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		<title>… Fanny, a menina do Somos!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Mar 2022 17:31:51 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">… Hoje é sobre Ela que quero falar. A Fanny! Essa miúda crescida que concorreu a um reality, se apaixonou lá dentro, entrou em nossas casas e ficou para ficar mesmo depois do reality acabar. Não saberia explicar muito sobre o Facto de as pessoas terem acolhido para Elas &#8211; com o que isso tem de bom e mau &#8211; a Fanny, mas a vê-la trabalhar como apresentadora no Somos vi uma coisa bonita de ver nos olhos de quem faz televisão. Ela tem o entusiasmo que sempre me elogiaram. Tem o mágico entusiasmo do começo. Chegou entusiasmada, alegre, emocionada e verdadeira. Devo confessar que no meio de tanta azáfama que o Somos tem, a mim sabe-me bem isolar algures por ali num lugar qualquer entre canções e nos intervalos observar à distância o que se passa. Gosto de observar o trabalho para ver como funciona, fui sempre assim e a verdade é que a Fanny em momento nenhum baixou os braços naquela tarde de Domingo, ela cantou, dançou, mudou de roupa, falou, brincou, aproximou-se das pessoas e sempre com o tal entusiasmo que não se finge, porque se nota no respirar … fiquei a pensar o muito de injustos que até hoje foram com ela. Há muita gente que gosta mas há tanta que destila veneno grosseiro sobre o seu trabalho e a sua pessoa sem conhecer nem uma coisa nem outra porque se conhecessem veriam com olhos de ver a vontade que ela tem dentro de si e dentro de si, ela tem muito mais que este exagero que transmite. Eu gosto de reparar no entusiasmo. Fanny tem do seu lado a verdade de um programa que conhece bem porque antes de o fazer e estar dentro dele já o apreciava, tem muito tempo para crescer e por isso nos olhos nota-se a magia de querer aprender muito com quem está ao seu lado. Tem o entusiasmo da novidade, a alegria do elogio, a força de acreditar… gostei muito de a ver trabalhar. Não me importa avaliar se ela é muito boa, se é melhor ou pior do que uma ou outra, importa ter a certeza que a Fanny agarrou uma oportunidade com a força toda que o seu pequeno corpo tem para que a oportunidade não lhe escape das mãos e fez bem. Fazer bem é fazer de verdade mesmo que a técnica nos falhe uma ou outra vez, o espectador vai entender sempre uma coisa; a verdade daquilo que quem está do lado de cá diz. Talvez por despertar tantas emoções a Fanny também levou com muitos ódios gratuitos sobre as quais não houve uma alma que se tenha manifestado contra. As &#8216;altas&#8217; patentes da moral virtual que erguem bandeias pelo que lhes é conveniente, não se aperceberam do muito mal que publicamente se fez à Fanny. Ofendendo, humilhando, mal tratando apenas por ser a Fanny. E sabem o mais grave? Só não se aperceberam porque era a Fanny, se fosse outra pessoa qualquer, até petições se criavam em sua defesa. Talvez esteja na altura de olharem para Ela sem o preconceito, apenas como Fanny, a menina do Somos. Tenho dito!</p>
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		<title>… Obrigado!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Feb 2022 18:10:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230; Na semana que assinalou o dia mundial da luta contra o cancro, o J8 apresentou uma serie de esclarecedoras e bonitas reportagens com o nome &#8216;Amor Cura&#8217; que conta a história da Irina e da forma como o diagnóstico mudou a sua vida, a sua gente e tudo à volta. Revela ainda a polémica decisão terapêutica que Irina tomou, e que é preciso respeitar. Mas o mais importante de tudo, é que trouxe para a hora de jantar em muitas casas a possibilidade de se falar abertamente da palavra que muitos nem sequer dizem. Cancro. Sofia Ribeiro, que viveu na pele um cancro de mama foi convidada pelo &#8216;Dois às Dez&#8217; para conversar de forma descontraída com duas mulheres que travam a mesma luta que ela e que vivem com o diagnostico de cancro de mama. Assim fez. Sentou-se frente a duas mulheres como ela, que tinham as mesmas duvidas, os mesmos medos, os mesmos receios e muito poucas certezas além disso. Falou de tudo sem medo de julgamentos nem com a intenção de coisa alguma que não fosse informar. Informar e tirar o estigma que existe com a palavra e com quem lida com ela. Sofia foi surpreendentemente clara e profissional nesta conversa, seguramente facilita o facto de ter em comum a dor da profunda incerteza, mas a verdade é que só a generosidade de alguém que aceita sair da sua zona de conforto para publicamente falar sobre o assunto metendo-se no papel de entrevistadora para que outras respondam, é de enaltecer. Enaltecer porque não é fácil fazer o que a Sofia fez e menos fácil é fazê-lo bem feito. Entre muitas coisas que tirámos desta conversa fica a certeza que ainda não se diz a palavra como ela é, as noticias, quando morre alguém dizem &#8216;<em>vitima de doença prolongada</em>&#8216;, o mundo diz coisas como &#8216;<em>Deus só dá o fardo a quem o aguenta&#8217;, &#8216;que são uma guerreiras&#8217;</em>&#8230; Não! Para elas não é nada disso, porque ninguém escolheu carregar fardo nem ter peso em cima. Não! São pessoas que viram a vida hipotecada a viver numa linha muito fininha na esperança que tudo corra bem, para elas e para quem as rodeia. Falaram do medo, do preconceito e fizeram-no de forma tão clara, que obviamente tinha que o destacar publicamente, porque o que a Sofia aceitou fazer foi serviço público. Se me perguntarem porque digo isto, é fácil: falamos de cancro todos os dias, mas será que o fazemos com a clareza e a nitidez que Ela o faz? Não! Não acontece, porque dizemos a palavra baixinho, com medo, com receio e eu sou desses. Sou dos que não fala para não atrair, que não diz para não se escutar&#8230; e fazemo-lo por medo. Com o medo de que um dia &#8216;aquilo&#8217; nos entre em casa. É um medo real, que não depende de nós, mas a verdade é que a Sofia, a Irina e as convidadas que conversaram com a Sofia foram claras, &#8216;<em>o cancro apareceu-me numa altura em que estava emocionalmente afectada por alguma coisa</em>&#8216;. Isto tem que dizer muito da vida que fazemos e da que queremos fazer. Fica a reflexão!</p>
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