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	<title>dia dos namorados &#8211; Eu, Cláudio</title>
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	<title>dia dos namorados &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; A ti meu amor (Ou melhor, sobre ti!)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2019 12:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Sabes que nunca ninguém me captou como tu o fizeste, e talvez nunca ninguém me tenha entendido tanto como tu. Entender os silêncios, os barulhos, as vontades, os caprichos&#8230; Nao te sintas convencido nem me revires os olhos, mas quero que saibas que me palpitas dentro 24 horas por dia, mesmo que a tua [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Sabes que nunca ninguém me captou como tu o fizeste, e talvez nunca ninguém me tenha entendido tanto como tu. Entender os silêncios, os barulhos, as vontades, os caprichos&#8230; Nao te sintas convencido nem me revires os olhos, mas quero que saibas que me palpitas dentro 24 horas por dia, mesmo que a tua cabeça desorganize os horários e me meta sabe Deus onde. Não sei se sabes, mas ficas a saber que o que sinto por ti tem mais força que as ondas do mar de que tanto gostas e onde vais buscar o que te falta tantas vezes. É a este mar, onde me tiraste esta fotografia, que vais buscar forças e recordar momentos. Nisso somos iguais, porque as memórias fazem-nos viajar tanto e tão bem que, quando fecho os olhos e respiro este cheiro de mar, consigo sentir-te o  cheiro de corpo moreno. Consigo ouvir-te a voz quando as ondas rebentam na areia. Quando olho para este céu, vejo uma nuvem e penso que pode ser a tua, porque acreditas que tens direito a uma para estares a olhar para o mundo com o eterno síndrome de Peter Pan. Às vezes gostava de te olhar de frente e dizer ‘<em>Pára! Ainda vais sofrer mais que isso. Ainda te vão desiludir mais. As pessoas ainda te vão fazer pior…’</em>, mas sei que não vais acreditar em mim. Tu não acreditas na maldade das pessoas. Achas que fazem todas o bem. E não fazem. Essa tua inocência estranha apaixonou-me e deixou-me com medo de te ver sem protecção contra um mundo que é tão diferente daquele que tu imaginas. Não sei o dia de amanhã, mas dure este nosso momento o tempo que durar, que seja precioso e que este meu estado de alma se mantenha contigo a desconversar, a desconstruir, a criar, a acreditar num mundo melhor, a falar uma língua que poucos entendem… O que me fez apaixonar por ti não foram os teus olhos ou as &#8216;mentiras&#8217; quando elogias as minhas qualidades de<em> chef,</em> ao fazer massas que comes a custo. Não foi a tua habilidade para a <em>bricolage</em>, a paixão por pendurares lâmpadas em todo o lado e muito menos a capacidade que tens de nunca chegares na hora combinada. Talvez tenha sido a tua eterna idade da inocência. Que o mundo nunca te roube isso. Que as pessoas não te assaltem a alma. Na verdade, como disseste, &#8216; amor não é complicado, complicados somos nós!&#8217;. Tem é que ser feito com amor. E de que é feito o amor? De coisas pequenas que se juntam, encaixam, fazem sentido de forma natural e ‘muito orgânica’, até que, juntos na mesma matéria, sejam uma só coisa que se transforma numa espécie de lençol que nos protege do bem e do mal e mesmo não nos protegendo nos dá essa sensação. A sensação de calor e conforto que só se encontra em casa. O amor mais não é do que ‘sentir-se em casa’ sem cerimónia. É perceber que o silêncio não atrapalha, que a descoberta de uma rua feita a quatro pés é estimulante, que conhecer um lugar, um país, descobrir uma aventura nos enche as medidas. Amar é estar ao lado, medir a febre, humedecer os lábios, amparar, sonhar juntos, realizar sonhos, levar a colher à boca, aconchegar a roupa da cama, ter ciúmes, gritar, brigar, dizer coisas da boca para fora com a mesma boca que engole de repente tudo o que disse para sorver um beijo e sentir a saliva quente a saber ao outro. Amar é perceber o que precisa o outro. O que sonha o outro. O que quer o outro. Amar é entender um estado de alma. É dar a entender um estado de alma. Se esse &#8216;estado de alma&#8217; não tiver expectativas dentro dele não é amor, se não se perspectivar não é amor, se não fizer o coração bater mais rápido quando o outro começa a subir as escadas não é amor, se não nos suarem as mãos quando as dele nos tocam o pescoço não é amor, se não nos trouxer a serenidade quando encosta a cabeça no nosso colo não é amor, se não se sente o céu quando o corpo invade o outro não é amor. É outra outra coisa qualquer. Feliz Dia dos Namorados&#8230; meu amor!</p>
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		<title>&#8230; A capa do amor (Ou a responsabilidade de um amor)</title>
		<link>https://euclaudio.com/a-capa-do-amor-de-david-ou-a-responsabilidade-de-um-amor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2019 18:21:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Capa de revista]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Há muito tempo que sabia que David Carreira e Carolina Carvalho estão de namoro e apaixonados. Era fácil perceber, bastava olhar os olhos do cantor. Mas também, já o disse mil vezes, a intimidade dos famosos, quando se dão ao respeito, é deles até que assim o desejem, e, neste caso, a minha obrigação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Há muito tempo que sabia que David Carreira e Carolina Carvalho estão de namoro e apaixonados. Era fácil perceber, bastava olhar os olhos do cantor. Mas também, já o disse mil vezes, a intimidade dos famosos, quando se dão ao respeito, é deles até que assim o desejem, e, neste caso, a minha obrigação seria guardar e proteger este &#8216;amor&#8217; até que eles resolvessem exibir ao mundo o que sentiam. É justo que os protagonistas definam as datas certas. Isto acaba por ser um jogo em que, quando jogado de forma honesta, todos ganham. Quando ontem vi a capa da revista Cristina, além de invejar este furo jornalístico, resolvi analisar com calma. À primeira vista esta é a capa desejada por todos, capa rara onde David se mostra apaixonado, coisa que não fez nunca com nenhuma namorada, e porquê? De certeza que a relação de confiança que tem com Cristina ajudou, mas também porque talvez esta sua paixão seja maior, esta sua fase da vida seja mais madura e porque entende que aos olhos do coração este amor pode ser para sempre. É isto que entendo da entrevista. Deus permita que sim. No entanto, aqui em baixo, na &#8216;lei terrena&#8217;, os homens vão fazendo das suas e quando se deparam com esta capa assumem imediatamente o direito de analisar tudo ao detalhe. A entrevista, que li hoje de seguida assim que cheguei ao programa, porque a Cristina a tinha na mão, é toda amor. Nota-se. Nota-se no que li, nota-se nas fotografias, nota-se nos olhos dos dois quando falam com Cristina. Se está tudo bem, porque digo eu que isto é de uma enorme responsabilidade? Porque é. Porque David não é um rapaz qualquer e porque Carolina não quer ser a namorada de David a vida toda. Quem acompanha o David e faz análise mediática de forma séria sabe que o jovem cantor nunca usou as suas relações para mediatizar a sua vida, nunca respondeu de forma clara a nenhuma pergunta que a imprensa lhe fizesse sobre o assunto e sempre foi respeitado por todos, mesmo sabendo todos que existiam relações no seu caminho. É um direito dele. Mas agora, depois desta fantástica produção, é também um direito da outra parte do &#8216;jogo&#8217; que está ao lado da imprensa questionar os passos da relação. É aqui, para esta parte, que não sei se eles estão preparados ou para aí virados. Esse é o lado mau de quem abre uma porta com esta grandeza. Porque hoje &#8211; digam o que disserem &#8211; fazer-se capa na revista Cristina é abrir a porta grande de um espaço até ali reservado. Pode ser que eu esteja enganado e que o David esteja preparado para o que aí vem, porque o amor pode com tudo. Mas há também o outro lado, que é o lado de Carolina, que, como disse, não quer ser a &#8216;eterna&#8217; namorada de David Carreira e corre esse risco, o que é pena, porque começou como actriz e acredito que seja como actriz que gostava de ver o seu nome firmado. Tem um trabalho mais complicado agora. Eu sei como isto funciona. Descolar-se não é fácil. Posso também enganar-me e daqui a anos todos vamos saber o sobrenome de Carolina para lá da paixão que vive neste momento. Queria que se entendesse que ser-se conhecida como <em>&#8216;namorada de David&#8217;</em> não é mau, que a capa é maravilhosa, que o conteúdo é amor do princípio ao fim, mas que existe uma enorme responsabilidade quando se dá um passo destes e acredito que quando o David resolve dar este passo gigante, é porque o amor que lhe aconteceu, aconteceu a valer. O que acontecerá a seguir&#8230; pode ser só um detalhe ao lado de tamanha paixão que os dois vivem hoje. Na verdade, desfeitas as camadas, o hoje é que importa.</p>
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		<title>&#8230; Feliz dia dos namorados (Mas o que é o amor?)</title>
		<link>https://euclaudio.com/feliz-dia-dos-namorados-amor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Feb 2018 09:25:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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					<description><![CDATA[… Estou desconfiado de que o amor é uma coisa estranha. É estar incondicionalmente ao lado. É estar, mesmo sabendo que o melhor era não estar ou que o outro não está. Mas o amor é assim. Teimoso, crédulo e unilateral. Sim é capaz de ser unilateral se for de verdade. O amor faz coisas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">… Estou desconfiado de que o amor é uma coisa estranha. É estar incondicionalmente ao lado. É estar, mesmo sabendo que o melhor era não estar ou que o outro não está. Mas o amor é assim. Teimoso, crédulo e unilateral. Sim é capaz de ser unilateral se for de verdade. O amor faz coisas que o desamor atenua. Gosto de um amor que me faça sentir em casa. O amor mais não é do que ‘sentir-se em casa’ sem cerimónia. É perceber que o silêncio não atrapalha, que a descoberta de uma rua feita a quatro pés é estimulante, que conhecer um lugar, um País, descobrir uma aventura nos enche as medidas. Amar é estar ao lado, medir a febre, humedecer os lábios, amparar, sonhar juntos, realizar sonhos, levar a colher à boca, aconchegar a roupa da cama, ter ciúmes, gritar, brigar, dizer coisas da boca para fora com a mesma boca que engole de repente tudo o que disse para sorver um beijo e sentir a saliva quente a saber ao outro. Amar é perceber o que precisa o outro. O que sonha o outro. O que quer o outro. Amar é entender um estado de alma. É dar a entender um estado de alma. É fazer uma mala juntos e brigar porque não cabe tudo lá dentro. É desfazer a mala e voltar a fazê-la e as coisas continuam a não caber, mas o amor é maior que a mala e tudo o que ela tem dentro. Voltamos a brigar, a desfazer e fazer a mala todas as vezes que forem precisas. O amor é isto. Na prática não tem regras. Na teoria tem muitas. Eu sei a teoria toda, mas amo na prática. Sei a teoria de trás para a frente e sei que não sou uma pessoa fácil de amar nem de ser amada. Mas quando amo, amo como seguramente poucos amam. Porque quem é amado por mim leva para a eternidade a certeza de um amor transparente, avassalador, alucinantemente verdadeiro e de entrega exclusiva. Um amor verdadeiro como nas histórias em que quase já ninguém acredita e que voltei a ver reflectida no filme &#8216;As estrelas não morrem em Liverpool&#8217;. Eu amo assim. Não amo por amar e não gasto energias se não valer a pena. O amor tem que valer a pena. Mesmo que faça doer. Se não doer, não é amor, se não tiver expectativas dentro dele não é amor, se não se perspectivar não é amor, se não fizer o coração bater mais rápido quando o outro começa a subir as escadas não é amor, se não nos suarem as mãos quando as dele nos tocam o pescoço não é amor, se não te trouxer a serenidade enquanto descansas a cabeça no seu colo não é amor, se não te sentes no céu quando um corpo invade o outro não é amor … é outra coisa qualquer. O amor é descalçar as nossas botas, se preciso for, para calçar as do outro, ajudá-lo a fazer o caminho e perceber que, de tão delicado que é, o amor está à semelhança de um pássaro pousado na nossa mão. Um pequeno gesto pode fazê-lo voar a qualquer momento. Também é amor deixar o amor voar.</p>
<p style="text-align: justify;"><i>14 de Fevereiro de 2018</i></p>
<p>&nbsp;</p>
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