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		<title>&#8230; Fez-se Verão (Lá fomos nós)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jul 2019 18:47:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[… Continuarão a ser sempre as férias da Leonor. São escolhidas por ela, com quem ela quer e onde ela quer. Nos horários tento ser rigoroso, mas é complicado. A Leonor cresceu! Mantemos esta tradição de férias ‘a dois’ desde que me separei. Já lá vão uns anos valentes. De vez em quando olho para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">… Continuarão a ser sempre as férias da Leonor. São escolhidas por ela, com quem ela quer e onde ela quer. Nos horários tento ser rigoroso, mas é complicado. A Leonor cresceu! Mantemos esta tradição de férias ‘a dois’ desde que me separei. Já lá vão uns anos valentes. De vez em quando olho para ela, ali dentro de água e penso, ‘E<em> para o ano?</em>’ Fico sempre com a sensação de que o seu crescimento vai um dia impossibilitar, por algum tempo, a vontade de estarmos juntos tantos dias de férias, porque aos 15 anos as prioridades dela são outras e aos 16 serão outras, e depois outras… Eu tenho a noção disso, eu sei que é a lei natural das coisas e há um lado que grita <em> ‘Ainda bem que assim é’</em>, porque quero uma filha independente, de livres escolhas e vontades, mas há também o outro lado, que se vai apagando, onde gostava de a ver à minha procura com os olhos muito abertos quando sai da água… Sinto saudades disso. São saudades boas, mas são saudades, e todos os pais percebem o que quero dizer. As fotografias que tenho em papel revelam que o tempo não é generoso com as saudades, nem se apercebe das coisas que nos vai fazendo. Mas ao olhar para estas imagens vejo também o generoso que foi com a minha vida e com relação que tenho com ela. Isso é o mais importante. Ela a crescer e eu aqui. Ao seu lado, de olhos postos no que vai acontecendo, a vê-la crescer e a ganhar maturidade. Farei o que devem fazer todos os pais. Tenha ela a idade que tiver e mesmo que se irrite comigo, vou dizer mil vezes para passar protector solar no corpo, que o chapéu tem de estar na cabeça, que não são horas para estar ao telemóvel, que não quero que coma um gelado todos os dias, que tem que ser mais despachada no banho e arrumada nas coisas que ficam espalhadas… E ela, estou convencido, vai sempre dizendo que sim e fazendo a conta dela. A mim cabe-me perceber as regras deste jogo, que é educar uma adolescente. Não sei em que dia ela me dirá ‘P<em>ai, este ano vou com as minhas amigas no Verão!</em>’…</p>
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		<title>&#8230; Adeus 2018 (Olá 2019!)</title>
		<link>https://euclaudio.com/adeus-2018-ola-2019/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jan 2019 22:30:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[2019]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal. Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
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					<description><![CDATA[… Não tenho a ilusão de que com a chegada de um novo ano tudo muda. Não partilho da euforia quase histérica da animação geral à meia-noite em ponto, como se minutos antes tudo fosse o caos e de repente, por conta dos ponteiros do relógio, entrássemos na cápsula do tempo e tudo mudasse! Não acredito nisso. Não gosto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">… Não tenho a ilusão de que com a chegada de um novo ano tudo muda. Não partilho da euforia quase histérica da animação geral à meia-noite em ponto, como se minutos antes tudo fosse o caos e de repente, por conta dos ponteiros do relógio, entrássemos na cápsula do tempo e tudo mudasse! Não acredito nisso. Não gosto da confusão obrigatória das festas deste dia. Opto, sempre que posso, por viajar, aproveitar os dias para fazer algo diferente. Acredito mais nisso do que na mudança radical com a passagem da meia-noite. Acredito que a data sirva para reflexão e renovação. É nisso que aposto. Em renovar as energias e acreditar que o ano novo será melhor, diferente e mágico. A saúde é o mais importante, sem ela nada nos é permitido. Quero-a. Muito e a toda a hora, para mim e para os meus! Mas também quero muito ver os olhos lindos da minha filha sempre despertos para o mundo, a perguntar tudo e mais alguma coisa e a crescer serenamente e feliz. Quero apresentar-lhe pedacinhos de mundo e vê-la crescer com isso, a ela e às minhas sobrinhas. No ano novo, quero continuar a acreditar em milagres e quero mais desafios profissionais para me sentir vivo e útil. Vou ainda ser mais selectivo nas pessoas que se cruzam comigo. Vou jantar mais vezes com os meus amigos, quero deixar de comer pão! Vou ter vinho tinto em casa porque um copo ao serão me sabe bem. Quero continuar a ir ao ginásio com disciplina mas sem sacrifício (acho difícil). Vou tentar estar menos tempo no computador ou pendurado no telefone. Vou estar atento a gente que me ensine coisas novas. Talvez consiga começar a fazer yoga. Quero falar inglês. Quero fazer férias na Grécia, quero ir à Maldivas e conhecer Nova York. Quero bronzear o corpo com o sol e ir muitas vezes à praia. Quero ir mais vezes ao teatro, quero ver mais concertos e ter mais tempo para ler. Quero acreditar que este ano vai ser positivo. O que passou foi um ano sereno, mas muito cheio. Trabalhei muito e tive alturas em que me esqueci de mim. Tentei chegar a todos os lados e falhei-me algumas vezes e essa é uma sensação de frustração que tenho e que pago com domingos desperdiçados num sofá agarrado a um gelado porque não me apetecia fazer mais nada além de descansar. Não me posso queixar, nem me devo culpar por isso. Seria injusto e é a vida que escolhi, só tenho de aprender a gerir melhor as peças profissionais com as pessoais de forma a que encaixem na perfeição. Mas a perfeição não existe, né? Deste ano levo comigo as lições, as coisas e as pessoas boas que Ele me deu. Pessoalmente, conseguiu surpreender-me quando não estava à espera, porque aprendi a esperar. Provei que sou capaz de me superar, que o caminho segue sempre em frente, mesmo que por atalhos. Vivi emoções novas, lugares diferentes. Iludi-me e desiludi-me, mas acho que isto fará sempre parte de todos os anos. Na verdade, não me posso queixar do ano porque seria muito injusto com tudo o que vejo à volta e com tudo o que tive dentro dele. Tenho 45 anos, todos os sonhos do mundo ainda por realizar, o que só é possível com saúde. Que não nos falte. A saúde e a coragem. Despeço-me deste ano com a noção de que passou muito rápido. Não sei se foi só uma impressão minha. Que tenhamos um grande 2019!</p>
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</ul>
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