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	<title>sonhos &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>… Façamos deste um ano melhor!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 18:49:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[... Confesso que pensava tirar uma foto linda para ilustrar esta crónica. Não me apeteceu. Tenho cara de ontem, olhos inchados, cansado do ritmo dos últimos dias e estou enfiado num pijama, porque nesta correria que como sabem onde mergulhei feliz, mas que me tira horas de sono, o meu melhor visual em casa é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><span style="color: #201f1e;"><span style="font-family: Avenir Book;"><span style="font-size: small;">.</span></span></span>.. Confesso que pensava tirar uma foto linda para ilustrar esta crónica. Não me apeteceu. Tenho cara de ontem, olhos inchados, cansado do ritmo dos últimos dias e estou enfiado num pijama, porque nesta correria que como sabem onde mergulhei feliz, mas que me tira horas de sono, o meu melhor visual em casa é um pijama velho e uma manta enroscado no sofá. Não é glamouroso, por isso não mostro, mas não queria deixar passar em branco este dia e aproveito para vos contar que tenho esta estrela há muitos anos na minha sala. Todos os anos, na noite de 31 de Dezembro lhe mudo o ano. Apago o que tinha escrito a giz e escrevo o novo. Todos os dias olho para ela e me lembro o que desejei quando a escrevi. Deus sabe as vezes que mudei o ano a pensar e a pedir aquilo que este ao me está a dar. Foi sempre uma espécie de ritual. Apagar o anterior e escrever o novo. Na estrela como na vida. Temos agora muitos dias pela frente para escrever uma história de que nos orgulhemos quando fizermos o balanço deste ano. Façamos por isso. Um bocadinho que seja. Por nós e pelos outros. Se tivéssemos dúvidas, o ano que passou deixou claro que não somos nada uns sem ou outros. Não vale a pena inventar grandes resoluções&#8230; às vezes basta olhar para quem está à nossa volta e ver se precisam de alguma coisa. De vez em quando precisam só de um cruzar de olhos ou de um sorriso, porque no último ano estiveram escondidos por trás de máscaras. Este ano, no meio dos meus desejos pedi mais tempo com os meus, para os amigos, para a minha filha, para as minhas sobrinhas. Pedi que o mundo me deixe ir mais vezes ao teatro, quero ir ao cinema ver bons filmes, escutar boa música, ver bons concertos, descobrir bons livros que se não ler agora &#8211; porque ando de um lado para o outro &#8211; vou querer ler mais tarde. Façam como eu, e metam uma música em casa a tocar e dancem sempre que vos apetecer. Se conseguirem poupem para viajar se o mundo nos deixar fazê-lo em segurança, cá dentro ou para fora, porque sair dá-nos um mundo que não temos. Escolham fazer os dias em função do que vos faz bem e não do que parece bem aos outros. Digam ‘não’ quando acharem que devem dizer embora seja mais fácil dizer ‘sim’. Devagarinho agarrem-se a coisas que aos poucos mudam as pessoas e o mundo que deixamos. Façam a reciclagem do lixo, não custa nada e muda tanto. Tentem consumir menos açúcar que nos faz mal, menos carne por todas as razões do mundo, equilibrando a alimentação sem exageros nem fundamentalismos, bebam muita água e façam exercício físico. Muitas vezes passamos o tempo a querer ajudar o mundo, a pensar no que se passa no outro lado do mundo, preocupados com o que se passa em outro País e não fazemos nada porque estamos longe. Apenas reclamamos, mostramos preocupação, viramos a cara para o lado, mas não se faz nada. Façamos então aqui por perto, ao raio do nosso alcance. Isso já muda muito. Se todos mudarmos o nosso raio de acção, já o mundo fica melhor. Eu começo este 2021 convencido que correrá bem. Que será feliz. Estou agarrado à esperança de uma nova liberdade que nos foi tirada de repente e a qual, acredito mesmo, muitos não valorizavam. Que sirva para isso. Para valorizar o que realmente nos é importante e nos faz falta. Sem excessos nem exageros. Com a responsabilidade de que o mundo dos nossos filhos só será melhor se nós cuidarmos dele. Se tivermos saúde e fizermos isto que não é nada do outro mundo&#8230; tornamos o nosso mundo melhor. Feliz 2021 meus amigos! <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2665.png" alt="♥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>&#8230; Dos sonhos, não de desiste. Nunca!</title>
		<link>https://euclaudio.com/dos-sonhos-nao-de-desiste-nunca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Feb 2020 18:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Eu, Pai]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Escutei esta frase há muito tempo. Não sei bem onde nem em que contexto mas não há um dia que não pense nela, porque acredito mesmo nisso. Não o digo agora porque a minha vida levou à volta que toda a gente sabe e que também é fruto de não desistir, mas porque me faz alguma confusão perguntar a uma geração de gente o que querem fazer no futuro, mesmo que o futuro seja já daqui a nada e no encolher dos ombros eles dizem não saber. Faz-me confusão. Não sabem, não se interessam e insistem que não vale a pena sonhar porque não se realiza, não se consegue, não há como&#8230; se tivesse um dom qualquer era meter na cabeça desta gente que tudo e possível se acreditarmos mas acima de tudo se fizermos por isso. Ficar em casa sentado no sofá a ver séries e enfiados num computador o fim de semana todo não ajuda a que o universo se reúna a favor do que imaginamos para nós e, no meu ponto de vista temos sempre de imaginar o melhor. Merecemos o melhor! Escrevo isto a propósito de uma conversa que escutei &#8211; primeiro sem querer- mas depois fiquei atento. Estava numa esplanada sozinho com um chá quente na mão. Na mesa ao lado quatro miúdos com metade da minha idade gritavam entre si as arrelias de se ter vinte e alguns anos, mostravam-se frustrados pela falta de oportunidades e exibiam orgulhosos a escolha de nunca terem ido votar ‘porque não ligavam a política’. Fiquei ali. Mas apetecia-me dizer-lhes que esse é o mau princípio. Não votar é deixar a responsabilidade nas mãos dos outros e receber sem mais nem menos o que de lá vier. Não me faz isso sentido e menos sentido me faz que depois de terem esta atitude responsabilizem o mundo das suas frustrações. Eu tenho as minhas. Tenho muitas e vão variando, mas eu não fico ali sentado à espera que as resolvam por mim. O votar é um exemplo, há mais uns quantos banais no dia a dia que são escudo para alguma inércia. Eu vou à luta mesmo que bata com a cabeça na parede porque senão não vale a pena. Sempre achei que se não fizesse por mim ninguém faria, não fui um daqueles meninos mimados a quem os pais abrem contas no banco, fazem as matrículas da escola, compram o primeiro carro&#8230; não fui porque não teve de ser assim, se na altura me inquietava agora penso que se não tivesse sido desta maneira eu não seria o que sou agora. E agora, aqui onde estou sentado, sinto uma vaidade interior de nunca ter depositado as minhas frustrações em coisa nenhuma que não eu mesmo, porque não desisti nunca de um sonho por muito absurdo que ele fosse ou me dissessem que fosse. Que relação tem isto com os miúdos da esplanada? Talvez nenhuma além de perceber que prefiro mil vezes andar inquieto atrás se sonhos e expectativas do que sentar-me a desancar o mundo que não me dá de mão beijada aquilo que eu acho que tenho direito. Por isso quando a minha filha me perguntava quando era muito pequenina, ‘pai os sonhos são de verdade?! ‘ eu lhe respondia sempre ‘se forem bons e te fizerem sorrir são verdade.’ É isto!</p>
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		<title>&#8230; Não sei se repararam (Daqui a um mês é Natal)</title>
		<link>https://euclaudio.com/nao-sei-se-repararam-daqui-a-um-mes-e-natal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Nov 2018 23:47:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Natal]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Não me parece fim de Novembro. Juro que não me parece! Parece outra data qualquer no meio do ano, num período onde esteja frio e chuva, mas não Novembro. Porque Novembro cola muito ao Natal e eu não estou ainda preparado para o Natal. Parece que o ano andou muito depressa, a correr. Aconteceram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Não me parece fim de Novembro. Juro que não me parece! Parece outra data qualquer no meio do ano, num período onde esteja frio e chuva, mas não Novembro. Porque Novembro cola muito ao Natal e eu não estou ainda preparado para o Natal. Parece que o ano andou muito depressa, a correr. Aconteceram tantas coisas ao mesmo tempo que, sem me dar conta, fiz anos e estamos a bater à porta do Natal. Hoje, quando em casa se falava onde se vai fazer a árvore de Natal, lembrei-me disso, porque não estou ainda dentro do espírito natalício, e acho que o ano passado por esta altura já estava. Acho que o Natal é uma coisa que se acende dentro de nós, num determinado momento, em que, juntamente com luzinhas, músicas e frases da altura, nos carrega num interruptor e entramos quase automaticamente na época. Mas ainda não me aconteceu. Talvez porque tenho andado a mil, porque ainda não tive tempo de passear pela baixa da cidade, porque no Alentejo ainda não me cheira a fritos nem a madeiro ardido, porque a rádio não tocou ainda clássicos desta altura&#8230; Pode ser por isso ou porque ainda não carreguei no tal interruptor. A minha filha e as minhas sobrinhas já começaram com as tradicionais pistas e listas que chegarão &#8211; pensam elas &#8211; ao Pai Natal, em quem &#8211; pensamos nós &#8211; elas ainda acreditam. A verdade é que hoje quando me debrucei à janela não me pareceu final de Novembro&#8230; Agora sim. Agora, que olho com mais atenção, percebo que este frio húmido faz sentido nesta altura do ano, que este nevoeiro faz parte e que os sonhos que alimentamos têm de se meter nos presentes de Natal na noite da consoada. Sejam eles quais forem. Pode ser que seja cedo para os começar a embrulhar, mas de hoje a um mês é noite de Natal e eu tenho um embrulhado à espera de ser apreciado, há dois anos. E para embrulhar um sonho, que é ao mesmo tempo um presente, nunca é cedo. Não sei se concordam!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>LEIAM TAMBÉM UM DESTES ARTIGOS:</p>
<ul>
<li><a href="https://euclaudio.com/o-vestido-de-cristina-a-ousadia-da-carolina/">… O VESTIDO DE CRISTINA (A OUSADIA DA CAROLINA)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/os-meus-45-aquela-reflexao-basica/">… OS MEUS 45 (AQUELA REFLEXÃO BÁSICA)</a></li>
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</ul>
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