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	<title>futuro &#8211; Eu, Cláudio</title>
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		<title>… Eu (Também) sou Portugal!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2020 21:47:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[&#8230;Estreei-me há semanas no &#8216;Somos Portugal&#8217; e se recebi muitas manifestações de satisfação por me verem lá, também recebo, de muita gente, criticas porque consideram que este formato não &#8216;é para o Cláudio que deixou a SIC&#8217; que &#8216;o Cláudio não o devia fazer&#8216; que ´é descer de cavalo para burro!&#8216;. Devo dizer que desde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">&#8230;Estreei-me há semanas no &#8216;Somos Portugal&#8217; e se recebi muitas manifestações de satisfação por me verem lá, também recebo, de muita gente, criticas porque consideram que este formato não<em> &#8216;é para o Cláudio que deixou a SIC&#8217;</em> que &#8216;<em>o Cláudio não o devia fazer</em>&#8216; que ´<em>é descer de cavalo para burro!</em>&#8216;. Devo dizer que desde que acabou a minha edição do Big Brother, todos os dias recebo centenas (não estou a exagerar) centenas de mensagens de seguidores, espectadores, pessoas que apreciam o meu trabalho e as quais agradeço, respeito mas com muitas não concordo e explico: televisão é televisão. E para mim, só há dois tipos de televisão: a boa e a má. O &#8216;Somos Portugal&#8217; é um programa, aos meus olhos, tão merecedor de me ter ali como foi o Big Brother ou qualquer outro formato com o que me identifique. O &#8216;Somos&#8217; tem quase dez anos e por ali passaram grandes companheiros de trabalho numa equipa esforçada que mostra um País inteiro através do ecrã. Para mim, fazer o &#8216;Somos Portugal&#8217; não só é um trabalho de apresentação que gosto, porque aprecio o formato – e já o tinha dito antes de imaginar um dia fazê-lo – como é talvez do mais próximo que temos das pessoas que nos vêem. A equipa que todas as semanas coloca o programa em casa de cada um, trabalha afincadamente para que a alegria de um Domingo seja a alegria estendida a muitas famílias. Fazemos um passatempo, damos prémios, temos musica popular, mostramos tradições, cultura e dançamos. Dançamos muito! Animamos o Domingo de quem nos vê e que tantas vezes não tem a possibilidade de ver o Portugal onde vive de outra forma. O &#8216;Somos&#8217; é uma janela aberta para o País e eu estou agora dentro dela com a maior satisfação. Não gosto por isso que alguém sequer pense que o faço porque não tenho mais nada para fazer, não gosto que a imprensa escreva títulos como <em>&#8216;Cláudio atirado para o Somos&#8217;</em>, como se este fosse um formato menor. Na minha cabeça não funciona assim. Eu sei, e não vou mentir, que há muitos profissionais de televisão que também pensam isso, e por pensarem assim é que se torna legitimo que muitos espectadores se sintam no direito de pensar o mesmo e a imprensa reproduzir a seu belo prazer títulos levianos que tentam não só diminuir a minha capacidade como reduzir o formato a uma coisa qualquer. Errado! É importante também dizer que de tão exigente que é, nem todos os profissionais conseguem fazer bem um &#8216;Somos Portugal&#8217;. É assim que deve ser visto e não de outra forma. Quando a televisão é feita de verdade nota-se nos olhos de quem a faz e sente-se no encanto de quem a recebe, por isso, todas as vezes que fiz o programa recebi muitas manifestações de alegria. Sou energia da boa, porque é essa energia que quero passar às pessoas. Eu canto, mal mas canto. Eu danço, mal mas danço. Eu fui acolhido pela equipa como se fosse um deles há muito tempo e sem dar por ela a tarde passa rápido e eu chego a casa cansado mas feliz. Foi exactamente como o outro dia expliquei no meu instagram, &#8216;<em>chego Cansado. Cansado e feliz, porque sei que no Domingo fiz muita gente feliz. Fiz Eu e Fizemos todos porque em televisão nada se faz sozinho. Acho que é assim na vida. Mas a televisão é vida! Pelo menos para mim&#8217;</em> . Mantenho o que disse e reforço que fazer parte do leque de apresentadores que fazem a história do domingo à tarde na TVI não só me deixa orgulhoso como me engrandece como pessoa, porque importante, importante, importante para quem faz televisão por coração e não por vaidade, é chegar à casa de quem a vê porque precisa dela&#8230; isso é que importa. A roupa, o penteado, o brilho, as escadarias, e tudo o resto é bonito, faz parte, todos gostamos, mas são só acessórios. Boa televisão é feita por bons profissionais estejam eles a descer uma escadaria iluminada ou em cima de um fardo de palha. O &#8216;Somos &#8216; é um belíssimo formato com belíssimos profissionais. E eu estou na equipa sempre que entenderem que devo estar! Era isto que queria deixar claro.</p>
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		<title>&#8230; O novo passo da Leonor (O futuro é já ali)</title>
		<link>https://euclaudio.com/o-novo-passo-da-leonor-o-futuro-e-ja-ali/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Sep 2019 15:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Eu, Pai]]></category>
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					<description><![CDATA[... O décimo Ano! A Leonor entra agora no décimo ano. Sai da sua zona de conforto, da vila onde cresceu e vai estudar para fora. É ali ao lado, mas é para fora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; O décimo Ano! A Leonor entra agora no décimo ano. Sai da sua zona de conforto, da vila onde cresceu e vai estudar para fora. É ali ao lado, mas é para fora. Esta noite quando me contou que estão na fase de recepção ao caloiro não lhe disse mas senti o receio que qualquer pai sente quando percebe que já não faz sentido a filha ser levada à escola no primeiro dia de aulas, como tantas vezes fiz como recordo nesta fotografia e me lembro de como me pedia colo porque <em>&#8216;era só um pedacinho&#8217;</em>&#8230; A escola é ali ao lado de casa. O décimo ano. O ano da escolha, o ano da mudança, um ano decisivo. Os próximos três anos de vida escolar serão decisivos para ela. Só peço que continue a gostar da escola como até aqui e que se empenhe em mostrar os resultados que lhe agradam e a deixam satisfeita. É ela que me importa! Adormeci e dormi mal. Pensei o tempo todo no crescida que está. Já usa mala ao ombro, já quer gerir a sua mesada, já tem tudo organizado para a semana e a semana é passada longe de casa. Ali ao lado, mas longe de casa. Sinto agora o que devem sentir todos os pais quando veem crescer os seus filhos. Indo eles para o décimo ou para outro lugar que escolham. Estão a crescer, a formar-se gente que decidirá o seu caminho e o caminho de gente que se cruza com eles. Não me deito a pensar o que será a Leonor profissionalmente no futuro porque a sua escolha é que me importa. Gostava que fosse viajar, não exigi nunca que tirasse um curso superior, não coloquei nenhum tipo de pressão. Não fiz à Leonor o que não quis que me fizessem a mim. A escolha será dela. Com a nossa ajuda se sentirmos isso, mas a decisão é dela. O que ela quiser, entrar e sair se preciso for. Conhecer o mundo. Ganhar experiência. Os filhos são do mundo e estão-nos emprestados durante um tempo. Enquanto os temos connosco é nossa obrigação dar-lhes todas as ferramentas para que quando voarem saberem duas coisas: que de vez em quando o voo tem de mudar de rumo, não é por isso que se muda de caminho e que levem com eles  a certeza de que em casa dos pais está sempre um lugar à espera caso o voo tenha que parar para retomar depois. Eu sofro imenso com as dores de crescimento. Sofro mas não me descontrolo. Aflige-me mas não me tolda ao ponto de não perceber o melhor da escolha feita. Vivo por dentro o misto de emoções. Por um lado a alegria e o orgulho de ver o voo desenhado, por outro a esperança sempre de imaginar o seu regresso. Desejamos todos os pais a mesma coisa, sendo que a mesma coisa são coisas diferentes. Os pais são todos iguais. São como as mães. Só mudam de endereço!</p>
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		<title>&#8230; Aos que estão do outro lado da porta (Obrigado!)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudio Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2019 21:32:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8230; Todas as muitas vezes que olhei para uma porta vi nela a possibilidade de uma nova descoberta. Todas as muitas vezes que bati a uma porta era na expectativa que ela se abrisse. Mas não se iludam, quando o fizerem, porque elas não se abrem todas. Muitas ficam fechadas e algumas, às vezes, são [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8230; Todas as muitas vezes que olhei para uma porta vi nela a possibilidade de uma nova descoberta. Todas as muitas vezes que bati a uma porta era na expectativa que ela se abrisse. Mas não se iludam, quando o fizerem, porque elas não se abrem todas. Muitas ficam fechadas e algumas, às vezes, são abertas por alguém que aparece para ver apenas quem está do lado de cá e, logo a seguir, com ar &#8216;enojado, altivo e distante&#8217; volta a fechar a porta com força. A força, às vezes é tanta, que durante dias ficamos a ouvir o barulho que faz quando uma bate na outra e é quase o refrão de uma canção a dizer &#8216;desiste, desiste, desiste&#8230;&#8217; As portas com que me cruzei não se abriram sempre. Fecharam-se muitas vezes, e muitas vezes com força gratuita. Quando olho para esta fotografia, tirada para o JN, para falar de 20 anos desta vida na comunicação, penso que este sorriso (eu sou do que não gosta de fotografar a sorrir) revela que estou num bom momento, que, olhando para trás e para as muitas portas que não se abriram ou se fecharam, penso <em>&#8216;ainda bem que aconteceu assim&#8217;</em>, porque não se abrindo essas, abriram-se depois as certas, e, quando não se abriam de par em par, eu, como qualquer gaiato da aldeia faz, espreitava pelo postigo e se visse a oportunidade de a fazer abrir, subia um degrau e saltava uma janela. Descobria sempre a oportunidade no espaço que estava aberto. Isto vem a propósito de nada, que não seja agradecer a todos os que me foram abrindo as portas a que bati, aos que bateram à minha e dizer que &#8211; como li um dia &#8211; apesar de <em>&#8216;a sorte bater à porta, ela não roda a maçaneta&#8217;</em>. Eu sou um &#8216;pro&#8217; a perceber a altura de rodar as maçanetas. Isso é muito importante. Mesmo! Obrigado a todos vocês por me acompanharem, sabem que não consigo responder a todos, mas consigo receber as vossas mensagens e energia, consigo entender a boa onda e sinto-me orgulhoso de perceber que tenho comigo gente que confiou em mim quando eu dava os primeiros passos e ainda não tinha força, nem tamanho, para chegar à campainha. Obrigado!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><em>Foto. JN</em></span></p>
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