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	<title>Cláudio &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; A propósito de ser Gay!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jul 2022 20:38:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[… Ser gay não é uma escolha. Não é uma opção. E não é algo que tenha que ser ‘aceite’ ou ‘tolerado’ pela grande maioria, da mesma forma que nascer com olhos castanhos, cabelo loiro, dois braços e cinco dedos também não tem que ser aceite ou tolerado. Ser gay é uma característica e é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">… Ser gay não é uma escolha. Não é uma opção. E não é algo que tenha que ser ‘aceite’ ou ‘tolerado’ pela grande maioria, da mesma forma que nascer com olhos castanhos, cabelo loiro, dois braços e cinco dedos também não tem que ser aceite ou tolerado. Ser gay é uma característica e é assim que deve ser visto. Quem é gay, graças à ignorância de muitos, tende a sentir-se culpado naquilo que é a sua natureza e por isso, em muitos contextos vive escondido com medo &#8211; e muitíssimas vezes terror – que se descubra ou desconfie. Nunca gostei da expressão ‘assumir-se’ ou ‘sair do armário’ porque ninguém tem de assumir coisa nenhuma nem está metido num armário à espera que se abra uma porta. Ser gay, vai além da sexualidade. É preciso que se entenda isso! Desde que publicamente disse que sou gay, não há um dia que não receba uma mensagem de alguém que vive de perto esta realidade na busca de um conselho porque não o conseguem em mais lugar nenhum. Isto é a Prova do medo e da &#8211; ainda &#8211; muita falta de informação, por incrível que possa parecer. Sempre defendi, e mantenho que as bandeiras deixam de o ser quando tudo se tornar enquadrado na naturalidade dos nossos dias e é isso que desejo. Mas também sei que ainda não é assim, e basta estar atento ao que acontece para ter certeza que estamos a dar passos atrás. Por isso considero ser tão importante que pessoas como eu &#8211; porque temos alguma visibilidade – contem a nossa história, dizer ‘sou gay’ e explicar como chegamos aqui. Atenção; não é porque o faço que acho que todos o devem fazer. Não acho mesmo nada isso! Cada um faz o que quer, como quer e quando quer no que diz respeito à sua intimidade, só sinto a responsabilidade de juntar a minha voz. Das coisas que mais me marcaram até hoje, foi quando um professor de psicologia me pediu para passar uma conversa com os alunos sobre o que sentia no momento em que contei o que se passava comigo. É apenas um exemplo e apesar de cada vez mais achar que a minha intimidade é uma coisa sagrada para mim, tenho também a certeza da responsabilidade de dar a cara e voz pelos muitos que vivem com medo de se sentar com os filhos, os pais, os amigos e dizer o que lhes vai no coração. Tenho a obrigação de denunciar todos os actos de homofobia absurdos que se vêem todos os dias de forma encapotado. Também os vivi e se não os vivo agora é porque tenho a noção plena que sou um privilegiado na forma como tive a capacidade individual de gerir tudo. Mas fui, até ao momento em que publicamente disse ‘gosto de um homem’ muito atacado. Atacado por gays, atacado por heterossexuais, atacado por associações que achavam que deviam ter um voto na matéria, atacado por gente que queria que o meu tempo fosse o deles e atacado por miúdos e homens que usavam a sua ignorante masculinidade para me tentar diminuir. Há gente muito ignorante, há gente má e há gente criminosa que deve seguramente pagar pelo que faz, quando voluntária ou involuntariamente obriga alguém a viver com medo. Aquela gente que diz ‘<em>aceito, não acho mal, até é educado, eu conheço um amigo do meu filho, não acho mal…</em>’ essa gente que não entende que a força dessas palavras afunda ainda mais quem está num buraco só na busca de alguém que o ajude a respirar. Ser gay é acima de tudo um acto de amor connosco mesmo, porque é preciso gostarmos muitos de nós para que nada do exterior nos atinja. No meu caso, já trabalhando em televisão fui usado por humoristas de forma humilhante, fui apontado por críticos e cronistas como se a minha condição sexual fosse mais importante que o meu trabalho, fui olhado de lado por colegas de trabalho, fui colocado de parte… mas fui resistindo. Tive a gigante sorte de ter a minha filha e para ela ter um pai homossexual é uma coisa natural. Para ela e para os amigos dela. Tive essa sorte, porque foi educada assim, assim é que deve ser. Tive a sorte de não me deixar derrubar muito tempo, mas não foi fácil. Há muita gente que não suporta, que não aguenta e que todos os dias paga uma factura alta. Este texto, que escrevo hoje &#8211; sendo a primeira vez que escrevo sobre o assunto &#8211; serve para duas coisas. Para que se o estiveres a ler e te sentires identificado entendas que tu és mais forte que a maldade criminosa dos outros e serve também para aqueles que o estão a ler e a metade dele reviraram os olhos com pensamentos de <em>‘mais um maricas a dar palpites</em>’, perceberem que o que fazem é crime e se o escrevi hoje, é porque não está tão distante o tempo em que em Portugal ser homossexual era severamente punido. Passaram &#8216;só&#8217; 40 anos e apesar de ser um direito que achamos que está adquirido, basta olhar à volta para entender que podemos perder tudo de repente. Por isto e muitas outras coisas nunca serão demais as vozes que se juntam para que não se percam direitos adquiridos pelos muitos que deram a voz e o corpo na batalha, há anos, para que hoje, eu pudesse escrever  isto livremente. Obrigado!</p>
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		<title>&#8230; O segredo do sucesso!</title>
		<link>https://euclaudio.com/o-segredo-do-sucesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jan 2022 16:52:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[bbq]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">… O segredo do sucesso faz-se de muitas coisas mas inevitavelmente vai fazer-se sempre de risco. Sair da zona de conforto e desbravar riscos, aceitar desafios e permitir que se diga, comente, opine &#8211; bem ou mal &#8211; sem que isso condicione o foco, por isso (mas não só) importa hoje falar de Bruno Carvalho porque não vale a pena fingir que não é ele o cabeça de cartaz desta edição, porque quase dois milhões de portugueses quiseram ver a entrada do antigo Presidente do Sporting na casa mais vigiada do País. Não vou perder tempo a falar do caminho mediático do Bruno até aqui, porque obviamente há quem goste muito e quem não goste nada, e nem me importa nesta altura, porque vou ficar-me pelo jogo e dentro deste formato conhecemos um Bruno que surpreendeu toda a gente e granjeou para si muita simpatia. O truque? Talvez o facto de entrar sem medos nem complexos e fazê-lo disposto a viver a experiência no seu todo. Senti-o nervoso no primeiro dia mas era natural, horas depois aquilo era tudo dele porque até agora soube ser dentro da casa um Presidente amigo, cúmplice, divertido e bem humorado… até quando está chateado Bruno está bem disposto. Este é um programa de entretenimento e é isso que importa e Bruno entendeu isso desde o começo. Vê-lo brincar com os companheiros, vestir-se de verde fluorescente, dançar, fingir que canta, conversar, aconselhar… é ver um bom jogador. É justo que se diga que ele faz metade do programa, não o faz sozinho claro porque está ali a Liliana que lhe deu a mão desde a primeira hora, a Marta que brinca no seu registo, o Nuno que já sabe muito destes desafios, o Jorge Guerreiro que entrou e na sua simplicidade cativou muitos dos que assistem… todos sem excepção farão deste formato aquilo que há muito tempo se espera de um reality : que seja falado na rua no dia seguinte. Porque não aconteceu com as quatro edições de BB que se fizeram a partir do 2020? Porque a dinâmica do jogo de anónimos não se compara com a de famosos e porque enquanto dos anónimos se fala nas redes sociais e fica tudo em polvorosa, na dos famosos junta-se essa animação virtual ao falar-se no café no dia seguinte. Por isso hoje toda a gente fala do fato verde flúor que Bruno de Carvalho usou. Isto é um reality à moda antiga? Não sei responder a isso. Sei que a verdade é que há muitas expectativas com ele e com o que se vai passar. Sei também que metade do País está a pensar: ups, afinal o Bruno Carvalho é fixe!? Agora, porque sabemos que estamos num programa que muda a cada dia, amanhã tudo pode mudar. Mas por enquanto há motivos para nos irmos divertindo com eles na casa, enquanto lá dentro não fazem ideia do que se passa cá fora…. Disso não duvidem. O tratamento dos anónimos e dos famosos é exactamente o mesmo. Não há regalias extra!</p>
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		<title>… De que nos serve Dezembro!?</title>
		<link>https://euclaudio.com/de-que-nos-serve-dezembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Dec 2021 16:29:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[2021]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230; E de repente passou Dezembro e damos connosco no Natal e à beira de mais um final de ano. Começamos a ficar mais sensíveis, mais tolerantes, mais abertos a tudo e a todos. Talvez seja uma coisa de calendário, mas talvez seja algo mais. Uma coisa interior, algo que nos está no sangue com a vontade de mudar em determinado momento e é como se precisássemos muito que chegasse o último mês do ano para termos um motivo para mudar. Eu sou desses, devo confessar, que muitas vezes sinto que preciso de uma data que me sirva de impulso para alguma coisa que quero ou que me valha a pena, mas devo dizer que isso é pouco. É quase nada e altamente redutor. Dezembro é só um mês no ano e a nossa obrigação é olhar para todos os meses com os olhos de Dezembro, porque na verdade podemos mudar tudo a qualquer hora e em qualquer dia do ano. Está na altura de pensar nisso. De parar e olhar para traz para tentar perceber o que se fez mal, ou se não se fez nada de mal pensar no que não se fez. É sempre tempo de fazer qualquer coisa que nos faça mais felizes, porque andamos numa correria constante onde muitas vezes, muitos de nós, não paramos para medir a felicidade que temos. Não a valorizamos e perdemos demasiado tempo à espera que chegue Dezembro, como se amanhã fosse melhor que hoje. E pode não ser. Juro que pode não ser! Numa conversa que tive com o Jorge Coutinho, ouvi a frase &#8216;tudo vai melhorar mas antes piora!&#8217;. É uma verdade absoluta, mesmo. Mesmo que nos custe, mesmo que imaginemos que não, não passamos nunca impunes a coisa nenhuma sem sentirmos dentro uma dor maior que o alivio. É por isto que digo que nos lamentamos muito, demasiado para o que temos e quando comparado com o que vemos à nossa volta. Eu sou uma pessoa feliz. Eu sou uma pessoa com problemas como todos aqueles que estão a ler isto, e sou também daqueles que teimam em esperar um Dezembro qualquer para mudar aquilo que sei que preciso mudar. Talvez o meu trunfo seja o saber exactamente onde está o certo e errado neste caminho que vou fazendo, e ainda assim teimar no errado porque acho que me dá um prazer instantâneo do qual não me apetece abdicar. Não pensei ainda na razão de insistir, mas acho que cada um de nós tem direito a estes pequenos luxos que a vida nos dá onde está a palavra &#8216;errar&#8217;, porque valorizamos logo a seguir ainda mais o acerto. Seríamos mais felizes se acertássemos sempre? Acho que não. Acho que errar é preciso e nos faz falta. É uma espécie de oxigénio na personalidade de cada um de nós, temos é que tentar não errar demasiado para não termos overdose de culpa que nos castra depois o caminho. A culpa é um peso, pesado demais para carregar na vida principalmente se com ele vierem os erros, uns atrás dos outros&#8230; e nesses erros não tiver a nossa felicidade, porque a verdade é que errar também nos pode fazer felizes, mesmo que torne quem nos rodeia menos feliz. É um escolha. Mas há que fazê-lo porque não se agrada a toda a gente ao mesmo tempo, nem podemos ter essa intenção. Agora que passou Dezembro, olhemos para o que nos resta de ano e pensemos naquilo que nos faz feliz para lá das luzes de Natal, do papel de embrulho, da confusão das ruas, da imaginação dos anúncios. Pensemos no que de verdade podemos fazer para que a nossa felicidade seja exposta e explorada da raiz, porque andamos muitas vezes apenas a viver pela rama, e isso não é justo. Merecemos ser felizes. Então sejamos!</p>
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