<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>avaliação &#8211; Eu, Cláudio</title>
	<atom:link href="https://euclaudio.com/tag/avaliacao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://euclaudio.com</link>
	<description>Eu, Cláudio</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 May 2019 15:22:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2020/05/cropped-eu-claudio-fav-32x32.png</url>
	<title>avaliação &#8211; Eu, Cláudio</title>
	<link>https://euclaudio.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>&#8230; A revista Cristina, O Ruben e Eu (Ou a revista para lá da capa!)</title>
		<link>https://euclaudio.com/a-revista-cristina-o-ruben-e-eu-ou-a-revista-para-la-da-capa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2019 15:01:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[Cristian Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Cristina]]></category>
		<category><![CDATA[Cristina Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Crónica]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
		<category><![CDATA[ruben rua]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://euclaudio.com/?p=30249</guid>

					<description><![CDATA[&#8230; Falemos então da revista Cristina deste mês. Acabei ontem à noite de a ler. Fez-me ainda mais sentido, depois de ter visto um maravilhoso filme espanhol chamado &#8216;Quem levaria para uma ilha deserta&#8217;. Não me perguntem a razão, mas acho que de vez em quando somos postos à prova da coincidência e de repente, tudo se encaixa. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Falemos então da revista Cristina deste mês. Acabei ontem à noite de a ler. Fez-me ainda mais sentido, depois de ter visto um maravilhoso filme espanhol chamado <em>&#8216;Quem levaria para uma ilha deserta&#8217;</em>. Não me perguntem a razão, mas acho que de vez em quando somos postos à prova da coincidência e de repente, tudo se encaixa. O filme, falava de força de vontade. Da capacidade de acreditar em sonhos, coisas e pessoas. Antes de me deitar agarrei na revista e li com tempo o artigo e os testemunhos sobre aqueles que lutam pelo prazer de amar na deficiência. Amar com prazer porque faz parte e faz falta. Digam o que disserem, se não estamos naquela pele, não conseguimos perceber o alcance da importância de um testemunho que vai chegar a alguém que se revê nele. As linhas escritas, podem mudar a vida de quem o lê. É isto que me encanta nas revistas mensais feitas a pensar no leitor. Isto e perceber que para lá da capa há muitas histórias contadas na primeira pessoa, que não são as nossas nem &#8216;só&#8217; as da capa, são de pessoas que podem estar ao nosso lado. Eu leio as revistas como leio os livros. Com tempo e dedicação. Não apenas as folheio, porque sei o trabalho que está por trás de cada história contada e a dificuldade em mostrar ao mundo essa realidade em papel. Eu sou dos que as compra e dos que as colecciona, porque os temas estão actuais hoje e muitos serão actuais daqui a anos. Fazer uma revista como a &#8216;Cristina&#8217; não é &#8216;pêra doce&#8217; não é só mostrar que vestidos bonitos assentam bem em corpos cintados, que no verão é preciso ter atenção à gordura que se instala antes de se desfilar no areal e que há cores mais na moda que outras&#8230; Olhar para dentro da revista, é olhar de verdade para um lado, muito ao nosso lado&#8230; Eu compro. Sempre. Já comprava. Sempre. Para lá da capa. Mas eu gosto das capas. Avalio-as quase todas. Gosto mais de umas que de outras. Mas gosto. A deste mês é protagonizada pelo  Ruben Rua &#8211; uma capa bonita que me remete imediatamente para um cartaz de cinema &#8211; explica lá dentro a sua história de vida, os seus sonhos e a vontade de acreditar neles. Todos precisamos de sonhos e de quem os alimente. A produção está impecável. Eu gosto do Ruben e gosto muito mais ainda da Cristina, por isso quando há coisas que gosto muito digo, quando há coisas que gosto menos digo também. Gostar das pessoas não é dizer-lhes sempre que &#8216;sim&#8217;. O amor é feito de contrariar muitas vezes. Como eu amo esta Cristina que estou a conhecer, só posso ficar feliz porque alguém a &#8216;ama&#8217; e a faz feliz.  O amor não é uma coisa egoísta nem individual. Deve ser &#8216;multiplicado&#8217; no melhor sentido da palavra. Gostava que percebessem isso&#8230;  Depois te ter feito uma &#8216;cena de ciúmes&#8217; no programa (eu imaginei que se entendesse que era uma graça) recebi mil mensagens a dizer que não entendiam porque não explicava o que achava da capa, que só podia ser porque &#8216;<strong><em>tinha ciúmes e inveja do Ruben</em></strong>&#8216;&#8230; Devo confessar: tenho ciúmes! Tenho ciúmes e inveja, porque gostava de ter os abdominais dele!! Mas para mim o Ruben, vai além disso. Eu gosto de gente que tem noção das suas capacidades, aproveita as oportunidades e dou muito valor a quem o faz com a espinha dorsal no lugar. Do Ruben, chegam-me elogios de todos os lados. Se tenho ciúmes porque ele está na capa e eu não estive? Não! Eu não funciono assim. Há um tempo para tudo e uma razão que justifica cada momento da nossa vida. Se tenho ciúmes porque o Ruben tem um espaço maior no coração da Cristina? Hum&#8230; também não, porque as relações são feitas de tempo e espaço e há tempo e espaço para todas elas. Para crescerem, evoluírem, para se perceberem. Eu fico feliz, por saber que o Ruben tem a Cristina na vida dele e mais feliz ainda por saber que a Cristina tem ali um amigo. Nos dias de hoje, o maior bem é esse. Se eu fico com ciúmes porque ela fez esta super produção com ele onde transpiraram ousadia e sensualidade?&#8230; Hum, sim senhora! Têm razão. Mas eu não tenho o corpaço do Rua e sinto uma &#8216;inveja da boa&#8217; por perceber que juntos funcionam tão bem. Gostava que lessem a entrevista para perceber o que os une, da mesma forma que olhassem com atenção para as outras histórias que estão lá dentro e vão além da capa. Todas têm um fio condutor &#8211; naturalmente não é involuntário &#8211; falam todas de esperança. A esperança de amar, a esperança de se ser entendido, a esperança de proteger. Somos esperança. Li algures uma frase que nunca me sai da cabeça <em>&#8216;a esperança não nos morre, porque morreríamos antes dela</em>&#8216;. Era disto que o filme espanhol que vi me falava. De esperança. Da passagem do tempo e da esperança que devemos manter naquilo que acreditamos.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
