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	<title>Lisboa &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; Acreditemos. Vai ficar tudo bem!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2020 16:20:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[… A quarentena, o isolamento social e o que nos está a acontecer deixa-nos de repente tempo. Tempo para ter tempo. Tempo para fazer o que nos queixávamos horas seguidas que não conseguíamos fazer. Arrumamos a casa, as gavetas, testamos receitas novas (a mim nenhuma funcionou), vemos as séries pedentes, acabamos os livros, arrumamos armários, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">… A quarentena, o isolamento social e o que nos está a acontecer deixa-nos de repente tempo. Tempo para ter tempo. Tempo para fazer o que nos queixávamos horas seguidas que não conseguíamos fazer. Arrumamos a casa, as gavetas, testamos receitas novas (a mim nenhuma funcionou), vemos as séries pedentes, acabamos os livros, arrumamos armários, aspiramos, limpamos os vidros das janelas, voltamos a arrumar o que já tínhamos arrumado e inventamos trinta por uma linha para termos coisas para fazer, como se não nos fosse permitido nesta situação apenas estar e ficar. Estar sentado em casa a ver o que acontece, ficar sentado no sofá só porque sim&#8230; Na urgência de provar que ocupamos o tempo livre, parece que nos esquecemos que nos podemos aborrecer de não fazer nada. Não é proibido que isso aconteça! Este tempo, que deve ser aproveitado para fazer uma especie de<em> reset</em> da nossa vida corre o risco se se tornar igualmente stressante porque começamos a inventar coisas para estar ocupados como estávamos antes. Não é possível. Estamos fechados dentro de casa, façamos o que é possível fazer sem culpas. Já nos basta o medo de não saber até quando aqui estamos. Eu tenho feito o que posso para criar rotinas diárias. A mim, pessoalmente não me custa ficar em casa. Acordo cedo, se der apanho sol na varanda ou na janela, treino, já não arrumo armários nem gavetas que já está tudo arrumado e trabalho religiosamente como se estivesse fora de casa. Respondo à agenda o que é permitido responder com as tecnologias que a modernidade nos meteu à disposição&#8230; fica sempre a sensação de que faltam coisas para fazer, que era preciso ir ali ou fazer mais qualquer coisa só para provarmos a nós próprios que ocupamos o tempo. Calma! Nem as crianças precisam estar ocupadas as 24 horas nem nós temos como o fazer&#8230; Não é fácil passar por isto, mas também não vai ser um bicho de sete cabeças. Eu acredito que tudo tem uma razão, por isso em algum tempo livre que temos é bom que seja aproveitado para pensar o que andamos cá a fazer, o que é importante na vida e no tempo que dedicamos a cada coisa ou pessoa quando temos tempo para o fazer,e não o fazíamos. Trabalhar em casa para mim é aborrecido porque eu gosto de estar no terreno, cozinhar para mim é um horror que não o sei fazer, arrumar gavetas e armários é terapêutico mas chega a um ponto em que não faz sentido, aspirar é uma seca, limpar o pó é irritante que nunca está limpo, apanhar sol na varanda ou na janela não é o mesmo que apanhar sol numa esplanada&#8230; sabemos todos isto, mas vamos acreditar que sairemos melhores pessoas deste momento que o Universo nos ofereceu como aperitivo para darmos conta que andamos vezes demais a reclamar com o mundo sem razão nenhuma, Ele agora chegou-se à frente e chamou-nos a atenção. Um puxão de orelhas que devemos levar como uma especie de acerto de contas. Quando isto passar, façamos de conta que estamos quites uns com os outros e comecemos de novo. Mais solidários, mais próximos mas conscientes, mais humildes, menos empinados, menos arrogantes, menos certos que somos os maiores, mais dispostos a acreditar, a amar, a ter esperança&#8230; Vamos ocupar o muito tempo que temos pela frente quando isto passar para meter no lugar certo as prioridades da vida que, aqui para nós, andavam na maioria muito alteradas. Tenhamos calma, vai ficar tudo bem</p>
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		<title>&#8230; Os amigos!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2020 16:20:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Falar dos amigos, esse grupo de gente que nos entra pela vida e fica. Vai ficando. E fica. Acomodado e encostado às paredes daquilo que sentimos ou queremos sentir. Não tenho muitos amigos. Tenho centenas de conhecidos e umas dezenas largas de uns e outros que se acham amigos, mas sempre percebi desde muito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Falar dos amigos, esse grupo de gente que nos entra pela vida e fica. Vai ficando. E fica. Acomodado e encostado às paredes daquilo que sentimos ou queremos sentir. Não tenho muitos amigos. Tenho centenas de conhecidos e umas dezenas largas de uns e outros que se acham amigos, mas sempre percebi desde muito cedo que a amizade é uma coisa importante. Quase sagrada. Não é para qualquer um. Um amigo é família só que a família nós não escolhemos. Podemos ter a ‘sorte’ de gostar dela e estarmos todos em sintonia ou então não, e como não sigo as regras da &#8216;ditadura do sangue&#8217; apesar de ter na minha família um Porto seguro, sei que muitas vezes estão os amigos, porque a família não pode estar ou não queremos que, em certa altura, esteja. Seja por fragilidade ou protecção, não importa. Simplesmente há vezes que não queremos. Não acho que os amigos de verdade, tenham que ser amigos de uma vida daqueles que nos viram crescer e andaram no jardim escola na carteira do lado &#8211; que também os tenho &#8211; acho é que o universo de repente nos mete gente pela frente que se estivermos atentos são amigos que chegam para nos tornar os dias mais felizes e a fazer mais sentido, porque em certa forma nos apaziguam o estado de alma por muito inquieto que esteja. A amizade é uma coisa preciosa, por isso não há nada nem coisa nenhuma que se possa sobrepor a ela. Nada! À medida que o tempo avança, poucas coisas me dão mais prazer que estar com amigos horas seguidas num serão cheio de ideias mesmo que contrárias uns aos outros, um copo de vinho e gargalhadas que não permitem que se acabe um raciocínio&#8230; os amigos são pérolas de um colar que vamos compondo diariamente ao longo de muito tempo e exibimos orgulhosos para nós quando percebemos que não nos falham em momentos preciosos. Não nos falham. Não nos faltam. Não nos decepcionam&#8230; Mas depois há o resto, e muitas vezes o resto é difícil de gerir, porque os amigos são como nós: gente de carne e osso, e por isso há os amigos que sendo amigos também falham, decepcionam, como falhamos ou decepcionamos nós. Nesse caso remeto-me ao que tanto me diz a célebre frase ‘somos responsáveis pelo que amamos não pelo que os outros acham do tamanho do nosso amor’. A culpa não é deles. Em casos assim, talvez seja culpa nossa que lhes abrimos a porta do nosso espaço. Os amigos têm de ganhar o espaço em nós e perceber que espaço é esse para se movimentarem dentro dele à vontade sem cerimónia nem medo de palavras e acções, se eles não percebem nem isso nem o espaço é porque não estão atentos à ‘relação’ e estão por estar. Eu não gosto de &#8216;estar por estar&#8217;, e por isso me fui transformando, aos poucos, numa espécie de ‘bicho do mato’ porque me fui apercebendo que entre perder tempo com pessoas que não me acrescentavam nada ou ficar sossegado no sofá de casa, o sofá ganhava muitas vezes. Há que perceber que os amigos não têm que nos dizer a tudo que &#8216;sim&#8217; como não têm de se armar em super-heróis e dizer a tudo que &#8216;não&#8217; só para contrariar. Eu acho que relações de amizade são relações de amor, por isso, é preciso que de vez em quando eles percam a cerimónia, se atrevam, cheguem sem avisar e nos ‘invadam’ o espaço sob pena de, por se fazer tanto silêncio e se ter tanta cerimónia, acabar por matar a chama do que havia, quando o que havia era um grito silencioso que damos por dentro e que os amigos têm obrigação de reconhecer. Se não reconhecem não são amigos. São outra coisa qualquer. E aí o sofá é sempre a melhor escolha</p>
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		<title>&#8230; Até que enfim (Adoro Fábia Rebordão)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2019 17:09:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Fábia Rebordão]]></category>
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		<category><![CDATA[Madonna]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Eu tenho zero paciência para as alegrias de Madonna em Portugal, para o que faz, o que quer fazer, o que diz, publica ou deixa de publicar. Mas eu pertenço àquele pequeno número de gente a quem a Madonna é indiferente. A mim, por muito que custe a muita gente, a presença da Madonna [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Eu tenho zero paciência para as alegrias de Madonna em Portugal, para o que faz, o que quer fazer, o que diz, publica ou deixa de publicar. Mas eu pertenço àquele pequeno número de gente a quem a Madonna é indiferente. A mim, por muito que custe a muita gente, a presença da Madonna na calçada portuguesa importa-me menos que a cultura da cebola roxa. Até hoje, desde que por cá chegou, nunca vi nada que me fizesse suspirar de alegria ou me tivesse despertado um sentimento daqueles que nos fazem arrepiar a espinha, porque nos desperta uma emoção, que é o que é suposto sentir-se quando falamos de artistas&#8230; Nunca, até hoje, quando dei de caras com <a href="https://www.instagram.com/p/BuB0xaKhkLd/?utm_source=ig_share_sheet&amp;igshid=dpwg9o95gc9z">este trabalho</a> que tem com Fábia Rebordão, onde a Madonna aparece e que partilhou no seu Instagram. Coisa tão bonita, que bem que a Fábia canta, que elegante a sua entrega, que bem que está musicado este poema, que bonita a versão deste &#8216;Vou dar de beber à dor&#8217;, que bonito vídeo partilhado pela Madonna. Olhem, cá para mim, nem que tenha sido só por isso já me valeu a pena que ela cá tivesse vindo. Mesmo!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="fv-flowplayer-feed"><a href="https://euclaudio.com/ate-que-enfim-madonna-fez-algo-de-jeito-em-portugal-adoro-fabia-rebordao/" title="Click to watch the video">[This post contains video, click to play]</a></p>
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</ul>
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