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	<title>Pessoal &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<title>Pessoal &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; Porque é que ninguém me explicou? (que deixamos de ser criança!)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Jun 2019 06:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Dia da Criança]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Quando era criança, nunca ninguém me explicou que o mundo não seria almofadado. Cresci muito depressa. Fiz-me bem-disposto, porque não entendo a vida de outra maneira. Vamos crescendo e, aos encontrões, percebemos que o que deixa de nos fazer criança não é o calendário. É a força com que a vida se agarra a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="text-align: justify;">&#8230; Quando era criança, nunca ninguém me explicou que o mundo não seria almofadado. Cresci muito depressa. Fiz-me bem-disposto, porque não entendo a vida de outra maneira. Vamos crescendo e, aos encontrões, percebemos que o que deixa de nos fazer criança não é o calendário. É a força com que a vida se agarra a nós e decide fazer o que quer. Imaginem um boneco de trapos nas vossas mãos, que o sacodem de um lado para o outro sem dó nem piedade&#8230; É isto que a vida nos faz. Não há tempo para nos explicarem que é demasiado cruel deixar de ser criança quando não nos tornam o caminho mais fácil. Devíamos ser crianças muito tempo. Talvez sempre. A idade da inocência é a mais feliz, mesmo quando achamos que pode não ser. Acreditamos mais, logo, somos mais felizes. Sabemos menos, logo, somos mais felizes. Eu defendo que os ignorantes são mais felizes. Somos sempre mais felizes quando ainda acreditamos em alguém ou em alguma coisa. Em criança, nunca me avisaram que um dia ia deixar de acreditar. Não se pode cortar assim, a meio, aquilo que pensamos do mundo. Nem me disseram isso, nem me explicaram que ia aparecer gente que me maltrataria, que iriam aparecer situações com as quais não conseguiria lidar, que ia ter contas para pagar, agenda para cumprir, ou que, quando crescesse, iria ter que construir uma máscara para enfrentar a idade adulta com a mesma verdade com que a imaginava em criança. Ainda assim, não me zanguei com a vida, nem tenho saudades de ser criança. A vida é demasiado feroz para me zangar com ela. Iria perder a batalha. Tenho a certeza. Em criança não sei, mas sei que quando crescemos pagamos uma factura muito alta quando trocamos as voltas daquilo que a vida tem para nós. Nem é uma coisa de destino, é uma coisa mais forte que nos custa pagar. Custa muito. Há uns que não a pagam, são caloteiros, há outros que pagam a factura com juros, porque são de fiar. Quem confia sofre mais, paga mais&#8230; Talvez seja mais feliz por ter as contas em dia. Um dia havemos de saber isso. Por enquanto fico bastante aborrecido, porque quando era criança ninguém chegou ao pé de mim e me disse, <em>&#8216;Cláudio, vai devagar, que isto não é almofadado e podes magoar-te a valer.</em>&#8216; Depois, não é um penso que cura a ferida, nem um punhado de chocolate a alma. Isso é mentira. Um e outro servem, apenas e só, para cicatrizar a pele e aumentar o perímetro abdominal. Não se iludam&#8230; Quem se ilude desilude-se. Aprendemos quando crescemos! Razão tinha ele: &#8216;<i>o que queres ser quando fores grande?&#8217; </i>Pequeno, outra vez! Outra vez inocente para acreditar que a vida é uma criança que teremos que embalar, cuidar, respeitar, até que adormeça&#8230;</div>
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		<title>&#8230; Gosto de estar! (Não gostamos todos?)</title>
		<link>https://euclaudio.com/gosto-estar-nao-gostamos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 May 2019 21:18:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[gostos]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[… Estava aqui a pensar que gosto muito de estar aqui. De estar. De pensar. De pensar sozinho. Pensar por pensar, e dar comigo a pensar nas coisas que gosto. Gosto disso como gosto de acordar com uma mensagem bonita no telefone. Gosto de poesia. Gosto de sentir o cheiro a primavera assim que abro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">… Estava aqui a pensar que gosto muito de estar aqui. De estar. De pensar. De pensar sozinho. Pensar por pensar, e dar comigo a pensar nas coisas que gosto. Gosto disso como gosto de acordar com uma mensagem bonita no telefone. Gosto de poesia. Gosto de sentir o cheiro a primavera assim que abro a janela do quarto. Mas também gosto muito do cheiro a chuva de manhã e ao fim do dia. Gosto de adormecer sem querer. Mas também gosto de dormir mais quinze minutos depois de o despertador tocar. Gosto de descobrir séries umas atrás das outras. Mas não gosto muito mais de cinema. Gosto de passar o serão em casa. Gosto de deitar conversa fora com os amigos. Gosto de ter amigos. Gosto de soltar gargalhadas por coisa nenhuma. Gosto de dormir nu e de andar descalço. Gosto do cheiro a cama lavada e do frio dos lençóis. Gosto do cheiro a café e de beber um abatanado. Gosto de pão integral, de comer chocolate, e gelado de menta. Gosto de conduzir sem trânsito, se  tiver vontade de conduzir. Gosto do Alentejo e de tudo o que ele me representa. Gosto de subir a minha rua, de passar na minha antiga rua e de parar numa esplanada. Gosto de estar uma tarde inteira numa esplanada. Gosto de viajar, da expectativa da viagem, de descobrir coisas novas, mas também de ir e estar nos mesmos lugares de sempre. Gosto de me sentir em casa fora de casa. Gosto de desfazer malas. Gosto de pensar. De estar parado a pensar e de misturar o pensamento com o sonho.</p>
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		<title>&#8230; Isto é o que penso (Quando eles têm medo de pensar por si)</title>
		<link>https://euclaudio.com/isto-e-o-que-penso-quando-eles-tem-medo-de-pensar-por-si/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2019 21:05:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[Pensativo]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; O que mais gosto nas pessoas é o carácter. É a força de  mostrar o que são de verdade,  independentemente se aquilo que lhes aparece à frente é favorável ou não, ao que eles querem que os outros pensem a seu respeito. Eu conheço muita Gente com carácter, graças a Deus. Mas também me [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; O que mais gosto nas pessoas é o carácter. É a força de  mostrar o que são de verdade,  independentemente se aquilo que lhes aparece à frente é favorável ou não, ao que eles querem que os outros pensem a seu respeito. Eu conheço muita Gente com carácter, graças a Deus. Mas também me tenho cruzado com algum tipo de gente que não sabe o que é. Não podemos ser todos iguais e temos todos noções diferentes do que são os valores de verdade. Gosto menos ainda quando as pessoas vivem disfarçadas, quando têm um carácter que exibem quando lhes é conveniente, apregoado a todos os ventos, mas revelando a falta dele no momento em que precisam mostrar de verdade de que massa são feitas. Isso quase me enoja.  Muitas vezes &#8211; para não dizer a maioria das vezes &#8211; as minha maneira de ver a vida, as situações, o mundo, não tem nada a ver com a forma como as pessoas que escolhi para o meu espaço de afectos vêem. Não é isso que me afasta delas ou me faz com que lhes tire o colo, o ombro ou o gesto de que precisam. O que me afasta das pessoas é perceber os gestos s<em>ub</em>&#8211;<em>reptícios</em> no carácter. Batem no peito, lutam, pregam com muita força uma verdade absoluta que fica bem na fotografia, no texto, na legenda, na sala, na mesa do jantar, mas na prática rastejam como ratos na altura de tomar posição, porque têm medo. Não têm carácter. Revelam nesta altura que valem pouco, que não merecem que se lhes reconheça o que dizem, escrevem, legendam ou apregoam. Porque uma tomada de posição na altura certa é, na minha opinião, a mais clara forma de se perceber o carácter de uma pessoa. Mas isto sou eu, que, mesmo vivendo mil anos, não viro a cara quando sinto que tenho que mostrar posição, fazer o gesto, dar colo, estender a mão. Não preciso apregoar, escrever, legendar. Faço-o. Simplesmente faço!  Não fico à espera que me digam para fazer ou sossegado a ver se muitos fazem, porque tenho medo de o fazer sozinho. Faço porque me apetece. Durmo mais descansado assim. Foi só um desabafo!</p>
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