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		<title>&#8230; O meu mundo encantado (Ou a zona de conforto?)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jun 2019 17:15:03 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Sou muito dos que demora a confiar numa pessoa, a entregar a minha confiança a ela e a dar lhe um espaço no meu tempo apertado. Um amigo, um colega, um conhecido todos têm funções diferentes na nossa vida. Diferentes e importantes. Eu não tenho muita gente à minha volta. Não gosto disso sinto me invadido, por isso escolho com rigor os que entram no meu dia a dia e os que se mantém por mais tempo. Tenho alguns que ficam muito mas que vejo pouco porque o tempo é lixado com as coisas boas da vida. Rouba-lhes tempo! O outro dia falavam-me dos meus afectos e um jornalista perguntava se tinha muitos. Tenho alguns. Tenho afecto a pessoas que não me têm a mim, mas acho que acontece a toda a gente e serão ‘minhas’ até eu entender que merecem. Tenho os afectos recíprocos os que estão de um lado e outro e tenho a vontade de ir descobrindo um ou outro que me surpreenda. ‘Mas não é fácil chegar a si!’ Continuava o jornalista. De facto não é! Eu sou fechado, estranho, muito diferente do que se imagina e quase sempre fechado num canto que é a minha zona de conforto. Ao longo do dia há muita gente, muito foco, muita energia&#8230; preciso sair na bolha (ou meter-me nela) para me reerguer a cada dia. As pessoas consomem-me muito porque eu sou muito de verdade. Não sou fácil. Acordo em silêncio, não gosto de falar cedo, preciso de muito café e custa-me ouvir gente a falar alto. Não gosto de barulho em casa. Não ligo o rádio do carro de manhã. Não gosto de discotecas com música aos gritos. Não gosto de restaurantes com música alta se vamos lá para jantar e conviver. Isto faz de mim uma pessoa estranha? Talvez faça, mas talvez faça também uma pessoa que aos 45 anos tenha bem definido que a energia absorvida deve ser a boa. A outra teremos que fingir que não existe não lhe dando importância. Não sei se é mau ser assim, mas sei que as pessoas se afastam, têm medo porque estão acostumadas a ver um Cláudio com cor que se apresenta alinhado naquilo que querem ver. Não saberiam lidar com a ausência de alinhavo nem com a simplicidade óbvia de querer apenas a minha sala, amigos à volta e falar de trivialidades ou divagar horas sobre a possibilidade de viver sem telemóvel nos dias de hoje. Uma conversa que não levaria a lado nenhum. Mas é uma conversa. Eu adoro conversar. Eu acho que este Cláudio não se conhece nem há interesse em conhecer. É sossegado. O sossego desalinha o conforto de quem já fez um juízo de valor. E eu sou avaliado há muito tempo com a batuta feia do rótulo gratuito. Talvez por isso prefira viver numa bolha só minha, em lugares só meus e com manias só minhas que dar muitas vezes o benefício da dúvida a alguém que se aproxima para sentir o barulho de um Cláudio que só existe na cabeça de quem o vê assim. Quase sempre quem apenas ‘olha’ sem vontade de ver, perde a capacidade de ler para lá das letras gordas. Não gosto disso!</p>
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