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	<title>Cristina &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<title>Cristina &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; A Luísa (Por trás da Luísa que se conhece)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2019 15:12:28 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span lang="pt-BR">&#8230; A Luísa Castel-Branco está este mês nas bancas com a revista Cristina numa entrevista que lhe fiz e que foi mais longe que qualquer entrevista que alguma vez lhe fizeram. Foi fácil ter esta conversa porque a conheço há vinte anos e também lhe devia esta conversa porque há vinte anos ela teve um papel importante no meu caminho profissional. Não foi fácil trabalhar com ela naquela altura, porque não nos conhecíamos um ao outro e tanto um como outro deveríamos ter algum receio. Hoje a Luí</span></span><span style="color: #000000;"><span lang="pt-BR">sa faz parte do meu núcleo e ainda bem. Ela é uma mulher atenta, preocupada, de vez em quando &#8216;chata&#8217; mas é uma característica sua que traz dentro da vocação com que nasceu que foi a de ser mãe. A Luísa merece mais do que tem. Não tenho dúvida disso, mas tem coisas muito boas como uns filhos que a defendem e protegem tanto como protegeu ela na altura certa os seus. Talvez os tenha protegido demais e por isso se acha um peso, porque precisa deles agora. Eu gosto dela, e ela é muito mais que as frases feitas ou brincadeiras que faz de vez em quanto com trocadilhos para se defender de um ou outro momento embaraçoso. A Luísa trabalhou a vida toda e chegou a este momento com a sensação que devia ter orientado a vida melhor. Chegou com a noção de que precisa de novidade. Eu, de verdade acho, que ela precisa tempo e espaço para se sentir boa profissional. É isso que lhe falta e é isso que mete tudo o resto em causa. Tem consigo os filhos, o companheiro Francisco, os netos e os sonhos. As pessoas devem ler a conversa que tivemos e não tirar conclusões de frases fora de contexto. As pessoas que gostam de verdade da verdade, devem saber ler. Devem colocar-se na pele do outro e entender quando o outro precisa ser escutado. É uma espécie de grito. O que a Luísa fez com esta entrevista que me deu, foi gritar a alma inteira. Eu conheço-a, por isso quando a Cristina me disse &#8216;<em>escolhe uma mulher importante no teu caminho parta entrevistares&#8217;</em>, escolhi a Luísa e ela foi generosa. É isso que me fica. Isso e a certeza de que revelei uma parte de alguém que merece ser descoberta. Só tenho a agradecer!</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-32123 aligncenter" src="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d-300x200.jpg" alt="" width="734" height="489" srcset="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d-300x200.jpg 300w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d-768x512.jpg 768w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d-1024x683.jpg 1024w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d-1073x715.jpg 1073w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d-483x322.jpg 483w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d-360x240.jpg 360w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d-600x400.jpg 600w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d-248x165.jpg 248w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/08/e8708cf0-dbd8-4d2b-bc1b-dabef5ade78d.jpg 1200w" sizes="(max-width: 734px) 100vw, 734px" /></p>
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		<title>&#8230; O senhor Fernando (Ou a verdade da televisão)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 May 2019 15:23:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; A história do Senhor Fernando que emocionou o País inteiro esta semana é a história daquilo que a televisão é capaz de fazer, quando é feita de verdade e com verdade para as pessoas. O Senhor Fernando tem dentro dele o luto porque perdeu o amor da sua vida, mas não perdeu a vontade de ver o dia nascer melhor manhã, ou depois de manhã, ou depois de depois de manhã. Não perdeu a vontade, e isso é que importa! Homem aplicado na sua &#8216;escrita&#8217; ligou para o passatempo &#8216;Casa Feliz&#8217; e quis o destino que fosse contemplado. Quando atendeu, passava pouco das dez da manhã e reconhece a Cristina que ao telefone lhe diz que ganhou 2500 euros! Emociona-se, agradece e no meio da conversa &#8211; que estava animada -, diz que o dinheiro vai servir para pagar o funeral da esposa que estava por pagar. O estúdio gela. A Cristina deve ter gelado por dentro. A equipa técnica deve ter ficado gelada num todo. Um programa de televisão feito de verdade é um bloco por inteiro. O bloco inteiro deve ter gelado. Eu gelei. Numa fracção de segundos, Cristina perde o brilho que tinha nos olhos, baixa as pálpebras, o tom de voz, encosta-se à ombreira da parede do seu <em>closet,</em> dá o ombro e estende os braços ao senhor Fernando&#8230; Os olhos da Cristina não voltaram a brilhar de contentes nesse dia, eu conheço-os. No dia seguinte, recebeu o Senhor Fernando, que aceitou sair de casa pela primeira vez depois da morte da sua metade. Ele, num rosário de histórias contadas e alinhadas emocionou todos nos braços da apresentadora, que deixou de o ser, para ser apenas a pessoa que deu ao Senhor Fernando a esperança de um amanhecer melhor naquele dia. A emoção na televisão é bonita quando para casa passa verdade. No final, Cristina voltava a brilhar com força por perceber que estava &#8216;encaminhada&#8217; da melhor maneira a vida do senhor Fernando. Foi o pagamento da dívida que tinha, foi o prémio dos 2500 euros, mas foi mais que isso. Foi mostrar a todos que quando vale a pena não há nada que se meta pela frente. Quando eu digo &#8211; e digo muitas vezes &#8211; que se faz a diferença na vida das pessoas é por isto. É por isto que me sinto orgulhoso por fazer televisão num horário que para mim será sempre o nobre. Porque é neste horário que estão a pessoas que precisam muito. Que precisam mais. Que muitas vezes não têm mais nada a não ser a televisão. A voz de quem está dentro da televisão ou o ombro, como aconteceu neste caso. Ver o Senhor Fernando ali sentado à hora de almoço, no dia a seguir a que o destino quisesse fazê-lo mais feliz, depois de ter perdido a sua felicidade para a eternidade, é fazer-me pensar que amanhã o amanhecer pode ser melhor, se não for manhã será depois, ou depois de depois de amanhã. Cada sorriso que faço soltar dentro da casa da Cristina é um raio de vida que mando para quem acredita que ali, se honra a televisão. A televisão é feita  <em>por pessoas, para pessoas e com pessoas</em>. Frase sábia do realizador, que aos comandos da <em>regie</em> deve ter gelado como todos gelaram. Não esqueçamos isto. Para lá de audiências, de companheiros, de rivalidades de canais, da luta de egos, de títulos de revistas, estão a pessoas. São elas que importam. São elas a respiração profunda que está entre o genérico de abertura e a ficha técnica de cada programa. Digam o que disserem, mas mais uma vez &#8216;O programa da Cristina&#8217; mostrou como se faz. Obrigado! Eu como profissional gosto de aprender e eu como espectador gosto de ver.</p>
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		<title>&#8230; A revista Cristina, O Ruben e Eu (Ou a revista para lá da capa!)</title>
		<link>https://euclaudio.com/a-revista-cristina-o-ruben-e-eu-ou-a-revista-para-la-da-capa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2019 15:01:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Falemos então da revista Cristina deste mês. Acabei ontem à noite de a ler. Fez-me ainda mais sentido, depois de ter visto um maravilhoso filme espanhol chamado &#8216;Quem levaria para uma ilha deserta&#8217;. Não me perguntem a razão, mas acho que de vez em quando somos postos à prova da coincidência e de repente, tudo se encaixa. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Falemos então da revista Cristina deste mês. Acabei ontem à noite de a ler. Fez-me ainda mais sentido, depois de ter visto um maravilhoso filme espanhol chamado <em>&#8216;Quem levaria para uma ilha deserta&#8217;</em>. Não me perguntem a razão, mas acho que de vez em quando somos postos à prova da coincidência e de repente, tudo se encaixa. O filme, falava de força de vontade. Da capacidade de acreditar em sonhos, coisas e pessoas. Antes de me deitar agarrei na revista e li com tempo o artigo e os testemunhos sobre aqueles que lutam pelo prazer de amar na deficiência. Amar com prazer porque faz parte e faz falta. Digam o que disserem, se não estamos naquela pele, não conseguimos perceber o alcance da importância de um testemunho que vai chegar a alguém que se revê nele. As linhas escritas, podem mudar a vida de quem o lê. É isto que me encanta nas revistas mensais feitas a pensar no leitor. Isto e perceber que para lá da capa há muitas histórias contadas na primeira pessoa, que não são as nossas nem &#8216;só&#8217; as da capa, são de pessoas que podem estar ao nosso lado. Eu leio as revistas como leio os livros. Com tempo e dedicação. Não apenas as folheio, porque sei o trabalho que está por trás de cada história contada e a dificuldade em mostrar ao mundo essa realidade em papel. Eu sou dos que as compra e dos que as colecciona, porque os temas estão actuais hoje e muitos serão actuais daqui a anos. Fazer uma revista como a &#8216;Cristina&#8217; não é &#8216;pêra doce&#8217; não é só mostrar que vestidos bonitos assentam bem em corpos cintados, que no verão é preciso ter atenção à gordura que se instala antes de se desfilar no areal e que há cores mais na moda que outras&#8230; Olhar para dentro da revista, é olhar de verdade para um lado, muito ao nosso lado&#8230; Eu compro. Sempre. Já comprava. Sempre. Para lá da capa. Mas eu gosto das capas. Avalio-as quase todas. Gosto mais de umas que de outras. Mas gosto. A deste mês é protagonizada pelo  Ruben Rua &#8211; uma capa bonita que me remete imediatamente para um cartaz de cinema &#8211; explica lá dentro a sua história de vida, os seus sonhos e a vontade de acreditar neles. Todos precisamos de sonhos e de quem os alimente. A produção está impecável. Eu gosto do Ruben e gosto muito mais ainda da Cristina, por isso quando há coisas que gosto muito digo, quando há coisas que gosto menos digo também. Gostar das pessoas não é dizer-lhes sempre que &#8216;sim&#8217;. O amor é feito de contrariar muitas vezes. Como eu amo esta Cristina que estou a conhecer, só posso ficar feliz porque alguém a &#8216;ama&#8217; e a faz feliz.  O amor não é uma coisa egoísta nem individual. Deve ser &#8216;multiplicado&#8217; no melhor sentido da palavra. Gostava que percebessem isso&#8230;  Depois te ter feito uma &#8216;cena de ciúmes&#8217; no programa (eu imaginei que se entendesse que era uma graça) recebi mil mensagens a dizer que não entendiam porque não explicava o que achava da capa, que só podia ser porque &#8216;<strong><em>tinha ciúmes e inveja do Ruben</em></strong>&#8216;&#8230; Devo confessar: tenho ciúmes! Tenho ciúmes e inveja, porque gostava de ter os abdominais dele!! Mas para mim o Ruben, vai além disso. Eu gosto de gente que tem noção das suas capacidades, aproveita as oportunidades e dou muito valor a quem o faz com a espinha dorsal no lugar. Do Ruben, chegam-me elogios de todos os lados. Se tenho ciúmes porque ele está na capa e eu não estive? Não! Eu não funciono assim. Há um tempo para tudo e uma razão que justifica cada momento da nossa vida. Se tenho ciúmes porque o Ruben tem um espaço maior no coração da Cristina? Hum&#8230; também não, porque as relações são feitas de tempo e espaço e há tempo e espaço para todas elas. Para crescerem, evoluírem, para se perceberem. Eu fico feliz, por saber que o Ruben tem a Cristina na vida dele e mais feliz ainda por saber que a Cristina tem ali um amigo. Nos dias de hoje, o maior bem é esse. Se eu fico com ciúmes porque ela fez esta super produção com ele onde transpiraram ousadia e sensualidade?&#8230; Hum, sim senhora! Têm razão. Mas eu não tenho o corpaço do Rua e sinto uma &#8216;inveja da boa&#8217; por perceber que juntos funcionam tão bem. Gostava que lessem a entrevista para perceber o que os une, da mesma forma que olhassem com atenção para as outras histórias que estão lá dentro e vão além da capa. Todas têm um fio condutor &#8211; naturalmente não é involuntário &#8211; falam todas de esperança. A esperança de amar, a esperança de se ser entendido, a esperança de proteger. Somos esperança. Li algures uma frase que nunca me sai da cabeça <em>&#8216;a esperança não nos morre, porque morreríamos antes dela</em>&#8216;. Era disto que o filme espanhol que vi me falava. De esperança. Da passagem do tempo e da esperança que devemos manter naquilo que acreditamos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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