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	<title>Pensativo &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<description>Eu, Cláudio</description>
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	<title>Pensativo &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230;Sobre o nó na garganta (ou simplesmente saudade)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2019 21:26:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eu, Pai]]></category>
		<category><![CDATA[Memórias]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[eu pai]]></category>
		<category><![CDATA[Leonor]]></category>
		<category><![CDATA[Parentalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Quando tirei esta fotografia, estávamos em Julho de 2011. A Leonor tinha acabado de fazer sete anos e foi a primeira vez que passou férias sozinha comigo. E eu com ela. Estava já crescida o suficiente para se afastar das rotinas que tinha mantido sempre, mesmo após a minha separação. Com a mãe já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Quando tirei esta fotografia, estávamos em Julho de 2011. A Leonor tinha acabado de fazer sete anos e foi a primeira vez que passou férias sozinha comigo. E eu com ela. Estava já crescida o suficiente para se afastar das rotinas que tinha mantido sempre, mesmo após a minha separação. Com a mãe já tinha saído muito de férias; comigo sozinho foi a primeira vez. Eu vivi sempre mais afastado porque desde que nasceu passo muito tempo fora. Lembro-me como se fosse hoje. Escolhi a costa alentejana por me ser familiar, por estar perto e porque ainda era calminho nesta altura. Foi divertido. O primeiro dia, o segundo, o terceiro&#8230; antes de irmos, e durante semanas todos os dias, ela me falava exaustivamente do que iríamos fazer, do que queria fazer, do divertido que iria ser. E foi. Combinámos estar fora dez dias&#8230; Adorou a ideia. Adorou a casa onde ficámos, a piscina, os lugares, as praias calmas e frias, o clima, os <em>croissants</em> carregados de chocolate, a bola na praia, os passeios ao fim da tarde, o carrossel no meio da vila&#8230; mas ao terceiro dia comecei a perceber que o ânimo dela estava diferente. No dia seguinte estava mais desanimada. Estava menos tempo na piscina, já não queria o <em>croissant</em> com chocolate, não se importava de não ir  de tarde à praia e até a consola nova, que tinha recebido esse ano pelo aniversário e a acompanhava para todo o lado como máquina de filmar, ficava ali perdida em cima do sofá&#8230;. Eu tentava tudo, mas ela estava desanimada. Ou pelo menos não tão animada como eu a imaginaria ou ela pretendia&#8230; A Leonor sempre foi muito crescida e sempre falámos de tudo. No quinto dia ao pequeno-almoço na pastelaria do costume perguntei-lhe o que se passava, se não estava a gostar. E ela, com o ar inocente de uma menina de sete anos diz-me : &#8216;N<i>ão tenho nada, estou a gostar, mas dói-me um pouco a garganta. Mas não é dor de doente..!&#8217;</i> Fiquei em alerta porque imaginei que poderia estar a ficar doente. Não tinha febre, não tinha sinais que se manifestassem nesse sentido. Não fomos à praia, preferiu ficar em casa na piscina&#8230; E de repente diz-me <em>&#8216;Acho que tenho saudades da mãe!</em>&#8216;. Ups! Tinha sido a primeira vez que a Leonor estava longe da mãe tantos dias. Os meus sinais de alerta funcionaram todos ao mesmo tempo, um milhão de perguntas na cabeça. O que fazer!? Falei com a mãe que tentou acalmar e perceber como a sentia. Ficou combinado que se ela continuasse assim voltava para casa mais cedo&#8230; E assim foi. Nessa mesma tarde perguntei se queria voltar: &#8216;Q<em>uero!&#8217;</em> Percebi que a tal &#8216;dor de garganta&#8217; que a minha filha tinha era uma espécie de &#8216;nó&#8217; que se manifestou porque era a maneira que ela tinha de dizer que estava com saudades da mãe. O corpo deu um sinal. Voltámos imediatamente. Vi nos seus olhos a alegria outra vez quando preparou as malas e entrou no carro. Lembro-me de fazer o caminho e de a ver adormecer serena. Reclamou que lhe doía a cabeça, parei numa estação de serviço à procura de gelo para lhe ir humedecendo a testa. Mais tarde percebi com ajuda da pediatra que foi uma reacção. A Leonor foi desenraizada de repente da rotina da mãe, que apesar de falar com ela várias vezes ao dia não lhe era suficiente naquela altura&#8230; Quando despertou da viagem, voltou a mostrar o sorriso desdentado que tinha aos sete anos de idade. À sua frente tinha a mãe.</p>
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</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8230; Hoje é dia do sorriso (Ele remedeia tanta coisa)</title>
		<link>https://euclaudio.com/hoje-e-dia-do-sorriso-ele-remedeia-tanta-coisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Apr 2019 13:46:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Sorriso]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pensativo]]></category>
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					<description><![CDATA[… Não tenho um sorriso bonito. Tenho até uma certa inveja de quem o tem. Nunca tive e vivi sempre com o enorme complexo de ter uns dentes feios, mas hoje é dia do sorriso e é preciso assinalar a data. Gosto de rir. Posso rir disto e rir daquilo, mas, acima de tudo, rio-me [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">… Não tenho um sorriso bonito. Tenho até uma certa inveja de quem o tem. Nunca tive e vivi sempre com o enorme complexo de ter uns dentes feios, mas hoje é dia do sorriso e é preciso assinalar a data. Gosto de rir. Posso rir disto e rir daquilo, mas, acima de tudo, rio-me de mim. Pode parecer incoerente, porque já disse muitas vezes que não gosto de me ver rir, não me favorece. Mas sei, porque não sou parvo, que o sorriso remedeia tanta coisa. Um sorriso verdadeiro, honesto, vai para lá da dentição perfeita. Uma gargalhada verdadeira e sonora esconde qualquer imperfeição que se tenha. O sorriso é uma espécie de cantar da alma, que celebra cada bom momento que vivemos e que vai desde o simples mover de lábios, ao soltar de todos os músculos do rosto porque a vontade de rir é tanta que é urgente que se escute e celebre. Para mim, o sorriso, se fosse uma estação do ano, seria a Primavera e se fosse uma cor seria o branco. Eu farto-me de rir comigo. Acho que até mais comigo do que com os outros. É uma maneira de me &#8216;armar&#8217; e ao mesmo tempo &#8216;desarmar&#8217; o resto. A alma fica mais leve se rir de mim próprio. Tenho pena daquelas pessoas que se levam muito a sério. A pessoa que mais se ri de mim, sou eu mesmo. Aos outros dou apenas o direito de se rirem comigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8230; Isto é o que penso (Quando eles têm medo de pensar por si)</title>
		<link>https://euclaudio.com/isto-e-o-que-penso-quando-eles-tem-medo-de-pensar-por-si/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2019 21:05:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[Pensativo]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; O que mais gosto nas pessoas é o carácter. É a força de  mostrar o que são de verdade,  independentemente se aquilo que lhes aparece à frente é favorável ou não, ao que eles querem que os outros pensem a seu respeito. Eu conheço muita Gente com carácter, graças a Deus. Mas também me [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; O que mais gosto nas pessoas é o carácter. É a força de  mostrar o que são de verdade,  independentemente se aquilo que lhes aparece à frente é favorável ou não, ao que eles querem que os outros pensem a seu respeito. Eu conheço muita Gente com carácter, graças a Deus. Mas também me tenho cruzado com algum tipo de gente que não sabe o que é. Não podemos ser todos iguais e temos todos noções diferentes do que são os valores de verdade. Gosto menos ainda quando as pessoas vivem disfarçadas, quando têm um carácter que exibem quando lhes é conveniente, apregoado a todos os ventos, mas revelando a falta dele no momento em que precisam mostrar de verdade de que massa são feitas. Isso quase me enoja.  Muitas vezes &#8211; para não dizer a maioria das vezes &#8211; as minha maneira de ver a vida, as situações, o mundo, não tem nada a ver com a forma como as pessoas que escolhi para o meu espaço de afectos vêem. Não é isso que me afasta delas ou me faz com que lhes tire o colo, o ombro ou o gesto de que precisam. O que me afasta das pessoas é perceber os gestos s<em>ub</em>&#8211;<em>reptícios</em> no carácter. Batem no peito, lutam, pregam com muita força uma verdade absoluta que fica bem na fotografia, no texto, na legenda, na sala, na mesa do jantar, mas na prática rastejam como ratos na altura de tomar posição, porque têm medo. Não têm carácter. Revelam nesta altura que valem pouco, que não merecem que se lhes reconheça o que dizem, escrevem, legendam ou apregoam. Porque uma tomada de posição na altura certa é, na minha opinião, a mais clara forma de se perceber o carácter de uma pessoa. Mas isto sou eu, que, mesmo vivendo mil anos, não viro a cara quando sinto que tenho que mostrar posição, fazer o gesto, dar colo, estender a mão. Não preciso apregoar, escrever, legendar. Faço-o. Simplesmente faço!  Não fico à espera que me digam para fazer ou sossegado a ver se muitos fazem, porque tenho medo de o fazer sozinho. Faço porque me apetece. Durmo mais descansado assim. Foi só um desabafo!</p>
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