria que salvaguardar e proteger, o mundo e quem vive nele se esquece, passa à frente e nem se importa se a Anabela, ou outra como ela, tem lápis para escrever sonhos porque o que importa é o dele. O egoísmo faz de nós pessoas frias e más. Por isso é tão importante levar histórias destas à televisão. Perceber que há mais mundo além do nosso e entender o privilegio que muitas crianças têm porque nunca sentiram necessidade de ter o lápis por afiar, porque de tantos lápis que têm, nem devem saber o que é uma afiadeira. Ser não fosse por mais nada, fazer o &#8216;dois às dez &#8216; já nos tinha valido a pena, porque demos a conhecer ao mundo a Anabela. E que lição de prioridades ela no deu.</p>
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		<title>… A Maria Contou-me que está feliz!</title>
		<link>https://euclaudio.com/a-maria-contou-me-que-esta-feliz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2021 19:33:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[amiga]]></category>
		<category><![CDATA[boa pessoa]]></category>
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		<category><![CDATA[desabafo. televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Cerqueira Gomes]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230; A Maria. Conheço-a há muito tempo. Não sonhava, nem eu nem ela, trabalharmos um dia juntos, mas a verdade é que sem nos conhecermos já nos gostávamos. Depois, quis o destino que nos viéssemos a cruzar a sério em televisão e a coisa deu-se, Eu gosto de um lado de Maria que muita gente não conhece, ou pelo menos ainda não teve tempo de conhecer. Ela é pura. Tem a imagem de uma miúda bem disposta e distraída. É bem disposta mas não é tão distraída como as pessoas julgam. Ela quer fazer o seu trabalho, ser mãe e encontrar um amor que a faça feliz ou reencontrar o seu espaço num amor que já tem. A Maria é genuinamente boa pessoa. Daquelas que merece que lhe aconteçam coisas boas, porque não deseja mal a ninguém, não diz mal de ninguém e não gosta que se comente alguma coisa de alguém à sua frente e se foi num sentido depreciativo menos ainda. É uma miúda rara? Muito. É preciso valorizar o que temos de bom, quando a temos e ficamos com a noção de que vale a pena manter. É o que sinto com a Maria que me deixou muito feliz quando foi escolhida para fazer o Você na TV e me recebeu no programa quando cheguei à TVI. Falámos muito, muito, muito do que seria este caminho. Fiquei sempre na duvida se a Maria estava preparada para abraçar a tempo inteiro o day time com a &#8216;carga&#8217; toda que ele tem. Acho que não! Acho que a paixão que tem pela televisão não é superior à sua vontade de continuar a viver feliz com os seus no seu canto. Televisão sim, e muita, mas em lugares que a façam feliz &#8216;<em>se não for feliz não me vale a pena!</em>&#8216; foi uma frase que me disse há muitos meses, logo quando em Março do ano passado foi para o Porto. Pensei muito naquilo. Pesa nas minhas escolhas o facto de ser de uma geração mais velha, de ter menos tempo e mais vontade. A Maria era feliz a ser Maria no &#8216;Porto Canal&#8217;, aceitou o desafio e o mundo abriu-se para o que ela sempre quis fazer. De repente estava no País inteiro com toda a gente a apontar-lhe o dedo para o bom e para o mau. Passou por maus bocados algumas vezes e foi feliz em tantas outras. Mas nas contas feitas da sua primeira parte da aventura o saldo vai mais para o negativo. Agora, que abraça a segunda fase desta aventura – porque eu acho mesmo que tudo é feito por fatias – a Maria está outra Maria. Até os olhos dela ficam maiores e já são grandes. O sorriso está ainda mais rasgado, e a verdade é que quando me contou que ia fazer entrevistas &#8216;com tempo&#8217; no &#8216;Conta-me&#8217; o fez quase a chorar de emoção. Eu fiquei muito feliz por ela, porque sei que esta é uma das suas vontades. Ter tempo para conversar em televisão. O luxo que todos os profissionais da área querem ter, mas que poucos podem ter. Eu percebi a sua alegria, que já a tinha sentido quando assinava entrevistas no &#8216;Você na TV&#8217; no espaço &#8216;Gente com Norte&#8217; e sou também testemunha do irritada que ficava quando tinha que cortar a palavra dos seus convidados e não podia mostrar tudo o que lhe tinham contado. Deus – ou o Universo – sabe o que faz e por isso mesmo o &#8216;Conta-lhe&#8217; cai-lhe no colo e ele recebe-o de braços abertos. O que têm de bom as conversa feitas pela Maria? A transparência de querer ser espectadora das suas próprias entrevistas. O segredo? Eu acho que é o de querer ver respondidas pelos seus entrevistados as perguntas que ela gostava de escutar, se estivesse em casa no sofá a ver televisão&#8230; Gostei. Gosto das suas conversas. O que senti nesta fase com a Maria Cerqueira Gomes é que ela está feliz por se mostrar como é. Numa altura em que andamos todos de candeias às avessas pelo estado em que o mundo se mostra, é um privilégio olhar para o lado e ver gente feliz com o que faz nas escolhas que fez. A Maria está feliz. Ela contou-me, mas não era preciso. Percebe-se.</p>
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		<title>&#8230; Os braços que me abraçaram fazem anos!</title>
		<link>https://euclaudio.com/os-bracos-que-me-abracaram-fazem-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Dec 2019 10:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Conheci a Cinha no dia que ela fez 44 anos. Ficámos amigos de verdade. Ficámos um do outro de verdade. Estamos na vida um do outro há tempo suficiente para apenas os olhos perguntarem ou responderem mesmo que não estejam frente a frente todos os dias. Foi a minha primeira amiga quando cheguei a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Conheci a Cinha no dia que ela fez 44 anos. Ficámos amigos de verdade. Ficámos um do outro de verdade. Estamos na vida um do outro há tempo suficiente para apenas os olhos perguntarem ou responderem mesmo que não estejam frente a frente todos os dias. Foi a minha primeira amiga quando cheguei a Lisboa. Viveu de perto as minhas conquistas, as frustrações e testemunhou importantes descobertas. Estivemos lado a lado em momentos muito importantes para nós. Amparámo-nos. Nesta<span class="text_exposed_show">fotografia estamos a olhar o mar, uma das suas grandes paixões. O mar e o sol. Este ano não estive muito presente. Estou em falta com ela, que nunca me faltou. Mas ela entende. A Cinha tem tanto de verdade como de generosidade. Faz hoje anos que a conheci. Ela hoje está de parabéns. Está uma mulher linda, uma irmã lutadora, uma mãe orgulhosa, uma avó babada, uma amiga que quero para sempre. Parabéns minha amiga!</span></p>
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