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	<title>carro &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>… As coisas do tempo, que passam como as imagens do retrovisor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 17:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[… O outro dia, a manhã acordou cinzenta. A cheirar a Outono. O tempo avançou de repente no calendário, porque ainda não é Outono. Eu não sei se gosto deste avançar de tempo, porque com ele percebemos que, há qualquer coisa que fica para trás. Claro que à medida que o tempo avança, paramos para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">… O outro dia, a manhã acordou cinzenta. A cheirar a Outono. O tempo avançou de repente no calendário, porque ainda não é Outono. Eu não sei se gosto deste avançar de tempo, porque com ele percebemos que, há qualquer coisa que fica para trás. Claro que à medida que o tempo avança, paramos para pensar e chegamos à conclusão de que estamos melhor, sabemos mais, temos história, mas que nos falta qualquer coisa. Pode acontecer não conseguirmos identificar o quê, não encontrarmos a peça que falta, e resta-nos esperar que o tempo faça o seu trabalho. Mas há casos em que detetamos imediatamente o que falta, porque falta. Sabemos exatamente o que queríamos muito ter agora, como tínhamos aos 20, 30 ou até aos 40&#8230; Todos sabemos que o tempo avança e por isso andamos desenfreadamente à procura de suplementos, de uma alimentação melhor, de cuidados com a hidratação&#8230; Achamos que podemos retardar os sinais que nos vão dizendo que a nossa fase é outra. Eu sei qual é. Tenho-a espelhada todos os dias. Sinto-a na pele. Resolvido isto, vem o pior. O pior é o resto. E o que é o resto? A memória. As memórias. O que fica para trás&#8230; não gosto de perceber isso. Não gosto de perceber que há tanta coisa que já não tenho, que já não faço, que já não quero, que já não gosto. Mas que tinha, que queria fazer, que antes não vivia sem. Passados os 45 é definitivamente a entrada noutra fase. A fase da saudade e da insatisfação, porque, por um lado, já não somos jovens, por outro, ainda somos jovens para sermos velhos&#8230; A fase em que a minha filha se torna adolescente, eu deixo de ser (por enquanto) prioridade na sua vida, que os amigos fazem as suas vidas cada vez mais longe da nossa, que as decisões são tomadas cada vez em maior solidão. E em que os domingos se tornam piores domingos, por critério, porque é preciso descansar para a semana, ou desespero porque o telefone não toca com um convite que nos faça deixar o sofá, porque não nos apetece andar sozinhos a divagar na rua com o ar desenfreado de quem está muito feliz, porque já não é preciso provar a felicidade a ninguém. Ou se é, ou não se é! Parece que neste momento não há meia felicidade. Ou está toda a gente muito feliz à nossa volta, ou muito infeliz. Gostamos cada vez menos de mais coisas, porque à distância tudo nos parece menos do que podia ser e muito exagerado quando vivido por outras pessoas. Acho que a barreira dos 45 podem ser uma espécie de “pré-adolescência” da maior idade, onde brigamos com o mundo porque queremos ter muitas mãos para agarrar tudo até lá chegarmos. Somos, a esta idade, aquilo que a vida fez de nós? Ou somos o que quisemos ser? Esta é a verdadeira questão. Os que já por aqui passaram arriscam-se a pensar na resposta, porque depois dos 45 não é justo deixarmo-nos ir. É fundamental que o caminho seja definido por nós. Se for errado, teremos tempo de nos arrepender. Pior seria olhar para trás e perceber que não o fizemos, não termos nada do que nos arrependermos. É a realidade a dar de caras com as circunstâncias que a vida construiu para nós. Tudo isto, porque hoje a janela do quarto amanheceu pingada da chuva e me fez pensar na vida&#8230; olhar para trás. Como se fosse no carro, a ver a paisagem passar no retrovisor. Já vos deve ter acontecido.</p>
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		<title>&#8230; A minha filha a dar-me música (Conflito de gerações)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Nov 2017 22:06:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eu, Pai]]></category>
		<category><![CDATA[carro]]></category>
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		<category><![CDATA[Momentos felizes]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; É chegar a casa no Alentejo e ouvir a Leonor, que já está com treze anos, dizer que tem a agenda cheia, que o importante este fim de semana é aproveitar o tempo todo antes que ela agarre na sua agenda e desate a cumprir o que tem estipulado e fique&#8230; sem tempo para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; É chegar a casa no Alentejo e ouvir a Leonor, que já está com treze anos, dizer que tem a agenda cheia, que o importante este fim de semana é aproveitar o tempo todo antes que ela agarre na sua agenda e desate a cumprir o que tem estipulado e fique&#8230; sem tempo para mim. É esta a realidade de um pai, quando a filha começa a crescer. Acho bem que a assim seja, é sinal de evolução, de menina destemida, ocupada, activa e despachada. Tão despachada que hoje se lembrou de arriscar cantar comigo no carro, porque ela gosta de &#8216;gozar&#8217; com a minha mania para cantar. Sabe que tenho péssima voz e zero noção de ritmo. Por isso disse: <strong><i>&#8216;Pai vamos aproveitar estes últimos dias de sol e vamos a Badajoz.  Tu metes a tua playlist a tocar por favor?</i></strong>&#8216;. E foi o que fiz. Não é difícil fazê-lo porque a sintonia do meu telefone, que tem a minha lista de canções, é automática assim que entro no Captur e como o painel de controlar músicas e rádio é super intuitivo e fácil de usar, foi um divertimento. A mim preocupa-me pouco que ela diga que não sei cantar. Eu vou cantar sempre, e ela vai crescendo e achando que, mesmo sem o pai saber cantar, não haverá ninguém no mundo que lhe cante com mais coração. O que me preocupa foi quando ela disse<strong><em> &#8216;posso sincronizar o meu telefone no teu carro?&#8217;..</em></strong>. Não tenho como dizer que não, mas as músicas dela não são as que eu mais gosto. E agora?</p>
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		<title>&#8230; Este é o meu novo Carro (O mesmo modelo, a mesma alegria!)</title>
		<link>https://euclaudio.com/novo-carro-mesmo-modelo-mesma-alegria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Aug 2017 08:17:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[carro]]></category>
		<category><![CDATA[claudio aos]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; A vida é feita de ciclos e eu sou muito de os respeitar. Acredito também nos sinais que vamos recebendo e que se estivermos atentos nos facilitam muito o nosso dia a dia. Já não é segredo para ninguém que eu sou fiel à Renault. Desde que tenho carta de condução que conduzo Renault. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; A vida é feita de ciclos e eu sou muito de os respeitar. Acredito também nos sinais que vamos recebendo e que se estivermos atentos nos facilitam muito o nosso dia a dia. Já não é segredo para ninguém que eu sou fiel à Renault. Desde que tenho carta de condução que conduzo Renault. Mas hoje conto-vos aqui uma história, que me parece interessante, na altura em que se fecha um ciclo de quatro anos&#8230; Em 2013, numa vista a Espanha descobri um modelo da Renault que Portugal ainda não conhecia. Era o Renault Captur, liguei rapidamente para o concessionário e fiz a minha reserva imediatamente <em>&#8216;assim que ele chegue a Portugal quero um para mim&#8217;</em>. Estava em Janeiro de 2013, lembro-me de contar esta paixão à primeira vista <a href="https://euclaudio.com/o-meu-popo-novo/"> aqui no blog</a> nessa altura. O tempo passou, e em Agosto desse mesmo ano comprei o meu Captur. Em Portugal seria o único (ou dos poucos) que não respeitava o critério do modelo que era o de ser a duas cores. Eu preferia preto. E assim foi. Amei! Foi uma escolha acertada. Era o que eu queria, um carro bonito, seguro, económico, robusto e masculino. Estes são critérios meus para a escolha de um novo carro. Toda a gente estranhou eu não mudar de marca, mesmo que mudasse de modelo (tinha tido sete Renault antes). Eu não iria mudar de marca, de assistência, de resistência. Eu estava muito satisfeito&#8230; passaram quatro anos, chegou a altura de mudar para um novo carro. Toda a gente a mandar-me para esta marca, para aquela marca, para este modelo, o outro modelo. Não adiantava: eu tinha a minha escolha feita. O meu novo carro seria um Renault Captur! Exactamente, exactamente o mesmo modelo de há quatro anos. Sei que podem estranhar, mas garanto-vos que fiz a escolha acertada. Não gosto de me separar das coisas que me fazem bem e facilitam a vida. É o que acontece com o Captur que deixei hoje, amigo de quatro anos, que ficará por casa&#8230; Qualquer dia conto-vos onde, tá bem? Por agora apresento-vos o meu novo &#8216;amigo&#8217;, a extensão da minha casa, do meu escritório andante, o carro que me leva para todo o lado e nunca &#8211; nunca &#8211; me deixou ficar mal. Isto é o mais importante! Em equipa que ganha, não se deve mexer. Foi o que fiz!</p>
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