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	<title>paixão &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<title>paixão &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; Aqui sobre o amor (Só porque sim!)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Feb 2018 13:35:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Não sou nada daquelas pessoas que acha que o mundo está todo reunido para que se encontrem coincidências, uma atrás das outras, e depois se façam leituras que nos são convenientes. Mas sou muito aquela pessoa que acredita que de vez em quando as energias se canalizam numa determinada direcção, para que tudo esteja [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Não sou nada daquelas pessoas que acha que o mundo está todo reunido para que se encontrem coincidências, uma atrás das outras, e depois se façam leituras que nos são convenientes. Mas sou muito aquela pessoa que acredita que de vez em quando as energias se canalizam numa determinada direcção, para que tudo esteja no lugar certo. Há dois anos estava no lugar onde estou agora a escrever este texto. Uma esplanada fria, num final de tarde e um filme à minha espera. É impossível não olhar para estas cadeiras verdes e recuar no tempo. Perceber que há dois anos um encontro se tornaria na coisa mais bonita da minha vida dos últimos tempos é reconfortante. Se fechar os olhos, consigo lembrar-me do cheiro, e ver essas calças verdes, largas e desalinhadas que usaste no primeiro dia. Consigo ver outra vez o teu ar preocupado, sem perceber muito bem onde meter as mãos que disfarçavas com o ajeitar do cabelo. Lembro-me que usavas enrolado ao pescoço um cachecol péssimo, que nessa mesma noite terei feito desaparecer. Senão nessa, nas seguintes. Começaste devagar, naquele dia, a entender quem sou e descobriste rapidamente uma pessoa que nunca ninguém descobriu. As mãos acabaram em cima das minhas. O filme &#8211;  honestamente não me lembro do filme &#8211; lembro-me que vimos muitos depois disso. Devemos ter visto todos. Aquilo, que foi um pretexto para um encontro, acabou numa marca que me ficou colada à pele. Tens o melhor cheiro que conheci na vida, talvez por isso mantenha um frasco de perfume dentro da tua caixa. Vou cheirando assim um pedaço teu a cada momento que me apetecer. Há coisas que não podemos imaginar, parece que nem o melhor dos romancistas poderia escrever uma história assim como esta. Não conheço ninguém que tenha tanta vocação para desarmar as ideias todas, para tirar do sério a realidade ou para &#8216;desconstruir&#8217; aquilo que me arrelia em momentos a mim e ao mundo, como tu o fazes. É uma mania irritante, mas uma excitante mania. Já tinha feito 40 anos e nunca me tinha sentido tão pele com pele com alguém. Amei-te desde o primeiro dia que te vi. Não te disse. Logo Eu! Fazer uma confissão? Não poderia fazê-lo, não queria. O importante era seguir um dia de cada vez, por ali fora a ver até onde ia. E foi longe, muito longe, muito mais longe do que se sonhava na primeira vez que olhámos um para o outro e percebemos ao balcão de um bar, numa madrugada e frente a um prato de sopa quente, que seria muito bom. Muito importante. Muito forte&#8230; para sempre. Para sempre é tempo demais? Claro que sim&#8230; Mas o amor que te guardo está dentro de uma das muitas caixas que me deste, com coisas lá dentro, inventadas por ti para que juntas fizessem um sentido. De vez em quando um sentido que só tu entendes. Conseguimos guardar para nós aquilo que era nosso e hoje, porque espero por ti agora &#8211; vais chegar novamente atrasado &#8211; lembrei-me de te escrever isto. Apetece-me fazê-lo, mesmo que não seja oportuno, mesmo que seja arriscado, mesmo que não haja nenhuma razão para o fazer, nem efeméride que o justifique, ou talvez por ser Domingo. Quero fazê-lo porque, como ouvimos os dois,  &#8216;temos só um coração, não nos devemos arrepender de lhe dar voz&#8217;, por isso há que aprender a viver com ele e com as coisas que ele nos dá. As que gostamos e as outras, que a isso se chama viver. Deus saberia o que fazia quando nos esbarrámos, uma coisa rara, única, preservada entre nós. Não quisemos gritar porque enquanto for dos dois não é de mais ninguém. Sabe tão bem este casúlo morno onde ficamos e nos protegemos. Ninguém entendeu nunca os meus silêncios como tu, nunca ninguém me registou fotograficamente como tu o fizeste, e talvez nunca ninguém tenha entendido tanto as tuas inseguranças extremas e certezas absolutas como eu entendi. Nao sei se será arrogância da minha parte, mas sinto que te palpito dentro 24 horas por dia, mesmo que a tua cabeça desorganize os horários e me meta sabe Deus onde. O amor que te tenho tem a força do contrário do relógio. Não que eu consiga parar o tempo, ou recuar nele&#8230; mas as memórias fazem-nos viajar tanto e tão bem, que consigo sentir-te o cheiro a creme, espalhado no corpo moreno. Que mania essa a tua de espalhares três vezes mais a quantidade de creme que um corpo precisa para se hidratar depois do duche. Que mania essa a tua de acordares a gritar pela casa como se o mundo fosse teu e a vida um musical. Que mania essa a tua de acreditares que tens direito a uma nuvem para estares a olhar para o mundo com síndrome de Peter Pan. Às vezes gostava de te olhar de frente e dizer &#8216;Pára! Ainda vais sofrer mais que isso. Ainda te vão desiludir mais. As pessoas ainda te vão fazer pior&#8230;&#8217;, mas tenho medo que não acredites. Tu não acreditas na maldade das pessoas. Achas que fazem todas o bem. E não fazem. Essa tua inocência estranha apaixonou-me e deixou-me com medo de te ver sem protecção contra um mundo que é tão diferente daquele que tu imaginas. Não sei o dia de amanhã. Não sei se voltarei muitas mais vezes a esta esplanada de cadeiras verdes, mas agora aqui sentado e gelado, enquanto espero que me apareças atrasado e com uns ténis que eram azuis e transformaste em cinzento, queria que fosse para sempre, seja esse &#8216;sempre&#8217; o tempo que for. Dure o tempo que durar, que seja contigo, a desconversar, a desconstruir, a criar, a acreditar num mundo melhor, a falar uma língua que poucos entendem&#8230; O que me fez apaixonar por ti não foram os teus olhos ou a maneira de me elevares a um ser especial. Talvez tenha sido a tua eterna idade da inocência. Que o mundo nunca te roube isso. Que as pessoas não te assaltem a alma, porque se fizerem isso, já que a tua alma é minha, estão a roubar-me a mim também. Se o amor fosse como nos livros ou nos filmes era isto tudo tão mais simples. Não é tão complicado como o fazemos e nós fazêmo-lo tão bem. O segredo? Ser feito com amor. E de que é feito o amor? De coisas pequenas que se juntam, encaixam, fazem sentido de forma natural e &#8216;muito orgânica&#8217;, até que juntos na mesma matéria sejam uma só coisa que se transforma numa espécie de lençol que nos protege do bem e do mal e mesmo não nos protegendo nos dá essa sensação. A sensação de calor e conforto que só se encontra em  casa. O meu coração é a tua casa. (E não me revires os olhos, por favor!)</p>
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		<title>&#8230; Hoje é dia da rádio! (26 anos depois)</title>
		<link>https://euclaudio.com/radio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Feb 2018 08:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[ &#8230; Durante anos a rádio foi-me fascinante. Foi ali que comecei um caminho. Desdobrava-me a trabalhar para conseguir pagar as contas e não me sobrava um tostão ao fim do mês, melhor dizendo, faltava muitas vezes. A minha entrada na rádio aconteceu num verão. Não tinha voz, era muito miúdo e ali fiquei a arrumar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"> &#8230; Durante anos a rádio foi-me fascinante. Foi ali que comecei um caminho. Desdobrava-me a trabalhar para conseguir pagar as contas e não me sobrava um tostão ao fim do mês, melhor dizendo, faltava muitas vezes. A minha entrada na rádio aconteceu num verão. Não tinha voz, era muito miúdo e ali fiquei a arrumar discos, a atender o telefone e depois a vender publicidade. Ali fiquei um ano e pouco. Em Novembro &#8211; faz este último Novembro 26 anos &#8211; estreei-me ao microfone. Não estava nervoso, estava ansioso porque queria continuar ali. Gravei publicidade, substitui uma colega e <i>bebi</i> de todos os que conhecia. Nunca imitei ninguém, encontrei um estilo e a verdade é que o convite chegou para ter programas regulares. Programas onde ouvia. Gosto de ouvir! Tive em várias rádios vários programas, quem faz rádio sabe que a grelha se reforma muitas vezes com a vontade e necessidade de &#8220;baralhar e dar de novo&#8221; com cheiro a novidade. O meu último programa de rádio foi na delegação regional da Rádio Renascença. Ali estive quatro anos todas as manhãs entre as sete e as dez a acordar o Alentejo com as &#8220;manhãs da Renascença&#8221;. Aprendi tanto&#8230; No interior, a rádio, de imensa que é, acaba por ser pequena para quem quer mais. Ainda tentei organizar a minha vida de forma a ter o pé num projecto que orgulhava tanto uma equipa. Aos poucos não dá. Aos poucos o imenso fica muito longe. Mas foi há 26 anos que dei de caras com essa paixão. Aquela onde conta a emoção da voz, o ouvido amigo, o gosto de quem gosta de nós, o ouvinte fica um amigo e conhecemos a voz de todos eles. A rádio é a imagem a poder ser despenteada. 26 anos é muito tempo. Passaram-se muitas coisas, perderam-se muitos amigos, ganharam-se outras coisas, existem muitas lembranças. Aos que lerem este texto e que por ali passaram, lembrem-se que me lembro da entrada a correr na rádio, na procura da maior música para dar tempo de beber um café antes de ligar o microfone, nos nervos ao falar de desporto do qual percebo ainda hoje zero, do prolongar do tempo mesmo depois da emissão fechar&#8230; Lembrem-se que os sonhos têm asas e as memórias também. Só porque sim!</div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"></div>
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		<title>&#8230; Não sei porquê (mas sei que gosto muito dela)</title>
		<link>https://euclaudio.com/nao-sei-sei-gosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2017 12:15:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Não sei de verdade o que me liga à Joana Solnado. Nunca trabalhámos juntos, encontramo-nos ocasionalmente aqui e ali, mas nutro por ela um carinho e uma admiração grande, que tornei ainda mais real no abraço que lhe dei o outro dia. Talvez &#8211; eu acredito nestas coisas &#8211; a forte ligação que eu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Não sei de verdade o que me liga à Joana Solnado. Nunca trabalhámos juntos, encontramo-nos ocasionalmente aqui e ali, mas nutro por ela um carinho e uma admiração grande, que tornei ainda mais real no abraço que lhe dei o outro dia. Talvez &#8211; eu acredito nestas coisas &#8211; a forte ligação que eu tinha com o seu avô pode ajudar neste empurrão de sentimento. Tudo isto para vos dizer que estive com ela na apresentação da nova temporada da SIC, que ela &#8211; como todos os actores que entrevistei &#8211; está muito entusiasmada com &#8216;Paixão&#8217;, a nova novela do horário nobre que estreia hoje após o Jornal da Noite. Joana é uma das protagonistas (ao lado de Margarida VilaNova, Marco Delgado e Albano Jerónimo) e a sua simplicidade como pessoa relega automaticamente para outro plano o facto de ser protagonista. A ela orgulha-a acima de tudo a história, o elenco, o convite e <em>&#8216;trabalhar uma personagem que toca assuntos que raramente foram focados tão directamente na televisão portuguesa</em>&#8216;. Acabada de chegar do Brasil, onde esteve no elenco da produção &#8216;Novo Mundo&#8217;  da Globo, diz que não se pode comparar as novelas de cá e lá, não porque são melhores ou piores, mas porque diz que a diferença está na cultura dos povos: <em>&#8216;somos povos com culturas diferentes. É isso que destaca. Não quem faz melhor sou pior</em>&#8216;.  Joana estava vestida de verde esmeralda, num leve e plissado vestido que a tornava uma espécie de luz no evento. Ela está feliz. Talvez por estar de regresso, talvez por estar apaixonada pela sua novela que, garante, <em>&#8216;vai apaixonar os portugueses todos</em>&#8216; ou talvez por ser grata à oportunidade de mostrar que há ainda muito para ver da Joana Solnado actriz. Honestamente, estou muito entusiasmado para ver uma vilã feita por ela. Quero ver essa transformação em cena, que ainda não foi para dar mas que já recebeu tantos elogios dos colegas e da equipa que a têm acompanhado no trabalho.</p>
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