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	<title>expectativas &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>… De que nos serve Dezembro!?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Dec 2021 16:29:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8230; E de repente passou Dezembro e damos connosco no Natal e à beira de mais um final de ano. Começamos a ficar mais sensíveis, mais tolerantes, mais abertos a tudo e a todos. Talvez seja uma coisa de calendário, mas talvez seja algo mais. Uma coisa interior, algo que nos está no sangue com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230; E de repente passou Dezembro e damos connosco no Natal e à beira de mais um final de ano. Começamos a ficar mais sensíveis, mais tolerantes, mais abertos a tudo e a todos. Talvez seja uma coisa de calendário, mas talvez seja algo mais. Uma coisa interior, algo que nos está no sangue com a vontade de mudar em determinado momento e é como se precisássemos muito que chegasse o último mês do ano para termos um motivo para mudar. Eu sou desses, devo confessar, que muitas vezes sinto que preciso de uma data que me sirva de impulso para alguma coisa que quero ou que me valha a pena, mas devo dizer que isso é pouco. É quase nada e altamente redutor. Dezembro é só um mês no ano e a nossa obrigação é olhar para todos os meses com os olhos de Dezembro, porque na verdade podemos mudar tudo a qualquer hora e em qualquer dia do ano. Está na altura de pensar nisso. De parar e olhar para traz para tentar perceber o que se fez mal, ou se não se fez nada de mal pensar no que não se fez. É sempre tempo de fazer qualquer coisa que nos faça mais felizes, porque andamos numa correria constante onde muitas vezes, muitos de nós, não paramos para medir a felicidade que temos. Não a valorizamos e perdemos demasiado tempo à espera que chegue Dezembro, como se amanhã fosse melhor que hoje. E pode não ser. Juro que pode não ser! Numa conversa que tive com o Jorge Coutinho, ouvi a frase &#8216;tudo vai melhorar mas antes piora!&#8217;. É uma verdade absoluta, mesmo. Mesmo que nos custe, mesmo que imaginemos que não, não passamos nunca impunes a coisa nenhuma sem sentirmos dentro uma dor maior que o alivio. É por isto que digo que nos lamentamos muito, demasiado para o que temos e quando comparado com o que vemos à nossa volta. Eu sou uma pessoa feliz. Eu sou uma pessoa com problemas como todos aqueles que estão a ler isto, e sou também daqueles que teimam em esperar um Dezembro qualquer para mudar aquilo que sei que preciso mudar. Talvez o meu trunfo seja o saber exactamente onde está o certo e errado neste caminho que vou fazendo, e ainda assim teimar no errado porque acho que me dá um prazer instantâneo do qual não me apetece abdicar. Não pensei ainda na razão de insistir, mas acho que cada um de nós tem direito a estes pequenos luxos que a vida nos dá onde está a palavra &#8216;errar&#8217;, porque valorizamos logo a seguir ainda mais o acerto. Seríamos mais felizes se acertássemos sempre? Acho que não. Acho que errar é preciso e nos faz falta. É uma espécie de oxigénio na personalidade de cada um de nós, temos é que tentar não errar demasiado para não termos overdose de culpa que nos castra depois o caminho. A culpa é um peso, pesado demais para carregar na vida principalmente se com ele vierem os erros, uns atrás dos outros&#8230; e nesses erros não tiver a nossa felicidade, porque a verdade é que errar também nos pode fazer felizes, mesmo que torne quem nos rodeia menos feliz. É um escolha. Mas há que fazê-lo porque não se agrada a toda a gente ao mesmo tempo, nem podemos ter essa intenção. Agora que passou Dezembro, olhemos para o que nos resta de ano e pensemos naquilo que nos faz feliz para lá das luzes de Natal, do papel de embrulho, da confusão das ruas, da imaginação dos anúncios. Pensemos no que de verdade podemos fazer para que a nossa felicidade seja exposta e explorada da raiz, porque andamos muitas vezes apenas a viver pela rama, e isso não é justo. Merecemos ser felizes. Então sejamos!</p>
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		<title>&#8230; Esta pessoa (quem é esta pessoa?)</title>
		<link>https://euclaudio.com/esta-pessoa-quem-e-esta-pessoa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2019 19:14:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Esta pessoa existe. Esta pessoa está muito grata aos momentos que vive nesta altura. De vez em quando, revolta-se com ele, com aquilo em que acredita, fica aborrecido, chateia-se com o mundo, reclama das horas, do tempo, da roupa, das contas, do trânsito, mas esta pessoa sabe que é uma privilegiada. Tem essa noção. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Esta pessoa existe. Esta pessoa está muito grata aos momentos que vive nesta altura. De vez em quando, revolta-se com ele, com aquilo em que acredita, fica aborrecido, chateia-se com o mundo, reclama das horas, do tempo, da roupa, das contas, do trânsito, mas esta pessoa sabe que é uma privilegiada. Tem essa noção. Apesar de achar que está magro nuns lugares e com gordura noutros, de entender que é só parvo não se dedicar a aprender Inglês, de adiar as aulas de dança, de continuar a insistir que o cinema é bom só ao Domingo, que o gelado de chocolate negro não faz mal &#8216;porque é chocolate negro&#8217;, esta pessoa sabe que exagera nas queixas e nem sempre dá muita importância ao que realmente importa, porque o que importa em certo momento, deixará de importar daqui a dias. Esta pessoa, a cada dia que passa percebe que o cabelo curto é o que mais o favorece, que ir ao ginásio deve ser olhado com disciplina, que mudar a alimentação é imperativo, que arranjar tempo para estar com pessoas de que gosta é uma prioridade que não consegue encaixar porque se atropela no resto e em pessoas que gosta mais ainda. Esta pessoa sabe que o Alentejo deve manter-se num canto secreto, que umas calças de ganga, uns ténis e uma camisola branca é a maneira mais prática de estar na moda, que ver novelas repetidas pode ser perder ou recuar nele por prazer. Esta pessoa, acredita piamente nas pessoas até que elas mostrem o contrário e da mesma forma que acredita com a força toda demora a fazê-lo e sabe que é complicado para os que habitam o seu pequeno mundo, porque esta pessoa é estranha por dentro e por fora. O mundo desta pessoa é mais simples do que se imagina, porque o deseja quieto, tranquilo, sossegado&#8230; Esta pessoa que aqui está, não sabe o dia de amanhã, mas hoje tem a certeza que a vida, com as voltas que deu, foi generosa com ele e com a sua força de acreditar. Esta pessoa gosta de chorar a ouvir música, de escrever, de descer e subir ruas ao acaso, de estar em esplanadas a fazer nada, de ler poesia, de viajar, porque de cada viajem, de cada lugar, de cada estada traz uma coisa nova agarrada à pele que fica para sempre e que não compra em lojas. Esta pessoa gosta do silêncio que só consegue em casa, das gavetas arrumadas, de pensar como foi o dia, de falar sozinho, de criar conversas e imaginar o que sairiam delas. Esta pessoa que tatuou &#8216;sem expectativas&#8217; no braço, sabe que sem &#8216;ela&#8217; não se faz quase nada. Porque importa fazer com a expectativa. Saber que se faz. Crescer com o feito, mesmo que mal feito, porque esta pessoa que aqui está, sabe que só se consegue alguma coisa se alguma coisa for feita. Se não hoje e agora, que se espere o momento certo, porque os anos deram a esta pessoa a capacidade de ler a importância do tempo.</p>
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