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	<title>fé &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<description>Eu, Cláudio</description>
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	<title>fé &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>Ana Brito e Cunha, A fé de aprender!</title>
		<link>https://euclaudio.com/ana-brito-e-cunha-a-fe-de-aprender/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 May 2021 16:16:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[actriz]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Brito Cunha]]></category>
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					<description><![CDATA[…  Acho que foi o magnetismo que a Ana tem que me fez ficar sentado no sofá a olhar para a televisão enquanto atava os cordões dos ténis. A imagem é mesmo essa. Não me voltei a levantar até ao final da conversa que a Ana teve com a Cerqueira Gomes. Do que me lembro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">…  Acho que foi o magnetismo que a Ana tem que me fez ficar sentado no sofá a olhar para a televisão enquanto atava os cordões dos ténis. A imagem é mesmo essa. Não me voltei a levantar até ao final da conversa que a Ana teve com a Cerqueira Gomes. Do que me lembro da vida ninguém me falou de fé com tamanha semelhança como a sinto. Parecia que era eu a falar comigo mesmo. Impressionante! Para além disto, escutar parte da sua história e do seu caminho faz-nos acreditar que não há, nem tempo nem portas fechadas para aquilo que queremos, para o que somos, sejamos o que formos e vindos de onde for. Quem olha para a Ana, do que a conhece, cheia de cor, colares, pulseiras, gargalhada sonora não lhe vê nem a fé nem a crença num mundo melhor. Mas está lá. Ficou patente nesta conversa. A isto junto-lhe e generosidade feita palavras em cada história que contou. Todos temos partes da nossa história que podem agradar mais ou menos a quem a escuta, mas acho que não existirá uma pessoa que tenha escutado este &#8216;conta-me&#8217; e não tenha tirado dali uma lição que fosse para além da fé, para além de se acreditar que, ou caminhamos para um mundo melhor ou não vale a pena, podemos aprender que a esperança fica sempre mesmo quando parece não haver onde nos agarrar.. Aprendemos que o destino não só nos marca a hora como pode ter a influência divina de quem nos guia para lá das nossas vontades. Aprendemos que do amor não devemos desistir nunca e que ele pode aparecer devagar e nem sempre vem aos pulos e cheio de entusiasmo, mas que depois fica forte, ainda mais forte e cria fortaleza. Da conversa fica a imensa vontade de ter gente que me rodeia com a luz que a Ana emanou sentada no jardim que pertenceu à sua família e hoje, é um museu onde todos devemos ir e onde o filho Pedro andava a correr durante a conversa, como andou ela e os muitos primos até ser adulta no jardim de verdes e flores, ou de mar para onde mergulhava atirada das rochas com as que sonha muitas noites e onde escuta as memórias de ter sido ali muito feliz. Não saberia explicar a razão de ter ficado sentado a escutar, para lá da sensação boa que me deu ouvir tudo o que dizia e como dizia. Sem exageros, sem complexos, sem medos, sem culpas e acima de tudo, sem presunção nem pretensão a coisa nenhuma. E dou comigo emocionado porque nos lembrou que a vida é simples se percebermos o gratos que deveremos ser, se pararmos para perceber o aqui e agora e entendermos que nada é para sempre. Eu, como a Ana acredito na enorme força do Universo e das energias boas, para lá da fé e das devoções. Eu, como a Ana, sei que a nossa ligação à Fé tem que ser alimentada como se alimenta um amigo e eu, como a Ana sei que há ciclos que tem que ser fechados sob pena de não se avançar se não o fizermos. Mesmo que custe. Foi bonito escutar de forma atenta a mulher que &#8211; como a definiu Maria &#8211; ri com a mesma intensidade com que chora. Imagino-a com a alegria imensa da luz que mostra a todos, mas também a imaginei muitas vezes em pranto porque a vida já a meteu à prova. Senti nesta conversa, que tem consigo a força eterna de uma fada que a acompanha sempre, um amor que descobriu depois dos 40, a coragem de dizer que teve que reaprender muito do que sabia na profissão e a humildade de aprender coisas novas para nos entrar casa dentro como Florinda, na novela &#8216;Festa é festa&#8217; onde é desafiada a ser uma mulher, cheia de fé como Ela mas mais serena, calma e menos expressiva&#8230; Cada vez que vir uma cena dela, vou olha-lá com a fé de aprender. Aquela que nunca devemos perder de vista.</p>
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		<title>&#8230;  A Fé. De quem a tem como eu. Ou não!</title>
		<link>https://euclaudio.com/a-fe-de-quem-a-tem-como-eu-ou-nao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 17:12:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[13 de Maio]]></category>
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					<description><![CDATA[… Sempre fui uma pessoa de fé. Daquelas que acredita piamente que há uma força que nos obriga a seguir em frente. Sempre acreditei que quando estivesse quase a desistir haveria alguém que me empurraria o corpo e a mente para que não o fizesse. Não sou batizado. Acredito. Apenas acredito. Não vou à missa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">… Sempre fui uma pessoa de fé. Daquelas que acredita piamente que há uma força que nos obriga a seguir em frente. Sempre acreditei que quando estivesse quase a desistir haveria alguém que me empurraria o corpo e a mente para que não o fizesse. Não sou batizado. Acredito. Apenas acredito. Não vou à missa constantemente. Rezo em casa, no carro, na cama, na rua… melhor dizendo ‘converso’. Não me perguntem porque não sou batizado não saberia responder, mas nunca esse facto me impediu de estar junto da minha fé. Achei sempre que Deus – ou quem quer que fosse – ouviria o que eu tinha para dizer para lá do caminho como lhe cheguei. E tem sido assim este nosso entendimento. Também não vos saberia dizer se de verdade sou ‘só’ católico. Quando lemos e passamos por outras experiências começamos a ver de perto a força de um universo que implica talvez uma série de coisas e de religiões diferentes. Isso não me impede de ser devoto de nossa senhora de Fátima e de ter ‘conversas’ no ar com quem me ouvir. Acho que a fé passa muito por isto: ter alguém que nos escute e a quem podemos confiar as nossas coisas. Nunca me confessei a um padre. Não o faria. Não reconheço a nenhum homem o direito de ouvir os meus segredos e depois de uma penitência absolver-me de pecados que possa ter cometido. Era o que faltava! Confesso-me a Deus, ao Universo e a mim, que uma boa maneira de tomarmos noção do que fazemos é dizer para dentro o que fizemos. Escutar a nossa voz interior. Ela tem quase sempre razão e a resposta para tudo. Há quem lhe chame intuição. Pode ser que sim. A minha é forte. Muitas vezes cometi erros porque não a escutei e noutras senti que dei o passo certo porque esperei o sinal que me mandou. Tenho em mim centenas de provas de que a força de energias boas resultam em coisas boas. A energia é o que nos move. Ou a fé, se quiserem. Ao ler uma data de escritos meus de há muitos anos já pensava assim e está ali a prova de que o meu acreditar me ajudou a andar. Sinto que se não acreditasse à minha vida faltava qualquer coisa. Não sei explicar mas a mim faltava-me o ouvido para me escutar o dia todo. Sou dos que chateia o Universo à exaustão. O que fala porque sim e porque não. Sou dos que faz promessas e as cumpre. Coisas que exigem um detalhe, não sacrifício. Quem quer que seja não nos exigiria sacrifício. Talvez lembrança. Não sou de dar dinheiro à Igreja, tem de sobra, devia saber distribuir melhor… se olho muito para dentro da igreja afasto-me dela porque tem dentro tudo aquilo que Deus não quer. Tem o luxo. A vaidade. O exagero. O deslumbramento. A mentira. O preconceito… e depois de tudo isto, depende de quem encontramos dentro dela, tem uma mensagem que podemos ou não recolher para nós. Aos poucos fui deixando de estar dentro dela para viver a minha fé à minha maneira. Não acredito que quem quer que seja me dê menos atenção por isso. A energia boa, a força da oração está em qualquer lugar se for de verdade… lembrei-me disto porque ao ler coisas antigas de há mais de vinte anos terminavam todas com <em>‘Deus permita que sim..</em>.’ na verdade era um ponto final em forma de pedido. Do muito que ali está escrito Deus permitiu. Deus, como cada um o entender, o imaginar ou sentir, não me falhou. Nesta conta do deve e do haver talvez eu o tenha defraudado mais. Sou mais inconstante, teimoso, orgulhoso… Mas um Deus amigo aceita cada um como é. Este Deus que tenho construído em mim com espaço grande na minha vida aceita-me assim e sinto que muitas vezes me dá puxões de orelhas porque o caminho não está certo. O meu Deus está num espaço grande na minha vida porque o encontro em muitos lugares. Num gesto, numa frase, numa folha, numa gota de chuva, no cheiro…. em tudo o que me desperte uma boa emoção. Acho que eu e Ele já nos aborrecemos muitas vezes. Já tivemos alturas sem nos falarmos por teimosia, mas mesmo sem me falar todas as noites o sentia aconchegar-me a cama. Sentia-o dar-me recados. Percebia o ombro dele numa altura mais complicada. Depois  da ‘birra’ fazemos as pazes e voltamos ao que sempre fomos. Unidos por uma força de acreditar que não se explica e muito menos se escreve. É um fio transparente onde me agarro sempre que escorrego ou preciso balanço. Tenho fé. Tenho muita fé. Não me perguntem qual é a imagem do meu Deus, nem a história dele. Eu apenas acredito. Acredito. E quando acredito em alguma coisa tenho fé. Tenho hoje e pelo que li tenho desde sempre com a certeza de que muitas vezes Ele me lançou a corda para não me deixar cair nem rastejar. Obrigado!</p>
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		<title>&#8230; A minha Fé (É à minha maneira)</title>
		<link>https://euclaudio.com/a-minha-fe-e-a-minha-maneira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Nov 2019 14:14:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Sempre fui uma pessoa de fé. Daquelas que acredita piamente que há uma força que nos obriga a seguir em frente. Sempre acreditei que quando estivesse quase a desistir haveria alguém que me empurraria o corpo e a mente para que não o fizesse. Não sou batizado. Acredito. Apenas acredito. Não vou à missa constantemente. Rezo em casa, no carro, na cama, na rua&#8230; melhor dizendo ‘converso’. Não me perguntem porque não sou batizado não saberia responder, mas nunca esse facto me impediu de estar junto da minha fé. Achei sempre que Deus &#8211; ou quem quer que fosse &#8211; ouviria o que eu tinha para dizer para lá do caminho como lhe cheguei. E tem sido assim este nosso entendimento. Também não vos saberia dizer se de verdade sou ‘só’ católico. Quando lemos e passamos por outras experiências começamos a ver de perto a força de um universo que implica talvez uma série de coisas de religiões diferentes. Isso não me impede de ser devoto de nossa senhora de Fátima e de ter ‘conversas’ no ar com quem me ouvir. Acho que a fé passa muito por isto: ter alguém que nos escute e a quem podemos confiar as nossas coisas. Nunca me confessei a um padre. Não o faria. Não reconheço a nenhum homem o direito de ouvir os meus segredos e depois de uma penitência absolver-me de pecados que possa ter cometido. Era o que faltava! Confesso-me a Deus, ao Universo e a mim, que uma boa maneira de tomarmos noção do que fazemos é dizer para dentro o que fizemos. Escutar a nossa voz interior. Ela tem quase sempre razão e a resposta para tudo. Há quem lhe chame intuição. Pode ser que sim. A minha é forte. Muitas vezes cometi erros porque não a escutei e noutras senti que dei o passo certo porque esperei o sinal que me mandou. Tenho em mim centenas de provas de que a força de energias boas resultam em coisas boas. A energia é o que nos move. Ou a fé, se quiserem. Ao ler uma data de escritos meus de há muitos anos já pensava assim e está ali a prova de que o meu acreditar me ajudou a andar. Sinto que se não acreditasse à minha vida faltava qualquer coisa. Não sei explicar mas a mim faltava-me o ouvido para me escutar o dia todo. Sou dos que chateia o Universo à exaustão. O que fala porque sim e porque não. Sou dos que faz promessas e as cumpre. Coisas que exigem um detalhe, não sacrifício. Quem quer que seja não nos exigiria sacrifício. Talvez lembrança. Não sou de dar dinheiro à Igreja, tem de sobra, devia saber distribuir melhor&#8230; se olho muito para dentro da igreja afasto-me dela porque tem dentro tudo aquilo que Deus não quer. Tem o luxo. A vaidade. O exagero. O deslumbramento. A mentira. O preconceito&#8230; e depois de tudo isto, depende de quem encontramos dentro dela, tem uma mensagem que podemos ou não recorrer para nós. Aos poucos fui deixando de estar dentro dela para viver a minha fé à minha maneira. Não acredito que quem quer que seja me dê menos atenção por isso. A energia boa, a força da oração está em qualquer lugar se for de verdade&#8230; lembrei-me disto porque ao ler coisas antigas de há mais de vinte anos terminavam todas com <em>‘Deus permita que sim..</em>.’ na verdade era um ponto final em forma de pedido. Do muito que ali está escrito Deus permitiu. Deus, como cada um o entender, o imaginar ou sentir. Não me falhou. Nesta conta do deve e do haver talvez eu o tenha defraudado mais. Sou mais inconstante, teimoso, orgulhoso&#8230; Mas um Deus amigo aceita cada um como é. Este Deus que tenho construído em mim com espaço grande na minha vida aceita-me assim e sinto que muitas vezes me dá puxões de orelhas porque o caminho não está certo. O meu Deus está num espaço grande na minha vida porque o encontro em muitos lugares&#8230; num gesto, numa frase, numa folha, numa gota de chuva, no cheiro&#8230;. em tudo o que me desperte uma boa emoção. Acho que eu e Ele já nos aborrecemos muitas vezes. Já tivemos alturas sem nos falarmos por teimosia, mas mesmo sem me falar todas as noites o sentia aconchegar-me a cama. Sentia-o dar-me recados. Percebia o ombro dele numa altura mais complicada. Depois  da &#8216;birra&#8217; fazemos as pazes e voltamos ao que sempre fomos&#8230; unidos por uma força de acreditar que não se explica e muito menos se escreve. É um fio transparente onde me agarro sempre que escorrego ou preciso balanço. Tenho fé. Tenho muita fé. Não me perguntem qual é a imagem do meu Deus, nem a história dele. Eu apenas acredito. Acredito. E quando acredito em alguma coisa tenho fé. Tenho hoje e pelo que li tenho desde sempre com a certeza de que muitas vezes Ele me lançou a corda para não me deixar cair nem rastejar. Obrigado!</p>
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