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	<title>Cumplicidade &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<title>Cumplicidade &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>… A Voz do Big Brother!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Apr 2021 16:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Seria muito fácil elogiar alguém que trabalhar connosco num dos maiores desafios da nossa vida profissional. É fácil fazer quando sentimos a pessoa, olhamos nos olhos, percebemos as feições do rosto, cheiramos o seu perfume, percebemos como anda&#8230; Neste caso a coisa fica complicada porque tive desde o primeiro dia uma relação tão cúmplice [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230; Seria muito fácil elogiar alguém que trabalhar connosco num dos maiores desafios da nossa vida profissional. É fácil fazer quando sentimos a pessoa, olhamos nos olhos, percebemos as feições do rosto, cheiramos o seu perfume, percebemos como anda&#8230; Neste caso a coisa fica complicada porque tive desde o primeiro dia uma relação tão cúmplice e imediata com a Voz do Big Brother que é difícil explicar porquê, porque não o conheço. Não o vi uma única vez, não jantamos juntos, não almoçamos, não bebemos café&#8230; falamos muito por voz. Falámos as tardes de ensaios, as noites de programa e muitas vezes durante a semana para nos metermos a par um do outro e de coisas que aconteciam na casa e na vida. Estranha esta sensação de gostar de alguém muito de repente a quem não conhecemos o rosto. Estranha esta certeza de confiar em alguém de forma imediata porque nos entra corpo adentro a certeza de que este &#8216;alguém&#8217; vem para ajudar, amparar, simplificar, tornar ainda mais bonito aquilo que por si só já tem a beleza que há anos procurava. Foi assim que aconteceu comigo e o Big Brother desde o primeiro ensaio no BB 2020 e que ficou ainda mais resistente e sólido neste Duplo Impacto. Não há ninguém que conheça tão bem esta casa e os concorrentes com o Big Brother. Ninguém conversa melhor com eles, ninguém os entende melhor, ninguém sabe mais deles e até desconfio que o Big sabe coisas que os concorrentes não sonham saber deles próprios. Não lhe conheço o rosto, mas tem que ter um rosto sereno, não lhe conheço os olhos mas tem que ser uns olhos grandes de quem quer ver tudo para mostrar depois ao mundo. Conheço-lhe a voz. Voz segura determinada e bonita. Conheço-lhe a rigidez das regras, a imposição do limites, o sentido de humor e a rapidez de raciocínio. Vai ficar-me para sempre – aconteça o que acontecer no futuro &#8211; a generosidade com que me recebeu num espaço que já era dele e o apoio que me deu no improviso que eu gosto tanto. Percebi rapidamente que nisso éramos dois, porque para ambos o improviso é a sublime arte de andar na linha do que se pode ou não fazer e que acaba por ser bem feito se bem orientado, se bem improvisado e o meu, com ele, foi sempre pautado pela batuta do que me deixava dizer, fazer e rapidamente me protegia por uma palavra se fosse preciso parar. Entendo muito bem os concorrentes que criam com a Voz do Big Brother laços que ficam para a vida, gente que sente falta física de ouvir a sua voz, porque na verdade num programa destes Ele é mais que uma voz. É alma dentro de uma casa que respira o dia todo. A noite toda. Que respira quando eles estão alegres e bem dispostos, continua a fazê-lo ao ritmo de todas as vezes que eles estão irritados e com vontade de bater com a porta por capricho ou com razão. É ele que lhes vela o sono a cada noite quando as luzes se apagam nos quartos para que descansem porque é preciso que o jogo aconteça no dia seguinte. A Voz do Big Brother merece todos os elogios que lhe possa dar, não porque é uma voz bonita ou conhecida, mas porque é uma voz atenta, dedicada, uma voz que diz o que é preciso dizer na hora certa e que fica calada no momento exacto, porque muitas vezes o segredo está em ouvir e não em falar. Da voz, desta minha gigante aventura em dois actos levo o melhor. O melhor dos dois mundos. A serenidade de perceber que poderia andar em cima do risco que Ele sempre me protegeria com a sua sensatez e o sentido de humor, porque ambos sabemos que sem sentido de humor não vamos a lugar nenhum&#8230; A vida é séria demais para ser levada a sério. O riso, faz maravilhas e a voz do Big Brother fez-me magia durante este caminho que fizemos em paralelo. Nunca lhe disse que invejo o seu tom de voz. Nunca calhou. Mas tenho que lhe dizer &#8216;Obrigado Big Brother&#8217;, porque é tudo&#8230; por agora!</p>
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		<title>&#8230; Nunca será apenas um simples par de sapatos!</title>
		<link>https://euclaudio.com/nunca-sera-apenas-um-simples-par-de-sapatos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2019 23:02:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Nunca será um simples par de sapatos. Juro que nunca serão uns simples sapatos. Não é porque têm o salto dourado, a etiqueta de luxo ou o preço com três dígitos. Não é por isso. É porque de certa forma significam a caminhada. Acredito que quando pensou neste par de sapatos &#8211; para lá [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Nunca será um simples par de sapatos. Juro que nunca serão uns simples sapatos. Não é porque têm o salto dourado, a etiqueta de luxo ou o preço com três dígitos. Não é por isso. É porque de certa forma significam a caminhada. Acredito que quando pensou neste par de sapatos &#8211; para lá de todas as brincadeiras que fizemos quando os recebi e tentei disfarçar que me emocionei atrás de um riso nervoso &#8211; pensou na minha caminhada. No caminho que fiz, e que ela acompanhava à distância, mas principalmente no deste ano quando lhe passei a entrar em casa desatinado. Primeiro a medo, pela porta do lado, depois mais à vontade e, aos poucos, uns dias mais atinado que outros, fui fazendo todas as manhãs o caminho da minha casa para a casa dela a passo acelerado com vontade de chegar, tive sempre a sensação de ir a compasso para um lugar bom. É assim que defino a casa, &#8216;um lugar bom&#8217;. Hoje, quando dou o passo e entro no <em>hall</em>, já lhe reconheço o estado de espírito só pelo olhar que trocamos, por exemplo, na esquina do frigorifico ou então enquanto torramos uma fatia de pão e preparamos um café que deixa a casa inteira a cheirar à &#8216;casa da mãe&#8217;. E ali estamos. O tempo que for preciso &#8216;apenas&#8217; a ser vizinhos. Como um vizinho deve ser. Os passos que dei desde a saída da minha casa, há muitos anos, até chegar a esta ombreira da porta foram alguns e para todos os gostos. Mas sinto que depois de ser convidado a entrar nela, foram dados os passos que eu sempre pretendi que fossem na medida certa &#8211; e a acontecer &#8211; preferia pecar por falta que por excesso. Não há nada mais fora de tom que dar um passo só <em>porque sim</em> e arriscar magoar quem nos convida para sua casa. Com sapatos desta natureza é preciso saber muito bem a direcção do passo. Acertámos o nosso passo no momento em que os meus pés pisaram a casa pela primeira vez, ainda o chão não tinha um risco, como se o sapato de um fosse para o pé do outro. Acertámos na conversa, no caminho, na dança. Dançámos já muitas vezes ali em casa. Danço melhor com ela que sozinho. Dançámos tantas vezes como as vezes que rimos, e rimos tantas como as vezes que chorámos. Frente a frente ou meio de lado para não se ver. E cantámos, falámos alto e ainda por cima de boca cheia. Andamos sempre de um lado para o outro numa variação de tom que exigem os passos em casa como exigem na vida. Nem sempre se ri. Nem a toda a hora se chora. Somos quatro pés ali dentro. Os meus não andam sem os dela e ela gosta de me sentir o andar ali por perto. Como qualquer vizinho cujos passos sentimos em casa, onde a casa tem vida, onde acontecem coisas, onde as coisas se dividem. Estes sapatos nunca serão uns simples sapatos. Serão estimados. Honrados como devem ser e cada vez que os olhar vou lembra-me sempre que há uma caminhada feita antes deles e outra depois. Seguramente. Façam eles o caminho que fizerem. Obrigado vizinha!</p>
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		<title>&#8230; A ti meu amor (Ou melhor, sobre ti!)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2019 12:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Sabes que nunca ninguém me captou como tu o fizeste, e talvez nunca ninguém me tenha entendido tanto como tu. Entender os silêncios, os barulhos, as vontades, os caprichos&#8230; Nao te sintas convencido nem me revires os olhos, mas quero que saibas que me palpitas dentro 24 horas por dia, mesmo que a tua [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Sabes que nunca ninguém me captou como tu o fizeste, e talvez nunca ninguém me tenha entendido tanto como tu. Entender os silêncios, os barulhos, as vontades, os caprichos&#8230; Nao te sintas convencido nem me revires os olhos, mas quero que saibas que me palpitas dentro 24 horas por dia, mesmo que a tua cabeça desorganize os horários e me meta sabe Deus onde. Não sei se sabes, mas ficas a saber que o que sinto por ti tem mais força que as ondas do mar de que tanto gostas e onde vais buscar o que te falta tantas vezes. É a este mar, onde me tiraste esta fotografia, que vais buscar forças e recordar momentos. Nisso somos iguais, porque as memórias fazem-nos viajar tanto e tão bem que, quando fecho os olhos e respiro este cheiro de mar, consigo sentir-te o  cheiro de corpo moreno. Consigo ouvir-te a voz quando as ondas rebentam na areia. Quando olho para este céu, vejo uma nuvem e penso que pode ser a tua, porque acreditas que tens direito a uma para estares a olhar para o mundo com o eterno síndrome de Peter Pan. Às vezes gostava de te olhar de frente e dizer ‘<em>Pára! Ainda vais sofrer mais que isso. Ainda te vão desiludir mais. As pessoas ainda te vão fazer pior…’</em>, mas sei que não vais acreditar em mim. Tu não acreditas na maldade das pessoas. Achas que fazem todas o bem. E não fazem. Essa tua inocência estranha apaixonou-me e deixou-me com medo de te ver sem protecção contra um mundo que é tão diferente daquele que tu imaginas. Não sei o dia de amanhã, mas dure este nosso momento o tempo que durar, que seja precioso e que este meu estado de alma se mantenha contigo a desconversar, a desconstruir, a criar, a acreditar num mundo melhor, a falar uma língua que poucos entendem… O que me fez apaixonar por ti não foram os teus olhos ou as &#8216;mentiras&#8217; quando elogias as minhas qualidades de<em> chef,</em> ao fazer massas que comes a custo. Não foi a tua habilidade para a <em>bricolage</em>, a paixão por pendurares lâmpadas em todo o lado e muito menos a capacidade que tens de nunca chegares na hora combinada. Talvez tenha sido a tua eterna idade da inocência. Que o mundo nunca te roube isso. Que as pessoas não te assaltem a alma. Na verdade, como disseste, &#8216; amor não é complicado, complicados somos nós!&#8217;. Tem é que ser feito com amor. E de que é feito o amor? De coisas pequenas que se juntam, encaixam, fazem sentido de forma natural e ‘muito orgânica’, até que, juntos na mesma matéria, sejam uma só coisa que se transforma numa espécie de lençol que nos protege do bem e do mal e mesmo não nos protegendo nos dá essa sensação. A sensação de calor e conforto que só se encontra em casa. O amor mais não é do que ‘sentir-se em casa’ sem cerimónia. É perceber que o silêncio não atrapalha, que a descoberta de uma rua feita a quatro pés é estimulante, que conhecer um lugar, um país, descobrir uma aventura nos enche as medidas. Amar é estar ao lado, medir a febre, humedecer os lábios, amparar, sonhar juntos, realizar sonhos, levar a colher à boca, aconchegar a roupa da cama, ter ciúmes, gritar, brigar, dizer coisas da boca para fora com a mesma boca que engole de repente tudo o que disse para sorver um beijo e sentir a saliva quente a saber ao outro. Amar é perceber o que precisa o outro. O que sonha o outro. O que quer o outro. Amar é entender um estado de alma. É dar a entender um estado de alma. Se esse &#8216;estado de alma&#8217; não tiver expectativas dentro dele não é amor, se não se perspectivar não é amor, se não fizer o coração bater mais rápido quando o outro começa a subir as escadas não é amor, se não nos suarem as mãos quando as dele nos tocam o pescoço não é amor, se não nos trouxer a serenidade quando encosta a cabeça no nosso colo não é amor, se não se sente o céu quando o corpo invade o outro não é amor. É outra outra coisa qualquer. Feliz Dia dos Namorados&#8230; meu amor!</p>
<p>&nbsp;</p>
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