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	<title>filem &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; O António (A variação à frente do tempo)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2019 18:04:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Acabei de ver hoje, pela terceira vez, o filme Variações. Já tinha dito que o acho muito bom. Bom porque gosto de ver este reconhecimento a António Variações, porque gosto do Sérgio Praia, porque o realizador é muito bom e porque me deixou colado ao ecrã desde o primeiro ao último minuto com vontade [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Acabei de ver hoje, pela terceira vez, o filme Variações. Já tinha dito que o acho muito bom. Bom porque gosto de ver este reconhecimento a António Variações, porque gosto do Sérgio Praia, porque o realizador é muito bom e porque me deixou colado ao ecrã desde o primeiro ao último minuto com vontade de mais. Vim para casa ver mais, descobrir mais. Eu já sabia muita coisa do António Variações desde muito novo, porque o meu pai era admirador, e com a internet tudo se vai conseguindo saber. Perceber o tanto que estava à frente e de repente, entre vídeos do youtube programas antigos, fotografias no google dou comigo a pensar que somos uns macaquinhos de imitação quando em 2019 nos metemos frente a uma máquina fotográfica ou lente de telefone, cheios de caras e bocas, com poses estudadas armados em espertos pioneiros  ver quem faz melhor, quem mostra mais convencido que quem vê acredita, que que mostra, não quer mostrar nada&#8230;, porque na verdade já o Variações o fazia para ele e para as suas coisas, quando não era suposto fazer-se. Quando não havia telemóveis, nem <em>selfies</em>, nem nada que se pareça, para lá do talento, da criatividade e da vontade de passar uma mensagem, que foi bem passada porque a verdade é que chegou. Pode ter demorado, mas chegou! O filme está aí, e o orgulho que tenho de ver salas cheias de todas as vezes que fui? Juro que sim! Arrisco-me a dizer que de todos os filmes portugueses &#8211; e eu sou capaz de ter visto os mais recentes todos no cinema &#8211; este é o que tem mais espectadores, porque tínhamos sobre ele muita expectativa. E digo &#8216;tínhamos&#8217; porque me parece óbvio o plural a avaliar pelo numero de gente que o foi ver até agora ao cinema. O bom é sempre bom. O Variações é bom em Variações e o Sérgio é muito bom a fazer dele e o João Maia é ótimo a mostrar a todos através da sua lente a vida do Variações, porque a lente do  Maia são  &#8211; naquele momento &#8211; os olhos do António.</p>
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		<title>&#8230; A maravilhosa Gaiola!</title>
		<link>https://euclaudio.com/maravilhosa-gaiola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Aug 2013 21:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Pedro Almodovar]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Juro que tenho medo de escrever este post sob pena de não me entenderem. Estou absolutamente rendido ao talento de Rúben Alves o realizador do filme &#8216;A Gaiola Dourada&#8217; que acabei de ver, mas que andei a adiar uns tempos, para não me deixar levar pelo entusiasmo do que tinha lido nas criticas, do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="http://2.bp.blogspot.com/-2oPjkmd9gnY/Ugf5qz2a4-I/AAAAAAAAJow/aHJpbqmCHAU/s1600/IMG_8220.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" height="400" src="http://5.189.156.111/~euclaudiocp/wp-content/uploads/2013/08/IMG_8220.jpg" width="400" /></a></div>
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&#8230; Juro que tenho medo de escrever este post sob pena de não me entenderem. Estou absolutamente rendido ao talento de Rúben Alves o realizador do filme &#8216;A Gaiola Dourada&#8217; que acabei de ver, mas que andei a adiar uns tempos, para não me deixar levar pelo entusiasmo do que tinha lido nas criticas, do que tinha ouvido dos amigos, do que tinha lido e ouvido do próprio Rúben. &nbsp;Que filme maravilhoso. Impecável, não há ali nada fora de lugar, não há ali nada a mais nem a menos. Não falta nada, não sobra nada. Sei, claro que sei, que muitos não o vão entender, porque o filme vai além da comédia ou do drama. O filme toca a profunda realidade de muitos Portugueses que se fizeram à vida em França. Muitos daqueles, que fizeram de Paris, aquilo que ele também é hoje. Não é só isto, claro, mas é muito isto. Depois tem textos maravilhosos e uma história muito bem construída. Tem cor, tem ritmo, não é um filme português, mas eu senti-o assim. Na verdade Rúben é luso descendente. O pai e a mãe, a quem é dedicado o filme, seriam pedreiro e porteira. Que orgulho! Rita Blanco, não é uma actriz. É uma porteira com tudo o que lhe é inerente. Com olhos, com alma lá dentro. Com emoção a transbordar pelos olhos, na alma que tem lá dentro. Ri e chora. Faz-nos rir e chorar só com o movimento da sua sobrancelha. Esta mulher merece um Óscar. O filme é muito ela, é ela toda dentro da <i>Maria do Rosário</i>&#8230; É um elenco bom. Muito bom. Todos com o seu mérito. Maria Vieira, foi quem arrancou mais gargalhadas na sala ao ensinar a patroa a dizer <i>&#8216;boa noite&#8217; </i>. Mas foi a Rita Blanco mãe, mulher, porteira, portuguesa que nos fez arrepiar. Deus queira que o filme consiga chegar a todos. A muitos pelo menos, e Deus queira que os mais novos que o vão ver, apenas com vontade de rir ou passar um bom bocado, entendam o estado de alma. O da história, o de Rúben, o dos filhos da Maria do Rosário&#8230; Eu, tenho este estranho defeito, de ver sempre além do que me mostra a tela. Não acho que seja mau.&nbsp;</div>
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</div>
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Ps. Se um dia queria fazer cinema com Pedro Almodovar, agora o meu objectivo é fazê-lo com Rúben Alves.&nbsp;</div>
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