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	<title>encontro &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230;  A Fé. De quem a tem como eu. Ou não!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 17:12:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[… Sempre fui uma pessoa de fé. Daquelas que acredita piamente que há uma força que nos obriga a seguir em frente. Sempre acreditei que quando estivesse quase a desistir haveria alguém que me empurraria o corpo e a mente para que não o fizesse. Não sou batizado. Acredito. Apenas acredito. Não vou à missa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">… Sempre fui uma pessoa de fé. Daquelas que acredita piamente que há uma força que nos obriga a seguir em frente. Sempre acreditei que quando estivesse quase a desistir haveria alguém que me empurraria o corpo e a mente para que não o fizesse. Não sou batizado. Acredito. Apenas acredito. Não vou à missa constantemente. Rezo em casa, no carro, na cama, na rua… melhor dizendo ‘converso’. Não me perguntem porque não sou batizado não saberia responder, mas nunca esse facto me impediu de estar junto da minha fé. Achei sempre que Deus – ou quem quer que fosse – ouviria o que eu tinha para dizer para lá do caminho como lhe cheguei. E tem sido assim este nosso entendimento. Também não vos saberia dizer se de verdade sou ‘só’ católico. Quando lemos e passamos por outras experiências começamos a ver de perto a força de um universo que implica talvez uma série de coisas e de religiões diferentes. Isso não me impede de ser devoto de nossa senhora de Fátima e de ter ‘conversas’ no ar com quem me ouvir. Acho que a fé passa muito por isto: ter alguém que nos escute e a quem podemos confiar as nossas coisas. Nunca me confessei a um padre. Não o faria. Não reconheço a nenhum homem o direito de ouvir os meus segredos e depois de uma penitência absolver-me de pecados que possa ter cometido. Era o que faltava! Confesso-me a Deus, ao Universo e a mim, que uma boa maneira de tomarmos noção do que fazemos é dizer para dentro o que fizemos. Escutar a nossa voz interior. Ela tem quase sempre razão e a resposta para tudo. Há quem lhe chame intuição. Pode ser que sim. A minha é forte. Muitas vezes cometi erros porque não a escutei e noutras senti que dei o passo certo porque esperei o sinal que me mandou. Tenho em mim centenas de provas de que a força de energias boas resultam em coisas boas. A energia é o que nos move. Ou a fé, se quiserem. Ao ler uma data de escritos meus de há muitos anos já pensava assim e está ali a prova de que o meu acreditar me ajudou a andar. Sinto que se não acreditasse à minha vida faltava qualquer coisa. Não sei explicar mas a mim faltava-me o ouvido para me escutar o dia todo. Sou dos que chateia o Universo à exaustão. O que fala porque sim e porque não. Sou dos que faz promessas e as cumpre. Coisas que exigem um detalhe, não sacrifício. Quem quer que seja não nos exigiria sacrifício. Talvez lembrança. Não sou de dar dinheiro à Igreja, tem de sobra, devia saber distribuir melhor… se olho muito para dentro da igreja afasto-me dela porque tem dentro tudo aquilo que Deus não quer. Tem o luxo. A vaidade. O exagero. O deslumbramento. A mentira. O preconceito… e depois de tudo isto, depende de quem encontramos dentro dela, tem uma mensagem que podemos ou não recolher para nós. Aos poucos fui deixando de estar dentro dela para viver a minha fé à minha maneira. Não acredito que quem quer que seja me dê menos atenção por isso. A energia boa, a força da oração está em qualquer lugar se for de verdade… lembrei-me disto porque ao ler coisas antigas de há mais de vinte anos terminavam todas com <em>‘Deus permita que sim..</em>.’ na verdade era um ponto final em forma de pedido. Do muito que ali está escrito Deus permitiu. Deus, como cada um o entender, o imaginar ou sentir, não me falhou. Nesta conta do deve e do haver talvez eu o tenha defraudado mais. Sou mais inconstante, teimoso, orgulhoso… Mas um Deus amigo aceita cada um como é. Este Deus que tenho construído em mim com espaço grande na minha vida aceita-me assim e sinto que muitas vezes me dá puxões de orelhas porque o caminho não está certo. O meu Deus está num espaço grande na minha vida porque o encontro em muitos lugares. Num gesto, numa frase, numa folha, numa gota de chuva, no cheiro…. em tudo o que me desperte uma boa emoção. Acho que eu e Ele já nos aborrecemos muitas vezes. Já tivemos alturas sem nos falarmos por teimosia, mas mesmo sem me falar todas as noites o sentia aconchegar-me a cama. Sentia-o dar-me recados. Percebia o ombro dele numa altura mais complicada. Depois  da ‘birra’ fazemos as pazes e voltamos ao que sempre fomos. Unidos por uma força de acreditar que não se explica e muito menos se escreve. É um fio transparente onde me agarro sempre que escorrego ou preciso balanço. Tenho fé. Tenho muita fé. Não me perguntem qual é a imagem do meu Deus, nem a história dele. Eu apenas acredito. Acredito. E quando acredito em alguma coisa tenho fé. Tenho hoje e pelo que li tenho desde sempre com a certeza de que muitas vezes Ele me lançou a corda para não me deixar cair nem rastejar. Obrigado!</p>
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		<title>&#8230; Falemos de amor (A propósito do Casados à primeira vista!)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2019 13:09:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">… Estreou a segunda temporada de &#8216;casados à primeira vista&#8217;. Voltou a ser uma estreia em grande. Gosto muito do programa, gosto da exibição sem vergonha do amor e gosto da coragem que se coloca numa aventura destas. É um programa de televisão, é um facto, mas para lá disto temos gente com corações dentro que depois de tentarem muitas vezes abraçar alguém para vida não conseguiram. Há milhões de razões para não terem conseguido até chegarem às mãos dos especialistas do &#8216;casados&#8217;. Não nos importa julgar o que aconteceu até aqui. Agora, estou convencido que com esta nova experiência todos devemos aprender um pouco, porque &#8211; já o disse muitas vezes &#8211; nós não somos só uma coisa. Todos teremos coisas em camadas destes corações que no Domingo entraram nesta aventura. O desafio onde eles se meteram foi o de esbarrarem num amor à primeira vista. Não é fácil, porque é muito complicado existir uma química imediata quando o primeiro contacto visual é no altar, mas eles acreditaram (ou confiaram) que sim e eu também. Eu sou dos que acredita que vale a pena tudo pelo amor, porque nunca é demais enquanto estamos dispostos  amar, a descobrir onde está quando não damos de caras com ele à primeira, à segunda, muitas vezes à terceira, ou à décima vez&#8230; não há uma regra nem m padrão. É isto que me fascina no programa. Foi isto que me fascinou no outro e encanta neste. Eu devia ter estudado qualquer coisa a ver com comportamento humano, sei que me ia dar lindamente na função (modéstia à parte). Gosto de analisar. Ver as relações crescer e espelhar uma realidade que está à nossa frente, ao nosso lado, muitas vezes dentro de casa e não damos conta. O amor é isto: a procura constante por alguém quando se está sozinho. A maioria não gosta de estar sozinho. Mas a verdade é que sem nos darmos conta, se não estivermos atentos, ficamos sozinhos. As pessoas estão preguiçosas, tem medo de estar, tentar, arriscar e quando chega a altura de ir em frente, não arriscam porque o medo se mantém. Estão acomodados, porque com o avançar do tempo e da tecnologia, consideraram que as relações &#8211; como sempre se entenderam &#8211; estariam gastas e descartáveis. Eu não concordo com isso! Tenho a certeza que todos querem uma relação, mas como estão acomodados, a maioria fica quieta à espera que alguém apareça e lhe transforme a forma de ver as coisas e viver o amor. Não acredite nunca em alguém que lhe diz que o que quer é estar sozinho, que é hiper independente, que emocionalmente está resolvido… É mentira! Todos querem. É o que queremos todos. Já vos contei que uma amiga minha me disse, ..&#8217;p<em>odia ter-me inscrito no programa’.</em> Claro que sim! Que se poderia ter inscrito. Diga o mundo o que disser, digam as pessoas o que disserem, todos querem uma relação. E para que serve uma relação? Serve para nos completarmos, para nos sentirmos à vontade com a outra pessoa, para ser prazerosa. Concordar e discordar! Descobrir caminhos novos. Aprender. Reinventar. Uma relação tem de servir para ir ao cinema, viajar ou para simplesmente ficar em silêncio, sem que nenhum se aborreça com isso, ainda que sentados lado a lado. Tem que servir para estimular, para que ambos se ampararem em inquietações que tiram o sono, confiar e acima de tudo divertir. Na relação tem de apetecer fazer sexo sem culpas quando não apetece fazer ‘amor’ e nos dias que não apetecer fazer, nem uma coisa nem outra, dormir logo depois do jantar. Porque amor e sexo por si só não são a mesma coisa. O sexo é uma coisa carnal, suada, muitas vezes tensa e apressada. Antes dos músculos se relaxarem, o sexo deixa-os tensos, exibidos. O amor não nos deve deixar tensos, mas devemos exibi-lo. Seguro, certo, acompanhado, confidente. O amor poderia ser a almofada onde descansamos a nossa alma, o sexo os lençóis amachucados dos corpos cansados. O sexo é bom. É bom sempre quando se faz por querer com quem se quer e co quem o quer. É melhor se o fizermos apaixonados e melhor ainda se amarmos a pessoa com quem o estamos a fazer. O amor é muito mais que a troca dos corpos suados, quentes e acelerados. É  um encaixe procurado com batimentos cardíacos descompassados depois de um orgasmo. O amor é sereno. Serve para nos abrigar da chuva, aquecer os pés, dividir uma gargalhada, dividir alegrias, brigar. O amor ‘briga’ muito e por vezes briga em excesso. Mas vence sempre, porque o amor sabe o seu lugar numa relação de verdade. Uma relação de verdade tem de servir para cobrir as dores um do outro quando for preciso, como quem cobre o outro quando o cobertor desliza durante a noite para que não arrefeça. Tem de servir para se abrir uma garrafa de vinho, mas acima de tudo para se abrir o jogo. É importante que os dois se abram ao mundo, conscientes de que o mundo não se resume apenas aos dois, mas que os dois são o mundo de um e outro. Uma relação é uma palavra com sete letras que, de forma disciplinada e respeitada, significa felicidade, que tem dez letras mas que encaixa na perfeição. Basta querer… Se o encontrou, valorize-o!</p>
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