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	<title>fado &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>&#8230; A Raquel (Com a voz toda costurada a emoção)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Nov 2018 21:43:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8230; Passavam cinco minutos da hora marcada. Coliseu dos Recreios em Lisboa cheio. Silêncio absoluto. Entrou a voz&#8230; Fez-se mais silêncio, apenas para a escutar interrompida muitas vezes pelos aplausos espontâneos de uma plateia que não resistia a manifestar o que sentia, quando Raquel sentia o que cantava.  Cada palavra saída de dentro, cada verso [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Passavam cinco minutos da hora marcada. Coliseu dos Recreios em Lisboa cheio. Silêncio absoluto. Entrou a voz&#8230; Fez-se mais silêncio, apenas para a escutar interrompida muitas vezes pelos aplausos espontâneos de uma plateia que não resistia a manifestar o que sentia, quando Raquel sentia o que cantava.  Cada palavra saída de dentro, cada verso engomado a novo, todos os tons sublinhados com os trejeitos da mão e a mão que tremeu quando agarrou com a força toda o xaile da grande Beatriz da Conceição. As lágrimas de Raquel, que não tiveram vergonha de saltar dos olhos, quando os olhos deram de frente com um público emocionado de pé, a pedir o regresso da fadista ao palco. Não contei o tempo, mas seguramente mais de dez minutos de aplausos contínuos depois de Raquel se despedir. Já vi muitos concertos. Já ouvi muito fado. Gosto muito de fado. Deste fado que me sabe a tradição e às ruas estreitinhas e gosto da novidade e da capacidade da renovação. Um e outro, dentro de um e de outro. Gostei da autenticidade no contacto com o público. Foram talvez duas horas de canções tão bem embrulhadas pelos músicos que a acompanham sempre e pela Sinfonietta de Lisboa. Que coisa tão bonita de ver, que coisa tão arrepiante de ouvir. Raquel apareceu de branco, desceu uma passadeira igualmente branca. Sem exageros de cenários nem de adereços. Bastou-nos o luxo da voz. O primor de cada palavra. O respirar de cada um de nós que estava na plateia. As mãos uma na outra que tanto nos servem para rezar no dia-a-dia, como para pedir naquele momento que continuasse a cantar. O silêncio a contrastar com o ruído de um Coliseu quase a vir abaixo, depois de se dar de caras com tamanha forma de vida que a Raquel deixou no palco. Nunca vi nada assim. Obrigado, Raquel! Que concerto do caraças!</p>
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		<title>&#8230; Amália! (Amália, Amália)</title>
		<link>https://euclaudio.com/amalia-amalia-amalia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2017 13:58:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Voltei a ver &#8216;Amália&#8217; de La Féria nesta nova reposição. La Féria é impressionante com o que faz. Disso não se pode duvidar. Destaco todo o elenco, o equilíbro cénico, a orquestra, a capacidade de nos prenderem, duas horas colados à cadeira, com a emoção à flor da pele. E é assim o tempo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Voltei a ver &#8216;Amália&#8217; de La Féria nesta nova reposição. La Féria é impressionante com o que faz. Disso não se pode duvidar. Destaco todo o elenco, o equilíbro cénico, a orquestra, a capacidade de nos prenderem, duas horas colados à cadeira, com a emoção à flor da pele. E é assim o tempo todo. Alexandra está impressionante, a Anabela está soberba e jovem que faz de Amália em criança é uma ternura de talento. Não quero excluir ninguém mas fiquei feliz de ver a Paula Marcelo no elenco, não estava à espera e foi uma boa surpresa. Não posso deixar de dar uma nota muito positiva à Cristina Oliveira que faz uma Berta Cardoso extraordinária. Vamos ao teatro. Vale muito a pena!</p>
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		<title>&#8230; Fui aos fados!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2013 21:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both; text-align: center;">
<a href="http://2.bp.blogspot.com/-ZgLwvqdZ0uw/UQLdM0PTJaI/AAAAAAAAD9A/LtmOezYt8eA/s1600/IMG_0175.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" height="400" src="http://5.189.156.111/~euclaudiocp/wp-content/uploads/2013/02/IMG_0175.jpg" width="400" /></a></div>
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&#8230; Dizem que o fado é triste. É. Claro que é. Mas hoje conseguiu distrair-me. Fui&nbsp;assistir&nbsp;à estreia do&nbsp;espectáculo&nbsp;da&nbsp;Alexandra&nbsp;e do Gonçalo Salgueiro, &#8216;Abraço Lusitano&#8217; no São Jorge. É só descer a rua, o que facilita&#8230;. que vozes! Não há um grande cenário, mas há uma grande entrega. Uma sala cheia e muita emoção. Chorei, chorei. Gosto das letras&#8230; A Alexandra tem aquela sua maneira de cantar o fado que se cola à Amália pelo papel que fez no musical mas que transforma em sua, à capela cantou &#8216;Povos que lavas no rio&#8217; e não houve um único par de olhos que não se tivessem emocionado. Gonçalo Salgueiro, que como diz um amigo meu <i>parece que tem uma cassete dentro dele, que a voz não sai daquele corpo</i>, arrasou em temas como &#8216;Lágrima&#8217;. Há cumplicidade entre os dois. É uma forte aposta, nos dias que correm é arriscado fazer uma coisa destas. É um&nbsp;triunfo&nbsp;encher uma sala, levar à cena. É preciso ir e&nbsp;aplaudir. Gostei!</div>
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