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	<title>loendro &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; O novo passo da Leonor (O futuro é já ali)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Sep 2019 15:00:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[... O décimo Ano! A Leonor entra agora no décimo ano. Sai da sua zona de conforto, da vila onde cresceu e vai estudar para fora. É ali ao lado, mas é para fora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; O décimo Ano! A Leonor entra agora no décimo ano. Sai da sua zona de conforto, da vila onde cresceu e vai estudar para fora. É ali ao lado, mas é para fora. Esta noite quando me contou que estão na fase de recepção ao caloiro não lhe disse mas senti o receio que qualquer pai sente quando percebe que já não faz sentido a filha ser levada à escola no primeiro dia de aulas, como tantas vezes fiz como recordo nesta fotografia e me lembro de como me pedia colo porque <em>&#8216;era só um pedacinho&#8217;</em>&#8230; A escola é ali ao lado de casa. O décimo ano. O ano da escolha, o ano da mudança, um ano decisivo. Os próximos três anos de vida escolar serão decisivos para ela. Só peço que continue a gostar da escola como até aqui e que se empenhe em mostrar os resultados que lhe agradam e a deixam satisfeita. É ela que me importa! Adormeci e dormi mal. Pensei o tempo todo no crescida que está. Já usa mala ao ombro, já quer gerir a sua mesada, já tem tudo organizado para a semana e a semana é passada longe de casa. Ali ao lado, mas longe de casa. Sinto agora o que devem sentir todos os pais quando veem crescer os seus filhos. Indo eles para o décimo ou para outro lugar que escolham. Estão a crescer, a formar-se gente que decidirá o seu caminho e o caminho de gente que se cruza com eles. Não me deito a pensar o que será a Leonor profissionalmente no futuro porque a sua escolha é que me importa. Gostava que fosse viajar, não exigi nunca que tirasse um curso superior, não coloquei nenhum tipo de pressão. Não fiz à Leonor o que não quis que me fizessem a mim. A escolha será dela. Com a nossa ajuda se sentirmos isso, mas a decisão é dela. O que ela quiser, entrar e sair se preciso for. Conhecer o mundo. Ganhar experiência. Os filhos são do mundo e estão-nos emprestados durante um tempo. Enquanto os temos connosco é nossa obrigação dar-lhes todas as ferramentas para que quando voarem saberem duas coisas: que de vez em quando o voo tem de mudar de rumo, não é por isso que se muda de caminho e que levem com eles  a certeza de que em casa dos pais está sempre um lugar à espera caso o voo tenha que parar para retomar depois. Eu sofro imenso com as dores de crescimento. Sofro mas não me descontrolo. Aflige-me mas não me tolda ao ponto de não perceber o melhor da escolha feita. Vivo por dentro o misto de emoções. Por um lado a alegria e o orgulho de ver o voo desenhado, por outro a esperança sempre de imaginar o seu regresso. Desejamos todos os pais a mesma coisa, sendo que a mesma coisa são coisas diferentes. Os pais são todos iguais. São como as mães. Só mudam de endereço!</p>
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		<title>&#8230; A avó da Leonor ( Feitas as contas, é o coração a dobrar.)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2019 21:02:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Não tive avós. Quer dizer, ter tive que não sou obra do Espírito Santo, mas não os conheci. Não tenho memória deles. Para mim a figura dos avós teve impacto na vida com o nascimento da Leonor. Verdade! A minha mãe revelou-se numa avó dedicada, babada, orgulhosa, empenhada&#8230; A Leonor foi a sua primeira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Não tive avós. Quer dizer, ter tive que não sou obra do Espírito Santo, mas não os conheci. Não tenho memória deles. Para mim a figura dos avós teve impacto na vida com o nascimento da Leonor. Verdade! A minha mãe revelou-se numa avó dedicada, babada, orgulhosa, empenhada&#8230; A Leonor foi a sua primeira neta, depois vieram outros netos. Mas a Leonor foi a primeira. Não gostará mais da Leonor do que dos outros netos, claro que não, mas a primeira é a primeira e acompanhou todos os passos dela. Foi absolutamente fundamental no seu crescimento, no seu desenvolvimento e na forma como cresceu a minha filha. Jamais me meti naquilo que a minha mãe fazia com a Leonor quando estava ao seu cuidado. Mesmo que não concordasse, ouvia e calava. Acho que é assim que tem de ser. Se confiava para estar, confiava para educar. Mesmo que se diga que os &#8216;pais educam e os avós deseducam&#8217;. Eu gosto do conceito da frase. Gosto mesmo! Até hoje a minha filha vai dormir a casa da avó aos fins de semana, e até há muito pouco tempo, por ela, dormia lá todos os dias. É o pequeno almoço da avó que sabe melhor que o de todos, são as conversas com a avó que são melhor que todas as outras, a casa da avó é a melhor. Ainda tem o quarto em casa da avó onde, com a prima Carlota e a tia Aurea se perderam em noites inteiras entre palavras, risos e discussões. Sou muito grato pelo papel que a minha mãe, enquanto avó, teve e tem na vida da Leonor. Sou também grato às outras avós, claro. A avó Laurinda à tia &#8216;avó&#8217; Lurdes, a tia &#8216;avó&#8217; Isilda e ao Avô Soares&#8230;. todos juntos e casa um à sua maneira foram criando paredes de almofada que a ajudaram a chegar aqui. Para mim e para mãe da Leonor foi um alívio saber que podíamos e podemos confiar às cegas neles porque nos facilitam bastante tudo o resto e nos tranquilizam caso exista, por este lado, alguma falha. Dizem os mais crescidos que ser avo é ser mãe duas vezes. Não sei se será, mas sei que os olhos da minha mãe enquanto avó para os seus netos &#8211; mesmo perdendo a paciência de vez em quando, porque elas juntas são muitos chatinhas e absorentes &#8211; são os olhos orgulhosos de quem vê cada uma crescer na sua forma, no seu feitio e nos seus feitos. Verá ali traços que lhes passou e pedaços dos filhos que criou. Não tenho dúvidas disso. E ainda bem! Sorte dos nossos filhos que podem crescer com os avós. Hoje é o dia deles. Eu, que não sou de assinalar dias, acho este ternurento e merecido. A minha mãe é uma avó feliz e privilegiada, mas eu sei que muitas não o são. Com este texto sintam-se homenageadas/os por todos os filhos que serão gratos, pelo amor imenso que têm aos nossos filhos, que serão delas pela segunda vez. E para sempre!</p>
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		<title>&#8230; De um pai (Que não foi filho!)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Mar 2017 20:56:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Ser pai é uma coisa que não se define. Não é sequer uma coisa, é outra coisa qualquer. Lembro-me, antes de o ser, que não imaginava conseguir amar com tanta força e de forma abnegada, porque nunca o tinha sentido. A Leonor nasceu na altura certa, numa tarde muito quente do mês de Maio. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Ser pai é uma coisa que não se define. Não é sequer uma coisa, é outra coisa qualquer. Lembro-me, antes de o ser, que não imaginava conseguir amar com tanta força e de forma abnegada, porque nunca o tinha sentido. A Leonor nasceu na altura certa, numa tarde muito quente do mês de Maio. Nasceu de cesariana, fui eu quem lhe deu o primeiro banho, fui eu quem a pegou ao colo pela primeira vez. A minha filha era a linha que separaria, a partir desse momento, um antes e um depois. Nada, absolutamente nada, foi feito dali para a frente sem que o meu pensar parasse no dela. Os meus dias são feitos em função das suas necessidades. Como uma vez disse, a Leonor é o travão de muitas coisas que eu gostaria de fazer, de ter feito. O travão não necessariamente mau, não necessariamente bom. Mas é um travão! Estes quase treze anos desta &#8216;profissão&#8217; complicada e sem manual de instruções que é ser pai foram de aprendizagem constante. A Leonor é uma menina especial, &#8216;a mais feliz do mundo&#8217;, como me diz tantas vezes, mimada, caprichosa, atenta, inteligente, dedicada e, acima de tudo, generosa&#8230; muito generosa. Generosa com todos, mas comigo mais ainda. Muito generosa. Porque uma filha que cresce com o pai ausente durante tantos dias e nunca lhe reclama nada só pode ser generosa. Porque uma filha que não questiona as escolhas do pai tem que ser generosa. Foi educada assim&#8230; O meu pai não me educou assim. O meu pai não foi o pai que queremos ter, não respeitou as minhas escolhas, não as entendeu, nem se preocupou em perceber, nem sequer se deu ao trabalho de as questionar. O meu pai não nasceu para ser pai. Era um homem cheio de talentos e qualidades, mas não com os filhos. Não comigo. Durante mais de 30 anos detestei o meu pai, tinha milhões de motivos para isso. Queria um pai como todos tinham, queria alguém que me dissesse por onde era o caminho, me entendesse, ou pelo menos me tentasse explicar porque não entendia. Queria alguém que me dissesse que, acontecesse o que acontecesse, eu teria sempre um colo, um lugar para voltar. Que deveria ir sem medo, que ele seria a rede. Queria alguém que me dissesse o que estava certo ou errado. Nunca o fez. Não foi pai, como eu entendo que os pais devem ser.  Tivemos uma luta de anos que acabou o ano passado. Acabou com a morte dele. Fez-se em mim uma paz e um sossego de alma. Parou de sofrer. Parámos todos. Eu terei a minha parte de culpa na história, mas não é ainda a altura de fazer essas contas, acima de tudo não perdi o meu foco. Se ele (o meu pai) não tivesse sido tão mau, eu não seria hoje tão bom. Seguramente! A esta distância, agradeço-lhe isso com a certeza que fiz sempre aquilo que todos os filhos devem fazer pelos pais. Nunca lhes faltar ao respeito. Aguentei-me firme e forte até ao último minuto. Muitas vezes não foi fácil. Os seus últimos dias foram complicados. Tínhamos conversado dias antes de ser internado. Ele sabe que eu tinha razão. Eu sei que ele não tinha, por isso fiquei em paz. Ele morreu com as suas ideias definidas e não as alterou. Nisso, é preciso tirar-se o chapéu. Não concordava com nada do que ele dizia, mas defendeu o seu ponto de vista até ao último suspiro. Hoje é Dia do Pai, um dia que só faz sentido se tivermos orgulho nos nossos filhos e nos nossos pais. Eu tenho um orgulho imenso na Leonor. Ela faz de mim um pai feliz. Muito feliz! O meu pai não soube ter um filho que se orgulhasse dele e perdeu o melhor que eu lhe podia ter dado, uma neta orgulhosa do seu pai.</p>
<p>.<br />
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