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	<title>Capa de revista &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<title>Capa de revista &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; A produção da Rita (Ou, a vontade de arrasar a felicidade!?)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2019 16:53:10 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Eu sou dos que gosta da maneira desbravada de a Rita ser. Por isso, quando ela entrou pelo meu telefone em directo no Passadeira Vermelha eu achei oportuno e corajoso. Se se fala dela, se é ela a protagonista, é justo que seja ela a meter tudo no lugar certo. Eu também sou dos que fica feliz com esta sua felicidade, porque eu acompanhei sempre &#8211; umas vezes mais de perto, outras mais de longe &#8211; algumas situações que nem sempre a fizeram sorrir e, quando se gosta das pessoas, é importante vê-las felizes. Eu e a Rita não somos amigos de casa, mas temos o respeito pelo outro que me justifica cada palavra que aqui escrevo, que podia escrever apenas porque acho esta comentada produção da revista maravilhosa, porque o namorado dela é lindo até aos ossos e a imagem de ver os dois com o filho nos braços é de uma ternura imensa. Isto por si só já valeria a pena. Porque a Rita é mediática, eu analiso comportamentos meditáticos e este é um assunto do momento. Mas vou mais longe, porque não gosto da maldade gratuita e a forma como muitos olham para esta produção é maldosa. Achar-se que um trabalho destes é feito com outra intenção que não seja a de mostrar a felicidade da actriz ao lado do companheiro, num dos melhores momentos da sua vida, é feio e gratuito, porque o que eu mais gosto nesta capa, que é feita de amor, é a lealdade que sei lhe está inerente. Isto é que importa. Trabalhe a Rita na TVI e seja a Cristina apresentadora da SIC. A revista não pertence à SIC e a TVI não é dona da Rita. Honestamente, acho até que a TVI tem direito a sentir algum desconforto porque uma das suas estrelas maiores partilhou um dos seus melhores momentos com Cristina. Humanamente, posso entender isso, o que não posso entender, nem tenho como compactuar, é que alguma imprensa ache &#8216;normal&#8217; este mal-estar e o alimente. Não é normal. Não é mesmo. A revista é um meio de comunicação social independente, estamos a falar da liberdade de imprensa, da liberdade de expressão de cada um de nós e é bom que um lado e outro se sintam confortáveis no seu papel. A Rita resolve dar a sua primeira entrevista, com o marido e o filho, a Cristina Ferreira, que é a dona da revista &#8216;Cristina&#8217;, que, &#8216;por acaso&#8217;, é apresentadora na SIC, mas pelas páginas desta revista já passaram muitas caras da SIC antes de ela estar em Carnaxide e já passaram outras tantas da RTP. Não é justo que se ache esta produção um ataque ou uma estratégia para ferir alguém de alguma forma. Eu, no lugar da Rita, faria o mesmo. E o que fez a Rita? A Rita confiou na Cristina, para através dela mostrar ao mundo a sua felicidade. A Rita foi leal ao seu passado e ao que sente. Sou muito da opinião que não valemos nada se não formos leais aos nossos. Dê o mundo as voltas que der, façam as pessoas as escolhas que fizerem, dentro delas estão as suas consequências. Quando Cristina saiu da TVI, Pedro Teixeira e Goucha foram os protagonistas da sua capa. É normal. Os amigos estão ao lado dos amigos. São amigos, não são rivais. A Cristina Ferreira pode ser uma cara da SIC, que é &#8216;rival&#8217; da TVI, mas a revista &#8216;Cristina&#8217; é um meio de comunicação social independente como tantos outros que temos. Somos demasiados pequenos para aceitar que nos condicionem as escolhas quando são feitas com critério, consciência e coração. Somos muito coração. Foi com o coração que me deixei entrevistar pela Cristina para a sua revista quando ela trabalhava na TVI e eu apresentava o programa da manhã na SIC. Na altura não recebi nenhum telefonema da SIC a dizer que não o deveria ter feito nem da TVI a dizer ainda bem que o fiz.</p>
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		<title>&#8230; A capa do amor (Ou a responsabilidade de um amor)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2019 18:21:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Há muito tempo que sabia que David Carreira e Carolina Carvalho estão de namoro e apaixonados. Era fácil perceber, bastava olhar os olhos do cantor. Mas também, já o disse mil vezes, a intimidade dos famosos, quando se dão ao respeito, é deles até que assim o desejem, e, neste caso, a minha obrigação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Há muito tempo que sabia que David Carreira e Carolina Carvalho estão de namoro e apaixonados. Era fácil perceber, bastava olhar os olhos do cantor. Mas também, já o disse mil vezes, a intimidade dos famosos, quando se dão ao respeito, é deles até que assim o desejem, e, neste caso, a minha obrigação seria guardar e proteger este &#8216;amor&#8217; até que eles resolvessem exibir ao mundo o que sentiam. É justo que os protagonistas definam as datas certas. Isto acaba por ser um jogo em que, quando jogado de forma honesta, todos ganham. Quando ontem vi a capa da revista Cristina, além de invejar este furo jornalístico, resolvi analisar com calma. À primeira vista esta é a capa desejada por todos, capa rara onde David se mostra apaixonado, coisa que não fez nunca com nenhuma namorada, e porquê? De certeza que a relação de confiança que tem com Cristina ajudou, mas também porque talvez esta sua paixão seja maior, esta sua fase da vida seja mais madura e porque entende que aos olhos do coração este amor pode ser para sempre. É isto que entendo da entrevista. Deus permita que sim. No entanto, aqui em baixo, na &#8216;lei terrena&#8217;, os homens vão fazendo das suas e quando se deparam com esta capa assumem imediatamente o direito de analisar tudo ao detalhe. A entrevista, que li hoje de seguida assim que cheguei ao programa, porque a Cristina a tinha na mão, é toda amor. Nota-se. Nota-se no que li, nota-se nas fotografias, nota-se nos olhos dos dois quando falam com Cristina. Se está tudo bem, porque digo eu que isto é de uma enorme responsabilidade? Porque é. Porque David não é um rapaz qualquer e porque Carolina não quer ser a namorada de David a vida toda. Quem acompanha o David e faz análise mediática de forma séria sabe que o jovem cantor nunca usou as suas relações para mediatizar a sua vida, nunca respondeu de forma clara a nenhuma pergunta que a imprensa lhe fizesse sobre o assunto e sempre foi respeitado por todos, mesmo sabendo todos que existiam relações no seu caminho. É um direito dele. Mas agora, depois desta fantástica produção, é também um direito da outra parte do &#8216;jogo&#8217; que está ao lado da imprensa questionar os passos da relação. É aqui, para esta parte, que não sei se eles estão preparados ou para aí virados. Esse é o lado mau de quem abre uma porta com esta grandeza. Porque hoje &#8211; digam o que disserem &#8211; fazer-se capa na revista Cristina é abrir a porta grande de um espaço até ali reservado. Pode ser que eu esteja enganado e que o David esteja preparado para o que aí vem, porque o amor pode com tudo. Mas há também o outro lado, que é o lado de Carolina, que, como disse, não quer ser a &#8216;eterna&#8217; namorada de David Carreira e corre esse risco, o que é pena, porque começou como actriz e acredito que seja como actriz que gostava de ver o seu nome firmado. Tem um trabalho mais complicado agora. Eu sei como isto funciona. Descolar-se não é fácil. Posso também enganar-me e daqui a anos todos vamos saber o sobrenome de Carolina para lá da paixão que vive neste momento. Queria que se entendesse que ser-se conhecida como <em>&#8216;namorada de David&#8217;</em> não é mau, que a capa é maravilhosa, que o conteúdo é amor do princípio ao fim, mas que existe uma enorme responsabilidade quando se dá um passo destes e acredito que quando o David resolve dar este passo gigante, é porque o amor que lhe aconteceu, aconteceu a valer. O que acontecerá a seguir&#8230; pode ser só um detalhe ao lado de tamanha paixão que os dois vivem hoje. Na verdade, desfeitas as camadas, o hoje é que importa.</p>
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		<title>&#8230; O Zé como ele é (Ou talvez não!)</title>
		<link>https://euclaudio.com/o-ze-como-ele-e-ou-talvez-nao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2018 17:50:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Conheço o Zé Castelo Branco há muitos anos. Há tantos, que não precisava desta entrevista publicada para o perceber para lá do que as pessoas acham dele. Talvez por isso seja dos poucos que levanta a voz publicamente para tentar justificar algumas das suas atitudes mediáticas. Umas serão geniais, outras são verdadeiros disparates, mas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Conheço o Zé Castelo Branco há muitos anos. Há tantos, que não precisava desta entrevista publicada para o perceber para lá do que as pessoas acham dele. Talvez por isso seja dos poucos que levanta a voz publicamente para tentar justificar algumas das suas atitudes mediáticas. Umas serão geniais, outras são verdadeiros disparates, mas o &#8216;jogo&#8217; funciona assim e, verdade seja dita, não faz o Zé mais disparates que fazem outros que têm as costas mais protegidas e amigos melhor colocados. O Zé, que diz que nasceu com uma estrela, acho que nasceu com um sentido de oportunidade que aproveitou sempre a favor daquilo que queria para si. Eu não tenho nenhuma razão de queixa dele, que, comigo, profissionalmente sempre se portou de forma exemplar. Nunca falhou, foi sempre generoso e sempre que foi preciso esteve lá. Mas eu conheço pessoas de perto que não. Que reclamam do seu trato, que se decepcionaram com ele, que por qualquer razão viraram costas. Eu não sou desses. Eu sou dos que o conhece bem e, talvez por isso, tenha relativizado sempre muito as coisas e tenho tido a capacidade de o ir conhecendo. O Zé mais não fez que dançar a dança à medida que a música ia tocando e, sempre que pisou os pés de alguém, a factura acabou por chegar e foi paga, muitas vezes, com juros. Esta conversa que teve com Cristina para a revista tem, como anuncia a capa, o objectivo de nos fazer olhar para lá do preconceito. O difícil é isto. É alguém olhar para o Zé, para lá do que se conhece dele. Óbvio que as pessoas não vão mudar de repente a ideia que têm do Zé, mas podem ler a entrevista e levar o exemplo dele para uma qualquer realidade paralela que  tenham ou conheçam. Digo isto porque sei que é difícil ler o Zé sem o ouvir. Sem sentir o seu tom altivo em algumas frases e o exagero dramático noutras, mas ele é assim.  Mesmo que se vista de homem, tire os saltos,  meta nos pés uns sapatos de atacadores masculinos e atenue a maquilhagem, o Zé é o Zé, com uma história de vida para contar, que o devia orgulhar. Parte da história poderá ser um exagero, alguns episódios poderão ser demasiado floridos, outros menos do que deveriam ser. Mas a história do Zé é uma história forte. Da conversa, fica-me uma coisa que há muito tempo defendo sobre ele, porque o acho um cuidador. Isto para mim é o mais importante e é preciso saber-se. Por muitos defeitos, por muito exagerado que seja, por muita vontade que tenha de ficar na história como uma diva na eternidade, muitas vezes à custa de coisas absurdas, Zé Castelo Branco assumiu para ele o papel de tornar a vida de Betty numa coisa mais leve, mais animada e mais feliz. E Betty é mais feliz desde que está com o Zé, não o digo porque o escutei dizer isto. Digo-o porque senti a Betty sempre feliz ao lado do Zé. Feliz e divertida. É isto que se quer para alguém que temos ao nosso lado&#8230; Não me importa entrar aqui pela parte sexual da vida de um e de outro. Há coisas em que acredito, outras em que não. Mas acredito muito na história de amor dos dois. Acredito mesmo! No amor. No amor entre os dois. Claro que o Zé tem ao lado de Betty uma vida mais confortável do que jamais teria na sua realidade, mas Zé tem também um trabalho imenso. Haverá gente que acha que não, mas eu sou dos que acha que sim. Zé correu o País de Norte a Sul para amealhar algum dinheiro nos tempos áureos da sua mediatização. Ele disse-me na altura <em>&#8216;Preciso trabalhar para levar isto em frente</em>&#8216;. O Zé sonha ser uma estrela e, à sua medida e à nossa escala, é. Podia ser mais, se fosse mais cauteloso, se tivesse mais atenção ao mundo que o rodeia, se Portugal o tivesse entendido e se ele se tivesse sabido explicar. Não acho que ele seja um santo &#8211; que não é &#8211; mas não é tão mau como muitos pintam. Esta capa revela o que as pessoas querem ver. As pessoas, muitas vezes, por muitas verdades que se digam e vivam, ficam só com o que lhes interessa. Neste caso é o que vai acontecer. Numa entrevista forte, longa e cheia da verdade do Zé, o mundo ficará com o que quer ficar. Não sei, de verdade, se Cristina conseguiu mostrar o Zé que a maioria não conhece, mas se não conseguiu é por culpa dele, que de estar tão acostumado a ser desta maneira, quase se esquece da sua verdadeira maneira de ser. Esta maneira não é má. É a sua maneira! O que eu gostava é que olhássemos para esta conversa, para estas capas, e pensássemos que, na verdade, todos temos dois lados (às vezes mais) e que antes de avaliarmos seriamente, o bom era parar um momento e tentar fazê-lo sem o preconceito que está colado na pele de cada um. Todos somos um pouco de preconceito. Não vale a pena dizer, levantar o dedo e dizer que não. Somos todos. Uns de uma coisa outros de outra. Ao trabalho diário de lutar contra isso chama-se crescimento. Eu aprendi na pele o que é viver colado a um preconceito e posso dizer-vos é uma coisa lixada. Muitas vezes o melhor é usar a máscara, porque assim nos magoamos menos e defraudamos menos gente. Há muitas pessoas que preferem ficar com o papel de embrulho, preocupam-se pouco em perceber o que está dentro da caixa.  Talvez a pouco e pouco, com tanta máscara, nos afastemos mais da nossa essência que um dia quando, chamados à razão, andamos &#8216;às aranhas&#8217; a tentar perceber onde está. É como se a alma estivesse cada vez mais longe do corpo. Alma e corpo em lugares diferentes, com um a observar o outro. Confesso que muitas vezes me senti um papel de embrulho. O que a Cristina fez aqui foi mostrar o que está dentro da &#8216;caixa&#8217; do Zé.  Quando olharem para esta capa, antes de franzirem a testa, revirarem os olhos ou comentarem <em>&#8216;Como é possível?!&#8217;,</em> tentem perceber a razão por que foi feita. Evitem olhar para ela (capa) com preconceito e olhem  para ele (Zé) sem o julgar. Não temos de &#8216;tolerar&#8217; a diferença. Temos de viver com ela, e isso serve para ambos os lados, porque a diferença também tem de saber viver com aquilo a que muitos chamam &#8216;normalidade&#8217;. Vamos fazer este exercício, nem que seja porque está aí o Natal. A vida do Zé continuará depois desta entrevista. A nossa também. Era bom que o alerta feito servisse pelo menos para pensar. Se não for durante muito tempo, que seja só quando se olha para a capa. Acredito que quem a imaginou já considera isso uma vitória. Digo eu!</p>
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