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	<title>Aventura &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>… Olha que dois!!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 10:09:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8230; O que já se disse escreveu sobre a minha vida na TVI foi mais do que se escreveu de mim em vinte anos de televisão. Pode ser um reflexo bom mas escrevem-se e dizem-se tantos disparates que às vezes apetece explicar tudo tim tim por tim tim, como se tivéssemos todos sete anos de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230; O que já se disse escreveu sobre a minha vida na TVI foi mais do que se escreveu de mim em vinte anos de televisão. Pode ser um reflexo bom mas escrevem-se e dizem-se tantos disparates que às vezes apetece explicar tudo tim tim por tim tim, como se tivéssemos todos sete anos de idade. Não vale a pena! Aprendi que não vale a pena. Eu estou feliz. Isso é o que importa para sossegar quem realmente me segue porque gosta de mim. Há coisas que sei que não posso contar e há coisas que não sei, mesmo que imaginando. Não somos crianças de sete anos, obviamente que a televisão está a mexer e isso entendemos todos, e também entendemos todos que eu fique surpreso quando a Cristina me convidou para fazer o Duplo Impacto com a Teresa Guilherme. Confesso! Fiquei surpreso e feliz. Fui apanhado de forma inesperada. Pensava que a reunião seria para outra coisa e de repente um reality. O regresso ao palco do BB com a Teresa. Uau! Liguei logo a uma amiga minha e disse-lhe <em>&#8216;vês, quem nos haveria de dizer isto quando sentados num banco da praça imaginamos o meu futuro? Isto não imaginamos nunca, porque nunca pensamos ser possível!</em>&#8216;. Esta é a verdade&#8230; Verdade também é que depois de me ter sido explicado porque não faria o BB Revolução entendi e segui em frente. Eu sou de seguir e não de ficar a bater em teclas gastas. Não me levam a lado nenhum, mas também é verdade que na mesma reunião a Cristina e o Patrício me disseram <em>&#8216;não quer isto dizer que não voltes ao realitys&#8217;,</em> pensei que estariam a dizer &#8216;só porque sim&#8217; mas a verdade é que não e por isso o regresso ao grande formato de Domingo agradou-me bastante em todos os aspectos. Volto mais cedo do que imaginava! É um desafio? Enorme! Estou ali com a responsabilidade de dividir palco com a Teresa, com quem já trabalhei há muitíssimos anos em em outros moldes. Estamos todos diferentes. Estamos agora de igual para igual num program que todos querem ver. <em>&#8216;Vamos divertir-nos e entreter as pessoas&#8217;</em> foi a primeira coisa que eu e a Teresa dissemos um ao outro e é o que farei. Existirão dificuldades? Claro que sim, eu também as tive &#8211; e grandes – no BB2020 mas entro neste projecto com o corpo inteiro mergulhado e cheio de orgulho de estar dentro dele. Não chorei como se disse e escreveu. Nem chorei de desespero – que absurdo – nem de felicidade. Fiquei surpreso! Já chorei naquele gabinete mas por outras razões boas. Eu sou um chorão. Não vos posso dizer que o futuro é amanhã nem sequer que o futuro é bom, porque do meu futuro sei pouco. Mas possa dizer que confio na equipa onde estou, e que quem me segue não ficará desiludido. A televisão tem esta alma mutante de nos surpreender e querer sempre dar mais. Os tempos são outros. Nós somos ouras pessoas. Na minha cabeça está o mesmo entusiasmo que estava quando o Nuno Santos teve a coragem de olhar para mim e ver-me capaz. Agarrei entusiasmado. Agarrei com erros e acertos o começo de um caminho que tem tudo para dar certo e que será muito importante para mim. Continuarei a acertar muitas vezes e a errar umas tantas. Vou gritar? Se me apetecer grito. Vou cantar? Se me apetecer canto? Vou falar Inglês mal? Se me apetecer falo. Eu sou o Cláudio, não sou outra pessoa. E esta imagem que tenho publica e que é muito colada à real só passa verdade se for verdade quando estou no ecrã. Atenção, não se iludam nem se enganem. Para mim é desafiante fazer o BB Duplo Impacto, claro que sim. Será um desafio encontrar a dinâmica certa com a Teresa? Claro que sim. Mas o maior desafio é prender cada um dos espectadores ao ecrã. Esse é o maior desafio. E é para cumprir esse desafio e não decepcionar quem apostou a sério nome nome, que me levanto a cada manhã e entrarei em estúdio a cada noite de Domingo. Não sei ser de outra maneira.</p>
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		<title>&#8230; A vida, como Ela é!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 18:31:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; A vida é o que é. Tem sol. Tem chuva. Tem vento. Tem frio. Tem calor. Tem pensamentos bons. Tem pensamentos maus. Tem nuvens e céu limpo. Tem coisas escondidas e gavetas abertas. Tem paixões resolvidas e amores pendurados. Tem raivas adormecidas e serenos estados de alma. Tem abraços que nos faltam e vozes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; A vida é o que é. Tem sol. Tem chuva. Tem vento. Tem frio. Tem calor. Tem pensamentos bons. Tem pensamentos maus. Tem nuvens e céu limpo. Tem coisas escondidas e gavetas abertas. Tem paixões resolvidas e amores pendurados. Tem raivas adormecidas e serenos estados de alma. Tem abraços que nos faltam e vozes que nos acalmam. Tem gente má e tem gente boa. Tem fome e barriga cheia. Tem sorrisos e caras fechadas. Tem saudades e por isso memória. Uma vida sem memória é uma vida fria. O outro dia li uma frase que me ficará para sempre, ‘A vida é o que é. Não o que gostaríamos que ela fosse!’. Faz-me algum sentido, mas acredito também que eu e a vida temos uma bonita relação. Chegaremos a acordo. E encontraremos o meio termo. Pode demorar, mas chegaremos lá. Façam como eu, as pazes com a vida. Ela não tem culpa. É assim a vida. Conversem com ela e tentem entender. Não resolve, mas facilita. Traz sabor a calmaria! Deixem-se ir. Deixem-se ir até onde vos fizer sentido. Depois, se for preciso, briguem com a vida, levantem-lhe a voz, façam-lhe frente e chamem-lhe a atenção. Ela não tem sempre razão</p>
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		<title>&#8230; Fez-se Verão (Lá fomos nós)</title>
		<link>https://euclaudio.com/fez-se-verao-la-fomos-nos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jul 2019 18:47:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[… Continuarão a ser sempre as férias da Leonor. São escolhidas por ela, com quem ela quer e onde ela quer. Nos horários tento ser rigoroso, mas é complicado. A Leonor cresceu! Mantemos esta tradição de férias ‘a dois’ desde que me separei. Já lá vão uns anos valentes. De vez em quando olho para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">… Continuarão a ser sempre as férias da Leonor. São escolhidas por ela, com quem ela quer e onde ela quer. Nos horários tento ser rigoroso, mas é complicado. A Leonor cresceu! Mantemos esta tradição de férias ‘a dois’ desde que me separei. Já lá vão uns anos valentes. De vez em quando olho para ela, ali dentro de água e penso, ‘E<em> para o ano?</em>’ Fico sempre com a sensação de que o seu crescimento vai um dia impossibilitar, por algum tempo, a vontade de estarmos juntos tantos dias de férias, porque aos 15 anos as prioridades dela são outras e aos 16 serão outras, e depois outras… Eu tenho a noção disso, eu sei que é a lei natural das coisas e há um lado que grita <em> ‘Ainda bem que assim é’</em>, porque quero uma filha independente, de livres escolhas e vontades, mas há também o outro lado, que se vai apagando, onde gostava de a ver à minha procura com os olhos muito abertos quando sai da água… Sinto saudades disso. São saudades boas, mas são saudades, e todos os pais percebem o que quero dizer. As fotografias que tenho em papel revelam que o tempo não é generoso com as saudades, nem se apercebe das coisas que nos vai fazendo. Mas ao olhar para estas imagens vejo também o generoso que foi com a minha vida e com relação que tenho com ela. Isso é o mais importante. Ela a crescer e eu aqui. Ao seu lado, de olhos postos no que vai acontecendo, a vê-la crescer e a ganhar maturidade. Farei o que devem fazer todos os pais. Tenha ela a idade que tiver e mesmo que se irrite comigo, vou dizer mil vezes para passar protector solar no corpo, que o chapéu tem de estar na cabeça, que não são horas para estar ao telemóvel, que não quero que coma um gelado todos os dias, que tem que ser mais despachada no banho e arrumada nas coisas que ficam espalhadas… E ela, estou convencido, vai sempre dizendo que sim e fazendo a conta dela. A mim cabe-me perceber as regras deste jogo, que é educar uma adolescente. Não sei em que dia ela me dirá ‘P<em>ai, este ano vou com as minhas amigas no Verão!</em>’…</p>
<p>&nbsp;</p>
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