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	<title>cláudio ramos &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>… Harry, e o desejo de ser rebelde!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Mar 2023 13:35:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[… Se Diana fosse viva, puxaria as orelhas ao filho mais novo, disso não tenho dúvidas, porque esta enorme capacidade se se querer transformar no centro do mundo à custa daquilo que sempre criticou além de uma gigante incoerência, é o espelho da frustração pessoal que carregou a vida inteira e que dispara agora a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">… Se Diana fosse viva, puxaria as orelhas ao filho mais novo, disso não tenho dúvidas, porque esta enorme capacidade se se querer transformar no centro do mundo à custa daquilo que sempre criticou além de uma gigante incoerência, é o espelho da frustração pessoal que carregou a vida inteira e que dispara agora a para aqueles que, de repente, passaram a ser os seus inimigos. A biografia e as entrevistas que Harry tem dado pelo mundo, darão muito jeitinho à comunicação social, farão dele e da mulher figuras do ano durante estes meses e trarão muitas dores de cabeça à família real, mas a verdade é que este grito de Ipiranga que Harry resolveu dar depois de casar com Megan, não é – ao contrário do que pensa – um acto de coragem nem valentia, mas &#8211; pelo menos aos meus olhos &#8211; uma tremenda demonstração de arrogância e vingança para com a família que, feitas as contas sempre o protegeu. Então o casal abandona a família real porque se sente perseguido pela imprensa, como se mudando de lugar deixassem se ser &#8216;apetitosos&#8217; aos media, e com a desculpa de discrição e segurança vão viver uma linda história de amor, que até podia ser comprada por muitos, se tempo depois não fizessem um documentário onde se mostram numa hilariante lavagem de imagem na mais privada das intimidades, e depois, resolve Harry contar num livro e em entrevistas o que se passou com ele e a família, ou seja, está a fazer aos familiares – a exposição voluntária sem autorização deles – o que sempre criticou que lhe fosse feita. Claro que o dinheiro aqui falou mais alto, mas ele não é necessariamente uma pessoas que precisa disto para viver porque tem amealhado uns tostões que são seus por direito, o que o move aquilo é a inveja que tem do irmão, que tantas vezes defendeu e de quem tanto orgulho tinha, porque não há nada mais aqui que uma briga de cunhadas numa luta pelo poder mediático e de irmãos, que não é nova na família, porque basta perceber a história deles para entender que rivalidades destas são lá de trás&#8230; o que é triste, é que eles fazem o oposto do que pedem. Que direito de Harry e Megan de pedir silêncio e privacidade se despejaram tudo de rajada para a imprensa? A resposta é nenhum! A única diferença é o que fizeram sob uma boa quantia de dinheiro, e não acho mal que no lugar faria talvez o mesmo, mas o que eu não faria, era chorar mágoas quando visse a minha vida devassada, pois deram espaço a isso. Se o irmão é petulante, se o pai é ausente, se a avó era altiva, se a cunhada é arrogante&#8230; pode ser que sim a tudo isto, mas ele sabe as linhas que fazem parte deste cachecol, por isso durante o tempo que lhe foi conveniente usou-as e desfrutou do bem que fazia o apelido. Qualquer um se pode fartar? Claro que sim, e eles têm também esse direito, o que não deve dizer publicamente, é que está disposto a fazer as pazes com todos e a ter o irmão de volta na sua vida, porque depois de contar o que já contou, a mim parece-me pouco provável que o futuro Rei de Inglaterra se lembre de lhe estender a mão e fingir que nada aconteceu. E Meghan, que ficou tão ofendida e arreliada com as cartas que o pai e a irmã mostraram sobre o seu passado, alegando que lhe estavam a invadir a privacidade, esqueceu-se desse momento quando agora compactuou com este. Quando insinuou tudo e mais alguma coisa sobre a família Real? Claro que nem os bons são tão bons, nem os maus tão maus, mas basta-nos ter dois dedos e testa e perceber como isto funciona, para entender que o documentário está a ser preparado há muito tempo para ser rentabilizado e que por muito arreliados que estivessem com a casa real, o que fizeram é um tremendo disparate da parte dele e um gesto de ingratidão gigante da parte dele. Mas isso acho que se dará conta quando Ela lhe disser: chega!</p>
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		<title>… Os três. Outra vez!!</title>
		<link>https://euclaudio.com/os-tres-outra-vez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Jan 2023 13:08:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[… Quando as manhãs, há muitos anos, começaram a dar nas vistas acrescentou-se pela primeira vez um espaço de conversa sobre famosos. Chamava-se tertúlia cor de rosa e foi-se fazendo com várias pessoas. Umas boas, outras mais ou menos e uma ou outra francamente má. Era um espaço que precisava criar raízes e tradição feito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">… Quando as manhãs, há muitos anos, começaram a dar nas vistas acrescentou-se pela primeira vez um espaço de conversa sobre famosos. Chamava-se tertúlia cor de rosa e foi-se fazendo com várias pessoas. Umas boas, outras mais ou menos e uma ou outra francamente má. Era um espaço que precisava criar raízes e tradição feito de testes semanais até que se descobriu a fórmula perfeita. Daniel Nascimento, Maya e Eu. Durante anos seguidos e todos os dias, os três tornámos o espaço um lugar quase obrigatório, que servia, não só de entretenimento ao espectador, como fonte de inspiração jornalística e ainda dava um acesso brutal ao Jornal da Uma. Não existiam redes sociais, mas existia em cada um de nós a tremenda vontade de fazer novo todos os dias. Entre nós os três formou-se um elo de amizade verdadeira com direito a tudo o que as relações de verdade têm. Rimos muito, choramos de vez em quando, zangamo-nos uns com os outros mas soubemos sempre que cada um estava lá para o outro. Fosse quem fosse e porque fosse. Atrevo-me a dizer sem errar, que fomos os pioneiros no entretenimento do comentário mediático e a marca por ser tão forte foi copiada por todos mas sem sucesso. Numa ninguém chegou aos pés desta tripla. Só anos mais tarde e num registo completamente diferente encontrei um espaço no &#8216;Passadeira vermelha&#8217; onde a química fosse semelhante…. O Outro dia lembrei-me, que já não estava fisicamente com os dois há muito tempo, marcámos um chá. Antes, devo dizer andámos a tentar marcar qualquer coisa mas a agenda de uns e outros não dava…. Lá conseguimos. E quando nos demos conta tinham passado dez anos. Verdade! Passaram dez anos desde que tínhamos estado os três juntos pela última vez. Dez anos é muito tempo – como diz a canção – e não é normal que aconteça com pessoas que vivem na mesma cidade e se gostam. Alguma coisa aqui falhou, ou talvez não, porque a correria do dia a dia faz com que dez nos pareça às vezes dias, semanas talvez&#8230; o bom, foi perceber que um minuto depois era como se tivéssemos estado no dia anterior. Em abono da verdade fomos sempre comunicando e sabendo uns dos outros, mas não é a mesma coisa. Os três não estávamos juntos há muito tempo e metemos a conversa em dia, falámos uns dos outros e falámos do outros que gostamos de o fazer e não vem mal ao mundo por isso. Percebemos que mantemos a cumplicidade e que a idade apurou o sentido de humor. Recordámos gente e momentos e prometemos que não ficaríamos mais dez anos sem estar juntos, pode ser que se consiga realizar e atenuar a distância no tempo. A verdade é que não devemos ser caso único entre relações porque o tempo vai passando, mudamos de trabalho, de desafios, conhecemos outras pessoas e as que estavam vão deixando um lugar vazio porque também mudam de trabalho e conhecem outras pessoas. Não é justo que por conta da agenda e do relógio não se pare um dia e se diga &#8216;vamos ver-nos!&#8217;. Não faz sentido não perceber que a vida passa num abrir e fechar de olhos e que afinal uma ou duas horas num mês não é nada e que deve ser obrigatório usar antes que seja tarde e de vez em quando o &#8216;tarde&#8217; vem cedo demais. Eu tenho uma espécie de desafio constante que é manter as pessoas &#8216;presas&#8217; por fios invisíveis a mim. Faço questão de manter contacto e, com tempo, perceber que vou arranjar forma de as juntar. Gosto de organizar jantares em casa e fazer partidas para que muitos se encontrem. Não tenho muito tempo e, na correria também isso foi deixado ao acaso, mas agora resolvi que iria puxar alguns desses fios, para me sentir vivo e – mais importante ainda – para que se entenda que ainda aqui estamos, e se ainda aqui estamos temos que aproveitar. Amanhã não sabemos, e hoje podemos fazer-nos falta uns aos outros. Às vezes é só um olá e uma gargalhada e já recuamos tempo suficiente para perceber porque estávamos na vida uns dos outros. A Maya e o Daniel são apenas um exemplo, aposto que acontece o mesmo com vocês. Agarrem agora no telefone e marquem. É urgente e sabe pela vida!</p>
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		<title>… Acabou-se. E começa tudo outra vez!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jan 2023 13:30:49 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230;  Não tenho a ilusão de que com a chegada de um novo ano tudo muda. Não partilho da euforia quase histérica da animação geral à meia-noite em ponto, como se minutos antes tudo fosse o caos e de repente, por conta dos ponteiros do relógio, entrássemos na cápsula do tempo e tudo mudasse! Não acredito nisso. Não gosto da confusão obrigatória das festas deste dia. Opto, sempre que posso, por viajar, aproveitar os dias para fazer algo diferente, ou ficar em casa. Sozinho e sossegado. Acredito que a data sirva para reflexão e renovação. É nisso que aposto. Em renovar as energias e acreditar que o ano novo será melhor. A saúde é o mais importante, sem ela nada nos é permitido. Quero-a. Muito e a toda a hora, para mim e para os meus! No ano novo, quero continuar a acreditar em milagres e quero continuar a desafiar-me profissionalmente para me sentir vivo e útil. Vou ainda ser mais selectivo nas pessoas que se cruzam comigo, embora deva relaxar para me permitir surpresas. Vou jantar mais vezes com os meus amigos. Vou ter vinho tinto em casa porque um copo ao serão me sabe bem. Quero continuar a ir ao ginásio com disciplina mas sem sacrifício (a parte do sacrifício acho difícil). Vou tentar estar menos tempo no computador ou pendurado no telefone. Vou estar atento a gente que me ensine coisas novas. Talvez consiga começar a fazer yoga. Quero aprender a falar inglês, mas sei também que não me vale a pena pensar que o vou fazer, porque não vou. Quero fazer férias na Grécia, quero ir à Maldivas e conhecer Nova York. Quero muito Nova York. Queria mesmo! Quero bronzear o corpo com o sol e ir muitas vezes à praia, muitas mais que este ano que acabou onde fui muito pouco. Quero ir mais vezes ao teatro, quero ver mais concertos e ter mais tempo para ler. Quero acreditar que este ano vai ser positivo. O que passou foi um ano sereno, mas muito cheio. Trabalhei muito e tive alturas em que me esqueci de mim. Tentei chegar a todos os lados e falhei-me algumas vezes e essa é uma sensação de frustração que tenho e que pago com domingos desperdiçados num sofá agarrado a um gelado porque não me apetece fazer mais nada além de descansar. Não me posso queixar, nem me devo culpar por isso. Seria injusto e é a vida que escolhi, só tenho de aprender a gerir melhor as peças profissionais com as pessoais de forma a que encaixem na perfeição. Mas a perfeição não existe, né? Deste ano levo comigo um enorme crescimento profissional, a minha casa nova, a minha filha que celebrou 18 anos e entrou na faculdade, levo as coisas e as pessoas boas que Ele me deu. Pessoalmente, conseguiu surpreender-me quando não estava à espera de algumas coisas e aprendi a esperar. Mantenho comigo a esperança de que a espera, pode valer a pena. Provei que sou capaz de me superar, que o caminho segue sempre em frente, mesmo que por atalhos, mas tive muito a sensação frustrada de não ter conseguido o que pretendia e não encontro razões para isso. Vivi emoções novas, lugares diferentes. Iludi-me e desiludi-me, mas acho que isto fará sempre parte de todos os anos. Na verdade, não me posso queixar do ano porque seria muito injusto com tudo o que vejo à volta e com tudo o que tive dentro dele. Tenho 49 anos, todos os sonhos do mundo ainda por realizar, o que só é possível com saúde. Que não nos falte. A saúde e a coragem. Despeço-me deste ano com a noção de que passou muito rápido. Não sei se foi só uma impressão minha. Que tenhamos um grande 2023, onde cada um de nós tenha a noção clara de que pode tudo ser melhor e mais fácil se cada um de nós estiver disposto a isso. É preciso esvaziar egos, sentir empatia, deixar o orgulho e lado e respeitar sem brincar com a emoção do lado. Se conseguíssemos isso, já teríamos um ano fixe.</p>
<p>&nbsp;</p>
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