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	<title>eu pai &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; O primeiro dia de creche (Para ela foi um dia feliz!)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2019 18:53:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Eu, Pai]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Ontem no Programa da Cristina falávamos da arrelia de levar os filhos ao infantário pela primeira vez. A minha Leonor teve o privilégio de ir mais tarde que muitos meninos porque as avós deram tempo do seu tempo para lhe adubar a memória de afectos. Entrou no infantário em Maio de 2007, tinha feito três [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Ontem no Programa da Cristina falávamos da arrelia de levar os filhos ao infantário pela primeira vez. A minha Leonor teve o privilégio de ir mais tarde que muitos meninos porque as avós deram tempo do seu tempo para lhe adubar a memória de afectos. Entrou no infantário em Maio de 2007, tinha feito três anos. Fui eu que a levei no primeiro dia e fui eu que a fui buscar também. Este, é o registo do abraço da manhã e do olhar de novidade a meio da tarde. Lembrei-me ontem deste dia. Sou capaz de sentir agora a força dos braços dela enrolados ao meu pescoço, o cheiro da água de colónia a que ela chamava <em>&#8216;fume&#8217;</em> e o tempo que eu perdia sempre para lhe meter aquele gancho no cabelo. Lembro-me disso, mas também me lembro da vontade dela continuar na sala a brincar quando apareci para a levar para casa. Não chorou à chegada e ficou o dia todo bem disposta. Não gostava de dormir a sesta. Não gostava de ser obrigada a fazê-lo e tinha a sorte de ter gente com tempo e vontade que à hora da sesta ficava com ela. Andou no infantário onde andei eu e onde andaram todos os meus irmãos, onde o tempero da senhora Chica, a firmeza da dona Dai ou a ternura da dona Filomena me ficaram na memória e nas referências&#8230; Foi ali que a Leonor criou os primeiros laços de afecto com outros meninos da sua idade, a maioria estão hoje fazem parte da sua vida. Uma das coisas boas de estar num lugar pequeno a viver é que o conforto de confiar em quem trata dos nossos nos sossega a alma quando sabemos que, em alturas como esta, a maioria do pais tem a sua alma em grande desassossego. Se tivermos atenção, somos todos feitos de momentos de sorte como este, que na altura podemos nem valorizar ou agradecer, mas que são eles que ajudam a desenhar a linha da memória feliz com que crescem os nossos.  Os nossos! Aqueles que queremos sempre felizes.</p>
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<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-32501 aligncenter" src="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/09/IMG_6983-225x300.jpg" alt="" width="729" height="972" srcset="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/09/IMG_6983-225x300.jpg 225w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/09/IMG_6983-768x1024.jpg 768w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/09/IMG_6983-536x715.jpg 536w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/09/IMG_6983-375x500.jpg 375w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/09/IMG_6983-360x480.jpg 360w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/09/IMG_6983-600x800.jpg 600w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/09/IMG_6983-240x320.jpg 240w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/09/IMG_6983.jpg 1536w" sizes="(max-width: 729px) 100vw, 729px" /></p>
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		<title>&#8230;Sobre o nó na garganta (ou simplesmente saudade)</title>
		<link>https://euclaudio.com/sobre-o-no-na-garganta-ou-simplesmente-saudade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2019 21:26:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eu, Pai]]></category>
		<category><![CDATA[Memórias]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Quando tirei esta fotografia, estávamos em Julho de 2011. A Leonor tinha acabado de fazer sete anos e foi a primeira vez que passou férias sozinha comigo. E eu com ela. Estava já crescida o suficiente para se afastar das rotinas que tinha mantido sempre, mesmo após a minha separação. Com a mãe já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Quando tirei esta fotografia, estávamos em Julho de 2011. A Leonor tinha acabado de fazer sete anos e foi a primeira vez que passou férias sozinha comigo. E eu com ela. Estava já crescida o suficiente para se afastar das rotinas que tinha mantido sempre, mesmo após a minha separação. Com a mãe já tinha saído muito de férias; comigo sozinho foi a primeira vez. Eu vivi sempre mais afastado porque desde que nasceu passo muito tempo fora. Lembro-me como se fosse hoje. Escolhi a costa alentejana por me ser familiar, por estar perto e porque ainda era calminho nesta altura. Foi divertido. O primeiro dia, o segundo, o terceiro&#8230; antes de irmos, e durante semanas todos os dias, ela me falava exaustivamente do que iríamos fazer, do que queria fazer, do divertido que iria ser. E foi. Combinámos estar fora dez dias&#8230; Adorou a ideia. Adorou a casa onde ficámos, a piscina, os lugares, as praias calmas e frias, o clima, os <em>croissants</em> carregados de chocolate, a bola na praia, os passeios ao fim da tarde, o carrossel no meio da vila&#8230; mas ao terceiro dia comecei a perceber que o ânimo dela estava diferente. No dia seguinte estava mais desanimada. Estava menos tempo na piscina, já não queria o <em>croissant</em> com chocolate, não se importava de não ir  de tarde à praia e até a consola nova, que tinha recebido esse ano pelo aniversário e a acompanhava para todo o lado como máquina de filmar, ficava ali perdida em cima do sofá&#8230;. Eu tentava tudo, mas ela estava desanimada. Ou pelo menos não tão animada como eu a imaginaria ou ela pretendia&#8230; A Leonor sempre foi muito crescida e sempre falámos de tudo. No quinto dia ao pequeno-almoço na pastelaria do costume perguntei-lhe o que se passava, se não estava a gostar. E ela, com o ar inocente de uma menina de sete anos diz-me : &#8216;N<i>ão tenho nada, estou a gostar, mas dói-me um pouco a garganta. Mas não é dor de doente..!&#8217;</i> Fiquei em alerta porque imaginei que poderia estar a ficar doente. Não tinha febre, não tinha sinais que se manifestassem nesse sentido. Não fomos à praia, preferiu ficar em casa na piscina&#8230; E de repente diz-me <em>&#8216;Acho que tenho saudades da mãe!</em>&#8216;. Ups! Tinha sido a primeira vez que a Leonor estava longe da mãe tantos dias. Os meus sinais de alerta funcionaram todos ao mesmo tempo, um milhão de perguntas na cabeça. O que fazer!? Falei com a mãe que tentou acalmar e perceber como a sentia. Ficou combinado que se ela continuasse assim voltava para casa mais cedo&#8230; E assim foi. Nessa mesma tarde perguntei se queria voltar: &#8216;Q<em>uero!&#8217;</em> Percebi que a tal &#8216;dor de garganta&#8217; que a minha filha tinha era uma espécie de &#8216;nó&#8217; que se manifestou porque era a maneira que ela tinha de dizer que estava com saudades da mãe. O corpo deu um sinal. Voltámos imediatamente. Vi nos seus olhos a alegria outra vez quando preparou as malas e entrou no carro. Lembro-me de fazer o caminho e de a ver adormecer serena. Reclamou que lhe doía a cabeça, parei numa estação de serviço à procura de gelo para lhe ir humedecendo a testa. Mais tarde percebi com ajuda da pediatra que foi uma reacção. A Leonor foi desenraizada de repente da rotina da mãe, que apesar de falar com ela várias vezes ao dia não lhe era suficiente naquela altura&#8230; Quando despertou da viagem, voltou a mostrar o sorriso desdentado que tinha aos sete anos de idade. À sua frente tinha a mãe.</p>
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<ul>
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</ul>
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		<title>&#8230; A Leonor (Ali esteve ela!)</title>
		<link>https://euclaudio.com/a-leonor-ali-esteve-ela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Apr 2019 17:26:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eu, Pai]]></category>
		<category><![CDATA[Cristina Ferreira]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Recebi até agora centenas (não estou a exagerar) de mensagens a elogiar a Leonor, que hoje foi conhecer a Cristina e a sua casa. A Leonor foi  hoje ao programa porque há uns dias me disse que queria muito conhecer o espaço e a Cristina. Estranhei. Nunca na vida em quase quinze anos me [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Recebi até agora centenas (não estou a exagerar) de mensagens a elogiar a Leonor, que hoje foi conhecer a Cristina e a sua casa. A Leonor foi  hoje ao programa porque há uns dias me disse que queria muito conhecer o espaço e a Cristina. Estranhei. Nunca na vida em quase quinze anos me disse que queria conhecer fosse que fosse no meio, nem nunca mostrou particular interesse pelo lugar onde trabalho. Para ela, o pai trabalhar na televisão é uma coisa normal, porque cresceu com ela. O combinado é que iria ao programa, conhecer a casa e a Cristina. Foi isso que lhe disse. A conversa &#8211; que tanta gente está a elogiar &#8211; surgiu sem a preparar. Numa conversa normal da Cristina com uma menina que a queria conhecer e por quem tem curiosidade. A Leonor respondeu a tudo com a normalidade com que responderia em casa, com as bases que lhe foram passadas. Eu fico super orgulhoso de a ver falar assim e de ver as pessoas reagirem assim ao que ela disse e como se comportou. Mas esta é a minha filha. Foi assim que sempre a descrevi e, como podem ver, não exagerei nunca quando escrevi aqui que era abençoado pela sua maneira de ser. Porque a Leonor é aquilo que ali estava. Um pouco nervosa, mas isso é normal na idade e no contexto, mas não se esquivou a falar de nada ali, como não se esquiva a falar, a perguntar ou a responder em casa. Não há esses segredos, não há determinados pergaminhos que só minam a relação quando tem de ser sólida e madura. Sempre disse, e mantenho, que não sou o melhor amigo da minha filha. Sou o seu pai, tento ser o melhor que sei e sei também que não sou perfeito, que erro muitas vezes, que digo mais vezes &#8216;sim&#8217; do que digo &#8216;não&#8217;, mas também sei que esta Leonor que tenho na vida é assim porque foi educada na base da verdade. Sem mentiras, nem rodeios que não levam a lado nenhum. E como os vossos olhos podem perceber, uma menina de quase quinze anos fala com naturalidade do natural que a vida é quando se quer que seja. A Leonor tem os seus defeitos, como eu tenho, ou cada um de nós, mas quando sou atingido diariamente com comentários feios, maldosos e muitas vezes injustos, lembro-me sempre que tenho em casa uma filha que me enche de orgulho, não pelo que vai ser na vida, que não faço ideia, mas pelo que é, pelo que conseguimos fazer com ela e pelo que ela se fez. Sou muito da opinião de que, apesar da mãe, das avós, das tias e dos mais chegados fazerem muito para que a &#8216;normalidade&#8217; encaixe na rotina de todos, se o carácter dela não estiver definido, se não tiver bom fundo e não for uma menina de valores, isto não lhe adiantava nada. A minha filha é isto. Uma espécie de flor rara cujas palavras &#8216;preconceito&#8217; ou &#8216;julgamento&#8217; não entram no seu dicionário. É generosa, teimosa e faz as suas birras. Há que respeitar os silêncios, as escolhas, a idade e o tempo de cada um. Mas fico tão orgulho porque sei que mãe, tias, avós e amigos estão orgulhosos dela. A sorte é que ela vive rodeada de gente de pensamento igual, e é este &#8216;igual&#8217; que é urgente que se estenda, porque só assim esta flor rara poderá passar a ser um jardim. Estava encantada com a experiência. No caminho de casa adormeceu o carro. Não sem antes dizer que estava de &#8216;coração cheio&#8217;. Porque esta ida à casa da Cristina foi mais que abrir aquela porta. Entretanto vai gozar as férias da Páscoa com as crises da idade, os tempos da idade, as ausências da idade e os pedidos da idade, que fazem os pais tremer. Porque a maturidade também é viver cada época na sua época. A nós, cabe-nos deixar que o faça. Somos a rede, não somos o bastão.</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-29085 aligncenter" src="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3317-300x200.jpg" alt="" width="626" height="417" srcset="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3317-300x200.jpg 300w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3317-768x511.jpg 768w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3317-1024x681.jpg 1024w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3317-1075x715.jpg 1075w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3317-483x321.jpg 483w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3317-360x240.jpg 360w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3317-600x399.jpg 600w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3317-248x165.jpg 248w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3317.jpg 2048w" sizes="(max-width: 626px) 100vw, 626px" /></p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-29146 aligncenter" src="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3367-300x200.jpg" alt="" width="626" height="417" srcset="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3367-300x200.jpg 300w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3367-768x511.jpg 768w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3367-1024x681.jpg 1024w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3367-1075x715.jpg 1075w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3367-483x321.jpg 483w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3367-360x240.jpg 360w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3367-600x399.jpg 600w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3367-248x165.jpg 248w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3367.jpg 2048w" sizes="(max-width: 626px) 100vw, 626px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-29224 aligncenter" src="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3354-300x200.jpg" alt="" width="628" height="419" srcset="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3354-300x200.jpg 300w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3354-768x511.jpg 768w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3354-1024x681.jpg 1024w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3354-1075x715.jpg 1075w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3354-483x321.jpg 483w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3354-360x240.jpg 360w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3354-600x399.jpg 600w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3354-248x165.jpg 248w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3354.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 628px) 100vw, 628px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29168 aligncenter" src="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3264-e1554743964285-200x300.jpg" alt="" width="621" height="931" srcset="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3264-e1554743964285-200x300.jpg 200w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3264-e1554743964285-682x1024.jpg 682w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3264-e1554743964285-476x715.jpg 476w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3264-e1554743964285-333x500.jpg 333w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3264-e1554743964285-337x506.jpg 337w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/04/IMG_3264-e1554743964285-213x320.jpg 213w" sizes="auto, (max-width: 621px) 100vw, 621px" /></p>
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