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	<title>Apresentadora &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<title>Apresentadora &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; O que é que a Mafalda tem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 18:52:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[… Há muito tempo que estou para escrever sobre a Mafalda Castro. Estou para o fazer desde 2020 quando cheguei à TVI e ela também para apresentar os diários do BB. Eu já tinha ouvido falar dela mas não a conhecia. Nunca a vi do The Voice. Escutava-a na rádio. Foi o Nuno Santos que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">… Há muito tempo que estou para escrever sobre a Mafalda Castro. Estou para o fazer desde 2020 quando cheguei à TVI e ela também para apresentar os diários do BB. Eu já tinha ouvido falar dela mas não a conhecia. Nunca a vi do The Voice. Escutava-a na rádio. Foi o Nuno Santos que me falou dela, fui perceber quem era. Achei &#8216;diferente&#8217;. Quando nos conhecemos cruzámos logo boa energia e falamos a mesma língua num entendimento muito bom de conversa e confiança. Percebi sempre que era uma miúda com muitas coisas à sua frente mas com o pés bem assentes na terra. Tem na televisão talvez a melhor dicção de todas as da sua geração uma estaleca que trouxe da rádio, a paixão que teve de &#8216;deixar de lado&#8217; durante uns tempos porque a televisão falou mais alto e não se pode – nem deve – fazer tudo ao mesmo tempo nestes horários alucinantes, sob pena de um dia não se conseguir fazer nada &#8216;eu não estava já a fazer bem nenhuma das coisas. Não tinha vida, estava a só a viver para trabalhar Isso não me fazia feliz!&#8217;, disse-me quando falámos sobre o assunto, já antes me tinha confidenciado que a sua ideia seria parar com algum dos projectos&#8230; e assim fez. Além de bonita, muito bonita, porque a Mafalda é seguramente a mulher mais bonita que a televisão portuguesa tem neste momento, trouxe para o ecrã a frescura da novidade blazé. Uma forma de fazer televisão com a tranquilidade que também é preciso ter. Não lhe tira o rigor nem o querer fazer mais e melhor, mas tem o toque de leveza que me palpita Mafalda tenta meter em tudo na sua vida. Com o tempo, Mafalda foi ficando melhor e mais próxima de casa. Gosta de ser dirigida e não tem problemas em assumir que precisa e que gosta de aprender num meio que foi novo para Ela e onde se aprende todos os dias. As palavras saem-lhe da boca com a naturalidade de quem as diria tanto ali como noutro lugar qualquer. Há com ela a empatia da proximidade, a certeza de que está falar para alguém em casa, de vez em quando torna-se tão próxima que sinto que está a falar para mim que estou sentado a vê-la no sofá da minha sala. Isso é bom. Para quem gosta de televisão isso é bom, porque ela tem aquilo que muitas não conseguem ter, porque a &#8216;câmara gosta dela&#8217; como se diz em Espanha. Aliás, Mafalda parece que foi tele transportada de um canal internacional e posta no nossos ecrã, porque quem vê televisão espanhola, francesa, italiana percebe que o registo dela e a sua forma de estar passa muito por ali, não sei se se inspirou ou se lhe é inata esta maneira sua de estar no ecrã. É uma miúda bem disposta, cheia de objectivos e zero envolvida nos mexericos do meio ou de outro meio qualquer. É exigente quando sabe que tem razão e tem o defeito de fazer do telemóvel uma extensão do seu braço. Mafalda é há dois anos a cara dos diários do BB mas seguramente quer fazer mais e pode fazê-lo porque tem como. Não é igual a nenhuma, não imita ninguém. Não coloca a voz, porque a dela lhe sai naturalmente, não faz poses para chamar a atenção, porque naturalmente chama. Nos debates que apresentou no BB e &#8216;Amor acontece&#8217; percebeu-se que sabe moderar uma conversa entre comentadores sem pisar o risco nem deixar que o façam e faz uma coisa sublime para quem apresenta estes formatos dá a sua opinião como se não a tivesse a dar, porque tem a inteligência de perceber que importante é o que fica do que dizem os comentadores. Era isto que queria dizer há muito sobre a Mafalda Castro, porque assim que a conheci percebi que ela estava apenas no começo. E isso é bom!</p>
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		<title>… Obrigado!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2022 18:10:35 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230; Na semana que assinalou o dia mundial da luta contra o cancro, o J8 apresentou uma serie de esclarecedoras e bonitas reportagens com o nome &#8216;Amor Cura&#8217; que conta a história da Irina e da forma como o diagnóstico mudou a sua vida, a sua gente e tudo à volta. Revela ainda a polémica decisão terapêutica que Irina tomou, e que é preciso respeitar. Mas o mais importante de tudo, é que trouxe para a hora de jantar em muitas casas a possibilidade de se falar abertamente da palavra que muitos nem sequer dizem. Cancro. Sofia Ribeiro, que viveu na pele um cancro de mama foi convidada pelo &#8216;Dois às Dez&#8217; para conversar de forma descontraída com duas mulheres que travam a mesma luta que ela e que vivem com o diagnostico de cancro de mama. Assim fez. Sentou-se frente a duas mulheres como ela, que tinham as mesmas duvidas, os mesmos medos, os mesmos receios e muito poucas certezas além disso. Falou de tudo sem medo de julgamentos nem com a intenção de coisa alguma que não fosse informar. Informar e tirar o estigma que existe com a palavra e com quem lida com ela. Sofia foi surpreendentemente clara e profissional nesta conversa, seguramente facilita o facto de ter em comum a dor da profunda incerteza, mas a verdade é que só a generosidade de alguém que aceita sair da sua zona de conforto para publicamente falar sobre o assunto metendo-se no papel de entrevistadora para que outras respondam, é de enaltecer. Enaltecer porque não é fácil fazer o que a Sofia fez e menos fácil é fazê-lo bem feito. Entre muitas coisas que tirámos desta conversa fica a certeza que ainda não se diz a palavra como ela é, as noticias, quando morre alguém dizem &#8216;<em>vitima de doença prolongada</em>&#8216;, o mundo diz coisas como &#8216;<em>Deus só dá o fardo a quem o aguenta&#8217;, &#8216;que são uma guerreiras&#8217;</em>&#8230; Não! Para elas não é nada disso, porque ninguém escolheu carregar fardo nem ter peso em cima. Não! São pessoas que viram a vida hipotecada a viver numa linha muito fininha na esperança que tudo corra bem, para elas e para quem as rodeia. Falaram do medo, do preconceito e fizeram-no de forma tão clara, que obviamente tinha que o destacar publicamente, porque o que a Sofia aceitou fazer foi serviço público. Se me perguntarem porque digo isto, é fácil: falamos de cancro todos os dias, mas será que o fazemos com a clareza e a nitidez que Ela o faz? Não! Não acontece, porque dizemos a palavra baixinho, com medo, com receio e eu sou desses. Sou dos que não fala para não atrair, que não diz para não se escutar&#8230; e fazemo-lo por medo. Com o medo de que um dia &#8216;aquilo&#8217; nos entre em casa. É um medo real, que não depende de nós, mas a verdade é que a Sofia, a Irina e as convidadas que conversaram com a Sofia foram claras, &#8216;<em>o cancro apareceu-me numa altura em que estava emocionalmente afectada por alguma coisa</em>&#8216;. Isto tem que dizer muito da vida que fazemos e da que queremos fazer. Fica a reflexão!</p>
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		<title>&#8230; Globos, os melhores (Dos melhores)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2019 17:04:54 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Vi muitos vestidos bonitos. Uns muito feios, uns mais ou menos. Muitas transparências, muitos decotes, muita cor, muita gente convencida que arrasava e foi metida a um canto por alguém que apareceu melhor ou conseguiu usar melhor. Isto da passadeira numa cerimónia como os Globos vive de se saber usar um vestido, e não apenas ter um vestido em cima, que se for lindo e mal usado perde mais de metade da graça. Existem diferenças entre usar e vestir. Com o tempo percebe-se. Por isso, e porque foram os mais surpreendentes ao ponto de irem para lá de quem os vestiu, esta é a minha escolha. Não necessariamente por esta ordem, mas são os  três melhores vestidos desta edição dos Globos de tudo aquilo que vi. E vi muita coisa. Vi quase tudo. Estes inovaram porque nunca vi nada assim neste contexto e porque quem os exibiu, fê-lo orgulhosamente, sem medo de os mostrar nem vergonha de causar barulho.</p>
<div id="attachment_35272" style="width: 596px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-35272" class="wp-image-35272" src="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/vestido-249x300.jpg" alt="" width="586" height="706" srcset="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/vestido-249x300.jpg 249w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/vestido-415x500.jpg 415w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/vestido-360x434.jpg 360w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/vestido-248x299.jpg 248w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/vestido.jpg 440w" sizes="(max-width: 586px) 100vw, 586px" /><p id="caption-attachment-35272" class="wp-caption-text">&#8230; A Criação de João Rolo que deixou todos de boca aberta nunca mais será esquecida. Uns odiaram. Outros amaram. Mas ninguém lhe ficou indiferente&#8230; nem podia. Eu amei!</p></div>
<div id="attachment_35255" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-35255" class="wp-image-35255" src="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/raquel-200x300.jpg" alt="" width="590" height="884" srcset="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/raquel-200x300.jpg 200w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/raquel.jpg 683w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/raquel-477x715.jpg 477w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/raquel-333x500.jpg 333w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/raquel-337x506.jpg 337w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/raquel-534x800.jpg 534w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/raquel-213x320.jpg 213w" sizes="(max-width: 590px) 100vw, 590px" /><p id="caption-attachment-35255" class="wp-caption-text">&#8230; Raquel Prates arrasou nesta sua simples maneira de arrasar num vestido da autoria do João Rolo. Óbvio que nem todas podiam usar isto, mas óbvio que todas queriam fazê-lo assim que o viram.</p></div>
<div id="attachment_35263" style="width: 606px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-35263" class="wp-image-35263" src="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/diana-200x300.jpg" alt="" width="596" height="894" srcset="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/diana-200x300.jpg 200w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/diana.jpg 682w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/diana-476x715.jpg 476w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/diana-333x500.jpg 333w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/diana-337x506.jpg 337w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/diana-533x800.jpg 533w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/10/diana-213x320.jpg 213w" sizes="(max-width: 596px) 100vw, 596px" /><p id="caption-attachment-35263" class="wp-caption-text">&#8230; Diana Chaves ousou em modo princesa. O corte era maravilhoso e o vestido que escolheu para usar vai muito além do decote de que tantos falam. Porque é preciso saber usar um decote sem correr riscos. Ela conseguiu e foi seguramente a sua melhor escolha em todas as edições dos Globos de Ouro.</p></div>
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