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	<title>sentir &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; Sobre o amor. No dia de o celebrar!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2020 17:24:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[… Não acho graça a que se assinale o dia do namorados. Prefiro que se assinale o amor, que deve ter dias seguidos e não só um no calendário. Para mim, o amor mais não é do que ‘sentir-se em casa’ sem cerimónia. É perceber que o silêncio não atrapalha, que a descoberta de uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">… Não acho graça a que se assinale o dia do namorados. Prefiro que se assinale o amor, que deve ter dias seguidos e não só um no calendário. Para mim, o amor mais não é do que ‘sentir-se em casa’ sem cerimónia. É perceber que o silêncio não atrapalha, que a descoberta de uma rua feita a quatro pés é estimulante, que conhecer um lugar, um País, descobrir uma aventura nos enche as medidas. Amar é estar ao lado, medir a febre, humedecer os lábios, amparar, sonhar juntos, realizar sonhos, levar a colher à boca, aconchegar a roupa da cama, ter ciúmes, gritar, brigar, dizer coisas da boca para fora com a mesma boca que engole de repente tudo o que disse para sorver um beijo e sentir a saliva quente a saber ao outro. Amar é perceber o que precisa o outro. O que sonha o outro. O que quer o outro. Amar é entender um estado de alma. É dar a entender um estado de alma. É fazer uma mala juntos e brigar porque não cabe tudo lá dentro. É desfazer a mala e voltar a fazê-la e as coisas continuam a não caber, mas o amor é maior que a mala e tudo o que ela tem dentro. Voltamos a brigar, a desfazer e fazer a mala todas as vezes que forem precisas. O amor é isto. Na prática não tem regras. O amor tem que valer a pena. Se não tiver expectativas dentro dele não é amor, se não se perspectivar não é amor, se não fizer o coração bater mais rápido quando o outro começa a subir as escadas não é amor, se não nos suarem as mãos quando as dele nos tocam o pescoço não é amor, se não te trouxer a serenidade enquanto descansas a cabeça no seu colo não é amor, se não te sentes no céu quando um corpo invade o outro não é amor … é outra coisa qualquer. O amor é descalçar as nossas botas, se preciso for, para calçar as do outro, ajudá-lo a fazer o caminho e perceber que, de tão delicado que é, o amor está à semelhança de um pássaro pousado na nossa mão, como diz o poeta. Um pequeno gesto pode fazê-lo voar a qualquer momento. Também é amor deixar o amor voar.</p>
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		<title>&#8230; Sobre sentir (ou algo que se pareça)</title>
		<link>https://euclaudio.com/sentir-algo-pareca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2017 13:16:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8230; Falava-se ontem à noite sobre a capacidade de sentir, o que se sente, quando se sente? A pergunta é estranha e ninguém encontrou a resposta, porque ninguém sabe, de facto, o que sente, quando se sente, porque muitas vezes tem medo de assumir o que está lá dentro. O &#8216;sentir&#8217; é uma espécie de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Falava-se ontem à noite sobre a capacidade de sentir, o que se sente, quando se sente? A pergunta é estranha e ninguém encontrou a resposta, porque ninguém sabe, de facto, o que sente, quando se sente, porque muitas vezes tem medo de assumir o que está lá dentro. O &#8216;sentir&#8217; é uma espécie de cebola. É preciso tirar as camadas, uma por uma, e muito suavemente, para se perceber o que está no âmago. Pode não ser nada, e pode ser tanto&#8230; Num descascar de cebola que pode levar anos, há de repente um olhar que, em sete segundos, coloca pontos finais a tudo o que se sente. Passa a sentir-se outra coisa. Derruba ideias que se tinham e faz acreditar que sentir faz bem, mesmo que este &#8216;sentir&#8217; seja outro e perigoso só porque se desconhece. Sete segundos, pelo que li, é o tempo que uma pessoa pode levar a apaixonar-se. O bom de sentir &#8211;  continuavam durante a noite &#8211;  é deixar de o fazer, para dar lugar a outro sentimento. Avassalador. É perigoso porquê? Porque se desconhece, e todos nós temos medo do desconhecido. Gostamos do conforto, não lidamos bem com a novidade, muito menos aquela que nos &#8216;desarruma&#8217; o que cá vai dentro. &#8216;Pode escolher-se sentir?&#8217;, perguntou-se. Não! Mas pode escolher-se fingir que não se sente. E depois? Depois castra-se um momento que pode ser bom. Deixa-se de viver por medo. Com receio que não resulte, que se descubra, que se saiba, que se sinta outra coisa e que essa coisa seja pior (ou melhor) que a que se sentia antes de se sentir essa &#8216;desarrumação&#8217;&#8230; Com vocês não sei, mas eu vou sempre lutar por sentir diferente. Não sei se terei na vida muitas oportunidades de tirar camadas a cebolas de forma suave de maneira a que não me faça chorar, porque a cebola é perigosa para isso. Mas o sentir? O sentir é um caso à parte. Desde que se saiba o que é e não se tenha medo de lhe reconhecer os medos só é preciso enfrentá-lo nos olhos.</p>
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		<title>&#8230; Fiquei aqui. (Só a sentir)</title>
		<link>https://euclaudio.com/fiquei-so-sentir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2016 19:07:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8230; Hoje dormi bem. Acordei mais tarde do que é costume. Deixei-me ficar na cama. Abracei-me às almofadas, a sentir o quente aconchegado que os meus lençóis traziam e fiquei ali sem culpa. Voltei a adormecer uns minutos longos. Apreciei o bom que é estar ali só porque me apetecia. Sem pressa, sem horário, sem medo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Hoje dormi bem. Acordei mais tarde do que é costume. Deixei-me ficar na cama. Abracei-me às almofadas, a sentir o quente aconchegado que os meus lençóis traziam e fiquei ali sem culpa. Voltei a adormecer uns minutos longos. Apreciei o bom que é estar ali só porque me apetecia. Sem pressa, sem horário, sem medo de não estar na hora certa ou falhar a qualquer coisa. Estava sereno. A serenidade é um estado de alma que dificilmente se consegue, mas a verdade é que só começamos a saborear a vida quando nos damos conta do pouco que ela pode durar. A serenidade e a vida. Entenda-se.</p>
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