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	<title>NOS &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<title>NOS &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; Sobre a forma de amar (A minha, que a vossa pode ser outra)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2018 18:05:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Li no outro dia uma frase que definia o amor como um barco à vela: &#8216;Vai o bater do coração, levado pela força do vento. Bate, o coração, à mesma velocidade que as velas do meu barco rasgam as paredes do mar&#8217;. Bonito! Há outra que diz:  &#8216;Metade de mim é amor, a outra metade também&#8217;. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Li no outro dia uma frase que definia o amor como um barco à vela: <strong><em>&#8216;Vai o bater do coração, levado pela força do vento. Bate, o coração, à mesma velocidade que as velas do meu barco rasgam as paredes do mar&#8217;</em></strong>. Bonito! Há outra que diz: <strong><em> &#8216;Metade de mim é amor, a outra metade também&#8217;</em></strong>. Não sei se será exactamente assim, mas sem o amor é difícil que o barco ande ou que eu me sinta inteiro. Porque o amor é preciso e precioso. Serei talvez dos que menos receio tem de falar de amor, porque não me incomoda. O amor faz parte de mim, de nós todos. Para mim, se ele tivesse uma cor seria azul como o mar. E acho sempre que temos que olhar para ele de frente e de forma descarada, mesmo que de vez em quando o melhor seja espreitar para tentar perceber o que fazemos mal para que não nos fuja de vez em quando, ou o que temos que fazer bem para permanecer aninhado ao nosso lado. Falava ontem com uma amiga minha sobre  a maneira que eu tenho de amar. Não há um manual que me ensine e diga &#8216;Isto sim, isto não&#8217;. Mas há o instinto de perceber que se está certo e errado. Certo, sempre aos meus olhos, é não magoar, é não fazer ao outro o que jamais gostaria que o outro me fizesse. Errado? Errado são tantas coisas. Eu sou um pro em errar na maneira de amar, porque sou atabalhoado na forma de estar no amor. Tenho medo. Ou digo tudo e não devia dizer nem um terço, ou não faço nada e devia fazer tudo. Sou muito protector, talvez até demais&#8230; E esta coisa que os especialistas dizem de que quando se ama temos de ser &#8216;amores, amantes, companheiros&#8217; e não &#8216;pai, mãe, amigos, protectores&#8230;&#8217; não consigo encaixar. Ou melhor, entendo o que quer dizer e concordo, mas como não proteger a pessoa que se ama e a quem se quer bem? Como não defender dos males de fora? Não há maneira. Não há como. Eu não consigo. Eu sou muito protector, talvez porque fui educado assim&#8230; Preciso que me protejam também, gosto que o façam, mesmo que revire os olhos para dar a entender o contrário. Deposito toda a força que tenho em gestos de protecção, que muitas vezes, no meu íntimo, confundo com actos românticos e que o outro lado não vê desta forma. Lá está! O acto de amar e ser amado deveria ser disciplina escolar e não é. Não aprendemos, temos de ir errando. Mas eu mantenho a minha filosofia do amor, que se baseia no instinto de protecção quase animalesco de o querer ver bem, feliz, confortável e tranquilo. Tenho a necessidade de ver o amor sorrir. Não sentir que tem um problema, uma angústia, uma estafa. Se depender de mim, e se eu conseguir, quero tornar o caminho leve. É isto a vida a dois. Amor tem de ser uma coisa de cor suave, com o leve tormento de umas borboletas a bater na barriga e um pensar constante no sorriso da pessoa amada. O amor é perceber que se respeita o espaço de cada um, mesmo que se esteja desejoso de ver o espaço invadido. É não querer acordar ao lado de ninguém para não o fazer suportar o feitio matinal, mas procurar desesperadamente o amor no outro lado da cama que se toca de madrugada para se sentir protegido. É adormecer com a respiração do outro, mesmo que às vezes a respiração não se escute. Amar é não o deixar apanhar uma corrente de ar, é perceber que não pode estar com a cabeça ao sol, é alertar para as mudanças de temperatura, para as dietas malucas, para o caminho certo. Amar é descobrir uma rua a dois, é mostrar as ruas conhecidas vistas com outros olhos. Amar é andar de carro pela cidade em silêncio a tentar perceber se os olhos do amor vêem o mesmo que os do amado. Amar é gritar, brigar e fazer a pazes. É dizer que não se quer saber e, às escondidas, perceber se comeu tudo, se está tapado durante a noite, se tem tudo para o dia seguinte, se desligou o computador, se não está muito tempo na Internet&#8230; Amar são uma série de incoerências que se encaixam entre si no momento que a pele de um e outro fazem sentido juntas. Eu só sei amar assim. Incoerente, mas amando. Amo com toda a verdade que tenho dentro, mesmo que a minha verdade não seja a do resto do mundo.</p>
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		<title>&#8230; Fui ver Moonlight! (Vá a correr para o cinema!)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2017 09:10:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Poderia dar mil razões para ir ao cinema ver Moonlight, mas prefiro que vá ver e tire as suas conclusões. Não é um filme cliché. Tem uma mensagem brutal, que vai muito além do &#8216;sofrer faz-nos mais fortes&#8217;. A história, contada em três fases, diz tudo sem ser preciso recorrer a grandes artefactos. Conta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Poderia dar mil razões para ir ao cinema ver <em>Moonlight</em>, mas prefiro que vá ver e tire as suas conclusões. Não é um filme <em>cliché</em>. Tem uma mensagem brutal, que vai muito além do <em>&#8216;sofrer faz-nos mais fortes&#8217;</em>. A história, contada em três fases, diz tudo sem ser preciso recorrer a grandes artefactos. Conta a verdade de quem sente na própria pele, em silêncio, a dor de estar na sua pele. <em>Moonlight</em> é um murro no estômago, é a emoção escondida por trás de uma criança que percebe que ao lado nem tudo é como lhe dizem, do adolescente que se descobre e lida com os medos da descoberta e de um homem que, para se defender dos seus medos e do medo dos outros, construiu uma imagem que foi uma espécie de salva vida. Não sonhando, claro, que a salvação chegaria pelo telefone&#8230; anos mais tarde.  O actor principal passa por várias fases e são todas boas. A proeza cabe a Alex R. Hibbert, no papel de Little, a Ashton Sanders que faz o adolescente Chiron e ao maravilhoso (sob todos os pontos de vista) Trovante Rhodes, que dá vida a Black. Vale muito a pena ver. E acreditar!</p>
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		<title>&#8230; O filme que me renova a esperança! (O Herói de Hacksaw Ridge)</title>
		<link>https://euclaudio.com/15235-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2016 08:33:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8230; Já vos tinha falado do filme &#8216;O Herói de Hacksaw Ridge&#8216;, mas talvez não vos tenha contado a intensidade do filme que vi colado à cadeira na sala NOS das Amoreiras. A veracidade que ele tem e o trabalho excelente de Mel Gibson, aqui outra vez como realizador, deixam qualquer um sem fôlego. A história [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Já vos tinha falado do filme &#8216;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=FyT1HJqTdIc">O Herói de Hacksaw Ridge</a>&#8216;, mas talvez não vos tenha contado a intensidade do filme que vi colado à cadeira na sala NOS das Amoreiras. A veracidade que ele tem e o trabalho excelente de Mel Gibson, aqui outra vez como realizador, deixam qualquer um sem fôlego. A história verdadeira de um soldado que enfrenta a guerra sem tocar num arma, que insiste em salvar vidas metendo o seu corpo à frente, é claramente uma bandeira de esperança que sai renovada quando o filme termina. É pesado! Mentiria se dissesse o contrário, mas vale muito a pena ver. Pela história, mas acima de tudo pela capacidade de, ao longo de mais de duas horas, nos transportar para uma realidade tão absolutamente cruel e ao mesmo tempo bonita, que mostra o coração de um homem fardado que não conseguimos deixar de ver ali como um herói, de facto. Um herói que viria mais tarde a tornar-se o primeiro objector de consciência e a ser condecorado com a Medalha de Honra do Congresso Americano. Isto tem que se lhe diga, não acham? Se delirava ver isto nos dias de hoje? Delirava. Esta é uma lição de esperança. Este é um filme que renova a esperança e se estivesse no vosso lugar corria para ver antes que o tirem de cartaz.</p>
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