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	<title>informação &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<title>informação &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>… Obrigado!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2022 18:10:35 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230; Na semana que assinalou o dia mundial da luta contra o cancro, o J8 apresentou uma serie de esclarecedoras e bonitas reportagens com o nome &#8216;Amor Cura&#8217; que conta a história da Irina e da forma como o diagnóstico mudou a sua vida, a sua gente e tudo à volta. Revela ainda a polémica decisão terapêutica que Irina tomou, e que é preciso respeitar. Mas o mais importante de tudo, é que trouxe para a hora de jantar em muitas casas a possibilidade de se falar abertamente da palavra que muitos nem sequer dizem. Cancro. Sofia Ribeiro, que viveu na pele um cancro de mama foi convidada pelo &#8216;Dois às Dez&#8217; para conversar de forma descontraída com duas mulheres que travam a mesma luta que ela e que vivem com o diagnostico de cancro de mama. Assim fez. Sentou-se frente a duas mulheres como ela, que tinham as mesmas duvidas, os mesmos medos, os mesmos receios e muito poucas certezas além disso. Falou de tudo sem medo de julgamentos nem com a intenção de coisa alguma que não fosse informar. Informar e tirar o estigma que existe com a palavra e com quem lida com ela. Sofia foi surpreendentemente clara e profissional nesta conversa, seguramente facilita o facto de ter em comum a dor da profunda incerteza, mas a verdade é que só a generosidade de alguém que aceita sair da sua zona de conforto para publicamente falar sobre o assunto metendo-se no papel de entrevistadora para que outras respondam, é de enaltecer. Enaltecer porque não é fácil fazer o que a Sofia fez e menos fácil é fazê-lo bem feito. Entre muitas coisas que tirámos desta conversa fica a certeza que ainda não se diz a palavra como ela é, as noticias, quando morre alguém dizem &#8216;<em>vitima de doença prolongada</em>&#8216;, o mundo diz coisas como &#8216;<em>Deus só dá o fardo a quem o aguenta&#8217;, &#8216;que são uma guerreiras&#8217;</em>&#8230; Não! Para elas não é nada disso, porque ninguém escolheu carregar fardo nem ter peso em cima. Não! São pessoas que viram a vida hipotecada a viver numa linha muito fininha na esperança que tudo corra bem, para elas e para quem as rodeia. Falaram do medo, do preconceito e fizeram-no de forma tão clara, que obviamente tinha que o destacar publicamente, porque o que a Sofia aceitou fazer foi serviço público. Se me perguntarem porque digo isto, é fácil: falamos de cancro todos os dias, mas será que o fazemos com a clareza e a nitidez que Ela o faz? Não! Não acontece, porque dizemos a palavra baixinho, com medo, com receio e eu sou desses. Sou dos que não fala para não atrair, que não diz para não se escutar&#8230; e fazemo-lo por medo. Com o medo de que um dia &#8216;aquilo&#8217; nos entre em casa. É um medo real, que não depende de nós, mas a verdade é que a Sofia, a Irina e as convidadas que conversaram com a Sofia foram claras, &#8216;<em>o cancro apareceu-me numa altura em que estava emocionalmente afectada por alguma coisa</em>&#8216;. Isto tem que dizer muito da vida que fazemos e da que queremos fazer. Fica a reflexão!</p>
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		<title>… O que nos ensinou Noah!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jun 2021 20:38:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[atenção]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Claro que há muita coisa por explicar no desaparecimento do pequeno Noah, mas assim de repente acho importante celebrar que o menino apareceu com vida e está bem. Foi um sufoco e ficámos todos suspensos na expectativa de uma noticia, e a verdade é que a maioria achava que a notícia que chegaria bem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230; Claro que há muita coisa por explicar no desaparecimento do pequeno Noah, mas assim de repente acho importante celebrar que o menino apareceu com vida e está bem. Foi um sufoco e ficámos todos suspensos na expectativa de uma noticia, e a verdade é que a maioria achava que a notícia que chegaria bem mais tarde não era a que se queria e de repente estaríamos perante mais uma tragédia. Pior ainda, a maioria já fazia juízos de valor, apontava o dedo. Vi coisas escritas e ditas que bradavam aos céus durante as 35 horas que o menino esteve desaparecido e depois continuei a escutar umas quantas que já com o menino de volta para os braços dos pais, alimentaram o comentário na intenção de se encontrar um culpado. Somos na maioria das vezes assim, queremos muito e quando temos, queremos mais ou outra coisa. Foi como me disse o inspector Vitor Marques, &#8216;importa celebrar que o menino apareceu com vida. O resto a investigação tratará&#8217;. Foi nisso que me fixei desde o primeiro dia. Mas este episódio trouxe-nos dois lados que temos sempre em nós dispostos a sair a qualquer momento. O apontar do dedo, mesmo não sabendo nada do assunto, o &#8216;achômetro&#8217; que se liga, os treinadores e bancada&#8230; Estamos a falar de uma criança, num contexto de vida diferente da maioria das crianças e que de facto pode fazer aquilo que se disse que fez, que é sair de casa para ir ter com o pai. O que não podemos fazer é apelar a um estilo de vida mais livre e depois quando alguém o tem atiram-se pedras, porque esse estilo de vida não está dentro daquilo que quem opina acha certo. Caberá agora a quem de direito avaliar a forma de viver de Noah e da sua família, mas terá que a avaliar consoante o contexto e a escolha livre que cada um dele tem e não consoante o padrão citadino que a maioria acha bonito e seguro. A nós, Noah trouxe a esperança de acreditar que nem tudo esta perdido quando achamos que pode estar. Noah é um milagre e teve aquele tempo todo amparado por uma força superior que o colocou depois nos braços dos populares. Não sei se alguém o levou, se há mão criminosa neste feito, mas sei que o menino apareceu e que isto deve servir para que se nos renovem as esperanças em finais felizes, que nos deixemos de certezas absolutas e de apontar o dedo porque é urgente encontrar culpados. A mim, no dia que Noah apareceu caíram-me lágrimas porque vi uma aldeia inteira feliz com o acontecido, e percebi que a união daquelas pessoas fez a força e ajudou. Fiquei feliz, porque as nossas forças de segurança, a nossa PJ têm uma noção muito clara do que fazer se as deixarem actuar. Fiquei feliz, porque a população acatou o que lhes disseram e mais feliz ainda fiquei, porque Noah se torna numa espécie de hino à vida e à liberdade que cada um tem o direito de ter e ser. Se os pais devem ter mais cuidado? Claro que sim! Mas atenção, todos os pais estão sujeitos a que uma coisa destas aconteça. Se não é uma porta que está aberta, pode ser outra coisa qualquer e não por isso os amam e desejam menos. Fiquemo-nos com o final feliz. Com o milagre do bonito final e respiremos de alívio com a sensação que nada é o que parece até se ter a certeza que é.</p>
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