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	<title>Portugal &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<title>Portugal &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>… &#8216;Façam o favor de ser felizes!&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Apr 2023 13:16:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[… Nunca escondi de ninguém que sou um artista frustrado no que toca ao teatro. O teatro no geral e o de revista em particular. Gosto de teatro desde que me entendo como gente, tento acompanhar tudo e ao contrário do que muitas vezes leio e escuto, há bom teatro e há público para o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">… Nunca escondi de ninguém que sou um artista frustrado no que toca ao teatro. O teatro no geral e o de revista em particular. Gosto de teatro desde que me entendo como gente, tento acompanhar tudo e ao contrário do que muitas vezes leio e escuto, há bom teatro e há público para o bom teatro. Acredito que o público não chegue e todo o lado, mas ao teatro feito para ele, fugindo do umbigo de quem o imagina ele chega. E é isso que acontece com o teatro de revista, que ao contrário do que muitos dizem não é o parente &#8216;pobre&#8217; dos profissionais das tábuas. Aliás, talvez seja o parente rico, foi aqui que tudo começou e em outros lugares do mundo é dos mais respeitados. E é por isso bonito ver agora as Portas de Santo Antão receberem o elenco quase todo. Juro! Já vos disse que o Raul Solnado está no Politeama?! É o que me apetece dizer depois de assistir a mais uma encenação de Filipe La Féria, ‘Revista é sempre revista’ onde é feita, talvez a maior homenagem de sempre ao teatro de revista em Portugal. Um elenco audaz, um corpo de baile fantástico, uns figurinos espectaculares e memórias aos molhos como os malmequeres que Raul Solnado cantou. É injusto destacar apenas um nome, são todos muito bons nas homenagens que fazem. Muito bons mesmo, mas a interpretação de Ricardo Abreu Raposo no papel de Raul Solnado tira-nos o fôlego. É ele! Quem o conheceu de perto percebe que é Ele que ali está. Confunde-se o Raul e o Ricardo. É a arte de Raul e o talento do Ricardo que faz isto com um brio quase mágico numa interpretação magistral no ponto certo, na voz, nos trejeitos, nas mãos… sem pingo de exagero e que deve ser vista por todos. Por amor de Deus, não se pode perder este gigante bocado de arte! Quem gosta de verdade daquilo que o teatro nos traz, tem de ir ao Politeama. Está lá o Raul Solnado, o Eugénio Salvador, o Joao Villaret, o Max, a Hermínia Silva, A Beatriz Costa, a Ivone Silva, a Bibi Ferreira… e tantos outros que deixaram aos de hoje a arte de fazer sonhar. O espectáculo está muito bem conseguido, porque nos emociona do principio ao fim. E no faz sorrir, como diz a Paula Sá no final, porque feitas as contas é o que fica de que temos. Adiar uma ida ao teatro é adiar um bom momento, digo ao teatro, como posso dizer ao cinema, a um concerto, ler um bom livro&#8230; nos dias que correm, parece que andamos sempre sem tempo para fazer o que nos dá prazer e só preocupados em evitar o glúten, comer brócolos e sementes se linhaça, mas a vida é mais que isso, e quero na minha vida sempre mais pedaços destes. Acho que deviam fazer o mesmo. O dia é curto e os afazeres são imensos? Claro que são. Sacrificamos horas de sono, mas o que nos fica são as memórias daquilo que vamos tendo dentro de nós. Recuar agora no Politeama uns valentes anos e escutar o que ali está em cena, é um punhado de recordação que fica para a vida daqueles que apreciam teatro bem feito, Parabéns a todos!</p>
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		<title>… Acabou-se. E começa tudo outra vez!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jan 2023 13:30:49 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230;  Não tenho a ilusão de que com a chegada de um novo ano tudo muda. Não partilho da euforia quase histérica da animação geral à meia-noite em ponto, como se minutos antes tudo fosse o caos e de repente, por conta dos ponteiros do relógio, entrássemos na cápsula do tempo e tudo mudasse! Não acredito nisso. Não gosto da confusão obrigatória das festas deste dia. Opto, sempre que posso, por viajar, aproveitar os dias para fazer algo diferente, ou ficar em casa. Sozinho e sossegado. Acredito que a data sirva para reflexão e renovação. É nisso que aposto. Em renovar as energias e acreditar que o ano novo será melhor. A saúde é o mais importante, sem ela nada nos é permitido. Quero-a. Muito e a toda a hora, para mim e para os meus! No ano novo, quero continuar a acreditar em milagres e quero continuar a desafiar-me profissionalmente para me sentir vivo e útil. Vou ainda ser mais selectivo nas pessoas que se cruzam comigo, embora deva relaxar para me permitir surpresas. Vou jantar mais vezes com os meus amigos. Vou ter vinho tinto em casa porque um copo ao serão me sabe bem. Quero continuar a ir ao ginásio com disciplina mas sem sacrifício (a parte do sacrifício acho difícil). Vou tentar estar menos tempo no computador ou pendurado no telefone. Vou estar atento a gente que me ensine coisas novas. Talvez consiga começar a fazer yoga. Quero aprender a falar inglês, mas sei também que não me vale a pena pensar que o vou fazer, porque não vou. Quero fazer férias na Grécia, quero ir à Maldivas e conhecer Nova York. Quero muito Nova York. Queria mesmo! Quero bronzear o corpo com o sol e ir muitas vezes à praia, muitas mais que este ano que acabou onde fui muito pouco. Quero ir mais vezes ao teatro, quero ver mais concertos e ter mais tempo para ler. Quero acreditar que este ano vai ser positivo. O que passou foi um ano sereno, mas muito cheio. Trabalhei muito e tive alturas em que me esqueci de mim. Tentei chegar a todos os lados e falhei-me algumas vezes e essa é uma sensação de frustração que tenho e que pago com domingos desperdiçados num sofá agarrado a um gelado porque não me apetece fazer mais nada além de descansar. Não me posso queixar, nem me devo culpar por isso. Seria injusto e é a vida que escolhi, só tenho de aprender a gerir melhor as peças profissionais com as pessoais de forma a que encaixem na perfeição. Mas a perfeição não existe, né? Deste ano levo comigo um enorme crescimento profissional, a minha casa nova, a minha filha que celebrou 18 anos e entrou na faculdade, levo as coisas e as pessoas boas que Ele me deu. Pessoalmente, conseguiu surpreender-me quando não estava à espera de algumas coisas e aprendi a esperar. Mantenho comigo a esperança de que a espera, pode valer a pena. Provei que sou capaz de me superar, que o caminho segue sempre em frente, mesmo que por atalhos, mas tive muito a sensação frustrada de não ter conseguido o que pretendia e não encontro razões para isso. Vivi emoções novas, lugares diferentes. Iludi-me e desiludi-me, mas acho que isto fará sempre parte de todos os anos. Na verdade, não me posso queixar do ano porque seria muito injusto com tudo o que vejo à volta e com tudo o que tive dentro dele. Tenho 49 anos, todos os sonhos do mundo ainda por realizar, o que só é possível com saúde. Que não nos falte. A saúde e a coragem. Despeço-me deste ano com a noção de que passou muito rápido. Não sei se foi só uma impressão minha. Que tenhamos um grande 2023, onde cada um de nós tenha a noção clara de que pode tudo ser melhor e mais fácil se cada um de nós estiver disposto a isso. É preciso esvaziar egos, sentir empatia, deixar o orgulho e lado e respeitar sem brincar com a emoção do lado. Se conseguíssemos isso, já teríamos um ano fixe.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>&#8230; A verdade do campeão!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Aug 2021 17:53:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Fernando Pimenta trouxe o bronze para Portugal, mas assume claramente que queria ter trazido o ouro, porque foi para isso que trabalhou. Para nós, ele trouxe ouro, porque ouvi-lo falar é escutar a resiliência e a verdade em forma de pessoa numa mistura bonita e quase comovente em tudo aquilo que diz, porque o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230; Fernando Pimenta trouxe o bronze para Portugal, mas assume claramente que queria ter trazido o ouro, porque foi para isso que trabalhou. Para nós, ele trouxe ouro, porque ouvi-lo falar é escutar a resiliência e a verdade em forma de pessoa numa mistura bonita e quase comovente em tudo aquilo que diz, porque o que diz soa a verdade absoluta. É verdade quando confessou publicamente no &#8216;Dois às dez&#8217; que a família fica muito prejudicada com a sua entrega, é de louvar quando reconheceu que a mulher Joana tem sido pai e mãe da pequena Margarida que é a &#8216;menina dos seus olhos&#8217; e é verdade quando reclama que Portugal olhe para os atletas olímpicos o ano todo e não apenas em datas especiais e lhes dê atenção sempre. Se marquem entrevistas se procure saber sobre eles, que se mostre interesse e acima de tudo que se apoie&#8230; não se queixa da falta de apoio no seu caso pessoal, mas fala num colectivo onde reconhece que estamos longe, muito longe de ter as estruturas de equipa que têm os seus pares internacionais, na sua e em outra modalidades olímpicas. Fernando Pimenta assume com toda a verdade que não temos uma política de alta competição como existe lá fora e por isso tudo o que conquistam vale mais que o dobro e já conquistaram muito e deixam um Portugal orgulhoso, mas era bom que fosse orgulhoso o ano todo e durante todo o ano. Diz que uma ajuda pequena de uma grande empresa pode fazer a diferença absoluta na carreira de um atleta. Dá exemplos, explica as razões e argumenta. Este é um dos nossos atletas que nos Olímpicos trouxeram medalhas a eles juntam-se outros nacionais mas para todos é preciso olhar com olhos de gente sempre e não quando nos convém, porque fica a sensação estranha de que parece existirem apenas a cada evento desta natureza. A humildade com que fala das suas conquistas contrasta com a certeza de que sabia que seriam dele. Entrou no estúdio alegre, bem disposto ,rodeado da sua família, aquela que criou para si e que o ampara nas horas menos boas, &#8216;e são muitas&#8217; e com ele festeja as alegrias, mesmo com atraso porque acontecem no outro lado do mundo. Com ele a sua companheira de muito tempo. Joana que conheceu na canoagem e que lhe reconhece não só o valor como a beleza interior que descobriu <em>&#8216;ainda o Fernando na tinha músculos&#8217;</em> uns músculos que custam a conseguir em treinos e sacrifícios diários para estar cada vez mais e melhor preparado para o próximo desafio, porque ele não tem limites e sabe exactamente onde quer chegar. Quer ser campeão com ouro pendurado ao peito e orgulhar um País de que gosta mas a quem apela mais atenção. Quer ver reconhecida uma modalidade sempre e não em tempos de festa, quer ter condições para ele e para todos para que o desempenho seja melhor e justo quando em alta competição há colegas em vantagens por terem essas condições. Quer ter mais tempo para os seus e ver a sua Margarida crescer orgulhosa do pai. A Margarida que se tornou num espécie de memória fotográfica quando no momento da vitória Pimenta levantou a chupeta da filha numa homenagem bonita que rodou o mundo e fica para sempre, porque um dia a Margarida vai perceber que o pai &#8216;<em>desarrumado e desorganizado em casa</em>&#8216;, como diz a mãe, tinha a cabeça no lugar, os objectivos traçados e remava para que o sonho dele chegasse mais longe. Tão longe quando possível fosse sonhar&#8230; e depois se sentasse num sofá descontraidamente e falasse do feito com a naturalidade que só os grandes conseguem. Obrigado Fernando Pimenta!</p>
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