<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>conversa &#8211; Eu, Cláudio</title>
	<atom:link href="https://euclaudio.com/tag/conversa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://euclaudio.com</link>
	<description>Eu, Cláudio</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Dec 2019 19:06:23 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://euclaudio.com/wp-content/uploads/2020/05/cropped-eu-claudio-fav-32x32.png</url>
	<title>conversa &#8211; Eu, Cláudio</title>
	<link>https://euclaudio.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>&#8230; O Ângelo em Dezembro (pode ser visto assim)</title>
		<link>https://euclaudio.com/o-angelo-em-dezembro-pode-ser-visto-assim/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Dec 2019 16:42:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[actor]]></category>
		<category><![CDATA[Angelo Rodrigeuz]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[brilho]]></category>
		<category><![CDATA[conversa]]></category>
		<category><![CDATA[Cristina Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[dezembro]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital]]></category>
		<category><![CDATA[jantar televisão]]></category>
		<category><![CDATA[milagre]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[renascer]]></category>
		<category><![CDATA[SIC; actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Surpresa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://euclaudio.com/?p=36358</guid>

					<description><![CDATA[&#8230; Só hoje vi na televisão o programa especial onde Ângelo visitou a Cristina. Ontem fui ver a Mariza não consegui ver o Ângelo. Na verdade já o tinha visto lá em casa. Vi tudinho com toda a atenção. Senti-me na presença de um milagre porque eu ouvi muita coisa estes meses todos de gente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Só hoje vi na televisão o programa especial onde Ângelo visitou a Cristina. Ontem fui ver a Mariza não consegui ver o Ângelo. Na verdade já o tinha visto lá em casa. Vi tudinho com toda a atenção. Senti-me na presença de um milagre porque eu ouvi muita coisa estes meses todos de gente que afirmava o pior. Ver o Ângelo entrar na Casa da Cristina, descer as escadas pelo próprio pé sem ajuda de muletas e amparado na sua força de vencer é o melhor que podia acontecer. Depois a conversa feita entre duas pessoas. Uma que perguntava e escutava a outra que tinha vontade de contar, ser escutado e de mostrar que tudo está bem quando acaba bem. A mim chegou-me perceber que, aos poucos o Ângelo recupera devagarinho de tudo. Do corpo e da alma. Que a aproximação a pessoas que estavam afastadas ajudaram neste encontro brutal com a realidade a que ele volta aos poucos. Não se pode pedir a quem acabou de renascer mais que a vontade de o fazer. Não se pode invadir a alma de alguém que está a abrir os olhos devagarinho, a reaprender a pisar o chão. Não se pode magoar só porque sim e meter o dedo na ferida porque se quer a todo o custo ver a ferida quando alguém a está a tentar cicatrizar. Gostei muito do que vi ali. Gostei muito do que acabei de ver agora no sofá. E gostei tanto de perceber que a imensa maioria que estava a ver televisão naquela hora escolheu estar sentada na sala da Cristina a ouvir o Ângelo conversar com ela. Conversar. Apenas conversar sem juízos de valor. Conversar sobre renascer. É disto que se trata. Literalmente. É Dezembro. Talvez faça sentido pensar nisso!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8230; O meu mundo encantado (Ou a zona de conforto?)</title>
		<link>https://euclaudio.com/o-meu-mundo-encantado-ou-a-zona-de-conforto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jun 2019 17:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[amigos]]></category>
		<category><![CDATA[amizades]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudio]]></category>
		<category><![CDATA[conversa]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[esplanada]]></category>
		<category><![CDATA[jornalista]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[televisão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://euclaudio.com/?p=31098</guid>

					<description><![CDATA[&#8230; Sou muito dos que demora a confiar numa pessoa, a entregar a minha confiança a ela e a dar lhe um espaço no meu tempo apertado. Um amigo, um colega, um conhecido todos têm funções diferentes na nossa vida. Diferentes e importantes. Eu não tenho muita gente à minha volta. Não gosto disso sinto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Sou muito dos que demora a confiar numa pessoa, a entregar a minha confiança a ela e a dar lhe um espaço no meu tempo apertado. Um amigo, um colega, um conhecido todos têm funções diferentes na nossa vida. Diferentes e importantes. Eu não tenho muita gente à minha volta. Não gosto disso sinto me invadido, por isso escolho com rigor os que entram no meu dia a dia e os que se mantém por mais tempo. Tenho alguns que ficam muito mas que vejo pouco porque o tempo é lixado com as coisas boas da vida. Rouba-lhes tempo! O outro dia falavam-me dos meus afectos e um jornalista perguntava se tinha muitos. Tenho alguns. Tenho afecto a pessoas que não me têm a mim, mas acho que acontece a toda a gente e serão ‘minhas’ até eu entender que merecem. Tenho os afectos recíprocos os que estão de um lado e outro e tenho a vontade de ir descobrindo um ou outro que me surpreenda. ‘Mas não é fácil chegar a si!’ Continuava o jornalista. De facto não é! Eu sou fechado, estranho, muito diferente do que se imagina e quase sempre fechado num canto que é a minha zona de conforto. Ao longo do dia há muita gente, muito foco, muita energia&#8230; preciso sair na bolha (ou meter-me nela) para me reerguer a cada dia. As pessoas consomem-me muito porque eu sou muito de verdade. Não sou fácil. Acordo em silêncio, não gosto de falar cedo, preciso de muito café e custa-me ouvir gente a falar alto. Não gosto de barulho em casa. Não ligo o rádio do carro de manhã. Não gosto de discotecas com música aos gritos. Não gosto de restaurantes com música alta se vamos lá para jantar e conviver. Isto faz de mim uma pessoa estranha? Talvez faça, mas talvez faça também uma pessoa que aos 45 anos tenha bem definido que a energia absorvida deve ser a boa. A outra teremos que fingir que não existe não lhe dando importância. Não sei se é mau ser assim, mas sei que as pessoas se afastam, têm medo porque estão acostumadas a ver um Cláudio com cor que se apresenta alinhado naquilo que querem ver. Não saberiam lidar com a ausência de alinhavo nem com a simplicidade óbvia de querer apenas a minha sala, amigos à volta e falar de trivialidades ou divagar horas sobre a possibilidade de viver sem telemóvel nos dias de hoje. Uma conversa que não levaria a lado nenhum. Mas é uma conversa. Eu adoro conversar. Eu acho que este Cláudio não se conhece nem há interesse em conhecer. É sossegado. O sossego desalinha o conforto de quem já fez um juízo de valor. E eu sou avaliado há muito tempo com a batuta feia do rótulo gratuito. Talvez por isso prefira viver numa bolha só minha, em lugares só meus e com manias só minhas que dar muitas vezes o benefício da dúvida a alguém que se aproxima para sentir o barulho de um Cláudio que só existe na cabeça de quem o vê assim. Quase sempre quem apenas ‘olha’ sem vontade de ver, perde a capacidade de ler para lá das letras gordas. Não gosto disso!</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8230; Chegou o Natal (Diferente, mas igual!)</title>
		<link>https://euclaudio.com/chegou-o-natal-diferente-mas-igual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Dec 2018 18:42:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[2018]]></category>
		<category><![CDATA[Alegria]]></category>
		<category><![CDATA[alentejo]]></category>
		<category><![CDATA[casa]]></category>
		<category><![CDATA[conversa]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[festa]]></category>
		<category><![CDATA[lareira]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[presépio]]></category>
		<category><![CDATA[quente]]></category>
		<category><![CDATA[sonho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://euclaudio.com/?p=25851</guid>

					<description><![CDATA[&#8230; Eu gosto muito, muito, muito do Natal e de tudo o que ele envolve &#8211; até os presentes, porque fazem parte da festa e da época. Gosto da azáfama, do entra e sai, da correria, do cheiro, das luzes, da cor. Gosto e pronto! Há seis anos dei de caras com este presépio na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="text-align: justify;">&#8230; Eu gosto muito, muito, muito do Natal e de tudo o que ele envolve &#8211; até os presentes, porque fazem parte da festa e da época. Gosto da azáfama, do entra e sai, da correria, do cheiro, das luzes, da cor. Gosto e pronto! Há seis anos dei de caras com este presépio na baixa de Lisboa. Achei-o tão a minha cara, tão a cara da minha casa que, desde essa altura, é Ele que dá o sinal do Natal. É muito diferente daquilo que imaginamos ser um presépio, mas até Dia de Reis estará ali a &#8216;olhar&#8217; por mim. Depois disso, tudo voltará ao seu lugar. Agora, é tempo de acreditar que o Natal entrou pela minha casa e que vai ficar assim, com ar bonacheirão, redondo, com cores quentes e de feitio original. Como Eu! Que o vosso também o seja. Não tem que ser igual ao dos outros. Tem que ser o vosso&#8230; O meu Natal, com este presépio, é o cheiro do Alentejo a frio misturado com o que solta cada chaminé. São os reencontros da época feitos de um <em>&#8216;olá&#8217;</em> como se nos víssemos todos os dias. São as luzes a piscar, as ruas preenchidas de sonhos e montes de papel de embrulho por todo o lado. São os olhos brilhantes de cada criança com que me cruzo. É a confusão da gente que se torna mais bonita nesta época. É a família reunida à mesa em volta de conversas cruzadas que só acabam no dia seguinte &#8230; Sou um privilegiado. Obrigado, Pai Natal!</div>
<div></div>
<p>LEIAM TAMBÉM UM DESTES ARTIGOS:</p>
<ul>
<li><a href="https://euclaudio.com/o-ze-como-ele-e-ou-talvez-nao/">… O ZÉ COMO ELE É (OU TALVEZ NÃO!)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/nao-sei-se-repararam-daqui-a-um-mes-e-natal/">… NÃO SEI SE REPARARAM (DAQUI A UM MÊS É NATAL)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/o-vestido-de-cristina-a-ousadia-da-carolina/">… O VESTIDO DE CRISTINA (A OUSADIA DA CAROLINA)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/falemos-do-que-temos-dentro-quando-temos-de-verdade/">… FALEMOS DO QUE TEMOS DENTRO (QUANDO TEMOS DE VERDADE)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/chegou-o-outono-depois-de-outros-outonos/">… CHEGOU O OUTONO (DEPOIS DE OUTROS OUTONOS)</a></li>
<li><a href="https://euclaudio.com/a-memoria-do-facebook-ou-a-sweet-perdida-numa-gaveta/">… A MEMÓRIA DO FACEBOOK (OU A SWEAT PERDIDA NUMA GAVETA)</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
