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	<title>Cristina Ferreira &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<title>Cristina Ferreira &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; A Cristina. A minha Cristina!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2020 23:50:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8230; A primeira fotografia. A fotografia do primeiro dia. Agora que o dia começa a desaparecer, imagino-a ‘triste’ não comigo, mas pela situação. Estará orgulhosa porque me viu sair na procura do que quero, mas triste porque me quer ao seu lado. Mas ela é das que gosta que as pessoas se façam à vida, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; A primeira fotografia. A fotografia do primeiro dia. Agora que o dia começa a desaparecer, imagino-a ‘triste’ não comigo, mas pela situação. Estará orgulhosa porque me viu sair na procura do que quero, mas triste porque me quer ao seu lado. Mas ela é das que gosta que as pessoas se façam à vida, não tenham medo de mudar, de arriscar mesmo sabendo os riscos que correm. Para ela, como para mim, o que não pode acontecer é ficar por ficar à espera de um amanhã melhor, se a vida nos dá sinais que é altura de arregaçar as mangas e fazer O melhor agora. A Cristina para mim foi a maior surpresa profissional nestes meus 46 anos. Para mim a Cristina foi gigante. Eu sabia que ia ser assim quando nos encontrássemos. Se não me engano até lhe terei dito em alguma ocasião. Foi melhor do que imaginei. Eu e ela. No dia que me convidou &#8211; já falou disso publicamente &#8211; ela nem sabia muito bem como seria e nem eu como gerir tudo o o que estava a acontecer ao mesmo tempo. Ela deu-me espaço e eu dei-me de entrega absoluta no primeiro dia. Percebi logo o meu lugar no programa que era dela, com o nome dela, que me fez sentir &#8216;nosso&#8217; mas onde eu teria de ter a inteligência de me reinventar. Foi o que fiz. Fiz o que me permitiu fazer. Deixou-me criar um ‘vizinho’ que entrou em casa e no coração de toda a gente e isso, por mil anos que viva, nunca me irei esquecer. Tenho claro na minha cabeça que a nossa história não acabou aqui, como tenho claro que em outra vida qualquer já nos tínhamos cruzado. Temos muitos pontos em comum, somos mais iguais do que as pessoas imaginam e talvez até mais do que algum de nós quisesse ou imaginasse. Ao longo deste ano tenho a certeza que me entreguei ao seu projecto. Ao seu sonho. Que nunca lhe falhei, mesmo quando eventualmente, entre ela e os seus botões, pudesse ter medo que eu falhasse, porque correu riscos e confiou. É difícil confiar neste meio. Dei sempre o melhor de mim ali porque sei a responsabilidade que ela teve ao lançar o meu nome para a frente. A Cristina é uma pessoa especial para lá do que se diz e escreve. Eu já sentia isso antes de dividir dias com ela. Tem a generosidade dos que sabem o que custa provar que somos mais do que imaginam ou do rótulo que nos colaram à pele. Se houvesse uma palavra para a descrever seria ‘generosidade’. Porque foi esta Cristina que encontrei e onde aprendi a descansar a alma quando a levava mais desassossegada. Os olhos dela falam mais alto que a boca, por muito gritante que seja a sua voz. Foi a pessoa que mais me preocupou nesta mudança. Tive-a todos os dias na cabeça. Mas ela entende de mudanças e percebe uma alma inquieta à distância. Talvez por isso, e do nada, por estes dias quando estava metido nos meus pensares, de repente recebia uma sms sua a propósito de outra coisa qualquer&#8230;. No dia que estreou o seu programa fui a Fátima cumprir uma promessa que fiz em nosso nome. Ela como Eu acredita em Nossa Senhora de Fátima, eu desejei desde o minuto zero que fosse um sucesso&#8230; quando voltei ao santuário por estes dias na procura de respostas, também la estava o nome dela em cada reflexão e la ficou em cada vela que deixei acesa, porque por muito que a vida mude, que o relógio ande, que eu vá para aqui ou ela para ali, o que não quero mudar é o que o meu coração sente por ela. Está gravado. Vai ficar guardado num lugar bom, onde só cabem coisas boas. Vou fazer de conta que é uma caixa cheia de brilhantes por fora, como o mundo a vê, mas suave e sossegada por dentro, como o mar a sente e como eu a percebi. Sempre! Até já minha vizinha do coração. Sabes melhor que ninguém que amar é ‘deixar ir’ e voltar a receber se preciso for. Não sei se tive tempo de te dizer hoje. Gosto muito de ti e chego a acreditar que entre nós é amor <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2665.png" alt="♥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>&#8230; Nunca será apenas um simples par de sapatos!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2019 23:02:54 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Nunca será um simples par de sapatos. Juro que nunca serão uns simples sapatos. Não é porque têm o salto dourado, a etiqueta de luxo ou o preço com três dígitos. Não é por isso. É porque de certa forma significam a caminhada. Acredito que quando pensou neste par de sapatos &#8211; para lá de todas as brincadeiras que fizemos quando os recebi e tentei disfarçar que me emocionei atrás de um riso nervoso &#8211; pensou na minha caminhada. No caminho que fiz, e que ela acompanhava à distância, mas principalmente no deste ano quando lhe passei a entrar em casa desatinado. Primeiro a medo, pela porta do lado, depois mais à vontade e, aos poucos, uns dias mais atinado que outros, fui fazendo todas as manhãs o caminho da minha casa para a casa dela a passo acelerado com vontade de chegar, tive sempre a sensação de ir a compasso para um lugar bom. É assim que defino a casa, &#8216;um lugar bom&#8217;. Hoje, quando dou o passo e entro no <em>hall</em>, já lhe reconheço o estado de espírito só pelo olhar que trocamos, por exemplo, na esquina do frigorifico ou então enquanto torramos uma fatia de pão e preparamos um café que deixa a casa inteira a cheirar à &#8216;casa da mãe&#8217;. E ali estamos. O tempo que for preciso &#8216;apenas&#8217; a ser vizinhos. Como um vizinho deve ser. Os passos que dei desde a saída da minha casa, há muitos anos, até chegar a esta ombreira da porta foram alguns e para todos os gostos. Mas sinto que depois de ser convidado a entrar nela, foram dados os passos que eu sempre pretendi que fossem na medida certa &#8211; e a acontecer &#8211; preferia pecar por falta que por excesso. Não há nada mais fora de tom que dar um passo só <em>porque sim</em> e arriscar magoar quem nos convida para sua casa. Com sapatos desta natureza é preciso saber muito bem a direcção do passo. Acertámos o nosso passo no momento em que os meus pés pisaram a casa pela primeira vez, ainda o chão não tinha um risco, como se o sapato de um fosse para o pé do outro. Acertámos na conversa, no caminho, na dança. Dançámos já muitas vezes ali em casa. Danço melhor com ela que sozinho. Dançámos tantas vezes como as vezes que rimos, e rimos tantas como as vezes que chorámos. Frente a frente ou meio de lado para não se ver. E cantámos, falámos alto e ainda por cima de boca cheia. Andamos sempre de um lado para o outro numa variação de tom que exigem os passos em casa como exigem na vida. Nem sempre se ri. Nem a toda a hora se chora. Somos quatro pés ali dentro. Os meus não andam sem os dela e ela gosta de me sentir o andar ali por perto. Como qualquer vizinho cujos passos sentimos em casa, onde a casa tem vida, onde acontecem coisas, onde as coisas se dividem. Estes sapatos nunca serão uns simples sapatos. Serão estimados. Honrados como devem ser e cada vez que os olhar vou lembra-me sempre que há uma caminhada feita antes deles e outra depois. Seguramente. Façam eles o caminho que fizerem. Obrigado vizinha!</p>
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		<title>&#8230; O Ângelo em Dezembro (pode ser visto assim)</title>
		<link>https://euclaudio.com/o-angelo-em-dezembro-pode-ser-visto-assim/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Dec 2019 16:42:16 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Só hoje vi na televisão o programa especial onde Ângelo visitou a Cristina. Ontem fui ver a Mariza não consegui ver o Ângelo. Na verdade já o tinha visto lá em casa. Vi tudinho com toda a atenção. Senti-me na presença de um milagre porque eu ouvi muita coisa estes meses todos de gente que afirmava o pior. Ver o Ângelo entrar na Casa da Cristina, descer as escadas pelo próprio pé sem ajuda de muletas e amparado na sua força de vencer é o melhor que podia acontecer. Depois a conversa feita entre duas pessoas. Uma que perguntava e escutava a outra que tinha vontade de contar, ser escutado e de mostrar que tudo está bem quando acaba bem. A mim chegou-me perceber que, aos poucos o Ângelo recupera devagarinho de tudo. Do corpo e da alma. Que a aproximação a pessoas que estavam afastadas ajudaram neste encontro brutal com a realidade a que ele volta aos poucos. Não se pode pedir a quem acabou de renascer mais que a vontade de o fazer. Não se pode invadir a alma de alguém que está a abrir os olhos devagarinho, a reaprender a pisar o chão. Não se pode magoar só porque sim e meter o dedo na ferida porque se quer a todo o custo ver a ferida quando alguém a está a tentar cicatrizar. Gostei muito do que vi ali. Gostei muito do que acabei de ver agora no sofá. E gostei tanto de perceber que a imensa maioria que estava a ver televisão naquela hora escolheu estar sentada na sala da Cristina a ouvir o Ângelo conversar com ela. Conversar. Apenas conversar sem juízos de valor. Conversar sobre renascer. É disto que se trata. Literalmente. É Dezembro. Talvez faça sentido pensar nisso!</p>
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