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	<title>avó &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; Os braços que me abraçaram fazem anos!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Dec 2019 10:16:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8230; Conheci a Cinha no dia que ela fez 44 anos. Ficámos amigos de verdade. Ficámos um do outro de verdade. Estamos na vida um do outro há tempo suficiente para apenas os olhos perguntarem ou responderem mesmo que não estejam frente a frente todos os dias. Foi a minha primeira amiga quando cheguei a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Conheci a Cinha no dia que ela fez 44 anos. Ficámos amigos de verdade. Ficámos um do outro de verdade. Estamos na vida um do outro há tempo suficiente para apenas os olhos perguntarem ou responderem mesmo que não estejam frente a frente todos os dias. Foi a minha primeira amiga quando cheguei a Lisboa. Viveu de perto as minhas conquistas, as frustrações e testemunhou importantes descobertas. Estivemos lado a lado em momentos muito importantes para nós. Amparámo-nos. Nesta<span class="text_exposed_show">fotografia estamos a olhar o mar, uma das suas grandes paixões. O mar e o sol. Este ano não estive muito presente. Estou em falta com ela, que nunca me faltou. Mas ela entende. A Cinha tem tanto de verdade como de generosidade. Faz hoje anos que a conheci. Ela hoje está de parabéns. Está uma mulher linda, uma irmã lutadora, uma mãe orgulhosa, uma avó babada, uma amiga que quero para sempre. Parabéns minha amiga!</span></p>
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		<title>&#8230; A Luísa (Por trás da Luísa que se conhece)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2019 15:12:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8230; A Luísa Castel-Branco está este mês nas bancas com a revista Cristina numa entrevista que lhe fiz e que foi mais longe que qualquer entrevista que alguma vez lhe fizeram. Foi fácil ter esta conversa porque a conheço há vinte anos e também lhe devia esta conversa porque há vinte anos ela teve um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span lang="pt-BR">&#8230; A Luísa Castel-Branco está este mês nas bancas com a revista Cristina numa entrevista que lhe fiz e que foi mais longe que qualquer entrevista que alguma vez lhe fizeram. Foi fácil ter esta conversa porque a conheço há vinte anos e também lhe devia esta conversa porque há vinte anos ela teve um papel importante no meu caminho profissional. Não foi fácil trabalhar com ela naquela altura, porque não nos conhecíamos um ao outro e tanto um como outro deveríamos ter algum receio. Hoje a Luí</span></span><span style="color: #000000;"><span lang="pt-BR">sa faz parte do meu núcleo e ainda bem. Ela é uma mulher atenta, preocupada, de vez em quando &#8216;chata&#8217; mas é uma característica sua que traz dentro da vocação com que nasceu que foi a de ser mãe. A Luísa merece mais do que tem. Não tenho dúvida disso, mas tem coisas muito boas como uns filhos que a defendem e protegem tanto como protegeu ela na altura certa os seus. Talvez os tenha protegido demais e por isso se acha um peso, porque precisa deles agora. Eu gosto dela, e ela é muito mais que as frases feitas ou brincadeiras que faz de vez em quanto com trocadilhos para se defender de um ou outro momento embaraçoso. A Luísa trabalhou a vida toda e chegou a este momento com a sensação que devia ter orientado a vida melhor. Chegou com a noção de que precisa de novidade. Eu, de verdade acho, que ela precisa tempo e espaço para se sentir boa profissional. É isso que lhe falta e é isso que mete tudo o resto em causa. Tem consigo os filhos, o companheiro Francisco, os netos e os sonhos. As pessoas devem ler a conversa que tivemos e não tirar conclusões de frases fora de contexto. As pessoas que gostam de verdade da verdade, devem saber ler. Devem colocar-se na pele do outro e entender quando o outro precisa ser escutado. É uma espécie de grito. O que a Luísa fez com esta entrevista que me deu, foi gritar a alma inteira. Eu conheço-a, por isso quando a Cristina me disse &#8216;<em>escolhe uma mulher importante no teu caminho parta entrevistares&#8217;</em>, escolhi a Luísa e ela foi generosa. É isso que me fica. Isso e a certeza de que revelei uma parte de alguém que merece ser descoberta. Só tenho a agradecer!</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-32123 aligncenter" src="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d-300x200.jpg" alt="" width="734" height="489" srcset="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d-300x200.jpg 300w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d-768x512.jpg 768w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d-1024x683.jpg 1024w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d-1073x715.jpg 1073w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d-483x322.jpg 483w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d-360x240.jpg 360w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d-600x400.jpg 600w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d-248x165.jpg 248w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d.jpg 1200w" sizes="(max-width: 734px) 100vw, 734px" /></p>
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		<title>&#8230; A avó da Leonor ( Feitas as contas, é o coração a dobrar.)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2019 21:02:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8230; Não tive avós. Quer dizer, ter tive que não sou obra do Espírito Santo, mas não os conheci. Não tenho memória deles. Para mim a figura dos avós teve impacto na vida com o nascimento da Leonor. Verdade! A minha mãe revelou-se numa avó dedicada, babada, orgulhosa, empenhada&#8230; A Leonor foi a sua primeira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Não tive avós. Quer dizer, ter tive que não sou obra do Espírito Santo, mas não os conheci. Não tenho memória deles. Para mim a figura dos avós teve impacto na vida com o nascimento da Leonor. Verdade! A minha mãe revelou-se numa avó dedicada, babada, orgulhosa, empenhada&#8230; A Leonor foi a sua primeira neta, depois vieram outros netos. Mas a Leonor foi a primeira. Não gostará mais da Leonor do que dos outros netos, claro que não, mas a primeira é a primeira e acompanhou todos os passos dela. Foi absolutamente fundamental no seu crescimento, no seu desenvolvimento e na forma como cresceu a minha filha. Jamais me meti naquilo que a minha mãe fazia com a Leonor quando estava ao seu cuidado. Mesmo que não concordasse, ouvia e calava. Acho que é assim que tem de ser. Se confiava para estar, confiava para educar. Mesmo que se diga que os &#8216;pais educam e os avós deseducam&#8217;. Eu gosto do conceito da frase. Gosto mesmo! Até hoje a minha filha vai dormir a casa da avó aos fins de semana, e até há muito pouco tempo, por ela, dormia lá todos os dias. É o pequeno almoço da avó que sabe melhor que o de todos, são as conversas com a avó que são melhor que todas as outras, a casa da avó é a melhor. Ainda tem o quarto em casa da avó onde, com a prima Carlota e a tia Aurea se perderam em noites inteiras entre palavras, risos e discussões. Sou muito grato pelo papel que a minha mãe, enquanto avó, teve e tem na vida da Leonor. Sou também grato às outras avós, claro. A avó Laurinda à tia &#8216;avó&#8217; Lurdes, a tia &#8216;avó&#8217; Isilda e ao Avô Soares&#8230;. todos juntos e casa um à sua maneira foram criando paredes de almofada que a ajudaram a chegar aqui. Para mim e para mãe da Leonor foi um alívio saber que podíamos e podemos confiar às cegas neles porque nos facilitam bastante tudo o resto e nos tranquilizam caso exista, por este lado, alguma falha. Dizem os mais crescidos que ser avo é ser mãe duas vezes. Não sei se será, mas sei que os olhos da minha mãe enquanto avó para os seus netos &#8211; mesmo perdendo a paciência de vez em quando, porque elas juntas são muitos chatinhas e absorentes &#8211; são os olhos orgulhosos de quem vê cada uma crescer na sua forma, no seu feitio e nos seus feitos. Verá ali traços que lhes passou e pedaços dos filhos que criou. Não tenho dúvidas disso. E ainda bem! Sorte dos nossos filhos que podem crescer com os avós. Hoje é o dia deles. Eu, que não sou de assinalar dias, acho este ternurento e merecido. A minha mãe é uma avó feliz e privilegiada, mas eu sei que muitas não o são. Com este texto sintam-se homenageadas/os por todos os filhos que serão gratos, pelo amor imenso que têm aos nossos filhos, que serão delas pela segunda vez. E para sempre!</p>
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