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		<title>&#8230; Os escolhidos!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Nov 2021 15:48:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8230; Viver uma aventura como a do Big Brother não é para todos, cabe apenas aos sortudos. Aos escolhidos que têm a sorte de entrar passadas várias fases de casting e quebrando todas as regras que a vida deles tinha cá fora. Esta temporada há um leque brutal de elementos, que nas enormes diferenças entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230; Viver uma aventura como a do Big Brother não é para todos, cabe apenas aos sortudos. Aos escolhidos que têm a sorte de entrar passadas várias fases de casting e quebrando todas as regras que a vida deles tinha cá fora. Esta temporada há um leque brutal de elementos, que nas enormes diferenças entre elas se completa num mosaico bonito e irreverente porque, se estivermos atentos, percebemos que a diferença de um completa o outro. O Jogo vai a meio e sabemos todos que tamanha harmonia dentro da casa não durará muitos mais dias, mas eu que os tenho a todos como &#8216;filhos&#8217; nesta fase passo horas a olhar para os seus feitos dentro daquela maravilhosa casa e penso o sortudos que são por terem tido a oportunidade de entrar. Acredito que eles pensem o mesmo, que de vez em quando na correria do jogo e na pressão que ele tem, se esqueçam disso mas que depois, quando se deitam – ainda que muito tarde – se lembrem que um dia sonharam isto para a vida deles. Um experiência rara que ninguém lhes tira e que por muitas edições que se façam, por muitos programas que se inventem, e por muitos outros que voltem a entrar nada se compara ao facto de criarem laços e viver emoções que só as entende quem ali esteve. Por isso me dá tanto gozo apresentar isto, porque cada vez que um deles entra no confessionário e gera um conflito sou capaz de me rever, porque basta que feche os lhos e recuo imediatamente vinte anos e entro no jogo, porque quando entrei tinha muitos sonhos agarrados à minha entrada, como certamente muitos deles terão, e sabia que me traria algo bom, por muito complicada que a experiência fosse – e há uma altura em que complica mesmo – sabia que tinha que aproveitar ao limite, porque o resultado seria positivo. E assim é para quase todos, desde que se entre com a noção de que o jogo acabada e que serve apenas como &#8216;montra&#8217; para uma vida que se pode querer &#8211; ou não – fazer cá fora. São especiais neste momento, na altura em que estão em acção, na altura em eu Portugal lhes segue os passos. Nesta novela que é a realidade a acontecer dia e noite sem fechar os olhos, os nosso protagonistas são eles. São eles que fazem o jogo e mesmo sem terem a noção exacta do que está a acontecer são eles que dominam a casa, respeitando as regas e indo na direcção de um prémio gigante. Par isso é preciso sacrifício? Claro que sim! Mas a vida real é isto. Sacrifícios por fases, alegrias em outros momentos, sossego e tranquilidade interrompidos de forma bruta por qualquer circunstância da vida. São risos, alegrias, gritos, choro, amores, discussões, contrariedades&#8230; não é diferente ali dentro. Vi atentamente os casting de cada um deles. E sei porque cada um deles está ali dentro. Sei porque entraram e que objectivo levavam para o jogo e para quando saírem dele. Desejo fortemente que &#8211; vencendo ou não – cada um deles consiga parte daquilo que desejou quando entrou. Porque merecem, porque tiveram a coragem de entrar, porque para estar ali dentro, por muito divertido que possa ser, é preciso ter coragem. Alguns foram buscá-la para isso mesmo. E só por isso já valeu a pena. São os &#8216;meus filhos&#8217; durante uma temporada. Confesso até que estou mais com eles que com a minha filha. São as regras de um jogo onde todos temos que estar de copo inteiro. Como na vida. E é isso que ele pretende refletir. A vida!</p>
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		<title>… A Voz do Big Brother!</title>
		<link>https://euclaudio.com/a-voz-do-big-brother/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Apr 2021 16:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Seria muito fácil elogiar alguém que trabalhar connosco num dos maiores desafios da nossa vida profissional. É fácil fazer quando sentimos a pessoa, olhamos nos olhos, percebemos as feições do rosto, cheiramos o seu perfume, percebemos como anda&#8230; Neste caso a coisa fica complicada porque tive desde o primeiro dia uma relação tão cúmplice [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230; Seria muito fácil elogiar alguém que trabalhar connosco num dos maiores desafios da nossa vida profissional. É fácil fazer quando sentimos a pessoa, olhamos nos olhos, percebemos as feições do rosto, cheiramos o seu perfume, percebemos como anda&#8230; Neste caso a coisa fica complicada porque tive desde o primeiro dia uma relação tão cúmplice e imediata com a Voz do Big Brother que é difícil explicar porquê, porque não o conheço. Não o vi uma única vez, não jantamos juntos, não almoçamos, não bebemos café&#8230; falamos muito por voz. Falámos as tardes de ensaios, as noites de programa e muitas vezes durante a semana para nos metermos a par um do outro e de coisas que aconteciam na casa e na vida. Estranha esta sensação de gostar de alguém muito de repente a quem não conhecemos o rosto. Estranha esta certeza de confiar em alguém de forma imediata porque nos entra corpo adentro a certeza de que este &#8216;alguém&#8217; vem para ajudar, amparar, simplificar, tornar ainda mais bonito aquilo que por si só já tem a beleza que há anos procurava. Foi assim que aconteceu comigo e o Big Brother desde o primeiro ensaio no BB 2020 e que ficou ainda mais resistente e sólido neste Duplo Impacto. Não há ninguém que conheça tão bem esta casa e os concorrentes com o Big Brother. Ninguém conversa melhor com eles, ninguém os entende melhor, ninguém sabe mais deles e até desconfio que o Big sabe coisas que os concorrentes não sonham saber deles próprios. Não lhe conheço o rosto, mas tem que ter um rosto sereno, não lhe conheço os olhos mas tem que ser uns olhos grandes de quem quer ver tudo para mostrar depois ao mundo. Conheço-lhe a voz. Voz segura determinada e bonita. Conheço-lhe a rigidez das regras, a imposição do limites, o sentido de humor e a rapidez de raciocínio. Vai ficar-me para sempre – aconteça o que acontecer no futuro &#8211; a generosidade com que me recebeu num espaço que já era dele e o apoio que me deu no improviso que eu gosto tanto. Percebi rapidamente que nisso éramos dois, porque para ambos o improviso é a sublime arte de andar na linha do que se pode ou não fazer e que acaba por ser bem feito se bem orientado, se bem improvisado e o meu, com ele, foi sempre pautado pela batuta do que me deixava dizer, fazer e rapidamente me protegia por uma palavra se fosse preciso parar. Entendo muito bem os concorrentes que criam com a Voz do Big Brother laços que ficam para a vida, gente que sente falta física de ouvir a sua voz, porque na verdade num programa destes Ele é mais que uma voz. É alma dentro de uma casa que respira o dia todo. A noite toda. Que respira quando eles estão alegres e bem dispostos, continua a fazê-lo ao ritmo de todas as vezes que eles estão irritados e com vontade de bater com a porta por capricho ou com razão. É ele que lhes vela o sono a cada noite quando as luzes se apagam nos quartos para que descansem porque é preciso que o jogo aconteça no dia seguinte. A Voz do Big Brother merece todos os elogios que lhe possa dar, não porque é uma voz bonita ou conhecida, mas porque é uma voz atenta, dedicada, uma voz que diz o que é preciso dizer na hora certa e que fica calada no momento exacto, porque muitas vezes o segredo está em ouvir e não em falar. Da voz, desta minha gigante aventura em dois actos levo o melhor. O melhor dos dois mundos. A serenidade de perceber que poderia andar em cima do risco que Ele sempre me protegeria com a sua sensatez e o sentido de humor, porque ambos sabemos que sem sentido de humor não vamos a lugar nenhum&#8230; A vida é séria demais para ser levada a sério. O riso, faz maravilhas e a voz do Big Brother fez-me magia durante este caminho que fizemos em paralelo. Nunca lhe disse que invejo o seu tom de voz. Nunca calhou. Mas tenho que lhe dizer &#8216;Obrigado Big Brother&#8217;, porque é tudo&#8230; por agora!</p>
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		<title>…Quem dá o que tem a mais não é&#8230; obrigado!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2021 18:58:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230; Tem sido uma alegria boa fazer este duplo impacto. Tem sido uma boa surpresa descobrir de perto esta Teresa com que aprendi tanto enquanto fui sonhando com esta minha vida. Vocês, que é quem de facto interessa, receberam bem a ideia de ver os dois. Os dois diferentes, como eu sempre disse mas os dois com vontade. Vontade de surpreender a cada domingo! Eu, que sou um espectador atento do que se faz no mundo em formatos deste género, posso garantir que abrimos aqui uma nova forma de o mostrar de o apresentar. A televisão, para mim &#8211; e nestes tempos mais ainda &#8211; tem a difícil missão de entreter e informar. Fico radiante quando percebo que cumprimos a missão. Que, entre erros e acertos, o saldo é positivo e quando no domingo já madrugada fora a caminho da segunda feira, chego à conclusão que além de apresentar me diverti. A Teresa se divertiu. Vocês sentiram isso. Eu, toda a minha vida, disse que gosto de trabalhar em dupla. Acho generoso, acho bonita a dança de olhares, a troca de palavras, a cumplicidade que se vai ganhando&#8230; e com a Teresa tem sido um baile bonito de fazer. Não sei se há um segredo, mas o que combinámos entre os dois foi: divertir! Respeitar e divertir. E assim temos feito e assim nos temos divertido. Fazemo-lo de forma instantânea, que eu prometi a mim mesmo que este programa seria divertimento puro do princípio ao fim. Temos, como em qualquer programa do género, as tensões normais que um alinhamento destes carrega, porque fazer um reality é estar durante o tempo todo com o coração nas mãos e mudar o rumo da história, se for preciso ao minuto, porque é um formato aberto a noite toda, e com isso – ou também com isso – temos conseguido arranjar o espaço de cada um, onde cada um é aquilo que o espectador espera e juntos somos mais daquilo que se esperava. Eu gosto da surpresa do improviso, gosto de lhe cantar uma canção, contar uma anedota, perguntar-lhe pelo cabelo e maquilagem, falar do vestido&#8230; não levo na manga nenhuma ideia para &#8216;desconstruir&#8217; a Teresa como já se escreveu, ou fazê-la rir comigo a noite inteira de Domingo, mas sempre que posso – e há espaço – dou um passo em frente e noto-lhe os olhos alegres. Umas vezes de espanto, porque lhe disse qualquer coisa, outras de alegria porque lhe passei leveza&#8230; é bom. A mim, a Teresa dá a segurança que preciso para que possa andar no risco do improviso que é o meu oxigénio em televisão e acredito muito seriamente que acrescente alma a um programa longo onde cada vez mais as pessoas se querem rever. Eu gosto de andar no arame, sendo que aqui tenho uma boa &#8216;rede&#8217;. A Teresa, não me limitou até agora em nada, não me impôs coisa alguma e sempre &#8216;desenhámos&#8217; o programa juntos. Quando se vem de formatos destes feitos sozinhos, é natural que se tragam costumes. Eu tenho os meus que levei do BB 2020 e a Teresa tem os dela de vinte anos a fazer isto, o bom foi descobrir que ambos percebemos que o espectador ganharia com a entrega absoluta de ambas as partes e a certeza que a &#8216;novidade&#8217; seria bem vinda e &#8216;arrisco-me&#8217; a dizer, desejada e recomendada. Como dizemos sempre, cada vez que há uma reunião de alinhamento, &#8216;os protagonistas do programa são os concorrentes&#8217;. E a verdade é que temos um belíssimo leque de concorrentes. Não preferidos nem favoritos, e por incrível que pareça, assim que entraram na casa deixaram de ser &#8216;meus&#8217; e passaram a ser &#8216;nossos. Todos Eles. Gostava que cá fora as pessoas olhassem para &#8216;Eles&#8217; como elementos que nos estão a divertir de forma corajosa numa altura em que o mundo está complicado. Olhamos para dentro da casa e &#8211; com erros e acertos – vemos um grupo de pessoas a fazer o que nós não podemos fazer cá fora. Não os julguemos com maldade. Olhemos para eles com empatia, como um grupo de amigos que estão a ser, dentro do jogo, o que são cá fora num contexto que podemos analisar e comentar, mas não devemos julgar porque não o estamos a viver e como diz a Teresa a cada domingo &#8216;Quem dá o o que tem a mais não é … obrigado!&#8217;. E eles dão muito.</p>
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