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	<title>Viagem &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<title>Viagem &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; Sobre ir!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 May 2022 19:58:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230;Ir será sempre um verbo bonito de usar se a ele se juntar o descobrir. Aprendo sempre em todas as viagens que faço. Aprendo que há sempre muitas maneiras de ver a mesma coisa e que há muitas coisas para ver. O nosso mundo é pequeno, nós somos pequeníssimos dentro dele por isso, a cada [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230;Ir será sempre um verbo bonito de usar se a ele se juntar o descobrir. Aprendo sempre em todas as viagens que faço. Aprendo que há sempre muitas maneiras de ver a mesma coisa e que há muitas coisas para ver. O nosso mundo é pequeno, nós somos pequeníssimos dentro dele por isso, a cada lugar que vou penso sempre no pequeno que somos quando achamos que somos os maiores. Atravessamos um País e percebemos a realidade diferente, valorizamos o que temos e entendemos, se estivermos abertos a isso, que disparates e arrogância desmedida não nos levam a lado nenhum. A única coisa que nos leva a qualquer lugar é a capacidade de querer descobrir e aprender. Sou dos que gosta de viajar acompanhado, mas também sei fazê-lo sozinho. São formas diferentes de viajar e de descobrir. Muitas vezes me perguntam se para o fazer sozinho de mochila às costas é preciso coragem. Eu não acho que seja coragem, talvez necessidade porque nela aprendemos sempre que ou somos nós ou não é ninguém. E é com este espírito que alimento, porque tem que ser alimentado, porque não me é inato, que mais uma vez lá fui eu. Lá fui descobrir lugares que conhecia da net, de ouvir falar, dos filmes, da história que se conta&#8230;. Vou com a falta de vergonha de não falar a língua, de não entender metade do que me dizem mas vou. Uma das coisas que mais gosto de fazer quando vou a qualquer lugar é andar, apreciar os lugares a pé e estar sentado horas numa esplanada. Perceber as rotinas de quem ali faz vida e entender a vida, que é só uma no meio de tantas. Gosto de estar com o meu bloco de notas e escrever o que vejo. Imagino a vida das pessoas, transformo-as em personagens e ali fico a admirar… não sou dos que vai aos lugares com a obrigação de fazer check nos pontos turísticos que estão na berra no Instagram. Vou a lugares onde à partida há menos gente, ainda que às vezes tenham muita. Gosto do sabor de perceber que ninguém sabe quem eu sou, não me olha, não me avalia, não espera nada de mim… com isto não digo que não gosto do que vivo em Portugal, com isto digo apenas que estes ‘balões de oxigénio’ me fazem falta. Viajar sozinho é solitário? Pode ser. Na altura das refeições, na conversa, nas coisas muito lindas que não se podem partilhar imediatamente com alguém que as veja como nós e as entenda de maneira diferente. Na altura de querer dividir. Talvez aí seja solitário. Mas é preciso passar a linha do medo, a barreira da língua e ir… ir é um verbo bonito que faz sentido se soubermos que vamos voltar. É sempre bom voltar. Perceber que olhos nos querem ver, que braços nos recebem. Como escorpião que sou, vivo nestes antípodas entre o solitário e o desejo imenso de estar rodeado. Não se pode nunca agradar a todos, eu sinto que vezes sem conta nem a mim agrado. Agora o que já resolvi há muito tempo e que não faço, é deixar de me agradar a mim com medo de não agradar os outros.</p>
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		<title>&#8230; O menino do chapéu de palha!</title>
		<link>https://euclaudio.com/o-menino-do-chapeu-de-palha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2020 18:50:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Há duas coisas que gosto quando viajo. O ir e o chegar a casa. Juro que é verdade! Entre estas duas partes está o descobrir, o crescer, o investir&#8230; o meu pai disse a vida toda que não há melhor maneira de aprender que viajar. Sinto o mesmo. No meio de um ano que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY"><span style="color: #201f1e; font-size: small;">&#8230; Há duas coisas que gosto quando viajo. O ir e o chegar a casa. Juro que é verdade! Entre estas duas partes está o descobrir, o crescer, o investir&#8230; o meu pai disse a vida toda que não há melhor maneira de aprender que viajar. Sinto o mesmo. No meio de um ano que não está fácil para ninguém, não sendo eu excepção, porque para mim também não tem sido, agarrei em mim e nuns dias livres e com absoluta segurança fui conhecer parte dos Açores. Não conhecia! É estranho, está aqui ao lado um paraíso e a nossa inquietação é apanhar um avião em tempo de férias e ir para o mais longe possível. voltarei ao Açores. Gosto do clima, da sensação de ter no mesmo dia as quatro estações do ano. Gosto de me sentir colado à natureza de verdade, aquela que nasceu ali, cresceu ali e ali se mantém intacta. Açores faz-me lembrar uma cidade cenográfica de tão bem cuidado que está. Não vi nada sujo, nada fora do lugar. Açores é bonito! Já tinha esta viagem na cabeça aconteceu agora e aconteceu em boa hora porque perante o abraço da natureza é impossível não pensar que somos demasiado pequenos para nos inquietarmos com arrelias terrenas que não dominamos se a força da natureza manda mais que tudo o resto. A água, a imponência do verde. Há ali todas as cores de verde, todos os cheiros de verde, todos os bocados de sons. Ali a natureza manda. Somos apenas uma coisa a descobrir. Andamos para desfrutar e agradecer. Se há sol agradecemos, se chove agradecemos também. Se faz frio ou calor devemos estar gratos&#8230; numa das ruas encontrei um chapéu de palha. Comprei-o. Digamos que foi o meu companheiro de viagem. Digamos que o usava para guardar na memória tudo o que ia vendo, porque não se enganem, nenhuma câmara tem a capacidade de registar o que vi. Às vezes no meio de um trilho ou só a olhar o céu dava comigo a comentar com o chapéu o que se estava a ver. Já me tinham falando muito dos Açores. Talvez devesse ter comprado um boné. Optei por um chapéu. Fica-me melhor. Pensei muito no que seria o encontro no cais do chapéu de palha e do boné. Seguramente iriam estar em silencio ou falariam por gestos que só a linguagem dos chapéus entende. Sou dos que acha que cada objecto tem a sua própria energia e linguagem. Sou de energias. Boas e positivas, não me adiantam as outras nem o <span style="caret-color: #201f1e;">juízos</span> de valor que fazem das ideias que tenho ou acham que tenho, porque na verdade a</span><span style="color: #201f1e;"><span style="font-family: Segoe UI, Segoe UI Web (West European);"><span style="font-size: small;">s pessoas não têm a mais pequena noção do que vai na minha cabeça, além deste chapéu que tenho posto.  O resto só eu sei. Não se iludam, por muito que se mostre, nunca se mostra tudo&#8230; ou pelo menos, não antes do tempo&#8230;. </span></span></span></p>
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		<title>&#8230; Do verbo Ir!</title>
		<link>https://euclaudio.com/do-verbo-ir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jan 2020 13:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Ir. Seja onde for. Ir é sempre uma coisa que fica para lá de tudo o que já temos. Ir, faz-nos perceber que somos ‘isto’, quando achamos muitas vezes que somos mais que ‘isto’ ou até menos que ‘isto’. Todos os significados do verbo ir se aplicam quando embarcamos seja para onde for. Sou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Ir. Seja onde for. Ir é sempre uma coisa que fica para lá de tudo o que já temos. Ir, faz-nos perceber que somos ‘isto’, quando achamos muitas vezes que somos mais que ‘isto’ ou até menos que ‘isto’. Todos os significados do verbo ir se aplicam quando embarcamos seja para onde for. Sou do significado silencioso que as coisas revelam, sou de procurar as respostas nos lugares onde quase ninguém as vê. Pode ser numa onda do mar. Numa sala de estar. Na loiça que está na mesa. Numa montra de rua&#8230; as respostas aparecem sempre. Só precisamos estar atentos, dispostos a ouvi-las e certos de que não há coincidências. Foi assim que vim. É assim que vou e nunca me esquecerei que estive aqui. Pelo que vivi e pelo que espero viver. Se calhar não é por acaso que se diz que ‘isto’ é o músculo do exagero emocional. Até já</p>
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