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	<title>Ser pai &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<title>Ser pai &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; De um pai (Que não foi filho!)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Mar 2017 20:56:24 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Ser pai é uma coisa que não se define. Não é sequer uma coisa, é outra coisa qualquer. Lembro-me, antes de o ser, que não imaginava conseguir amar com tanta força e de forma abnegada, porque nunca o tinha sentido. A Leonor nasceu na altura certa, numa tarde muito quente do mês de Maio. Nasceu de cesariana, fui eu quem lhe deu o primeiro banho, fui eu quem a pegou ao colo pela primeira vez. A minha filha era a linha que separaria, a partir desse momento, um antes e um depois. Nada, absolutamente nada, foi feito dali para a frente sem que o meu pensar parasse no dela. Os meus dias são feitos em função das suas necessidades. Como uma vez disse, a Leonor é o travão de muitas coisas que eu gostaria de fazer, de ter feito. O travão não necessariamente mau, não necessariamente bom. Mas é um travão! Estes quase treze anos desta &#8216;profissão&#8217; complicada e sem manual de instruções que é ser pai foram de aprendizagem constante. A Leonor é uma menina especial, &#8216;a mais feliz do mundo&#8217;, como me diz tantas vezes, mimada, caprichosa, atenta, inteligente, dedicada e, acima de tudo, generosa&#8230; muito generosa. Generosa com todos, mas comigo mais ainda. Muito generosa. Porque uma filha que cresce com o pai ausente durante tantos dias e nunca lhe reclama nada só pode ser generosa. Porque uma filha que não questiona as escolhas do pai tem que ser generosa. Foi educada assim&#8230; O meu pai não me educou assim. O meu pai não foi o pai que queremos ter, não respeitou as minhas escolhas, não as entendeu, nem se preocupou em perceber, nem sequer se deu ao trabalho de as questionar. O meu pai não nasceu para ser pai. Era um homem cheio de talentos e qualidades, mas não com os filhos. Não comigo. Durante mais de 30 anos detestei o meu pai, tinha milhões de motivos para isso. Queria um pai como todos tinham, queria alguém que me dissesse por onde era o caminho, me entendesse, ou pelo menos me tentasse explicar porque não entendia. Queria alguém que me dissesse que, acontecesse o que acontecesse, eu teria sempre um colo, um lugar para voltar. Que deveria ir sem medo, que ele seria a rede. Queria alguém que me dissesse o que estava certo ou errado. Nunca o fez. Não foi pai, como eu entendo que os pais devem ser.  Tivemos uma luta de anos que acabou o ano passado. Acabou com a morte dele. Fez-se em mim uma paz e um sossego de alma. Parou de sofrer. Parámos todos. Eu terei a minha parte de culpa na história, mas não é ainda a altura de fazer essas contas, acima de tudo não perdi o meu foco. Se ele (o meu pai) não tivesse sido tão mau, eu não seria hoje tão bom. Seguramente! A esta distância, agradeço-lhe isso com a certeza que fiz sempre aquilo que todos os filhos devem fazer pelos pais. Nunca lhes faltar ao respeito. Aguentei-me firme e forte até ao último minuto. Muitas vezes não foi fácil. Os seus últimos dias foram complicados. Tínhamos conversado dias antes de ser internado. Ele sabe que eu tinha razão. Eu sei que ele não tinha, por isso fiquei em paz. Ele morreu com as suas ideias definidas e não as alterou. Nisso, é preciso tirar-se o chapéu. Não concordava com nada do que ele dizia, mas defendeu o seu ponto de vista até ao último suspiro. Hoje é Dia do Pai, um dia que só faz sentido se tivermos orgulho nos nossos filhos e nos nossos pais. Eu tenho um orgulho imenso na Leonor. Ela faz de mim um pai feliz. Muito feliz! O meu pai não soube ter um filho que se orgulhasse dele e perdeu o melhor que eu lhe podia ter dado, uma neta orgulhosa do seu pai.</p>
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<li><a href="https://euclaudio.com/devia-seguir-ricky-no-insta-saber-disto-cedo/">… EU DEVIA SEGUIR O RICKY NO INSTA (TINHA É QUE SABER DISTO MAIS CEDO!)</a></li>
</ul>
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		<title>&#8230; Não é a defesa do Gustavo! (É chamar a atenção para o bom senso)</title>
		<link>https://euclaudio.com/nao-defesa-do-gustavo-chamar-atencao-bom-senso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jan 2017 16:59:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8230; Eu tenho zero paciência para as pessoas que usam o teclado para descarregar frustrações da sua vida em cima da vida dos outros. O facto de qualquer pessoa se expôr numa rede social implica o risco de pagar essa factura. Se formos mediáticos a factura será ainda mais alta.  Umas vezes pode até fazer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Eu tenho zero paciência para as pessoas que usam o teclado para descarregar frustrações da sua vida em cima da vida dos outros. O facto de qualquer pessoa se expôr numa rede social implica o risco de pagar essa factura. Se formos mediáticos a factura será ainda mais alta.  Umas vezes pode até fazer sentido, outras não faz sentido nenhum. A última &#8216;guerra&#8217; destas é protagonizada por Gustavo Santos, depois de ter publicado uma fotografia do filho debaixo de um édredon. Foi insultado e metido no meio de uma polémica sem sentido. Não é justo! Eu conheço bem o Gustavo, muito para lá da estranha imagem pública que ele construiu e alimenta. Tal como eu, ou qualquer mediático, também o Gustavo tem um lado que as pessoas não conhecem. Ele é um porreiro e, acima de tudo, é uma pessoa muito responsável. O sonho de ser pai já o alimentava há anos, tem a perfeita noção do que é este papel e obviamente é injusto que alguém o coloque em causa só porque publica uma fotografia onde quem quer vê perigo e maldade. Só porque sim. É preciso separar as coisas, podemos não gostar das pessoas, podemos achar que o seu mediatismo ou o que representa não faz sentido (eu acho), mas o que não podemos (ou pelo menos não devemos, eu incluido) é apontar o dedo a um pai ou a uma mãe que sabe exactamente o que é ser pai e mãe. Um frase fora de contexto e gratuita pode ser grave e profundamente ofensiva. Eu não admitiria que alguém colocasse em causa o meu desempenho como pai. Eu não estou a defender o Gustavo, eu estou a dizer que foi muito injusto tudo o que se disse sobre esta situação. Ele, porque o conheço, sei que não merece e Portugal tem esta mania tonta de colar rótulos às pessoas, depois não só consegue descolar e principalmente, não consegue perceber que as pessoas são mais do que rótulos, apesar de poderem ser também o &#8216;dito rótulo&#8217;. Portugal é pequeno, e de vez em quando quem cá mora não é maior.</p>
<div id="attachment_16065" style="width: 583px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-16065" class="wp-image-16065" src="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2017/01/gistavo-290x300.jpg" width="573" height="593" srcset="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2017/01/gistavo-290x300.jpg 290w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2017/01/gistavo-483x500.jpg 483w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2017/01/gistavo-360x373.jpg 360w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2017/01/gistavo-248x257.jpg 248w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2017/01/gistavo.jpg 540w" sizes="(max-width: 573px) 100vw, 573px" /><p id="caption-attachment-16065" class="wp-caption-text">&#8230; A Imagem da polémica.</p></div>
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<li><a href="https://euclaudio.com/carla-andrino-um-ano/">… PARA A CARLA ANDRINO. (UM ANO DEPOIS!)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/amor-mario-maria-amar-dava-um-filme/">… MÁRIO E MARIA (O AMOR QUE DAVA UM FILME!)</a></li>
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</ul>
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