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	<title>Família &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; O exemplo de Rúben!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 18:38:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[… Depois de ter escrito nas minhas redes sobre a visita da mãe do Rúben Boanova ao &#8216;dois às dez&#8217;, muitas pessoas se manifestaram com agrado pela história do concorrente. Muitas disseram-se apoiantes até de outros concorrentes, mas nenhuma ficou indiferente à história do Rúben. Eu também não fiquei nem tinha como, porque na verdade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">… Depois de ter escrito nas minhas redes sobre a visita da mãe do Rúben Boanova ao &#8216;dois às dez&#8217;, muitas pessoas se manifestaram com agrado pela história do concorrente. Muitas disseram-se apoiantes até de outros concorrentes, mas nenhuma ficou indiferente à história do Rúben. Eu também não fiquei nem tinha como, porque na verdade a curva daquela vida mostra bem o que muitos vivem nos dias de hoje na correria da preocupação em mostrar que está tudo bem quando está tudo mal e raras são as coisas que vão de feição. Não deve ter sido nada fácil aquilo pelo que o Rúben passou mas também não foi fácil, contar agora na televisão e recusar aquele tempo. Um tempo onde se viu vazio de vontades ao ponto de ter pensamentos que não o levariam a coisas boas. Foi o filho Lourenço que o salvou, porque foi por ele que decidiu que valeria a pena. Mas enquanto ela vivia uma dura realidade, a fantasia das redes sociais disfarçavam o caos. Por isso digo que muitos que vemos a cada dia, mais ou menos conhecidos que o Rúben, lutam de forma silenciosa conta aquilo que nos é pedido. Temos que ser bons, estar bem, ter sucesso, bom corpo, sorriso o dia todo e férias num lugar com mar quente e azul. A vida não é isso, mas até que o concorrente confessasse a todos o que viveu, para nós ele era um miúdo cheio de vida alegre e bem disposto, porque o que víamos dele era o que a rede social passava e que passava? A alegria constante, eu próprio devo tê-lo entrevistado no programa sem me dar conta do estado em que estava porque Rúben, como muitos outros, escondem o que sentem para não dar parte fraca. Porque se sempre foram felizes não vão deixar de o ser de repente… estas coisas não aparecem de repente, não aparecem sem razão e só porque sim. Há sempre um sinal e na altura é preciso dar-lhe atenção porque senão instala-se dentro e para sair é o cargo dos trabalhos. A mãe do Rúben disse-nos, lavada em lágrimas, que havia alturas em que apenas choravam juntos ‘chorava eu, ele, o pai a Tatiana…’ porque não sabia nem o que fazer nem o que se passava. Muitas vezes acontece à nossa frente, ao nosso lado e não damos conta. Quem quer, disfarça bem e a  tal ‘parte fraca’ que está enraizada numa cultura de há séculos não facilita dar o passo. Ver o Rúben no Big Brother fazê-lo emocionou-me, não só porque o fez de forma muito digna sem apontar culpados nem arranjar desculpas, mas também porque acredito que muitos &#8216;Rúbens&#8217; se sentiram identificados em casa, como se sentiram as mães quando a mãe falou comigo. É uma realidade presente e é preciso olhar para Ela porque senão atropela tudo e um dia pode ser tarde. Tento estar atento, manifestar, provar… mas sei lá eu se é o certo, se estou a fazer bem. Não sei! Nao sabemos nunca, o que sei e que um programa com a dimensão e responsabilidade do BB levanta uma questão importante, ignorada por muitos porque é conveniente: a vida real por trás do Instagram. Rúben tinha que viver, pagar contas, alimentar os seus seguidores, nada disto se compadecia com um estado de tristeza profundo onde se encontrava estacionado sem saída. Não seria boa ideia olharmos com atenção para este exemplo? Tenho a certeza que sim. Mas também sei que só quem quer ser ajudado permite que alguém o faça. Se esta curva da vida serviu para, que entre família falássemos abertamente da solidão que cada um sente longe das opiniões dos outros, esta edição do BB já valeu a pena. Porque da mesma forma que a mãe do Rúben nos disse que ‘não sabia que era assim tão grave!’, há outras mães e pais que podem só agora ter-se dado conta disso, a se assim foi, chegaram a tempo.</p>
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		<title>&#8230; Hoje como há anos, Cavalinho nos pés!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2019 17:02:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Sou dos que acha que as memórias existem para nos fazer recuar também, aos lugares felizes. Há muitos anos, cruzei-me com um par de sapatos Cavalinho. Estava numa passagem de ano no Porto e tinha-me esquecido de levar os sapatos. Estava frio, meti-me nas ruas do Porto e ali em plena baixa comecei na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Sou dos que acha que as memórias existem para nos fazer recuar também, aos lugares felizes. Há muitos anos, cruzei-me com um par de sapatos Cavalinho. Estava numa passagem de ano no Porto e tinha-me esquecido de levar os sapatos. Estava frio, meti-me nas ruas do Porto e ali em plena baixa comecei na procura de uns sapatos, entrei numa loja de rua e quase &#8216;por acaso&#8217; comprei uns Cavalinho pretos. Meti-os no saco, voltei para o hotel. Usei-as ao jantar e no regresso esqueci-me deles no quarto. Só me chagaram às mãos semanas depois. Lembro-me de pensar na altura &#8216;<em>epá, encontrei uns sapatos de que gosto e agora nesta euforia de início de ano fiquei sem eles&#8217;.</em> Eu sou ligado ao que compro e quando compro faço-o com a certeza absoluta porque o investimento tem de valer a pena. Seja o que for. Dias depois os sapatos chegaram-me a casa e foram usados muitas vezes, passaram de mim para um grande amigo meu&#8230; Hoje faço esta reflexão, porque passados tantos anos, quis o destino que me voltasse a cruzar com a Cavalinho. Talvez há uns dois ou três anos num trabalho. Fiquei logo muito encantado com a evolução que senti naquilo que apresentavam agora. Peças modernas e adaptadas a uma realidade que se desenvolve à velocidade da luz. Comecei a calçar regularmente porque me identifiquei logo&#8230; O tempo passou, e &#8211; porque eu acredito que estas coisas não são por acaso &#8211; passado uns tempos, uma amiga minha apresentou-me à família &#8216;Cavalinho&#8217; num encontro informal. Fiquei encantado. Encantado com a dupla de irmãos que agarraram as rédeas de uma fábrica que produz para o mundo inteiro depois de receberem os ensinamentos de quem a fundou e lhe terem injectado modernidade. Encantado porque falam do projecto deles com o orgulho de quem acredita mesmo que está a fazer o melhor pelo cliente final. Fiquei encantado, porque sou fã de gente empreendedora mas que não exibe gratuitamente as suas capacidades, méritos e feitos. Preferem que se descubra aos poucos e por cada um, o que de melhor se tem. Depois desse encontro percebi que eu não estava errado quando tempos antes tinha comprado quase &#8216;por acaso&#8217; uns sapatos, e mais tarde ficado encantado com a evolução da marca. Quanto sinto qualquer coisa que me diz para acreditar, não há nada que se me meta em frente e eu acredito! Mesmo que o mundo não acredite e mesmo que toda a gente me diga o contrário. Sou orgulhosamente teimoso em coisas destas e no início deste ano resolvi conhecer de perto a Cavalinho. Ver as gentes que trabalham, os que cortam a pele, os que desenham os que costuram, os que atendem o telefone, os que fecham caixas, os que pensam as colecções, os que estão em lojas&#8230; percebi que são família e se orgulham de ser para lá da ditadura do sangue. Calçar Cavalinho este ano para mim foi importante, porque este foi um ano decisivo na minha vida. Há momentos que ficam porque eu sou dos que acha que é preciso saber ler nas entrelinhas. Não sei o meu dia de amanhã, mas sei que enquanto me lembrar da mudança que as coisas sofreram em 2018, vou lembrar-me que tinha nos pés Cavalinho. Isto pode ser apenas uma coincidência, mas pode também não ser, porque há muitos anos atrás, numa passagem de ano no Porto eu comprei uns sapatos novos que ficaram esquecidos no Hotel, e nesse hotel a minha vida também mudou. A Cavalinho é uma marca portuguesa. Orgulhosamente portuguesa e quando vocês me elogiam os visuais, eu fico super orgulhoso porque regra geral, quando tenho sapatos nos pés,  se reparem de lado tem um cavalinho cravado que me ajuda a seguir em frente. Não nos custa nada valorizar o que é nosso. O que é nosso tem mais de nós do que imaginamos</p>
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		<title>&#8230; O novo passo da Leonor (O futuro é já ali)</title>
		<link>https://euclaudio.com/o-novo-passo-da-leonor-o-futuro-e-ja-ali/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Sep 2019 15:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[... O décimo Ano! A Leonor entra agora no décimo ano. Sai da sua zona de conforto, da vila onde cresceu e vai estudar para fora. É ali ao lado, mas é para fora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; O décimo Ano! A Leonor entra agora no décimo ano. Sai da sua zona de conforto, da vila onde cresceu e vai estudar para fora. É ali ao lado, mas é para fora. Esta noite quando me contou que estão na fase de recepção ao caloiro não lhe disse mas senti o receio que qualquer pai sente quando percebe que já não faz sentido a filha ser levada à escola no primeiro dia de aulas, como tantas vezes fiz como recordo nesta fotografia e me lembro de como me pedia colo porque <em>&#8216;era só um pedacinho&#8217;</em>&#8230; A escola é ali ao lado de casa. O décimo ano. O ano da escolha, o ano da mudança, um ano decisivo. Os próximos três anos de vida escolar serão decisivos para ela. Só peço que continue a gostar da escola como até aqui e que se empenhe em mostrar os resultados que lhe agradam e a deixam satisfeita. É ela que me importa! Adormeci e dormi mal. Pensei o tempo todo no crescida que está. Já usa mala ao ombro, já quer gerir a sua mesada, já tem tudo organizado para a semana e a semana é passada longe de casa. Ali ao lado, mas longe de casa. Sinto agora o que devem sentir todos os pais quando veem crescer os seus filhos. Indo eles para o décimo ou para outro lugar que escolham. Estão a crescer, a formar-se gente que decidirá o seu caminho e o caminho de gente que se cruza com eles. Não me deito a pensar o que será a Leonor profissionalmente no futuro porque a sua escolha é que me importa. Gostava que fosse viajar, não exigi nunca que tirasse um curso superior, não coloquei nenhum tipo de pressão. Não fiz à Leonor o que não quis que me fizessem a mim. A escolha será dela. Com a nossa ajuda se sentirmos isso, mas a decisão é dela. O que ela quiser, entrar e sair se preciso for. Conhecer o mundo. Ganhar experiência. Os filhos são do mundo e estão-nos emprestados durante um tempo. Enquanto os temos connosco é nossa obrigação dar-lhes todas as ferramentas para que quando voarem saberem duas coisas: que de vez em quando o voo tem de mudar de rumo, não é por isso que se muda de caminho e que levem com eles  a certeza de que em casa dos pais está sempre um lugar à espera caso o voo tenha que parar para retomar depois. Eu sofro imenso com as dores de crescimento. Sofro mas não me descontrolo. Aflige-me mas não me tolda ao ponto de não perceber o melhor da escolha feita. Vivo por dentro o misto de emoções. Por um lado a alegria e o orgulho de ver o voo desenhado, por outro a esperança sempre de imaginar o seu regresso. Desejamos todos os pais a mesma coisa, sendo que a mesma coisa são coisas diferentes. Os pais são todos iguais. São como as mães. Só mudam de endereço!</p>
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