<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>SIC &#8211; Eu, Cláudio</title>
	<atom:link href="https://euclaudio.com/tag/sic/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://euclaudio.com</link>
	<description>Eu, Cláudio</description>
	<lastBuildDate>Sat, 21 Jan 2023 13:08:34 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2020/05/cropped-eu-claudio-fav-32x32.png</url>
	<title>SIC &#8211; Eu, Cláudio</title>
	<link>https://euclaudio.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>… Os três. Outra vez!!</title>
		<link>https://euclaudio.com/os-tres-outra-vez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Jan 2023 13:08:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[amigos]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[cláudio ramos]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[lanche]]></category>
		<category><![CDATA[Maya]]></category>
		<category><![CDATA[SIC]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[tvi]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://euclaudio.com/?p=46921</guid>

					<description><![CDATA[… Quando as manhãs, há muitos anos, começaram a dar nas vistas acrescentou-se pela primeira vez um espaço de conversa sobre famosos. Chamava-se tertúlia cor de rosa e foi-se fazendo com várias pessoas. Umas boas, outras mais ou menos e uma ou outra francamente má. Era um espaço que precisava criar raízes e tradição feito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">… Quando as manhãs, há muitos anos, começaram a dar nas vistas acrescentou-se pela primeira vez um espaço de conversa sobre famosos. Chamava-se tertúlia cor de rosa e foi-se fazendo com várias pessoas. Umas boas, outras mais ou menos e uma ou outra francamente má. Era um espaço que precisava criar raízes e tradição feito de testes semanais até que se descobriu a fórmula perfeita. Daniel Nascimento, Maya e Eu. Durante anos seguidos e todos os dias, os três tornámos o espaço um lugar quase obrigatório, que servia, não só de entretenimento ao espectador, como fonte de inspiração jornalística e ainda dava um acesso brutal ao Jornal da Uma. Não existiam redes sociais, mas existia em cada um de nós a tremenda vontade de fazer novo todos os dias. Entre nós os três formou-se um elo de amizade verdadeira com direito a tudo o que as relações de verdade têm. Rimos muito, choramos de vez em quando, zangamo-nos uns com os outros mas soubemos sempre que cada um estava lá para o outro. Fosse quem fosse e porque fosse. Atrevo-me a dizer sem errar, que fomos os pioneiros no entretenimento do comentário mediático e a marca por ser tão forte foi copiada por todos mas sem sucesso. Numa ninguém chegou aos pés desta tripla. Só anos mais tarde e num registo completamente diferente encontrei um espaço no &#8216;Passadeira vermelha&#8217; onde a química fosse semelhante…. O Outro dia lembrei-me, que já não estava fisicamente com os dois há muito tempo, marcámos um chá. Antes, devo dizer andámos a tentar marcar qualquer coisa mas a agenda de uns e outros não dava…. Lá conseguimos. E quando nos demos conta tinham passado dez anos. Verdade! Passaram dez anos desde que tínhamos estado os três juntos pela última vez. Dez anos é muito tempo – como diz a canção – e não é normal que aconteça com pessoas que vivem na mesma cidade e se gostam. Alguma coisa aqui falhou, ou talvez não, porque a correria do dia a dia faz com que dez nos pareça às vezes dias, semanas talvez&#8230; o bom, foi perceber que um minuto depois era como se tivéssemos estado no dia anterior. Em abono da verdade fomos sempre comunicando e sabendo uns dos outros, mas não é a mesma coisa. Os três não estávamos juntos há muito tempo e metemos a conversa em dia, falámos uns dos outros e falámos do outros que gostamos de o fazer e não vem mal ao mundo por isso. Percebemos que mantemos a cumplicidade e que a idade apurou o sentido de humor. Recordámos gente e momentos e prometemos que não ficaríamos mais dez anos sem estar juntos, pode ser que se consiga realizar e atenuar a distância no tempo. A verdade é que não devemos ser caso único entre relações porque o tempo vai passando, mudamos de trabalho, de desafios, conhecemos outras pessoas e as que estavam vão deixando um lugar vazio porque também mudam de trabalho e conhecem outras pessoas. Não é justo que por conta da agenda e do relógio não se pare um dia e se diga &#8216;vamos ver-nos!&#8217;. Não faz sentido não perceber que a vida passa num abrir e fechar de olhos e que afinal uma ou duas horas num mês não é nada e que deve ser obrigatório usar antes que seja tarde e de vez em quando o &#8216;tarde&#8217; vem cedo demais. Eu tenho uma espécie de desafio constante que é manter as pessoas &#8216;presas&#8217; por fios invisíveis a mim. Faço questão de manter contacto e, com tempo, perceber que vou arranjar forma de as juntar. Gosto de organizar jantares em casa e fazer partidas para que muitos se encontrem. Não tenho muito tempo e, na correria também isso foi deixado ao acaso, mas agora resolvi que iria puxar alguns desses fios, para me sentir vivo e – mais importante ainda – para que se entenda que ainda aqui estamos, e se ainda aqui estamos temos que aproveitar. Amanhã não sabemos, e hoje podemos fazer-nos falta uns aos outros. Às vezes é só um olá e uma gargalhada e já recuamos tempo suficiente para perceber porque estávamos na vida uns dos outros. A Maya e o Daniel são apenas um exemplo, aposto que acontece o mesmo com vocês. Agarrem agora no telefone e marquem. É urgente e sabe pela vida!</p>
<p align="JUSTIFY">
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8230; A mudança!</title>
		<link>https://euclaudio.com/a-mudanca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2020 19:01:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SIC]]></category>
		<category><![CDATA[televisão. mudança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://euclaudio.com/?p=37313</guid>

					<description><![CDATA[&#8230;. Contados pelos dedos das mãos são muitos dias metidos em 18 anos de sic sendo que 16 deles foram consecutivos e diários em muitos projectos. Vi a sic crescer fazer-se adulta e depois mulher. Vi-a passar por várias direções. Entrar gente e sair gente. Vi as paredes forrarem-se de caras e os corredores encherem-se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230;. Contados pelos dedos das mãos são muitos dias metidos em 18 anos de sic sendo que 16 deles foram consecutivos e diários em muitos projectos. Vi a sic crescer fazer-se adulta e depois mulher. Vi-a passar por várias direções. Entrar gente e sair gente. Vi as paredes forrarem-se de caras e os corredores encherem-se de pessoas. Mudar de edifício. Inaugurar estúdios. Mudar outra vez. Criarem-se novos estúdios. Fiz amigos de verdade e posso dizer que conquistei todos os que trabalharam de perto comigo. Todos. Todos. Entrei durante quase 16 anos ao trabalho antes das 8 da manhã e nos últimos cinco anos, muitos dias sai depois da meia noite. Aprendi sempre. Ensinaram-me sempre mesmo que por vezes achasse que não o estava a fazer. Há uma história que fica por contar da minha relação com a sic que é longa e bonita, mas é obrigatório deixar aqui manifestada a maior gratidão a todos os que me acolheram, os directores e coordenadores que confiaram no meu trabalho. Sei que não desiludi nenhum deles e sei também que dei muito mais do que me era pedido. Aliás, dei sempre mais do que era pedido. Só sei trabalhar assim. Faço agora uma pausa com a eterna Estação de Carnaxide. Olho para ela com os olhos de grande parte da minha vida. Acredito que estará orgulhosa de me ver partir na busca do sonho mas também triste porque vê um forte ativo procurar novos desafios. Sim, sem pudor nenhum eu digo de boca cheia que fui durante muitos anos um forte activo na SIC e digo-o orgulhoso. Mas é altura de seguir. É sempre assim na vida de quem ambiciona crescer, fazer mais e melhor correndo riscos mas tendo a liberdade de ir. Da SIC guardo tudo de bom até na forma como me ajudou a gerir esta despedida. Deixo uma palavra de agradecimento à família do Dr Francisco Pinto Balsemão, ao Francisco Pedro actual director da empresa e à Mónica com quem trabalhei mais directamente, que sempre foram comigo da maior atenção e um obrigado especial ao Daniel Oliveira que enquanto director, na altura de uma das maiores revoluções televisivas dos últimos tempos contou comigo e fez de mim parte na história da televisão. Mudo agora o rumo da minha história. É um direito que tenho, mesmo sabendo que muitos ficam tristes com a decisão e que corro todos os riscos que uma mudança acarreta. Quem me conhece de perto e de verdade sabe que eu preciso crescer. Quem me foi acompanhando o crescimento ficará orgulhoso com a mudança. Quem gosta de mim vai torcer para dar Certo. Quem me vê no ecrã vai procurar para me encontrar e estar de olhos postos nos meus. Toda a vida fui de lutar muito para conseguir o que queria da forma mais digna e profissional que sei. As coisas foram chegando devagar e eu nunca virei costas a uma dificuldade. Não saio magoado com ninguém. Não fecho a porta. Deixo gente que levo para sempre e deixo colado à história desta televisão 18 anos da minha vida real. Ao fim destes anos todos está na altura de voar na direcção do sonho e de aceitar um desafio absolutamente maravilhoso, esperado e ambicionado por mim há muito. Vou muito feliz focado naquilo em que acredito de verdade desafiado pela TVI e pela equipa do Nuno Santos e tremendamente orgulhoso com o caminho a fazer. Da mesma maneira que contei com todos ao longo destes anos vou continuar a contar porque continuo em vossas casas. Literalmente e mais que nunca&#8230; Sempre. Não me falhem. Por favor! Obrigado <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2764.png" alt="❤" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8230; Nunca será apenas um simples par de sapatos!</title>
		<link>https://euclaudio.com/nunca-sera-apenas-um-simples-par-de-sapatos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2019 23:02:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[cláudio ramos]]></category>
		<category><![CDATA[companheirismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cristina Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Cumplicidade]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[manuel Luis GOucja]]></category>
		<category><![CDATA[o programa da cristina]]></category>
		<category><![CDATA[SIC]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://euclaudio.com/?p=36590</guid>

					<description><![CDATA[&#8230; Nunca será um simples par de sapatos. Juro que nunca serão uns simples sapatos. Não é porque têm o salto dourado, a etiqueta de luxo ou o preço com três dígitos. Não é por isso. É porque de certa forma significam a caminhada. Acredito que quando pensou neste par de sapatos &#8211; para lá [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Nunca será um simples par de sapatos. Juro que nunca serão uns simples sapatos. Não é porque têm o salto dourado, a etiqueta de luxo ou o preço com três dígitos. Não é por isso. É porque de certa forma significam a caminhada. Acredito que quando pensou neste par de sapatos &#8211; para lá de todas as brincadeiras que fizemos quando os recebi e tentei disfarçar que me emocionei atrás de um riso nervoso &#8211; pensou na minha caminhada. No caminho que fiz, e que ela acompanhava à distância, mas principalmente no deste ano quando lhe passei a entrar em casa desatinado. Primeiro a medo, pela porta do lado, depois mais à vontade e, aos poucos, uns dias mais atinado que outros, fui fazendo todas as manhãs o caminho da minha casa para a casa dela a passo acelerado com vontade de chegar, tive sempre a sensação de ir a compasso para um lugar bom. É assim que defino a casa, &#8216;um lugar bom&#8217;. Hoje, quando dou o passo e entro no <em>hall</em>, já lhe reconheço o estado de espírito só pelo olhar que trocamos, por exemplo, na esquina do frigorifico ou então enquanto torramos uma fatia de pão e preparamos um café que deixa a casa inteira a cheirar à &#8216;casa da mãe&#8217;. E ali estamos. O tempo que for preciso &#8216;apenas&#8217; a ser vizinhos. Como um vizinho deve ser. Os passos que dei desde a saída da minha casa, há muitos anos, até chegar a esta ombreira da porta foram alguns e para todos os gostos. Mas sinto que depois de ser convidado a entrar nela, foram dados os passos que eu sempre pretendi que fossem na medida certa &#8211; e a acontecer &#8211; preferia pecar por falta que por excesso. Não há nada mais fora de tom que dar um passo só <em>porque sim</em> e arriscar magoar quem nos convida para sua casa. Com sapatos desta natureza é preciso saber muito bem a direcção do passo. Acertámos o nosso passo no momento em que os meus pés pisaram a casa pela primeira vez, ainda o chão não tinha um risco, como se o sapato de um fosse para o pé do outro. Acertámos na conversa, no caminho, na dança. Dançámos já muitas vezes ali em casa. Danço melhor com ela que sozinho. Dançámos tantas vezes como as vezes que rimos, e rimos tantas como as vezes que chorámos. Frente a frente ou meio de lado para não se ver. E cantámos, falámos alto e ainda por cima de boca cheia. Andamos sempre de um lado para o outro numa variação de tom que exigem os passos em casa como exigem na vida. Nem sempre se ri. Nem a toda a hora se chora. Somos quatro pés ali dentro. Os meus não andam sem os dela e ela gosta de me sentir o andar ali por perto. Como qualquer vizinho cujos passos sentimos em casa, onde a casa tem vida, onde acontecem coisas, onde as coisas se dividem. Estes sapatos nunca serão uns simples sapatos. Serão estimados. Honrados como devem ser e cada vez que os olhar vou lembra-me sempre que há uma caminhada feita antes deles e outra depois. Seguramente. Façam eles o caminho que fizerem. Obrigado vizinha!</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-36658 aligncenter" src="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/12/Captura-de-ecrã-2019-12-20-às-22.32.47-1-200x300.png" alt="" width="544" height="816" srcset="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/12/Captura-de-ecrã-2019-12-20-às-22.32.47-1-200x300.png 200w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/12/Captura-de-ecrã-2019-12-20-às-22.32.47-1-334x500.png 334w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/12/Captura-de-ecrã-2019-12-20-às-22.32.47-1-338x506.png 338w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/12/Captura-de-ecrã-2019-12-20-às-22.32.47-1-214x320.png 214w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/12/Captura-de-ecrã-2019-12-20-às-22.32.47-1.png 436w" sizes="(max-width: 544px) 100vw, 544px" /><img decoding="async" class=" wp-image-36647 aligncenter" src="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/12/Captura-de-ecrã-2019-12-20-às-22.32.27-208x300.png" alt="" width="544" height="784" srcset="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/12/Captura-de-ecrã-2019-12-20-às-22.32.27-208x300.png 208w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/12/Captura-de-ecrã-2019-12-20-às-22.32.27-347x500.png 347w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/12/Captura-de-ecrã-2019-12-20-às-22.32.27-351x506.png 351w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/12/Captura-de-ecrã-2019-12-20-às-22.32.27-222x320.png 222w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/12/Captura-de-ecrã-2019-12-20-às-22.32.27.png 443w" sizes="(max-width: 544px) 100vw, 544px" /><img decoding="async" class=" wp-image-36650 aligncenter" src="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/12/Captura-de-ecrã-2019-12-20-às-22.32.43-1-199x300.png" alt="" width="543" height="819" srcset="https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/12/Captura-de-ecrã-2019-12-20-às-22.32.43-1-199x300.png 199w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/12/Captura-de-ecrã-2019-12-20-às-22.32.43-1-331x500.png 331w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/12/Captura-de-ecrã-2019-12-20-às-22.32.43-1-335x506.png 335w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/12/Captura-de-ecrã-2019-12-20-às-22.32.43-1-212x320.png 212w, https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2019/12/Captura-de-ecrã-2019-12-20-às-22.32.43-1.png 430w" sizes="(max-width: 543px) 100vw, 543px" /></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
