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	<title>passado &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; Aos que estão do outro lado da porta (Obrigado!)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2019 21:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudio]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Todas as muitas vezes que olhei para uma porta vi nela a possibilidade de uma nova descoberta. Todas as muitas vezes que bati a uma porta era na expectativa que ela se abrisse. Mas não se iludam, quando o fizerem, porque elas não se abrem todas. Muitas ficam fechadas e algumas, às vezes, são [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Todas as muitas vezes que olhei para uma porta vi nela a possibilidade de uma nova descoberta. Todas as muitas vezes que bati a uma porta era na expectativa que ela se abrisse. Mas não se iludam, quando o fizerem, porque elas não se abrem todas. Muitas ficam fechadas e algumas, às vezes, são abertas por alguém que aparece para ver apenas quem está do lado de cá e, logo a seguir, com ar &#8216;enojado, altivo e distante&#8217; volta a fechar a porta com força. A força, às vezes é tanta, que durante dias ficamos a ouvir o barulho que faz quando uma bate na outra e é quase o refrão de uma canção a dizer &#8216;desiste, desiste, desiste&#8230;&#8217; As portas com que me cruzei não se abriram sempre. Fecharam-se muitas vezes, e muitas vezes com força gratuita. Quando olho para esta fotografia, tirada para o JN, para falar de 20 anos desta vida na comunicação, penso que este sorriso (eu sou do que não gosta de fotografar a sorrir) revela que estou num bom momento, que, olhando para trás e para as muitas portas que não se abriram ou se fecharam, penso <em>&#8216;ainda bem que aconteceu assim&#8217;</em>, porque não se abrindo essas, abriram-se depois as certas, e, quando não se abriam de par em par, eu, como qualquer gaiato da aldeia faz, espreitava pelo postigo e se visse a oportunidade de a fazer abrir, subia um degrau e saltava uma janela. Descobria sempre a oportunidade no espaço que estava aberto. Isto vem a propósito de nada, que não seja agradecer a todos os que me foram abrindo as portas a que bati, aos que bateram à minha e dizer que &#8211; como li um dia &#8211; apesar de <em>&#8216;a sorte bater à porta, ela não roda a maçaneta&#8217;</em>. Eu sou um &#8216;pro&#8217; a perceber a altura de rodar as maçanetas. Isso é muito importante. Mesmo! Obrigado a todos vocês por me acompanharem, sabem que não consigo responder a todos, mas consigo receber as vossas mensagens e energia, consigo entender a boa onda e sinto-me orgulhoso de perceber que tenho comigo gente que confiou em mim quando eu dava os primeiros passos e ainda não tinha força, nem tamanho, para chegar à campainha. Obrigado!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><em>Foto. JN</em></span></p>
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</ul>
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		<item>
		<title>&#8230; A idade da inocência (Ou só uma péssima fotografia!)</title>
		<link>https://euclaudio.com/idade-da-inocencia-so-pessima-fotografia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Dec 2017 20:50:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Memórias]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Muito dificilmente conseguirei seguir à risca um provérbio que um dia me disseram para aplicar: ‘a memória curta é meio caminho para a felicidade’. Não consigo ter uma memória curta. Talvez selectiva, mas mais que isso não. Vou lembrar-me sempre do que me disseram, fizeram, prometeram ao longo da vida. E eu aos outros, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Muito dificilmente conseguirei seguir à risca um provérbio que um dia me disseram para aplicar: <em>‘a memória curta é meio caminho para a felicidade’.</em> Não consigo ter uma memória curta. Talvez selectiva, mas mais que isso não. Vou lembrar-me sempre do que me disseram, fizeram, prometeram ao longo da vida. E eu aos outros, que o jogo é dos dois lados. Isto vem a propósito de quê? Encontrei esta moldura perdida em casa de um parente e lembrei-me que já nesta altura pensava assim. Tinha a idade da inocência, mas não tinha a inocência que se tem normalmente nesta idade. Estava a sair de uma adolescência como são todas as adolescências e tinha em mim todas as vontades do mundo. A esta distância posso dizer que alcancei muitas dessas vontades e que continuo a pensar o que já na altura pensava. Que só chegamos orgulhosos ao lugar onde nos esperam se respeitarmos o caminho e não nos esquecermos de quem encontramos nele. Olho para esta imagem e vejo o mesmo ar de quem acha que o comodismo não nos leva a lado nenhum, que é preciso levantar e ir fazer acontecer. Tenho a mesma falta de paciência para a inércia. Tudo isto para dizer que acredito mesmo que somos feitos de uma massa que nos persegue a vida toda, não mudamos. Vamos moldando a nossa maneira de ver as coisas com o tempo, não mais do que isso. Por isso, o que muda desta imagem para hoje, é pouco mais para lá do corte de cabelo e deste pólo, que já antevia o que seria o meu futuro. De resto, o resto, está lá. Mantém-se intacto. Orgulho-me disso. Não sei se devo fazê-lo, mas orgulho-me. Ainda em orgulho.</p>
<p>&nbsp;</p>
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